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Archive for 4 de novembro de 2011

Ter uma religião ou crença traz bons resultados para a saúde mental das mulheres, enquanto que, para os homens, a melhora também se reflete na saúde física.

Diversos estudos já haviam mostrado os efeitos positivos da espiritualidade para a saúde. Um deles, realizado pela Universidade de

Wisconsin-Madison, descobriu que preces e orações são uma forma positiva de distração e uma maneira de as pessoas lidarem com situações difíceis, como doenças.

Entretanto, cultivar o lado espiritual afeta os gêneros de maneira diferente, como mostra estudo publicado na revista Journal of Religion, Disability & Health.

Esta nova descoberta reafirma a ideia de que uma crença espiritual pode ajudar a lidar com as consequências negativas de uma doença. É o que acredita Stephanie Reid-Arndt, pesquisadora da Universidade de Missouri.

A autora do estudo e sua equipe, para aprofundar as análises sobre a relação entre religião e saúde, analisaram o papel de cada gênero na hora de usar a espiritualidade ou religião para lidar com doenças e deficiências, como derrame, leucemia ou lesões cerebrais.

Os pesquisadores recrutaram 168 pessoas, com idades a partir de 18 anos, que estavam doentes. Destes, 61 tinham danos cerebrais, 32 eram vítimas de derrame, 25 apresentavam danos na medula e 25 tinham câncer. Os outros 25 que também foram analisados eram familiares que estavam fazendo exames de rotina com o médico.

Depois de analisarem o nível de espiritualidade dos participantes, os pesquisadores mediram o grau de saúde mental e física por meio de um questionário.

Para as mulheres, uma melhora na saúde mental foi associada a ritos espirituais diários, como praticar o perdão e usar suas crenças religiosas para resolver problemas. Acreditar e amar “alguém superior” também foi considerado positivo, segundo os pesquisadores.

Os homens, por sua vez, se beneficiam mais do suporte social que encontram em grupos religiosos, como congregações, intervenções espirituais e assistências a hospitais.

post inforgospel.com.br – com informação UOL

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Demônios: conheça a lista dos responsáveis por influenciar o comportamento humano

Uma lista com o nome e as práticas de 10 demônios que supostamente seriam responsáveis pelo mau comportamento do ser humano foi divulgada no site ListVerse, conhecido por listar tudo em categorias.

O autor, Luther Avery, conta em detalhes os nomes e as especialidades desses seres. Em sua lista, construída com base em estudos de demonologistas, ele ressalta que as pessoas costumam culpar demônios por suas escolhas erradas, uma prática comum desde a Idade Média.

Confira abaixo a lista de demônios responsáveis, segundo Avery, pelo mau comportamento:

1 – Ardad
Este demônio é responsável por fazer turistas se perderem. Segundo estudiosos, ele faz as pessoas terem dificuldades para encontrar mapas, hotéis, pertences pessoais e até seus carros. É responsável também pela teimosia em não pedir informação para pessoas que conheçam bem os locais.

2- Agares
Responsável pelos palavrões proferidos pelos seres humanos. Segundo os estudiosos, ele seria um grão-duque do inferno, responsável por mais de 31 legiões de demônios. Busca diversão em fazer as pessoas usarem palavras chulas em seu cotidiano. Agares também seria o responsável pelos terremotos que acontecem no planeta Terra.

3- Astaroth
Preguiça e vaidade são as especialidades desse demônio. Os especialistas afirmam que ele também dá poder às serpentes. Para combater esse demônio, demonologistas recomendam que o vaidoso/preguiçoso faça uma oração para São Bartolomeu, inimigo de Astaroth.

4- Ose
Este é o demônio a quem se atribui a loucura humana, segundo o autor da lista, Luther Avery. Ele é um presidente do inferno, comanda 30 legiões de demônios e costuma fazer as pessoas a quem possui, pensarem ser deuses, reis, gênios ou qualquer outra figura de destaque.

5- Sitri
Responsável por revelar os segredos femininos, esse demônio gosta de fazer os humanos apresentarem-se nus. Porém, sua especialidade é causar constrangimento a mulheres bêbadas ou que se envolveram em romances avulsos, de uma só noite. No livro “A chave menor de Salomão”, Sitri é apresentado como um grande príncipe do inferno, comandando 60 legiões de demônios.

6- Pruflas
Discórdias, brigas, falsidades e outros conflitos são obra desse demônio. O demonologista Johann Weyer conta que esse demônio é um duque do inferno, com 26 legiões sob seu comando, e se ocupa promovendo a discórdia.

7- Belzebu
Um dos três mais destacados demônios que caíram com Lúcifer, esse demônio é o responsável pela gula. O pecado capital que se apresenta como o menos inofensivo, é promovido por um dos braços direitos de Lúcifer.

8- Asmodeus
Luxúria é sua especialidade. A tentação nessa área é promovida por um demônio que é o rei do inferno. Ele relega os que cedem aos encantos e prazeres da carne, o segundo nível do inferno e dizem especialistas que, para expulsar Asmodeus, basta colocar um coração e um fígado de peixe em cinzas queimando.

9- Verrine
Não tem paciência? Não gosta de esperar? Verrine é o demônio responsável pela ansiedade, impaciência. Um dos príncipes dos tronos do inferno, é parte da lista dos demônios de primeira hierarquia, segundo Sebastian Michaelis, no livro História Admirável. Seu inimigo é São Domingos, segundo especialistas.

10- Lúcifer
Responsável pelo orgulho, ele também aproveita-se de todos os outros comportamentos maus do ser humano. Agora chamado como Satanás, os estudiosos afirmam que a preferência dele é pelos líderes mundiais.

Fonte: Gospel+

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Novembro / 2011

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Dia de finados à luz da Bíblia

Por Renato Vargens

Infelizmente em nosso país, milhões de brasileiros, das classes sociais mais distintas, de todos os estados da federação, cultivam o danoso hábito de visitarem os cemitérios na expectativa de rezar ou interceder pelos seus entes falecidos.

A prática de orar pelos defuntos iniciou-se por volta do 5º século (d.c), quando a igreja passou a dedicar um dia especifico do ano para rezar pelos seus mortos. No entanto, o culto de finados somente seria instituído na França, no século X, através de um abade beneditino de nome Cluny. Um século depois, os papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigaram aos fiéis a dedicarem um dia inteiro aos mortos. Já no século XIII o dia de rezar pelos finados finalmente começou a ser celebrado em 2 de novembro. Essa data foi definida por ser um dia depois da comemoração da Festa de Todos os Santos, onde se celebrava a morte de todos que faleceram em estado de graça e que por algum motivo não foram canonizados.

Caro leitor, a Bíblia é absolutamente clara ao afirmar que após a morte só nos resta o juízo. Ensina também, que o fato de toda e qualquer decisão por Cristo só pode ser tomada em vida, o que, por conseguinte, nos leva a entender de que não existe fundamento teológico para interceder a favor dos mortos.

Para os católicos romanos a referência bíblica que fundamenta esta prática encontra-se em 2 Macabeus 12.44. Entretanto, nós protestantes, não reconhecemos a canonicidade deste livro e nem tampouco a legitimidade desta doutrina, uma vez que o Protestantismo não se submete às tradições católicas e sim as doutrinas das Sagradas Escrituras.

Segundo a interpretação protestante, a Bíblia nos diz que a salvação de uma pessoa depende única e exclusivamente da sua fé na graça salvadora que há em Cristo Jesus e que esta fé seja declarada durante sua vida na terra (Hebreus 7.24-27; Atos 4.12; 1 João 1.7-10) e que, após sua morte, a pessoa passa diretamente pelo juízo (Hebreus 9.27) e que vivos e mortos não podem comunicar-se de maneira alguma (Lucas 16.10-31).

Ora, do ponto de vista bíblico é inaceitável acreditar que os mortos estejam no purgatório ou no limbo aguardando uma segunda oportunidade para a salvação. Em hipótese alguma nós como cristãos devemos celebrar ou participar de culto aos mortos, antes pelo contrário, fomos e somos chamados a anunciar aos vivos a vida que somente podemos experimentar em Cristo Jesus.

Soli Deo Gloria.

***
Renato Vargens é escritor, conferencista e blogueiro.

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O Pastor Ariovaldo Ramos declarou em um congresso que não existem pastores ungidos, e o único ungido está sentado à direita de Deus.

No vídeo divulgado por diversos sites e blogs, gravado no Congresso Brasil 21, o Pastor Ariovaldo Ramos ressaltou aos presentes que os consagrados ao pastorado são co-pastores, e que a disputa por saber quem tem mais “unção” está pondo a obra missionária a perder. “Nós pastores estamos querendo ser como estacas. Estamos gerando um coronelismo. São camaradas que não se enxergam e não sabem qual é o seu papel de co-pastor dizendo que é ungido. O único (ungido) que existe é Jesus de Nazaré, e nós estamos embaixo da unção d’Ele”, afirmou.

O Congresso Brasil 21 reunia pastores em treinamento, e Ramos afirmou que a prova de que não há pastores ungidos é que todos falam em nome de Jesus. “É por isso que nós só falamos em nome de Jesus. Vai falar em nome de si próprio para ver o que acontece, espertalhão”.

A declaração de Ramos ganhou grande repercussão pois, recentemente, em um vídeo divulgado no blog de sua igreja, o Pastor Antônio da Silva se auto-ungiu com 12 litros de óleo.

Assista ao vídeo com as declarações do Pastor Ariovaldo Ramos:

 

 

Fonte: Gospel+

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Estudo mostra que a religião é importante na recuperação de pacientes e que os benefícios são diferentes para homens e mulheres

Um estudo publicado na revista “Journal of Religion, Disability & Health” verificou que a espiritualidade melhora a saúde das pessoas que enfrentam doenças crônicas, embora essa melhora seja diferente entre homens e mulheres. No caso dos homens, a fé traz melhoras no estado mental e físico, enquanto que nas mulheres, esse benefício fica restrito à saúde mental.

Outros estudos científicos já haviam detectado os efeitos positivos da espiritualidade na saúde. Na Universidade Wisonsin-Madison, uma pesquisa descobriu que as orações proporcionam uma facilidade maior para que os pacientes lidem com as situações difíceis, e servem também como distração, de forma positiva.

Segundo o site Uol Ciência e Saúde, a pesquisadora da Universidade de Missouri, Stephanie Reid-Arndt, autora do estudo, conta que essa nova pesquisa reafirma o que o conhecimento popular já sabia: uma crença espiritual ajuda a lidar com uma doença.

Para obter um resultado mais aprofundado em sua pesquisa, Stephanie e sua equipe analisaram 168 pessoas que estavam doentes, com idades a partir de 18 anos. Dos selecionados, 61 tinham danos cerebrais, 32 eram vítimas de derrame, 25 apresentavam lesões na medula e 25 possuíam diagnóstico de câncer. Os 25 restantes eram familiares dos pacientes selecionados que estavam passando por consultas de rotina.

Após a análise do grau de espiritualidade de cada voluntário, foram feitos testes para avaliar o grau de saúde mental e física. O resultado apresentou diferenças entre homens e mulheres. Para as voluntárias, a melhora foi detectada na saúde mental, e está associada a costumes religiosos diários, como preces, praticar o perdão e utilizar os ensinamentos religiosos para resolver problemas, por exemplo. Nos homens, foi detectada uma melhora física e mental, e está ligada ao convívio social proporcionado pela religião, como congregações e grupos religiosos de atividades sociais.

Fonte: Gospel+

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