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Archive for 16 de novembro de 2011

Reportagem do Domingo Espetacular, da Record, causa revolta ao afirmar que o movimento “cair no espírito” é falsa manifestação do Espírito Santo. Veja o vídeo na integra

Ontem, o programa Domingo Espetacular da TV Record, apresentou uma reportagem de quase quarenta minutos sobre o movimento pentecostal e as características dos costumes ligados ao “cair no espírito”.

Enquanto a reportagem era exibida pela Record, milhares de fiéis protestavam no Twitter com a hastag #vergonharecord, que chegou a estar entre as mais usadas no microblog em todo o Brasil. Um dos usuários, escreveu: “Incrível! A Globo investindo nos evangélicos e a Record detonando os evangélicos. Quem diria!”

Entendida por diversos internautas que protestavam no Twitter como um ataque ao Pastor Silas Malafaia e à cantora Ana Paula Valadão, defensores do fenômeno, a reportagem mostrou pessoas caindo ao toque de outros, ou ao sopro de pregadores, e ainda fiéis imitando cachorros.

A reportagem ouviu um especialista em psicologia, Doutor Jacob Goldberg, para quem o fenômeno “cair no espírito” é resultado de uma série de fatores: “O movimento de corpo é exasperado, tudo fica vizinho da histeria, e a histeria faz diminuir o senso crítico, o indivíduo não usa mais a razão, ele se entrega”.

Entrevistando Paul Gowdy, um dos precursores do fenômeno cai-cai no mundo, a reportagem mostrou a mudança de opinião dele em relação à crença no movimento. “Assim que Deus abriu meus olhos, vi que precisava tomar uma providência”. Segundo a reportagem, Gowdy afirmou ter participado dos bastidores da fundação do movimento: “Não creio mais nessas coisas. Hoje vejo como uma coisa macabra. Hoje eu acredito que esse espírito é um falso espírito, um espírito enganador”.

O Professor de Teologia da Universidade de Toronto, no Canadá, David Reed afirmou que as ações dos que promovem esse movimento são forçadas: “quando a pessoa não cai, eles empurram”.

Assista à reportagem completa:

 

 

Fonte: Gospel+

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Casal cristão é condenado a 6 anos de prisão devido a morte da filho; Eles preferiram orar ao invés de ir ao médico

Um casal do Estado do Oregon-EUA foram sentenciados a prisão por terem orado pedindo a Deus a cura para seu filho recém-nascido em vez de leva-lo ao médico. Ficando assim entendido pelo Juiz como omissão de socorro e o casal foi condenado.

O juiz Robert Herndon, de Oregon City, no Estado de Oregon (EUA), anunciou no último dia 31 que Dale Hickman e sua mulher Shannon, ambos na foto ao lado ficarão presos por 75 meses (6 anos e 25 dias) por terem orado para que Deus curasse o seu filho recém-nascido em vez de levá-lo a um hospital, acarretando o óbito da criança.

A condenação foi decidida em setembro e a sentença saiu agora. Trata-se da maior pena já sentenciada para esse tipo de crime nos Estados Unidos.

O Ministério Público acusou os pais de terem tido tempo suficiente para levar a criança a um atendimento de emergência porque ela ficou em agonia por pelo menos 45 minutos. Dale e Shannon, contudo, preferiram “medicar” o filho com óleo de unção, enquanto oravam, de acordo com a acusação do Ministério Público.

Em depoimento ao tribunal, um pediatra disse que, se a criança tivesse sido socorrida a tempo, as chances de sobrevivência seriam de 99,9%.

Shannon disse que a respiração ofegante do filho durou apenas cinco minutos antes que ele morresse, não havendo, portanto, segundo ela, tempo para obter socorro médico.

Collin Fleming, o porta-voz do júri, afirmou que o testemunho de Shannon não convenceu porque desde o começo da doença o casal já tinha decidido não levar o filho a um hospital.
Dale e Shannon são devotos da Seguidores de Cristo, que é uma seita que prega o poder de cura da oração. Outros fiéis já foram condenados por rejeitar a medicina.

Encontra-seem tramitação em Oregon um projeto de lei que, se aprovado, torna nula a “cura pela fé” como defesa jurídica em casos como o do casal Hickman.

Fonte: O Diário

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Preocupada, Igreja produz filme que retrata histórias de jovens que abandonam a fé ao ingressarem na faculdade

Segundo dados de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos e no Brasil com jovens cristãos que entram para a faculdade, 58% se afastam da fé cristã durante o curso, por diversas circunstâncias, e entre os motivos, estão a falta de tempo e a fartura de convites para festas e baladas.

O MEC divulgou recentemente dados do ensino superior no Brasil. Em 2001, a quantidade de universitários no país era de 3 milhões, e uma década depois, esse número mais que dobrou, passando a 6,3 milhões de estudantes matriculados em universidades públicas e privadas.

Preocupados com o afastamento dos jovens cristãos ao ingressarem na faculdade, e cientes de que com o crescimento do número de jovens que ingressam em instituições de ensino superior esse afastamento tende a ser mais dramático ainda, a Igreja Assembleia de Deus em Imperatriz, no Maranhão, produziu um filme que retrata a história de uma jovem evangélica que se matricula em uma faculdade e se afasta dos ensinamentos cristãos ao longo dos anos.

A ideia surgiu após o jovem Luaran Lins observar os dados da pesquisa e procurar o Pastor da AD em Imperatriz, Raul Cavalcante. O filme “Renúncia: suas escolhas definem seu futuro” praticamente reproduz o que a pesquisa constatou: conta a trajetória de uma jovem que ao entrar para a faculdade, passa a frequentar festas e bares, e se afasta da fé.

O lançamento do filme, que segundo informações do Inforgospel é o primeiro produzido pela Assembleia de Deus, ocorrerá no dia 23/11, no auditório do Palácio do Comércio, em Imperatriz do Maranhão. O filme será distribuído pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), junto com um livro que contém a história do filme e um CD com a trilha sonora. “O objetivo é que o filme percorra todo o país como instrumento de evangelização, principalmente, nas escolas e faculdades”, afirma Luaran.

Assista ao trailer:

 

 

Fonte: Gospel+

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Davi Lyu, desenhista dos clássicos da Disney “A Bela e a Fera” e “Rei Leão”, largou os salários milionários para servir a Deus

“Deus é um artista cheio de imaginação e de criatividade”, disse o veterano animador, Davy Liu, que agora é produtor de filmes independentes, além de ilustrador e diretor de arte. ”Os melhores artistas e músicos da história criaram as suas melhores obras para Deus, que merece o nosso melhor”. Profissional experiente, trabalhou para a Disney em desenhos como “A Bela e a Fera”, “Aladdin”, “Mulan” e “O Rei Leão”.

Também fez trabalhos para George Lucas e o departamento de animação da Warner Bros. Suas ilustrações marcaram as páginas de várias revistas e jornais.

Em uma entrevista recente, Liu disse que abandonou seu emprego de salário milionário como animador em Hollywood, a fim de realizar um sonho. Agora está produzindo uma série de 12 animações que espalham a mensagem do evangelho. Com confiança, persistência, sonho e paixão, Liu está determinado a oferecer o seu melhor para Deus. Aos 19 anos, Liu tornou-se o primeiro animador chinês da Disney, onde aprendeu quase tudo que sabe. Quando estava trabalhando em “O Rei Leão” teve a vontade de criar uma série de filmes de animação com temas bíblicos. Ele explica que a trama de “O Rei Leão” é parcialmente inspirada na história de José, relatada na Bíblia.

Assim como José, Simba, o filho de Mufasa, deveria se tornar uma pessoa poderosa, mas deixou seu reino e foi para um lugar distante até que resgata sua identidade para poder assumir o trono. O filme da Disney mostra o pequeno Simba em busca de sua própria identidade até chegar à maturidade necessária para ser rei. Com a inspiração de “O Rei Leão”, Liu decidiu que filmaria uma série de animações de histórias da Bíblia numa perspectiva diferente: a dos animais. Em 1999, aos 30 anos, renunciou o seu trabalho na Disney no auge de sua carreira. Ele começou do zero, assumindo responsabilidades por todos os detalhes do seu projeto, inclusive escrever roteiros, desenhar os cenários e criar personagens. O artista já tem vários de seus scripts prontos, que devem virar filmes com cerca de 90 minutos de duração. Alguns deles já foram publicados em formato de livro: “Leaf Giant”, “Peixe Fire”, “Convidado da Jordânia”, e “A Festa da Royal.”.

Liu estima que cerca de 50 milhões de dólares serão necessários para a produção de todas as animações. Devido a sua complexidade, cada uma deve demorar cerca de dois anos para ser terminada. Mas Liu ainda não encontrou investidores que entendam sua proposta, que não é simplesmente ganhar dinheiro com o cinema. “Folha Gigante”, por exemplo, é a história da Arca de Noé visto através da perspectiva de alguns dos animais que entraram nela. “Peixes de fogo” é a história de Moisés cruzando o Mar Vermelho contada pelos peixes, “Convidado da Jordânia” é a história da crucificação de Jesus vista pelo burrinho que o carregou. “O Banquete Real” é a história de Daniel contada pelos leões. “Recebi as inspirações para essas histórias enquanto fazia meu devocional”, lembra. Por exemplo, quando li Gênesis 6, fiquei muito curioso para saber como Deus chamou todos os animais para entrar na arca?

“Folha Gigante” conta a história de Kendu, uma raposa que se viu durante um sonho boiando em uma folha gigante em meio a muita água. Ao acordar, ela inicia uma jornada para chegar a esse refúgio e encontra um macaco chamado Yitzhak e uma coala chamada Odelia. Ao chegar à arca eles encontram alimento em abundancia e descobrem seus pares estavam lá esperando por eles. “Quando eu era pequeno, pensava que Jesus era como um animal que comia um décimo de tudo que tinha. A maioria das pessoas têm ideias erradas sobre Jesus e não entendem a cultura dos tempos da Bíblia. No entanto, quando as histórias da Bíblia forem mostradas no cinema, o público vai se perguntar onde está o refúgio de suas vidas?

Parece algo complexo demais para uma criança? “A verdade é que adultos também gostam de assistir animações. As crianças nem sempre entendem a mensagem escondida, mas seus pais sim”. Ele lembra que sucessos de bilheteria recentes como “Toy Story 3″ e “Up – Altas Aventuras”, da Pixar, tinham mensagens positivas e comoventes..

Desde que Liu deixou Hollywood para seguir o chamado de Deus em sua vida, já experimentou a desaprovação de sua família e grandes pressões financeiras. Mas ele não desiste, pois acredita firmemente que nada é mais importante do que ganhar vidas para o Senhor. Ele criou a produtora Kendu filmes e explica. “Quando eu trabalhava na Disney, pensava comigo mesmo por que os filmes e obras de arte produzidas por cristãos muitas vezes são feitos com orçamentos baixos ou são pouco atraentes? Eu perguntei isso a Deus em oração. O Senhor me disse que é porque bons artistas deram o seu melhor para o mundo.”

Foi então que Liu decidiu dedicar-se ao trabalho para o reino de Deus. ”Decidi me dedicar no momento em que ainda estava jovem e saudável para fazer a obra de Deus. Deus merece o melhor. Eu não quero esperar até a aposentadoria aos 65 anos antes de fazer isso, quero dar o meu melhor para Deus.”

Apesar de ainda não ter conseguido os investidos necessários para fazer todas suas animações, Liu acredita profundamente que Deus o chamou para fazer isso e é apenas uma questão de tempo. ”Mesmo que eu morra amanhã, não vou me arrepender. A vida presente é muito curta. Espero usar meu talento para glorificar a Deus e ajuntar tesouros no céu “.

Ele já está na fase de pré-produção de “A Folha Gigante”, que deve chegar aos cinemas em 2013 no formato 3D.

Fonte: Gospelprime

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Ratinho chama Bispo da Mundial de estelionatário; Apóstolo Valdemiro Santiago reage e chama o apresentador para a briga

Em uma crítica à Igreja Mundial do Poder de Deus, o apresentador de TV Ratinho mostrou o vídeo do fiel que teria passado a “toalhinha dos milagres” e teria ficado livre das dívidas. Em seu programa, Ratinho comentou: “A gente ri, mas deixa eu falar uma coisa séria pra vocês: que absurdo alguns pastores de igrejas fazem! Isso é chamar a população de idiota. Eu sei lá, acho que fazer milagre, curar uma doença, tudo bem questão de fé. Agora Pastor, isso é apelação! Achar que Deus vai se preocupar com dinheiro? Passar a toalhinha benta ali e vai pagar as dívidas? Quem é o idiota que vai acreditar numa mentira dessas?”, questionou Ratinho.

Falando diretamente ao Pastor que aparece no vídeo, Ratinho afirmou que se tratava de um crime: “Pastor, você é um mentiroso! Eu duvido que o senhor conheça a bíblia. O que você está fazendo é estelionato. O Senhor deveria estar na cadeia. Isso é roubar, enganar os menos avisados, coitadinhos. Não ache ruim comigo. Espero que o Senhor não me processe, porque se me processar, eu vou onde o senhor está pra Gente conversar de perto”, ameaçou. “Se o povo quer acreditar em milagre, tudo bem. Milagre existe, mas nego monta igrejinha e sai fazendo milagres… Jesus teve um só. Nesse vídeo, o Pastor e o cara estão combinados”, afirmou Ratinho.

O Apóstolo Valdemiro Santiago, incomodado com as críticas feitas pelo apresentador, respondeu em seu programa de TV: “O ser humano é ignorante, é rebelde, independentemente do poder aquisitivo, do grau de instrução, do nível cultural, da posição que ocupa na sociedade, da fama, e isso decorre da falta de fé do homem, que não busca a Deus e não entende os milagres de Deus. Ouvi uma notícia que me deixou triste, sobre o grande apresentador de TV Ratinho. Eu o admiro muito, mas se ele fez uma ofensa a essa obra para ter audiência, é sensacionalismo. Sempre admirei muito, pela sua simplicidade”.

Na sequência, Valdemiro afirma que o apresentador não deveria falar o que não sabe: “Você Ratinho, cometeu uma falha muito grande, e vai sofrer as conseqüências na sua vida, no seu programa, porque mexeu com Deus, não comigo, nem com meu Bispo”.

Visivelmente irritado, Valdemiro se dirige ao apresentador dizendo que se ele não crê nos milagres, é problema dele: “Se você é incrédulo, recolha-se á sua incredulidade, sua insignificância de homem. Você chamou meu Bispo de estelionatário, mas isso acontece aqui na igreja toda hora. Temos aqui um repórter que era do seu programa, o Herberth de Sousa, que vê as coisas acontecendo aqui e sabe que são verdades. Eu aprendi a gostar de você por causa dele. Eu ia pedir a ira de Deus sobre você, mas vou pedir a benção. Não entra nessa de se meter com a obra de Deus, fica com seu trabalho”, sugere o Apóstolo.

Reforçando sua postura, Valdemiro chama Ratinho para a briga e faz ameaças: “Você disse que se meu Bispo te processasse você ia caçar ele. Eu assumo o lugar dele. Se você é homem pra isso, vem me caçar. Se você é homem pra caçar mesmo, é muito macho, igual você fala, vem me caçar. Eu sou o pai dele na fé, vem me caçar, Ratinho. Tá pra nascer um homem na face da Terra que vai me caçar. Se eu pedir fogo do céu, vai cair fogo do céu. Veja o que você fala do homem de Deus. Eu quero ver, vem caçar a mim”.

Ironizando a posição do apresentador, Santiago chega a afirmar que não teme represálias: “Ninguém tem medo de você, só porque você está no SBT. O SBT tá louco pra que eu entre aí pra ajudar a pagar o seu salário. Aquela toalhinha já ressuscitou até morto”, afirmou.

Pedindo a opinião do ex-funcionário da produção de Ratinho, o repórter Herberth de Sousa, Valdemiro pergunta se alguma vez ele falou mal do apresentador. “Eu acho um absurdo. Nós sempre falamos bem do Ratinho. Eu sei como é aí dentro, sei como é a briga pelo Ibope”, afirma Herberth.

Assista ao vídeo da crítica do apresentador Ratinho:

Assista aos vídeos com a resposta do Apóstolo Valdemiro Santiago. Parte 1:

Parte 2:

Fonte: Gospel+

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Traficante Nem afirma que não vai para o inferno porque lê a Bíblia e fazia cultos com pastores em casa

O traficante Antonio Francisco Lopes, o Nem da Rocinha, preso na última semana numa blitz da Polícia Militar do Rio de Janeiro, concedeu uma entrevista à Revista Época dias antes de sua prisão. Nessa entrevista, Nem fala de sua crença, de suas ideias a respeito do tráfico e das leis e da sociedade: “Não uso droga, só bebo com os amigos”, afirma Nem.

A entrevista, que a pedido de Nem, não pode ser gravada pela jornalista Ruht de Aquino, foi feita em um campo de futebol, em meio aos boatos de que estava planejando se entregar à Polícia.

Falando sobre religião, o traficante mostra confiança no que entende como certo, e acredita que não irá para o inferno: “Leio a Bíblia sempre, tento impedir garotos de entrar no crime, dou dinheiro para comida, aluguel, escola, para sumir daqui. Faço cultos na minha casa, chamo pastores. Mas, não tenho ligação com nenhuma igreja. Minha ligação é com Deus. Aprendi a rezar quando criancinha, com meu pai. Mas só de uns anos pra cá, comecei a entender melhor os crentes. Acho que Deus tem algum plano pra mim, Ele vai abrir alguma porta. Não vou para o inferno”.

Nem, que entrou para o tráfico quando sua filha, recém-nascida precisava de tratamento médico caro, acredita ser bom pai. “Pergunto a meus filhos todo dia se foram à escola. Sei que dizem que entrei no tráfico por causa da minha filha. Ela tinha 10 meses e uma doença raríssima, precisava colocar cateter, um troço caro, e o Lulu (ex-chefe) me emprestou o dinheiro. Mas prefiro dizer que entrei no tráfico porque entrei. E não compensa”, relata o traficante que tem 7 filhos: “dois me adotaram. Me chamam de pai e pedem minha benção”, e defende-se das acusações de violência: “Não sou o bandido mais perigoso do Rio”.

Mostrando um raciocínio crítico incomum, Nem conta à jornalista sua admiração pelo ex-presidente Lula. “Ele foi quem mais combateu o crime com mais sucesso, por causa do PAC da Rocinha. Meu ídolo é o Lula, adoro o Lula. Cinquenta dos meus homens saíram do tráfico para trabalharem nas obras. Sabe quantos voltaram para o crime? Nenhum. Porque viram que tinham trabalho e futuro na construção civil”, afirma.

Sobre as políticas de segurança do Estado do Rio de Janeiro, disse admirar o secretário José Mariano Beltrame: “Um dos caras mais inteligentes que já vi. Se tivesse mais caras assim, tudo seria melhor”.

Aparentando cansaço da vida que levava, contou que estimulava os que queriam largar o crime. “Bom é poder ir à praia, ao cinema, passar com a família sem medo de ser perseguido ou morto. Queria dormir em paz, levar meu filho ao zoológico. Tenho medo de faltar aos meus filhos. Quero pagar minha dívida com a sociedade”, afirmou Nem, que complementou o raciocínio afirmando que não negocia crack pois essa droga destrói pessoas, famílias e toda a comunidade: “Conheço pessoas que usam cocaína há 30 anos e funciona, mas com o crack, as pessoas assaltam e roubam, tudo na frente. Não negocio crack e proíbo na Rocinha. Eu digo a todos meus que estão no tráfico: a hora é agora. Quem quiser se recuperar, vai para a igreja e se entrega para pagar o que deve e se salvar”.

Defendendo a legalização da Maconha, como forma de acabar com o tráfico, Nem afirmou que em pouco tempo, a legalização ocorrerá: “Acho que em menos de 20 anos a maconha vai ser liberada no Brasil. Nos Estados Unidos, está quase. Já pensou quanto as empresas iam lucrar? Iam engolir o tráfico”. Ele também defendeu a instalação das UPP’s nos morros cariocas, que segundo ele, foi excelente. “O Rio precisava de um projeto assim. A sociedade tem razão em não suportar bandidos descendo armados do morro para assaltar no asfalto e depois voltar. Aqui na Rocinha não tem roubo de carro, ninguém rouba nada, às vezes, uma moto ou outra. Não gosto de ver bandido com um monte de arma pendurada, fantasiado. A UPP é um projeto excelente, mas tem problemas. Imagina os policiais mal remunerados, mesmo os novos, controlando todos os becos de uma favela. Quantos não vão aceitar R$ 100 para ignorar uma boca de fumo?” questiona.

Em sua matéria, a jornalista conta que ao encontrar o traficante, ele conversava com um pastor e pedia que ele o mantivesse informado sobre um rapaz que tinha tido uma recaída: “Pegou ele, Pastor? Não pode desistir. Caraca, ele estava limpo, sem droga, tinha encontrado um emprego… Me fala depois”. Sobre a recuperação das comunidades, Nem defende a ação da igreja, que segundo ele, nunca deve desistir de ninguém: “A igreja não pode desistir de nunca de recuperar alguém”.

Fonte: Gospel+

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Brasileira de 82 anos passa metade da vida entregando folhetos evangelísticos em grande centro de Nova York

Irmã Moraes encontrou uma maneira de cumprir com o mandato de Jesus de ir por todo o mundo e pregar o evangelho. Nascida no Brasil esta a mais de 40 anos evangelizando no coração de Nova York.

Essa mulher de 84 anos, que guardou de tal forma em seu coração o mandato de anunciar o evangelho, que tem estado pregando nas ruas de Manhattan durante décadas.

Precisamente alí, na Times Square, famosa por suas brilhantes luzes de néon e os espetáculos de Broadway, os pedestres se encontram com Irmã Moraes, que dedicou sua vida à pessoas que caminha tateando, sem conhecer a Jesus.

Por mais de 40 anos, esta anciã distribui folhetos no Grande quarteirão e conversa com as pessoas acerca do amor de Jesus.

Em Obediência

Quando lhe perguntam: “Por que decidiu fazer isto?”, ela responde com doçura: “Deus me disse que o fizesse”.

Irmã Morães nasceu no Brasil, e mora em Nova York desde 1964, e segue melhorando cada dia seu inglês. O idioma nunca foi um impedimento para regressar noite após noite ao coração de Nova York para orar e dar testemunho de Cristo.

Times Square pode parecer um lugar pouco provável para evangelizar a tanta gente que deseja divertir-se, desfrutando das vistas, músicas e espetáculos. Mas irmã Moraes pensa que é o lugar perfeito para dizer às pessoas sobre o Senhor Jesus.

Tanto jovens como adultos se sentem atraídos por seus brilhantes olhos e seu espírito suave, e param para falar com ela. “O mais difícil é o frío. Me faz sentir congelada, então tenho que ir para casa”, admite.

Fonte: O Diário

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