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Archive for junho \30\UTC 2011

A II COMINGÁ – Conferência Missionária de Maringá-PR – aconteceu do dia 22 a 25/06/11 – com a realização da OPEM-Ordem do Pastores Evangélicos de Maringá e coordenação do Instituto PAQTO – Pr. Nilvado Gois.-Confira o depoimento do Pr. Nivaldo e algumas fotos do evento.

O Pr. Nivaldo Gois não mediu esforços para que este evento acontecesse e assim através deste trabalho de concientização das igrejas para a Obra Missionária que precisa ser realizada, pode levar a mensagem da Palavra de Deus, louvor e muita adoração ao Senhor as igrejas que estiveram conosco e a todos que foram prestigiar o evento no templo da Igreja Comunidade Evangélica de Maringá na Av. Itororó – Maringá. E a todos que participaram da II COMINGÁ ajudando, colaborando com seus dons e talentos concedidos por Deus, o Pr. Nilvado Gois( Diretor do Instituto Paqto) e o Pr. Elizeu (Presidente atual da OPEM-Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringá)-(foto)- agradecem em Nome de Jesus.

Veja o depoimento do Pr. Nivaldo Gois no dia do encerramento da II COMINGA e logo abaixo alguns cliques do evento:

NOTA: a qualidade das fotos não estão 100%, nos perdoe por isso, mas cremos que os amados terão uma noção da benção que foi a II COMINGÁ e temos certeza que a III COMINGÁ será melhor que está e as fotos também. Em Nome de Jesus. Amém…

post inforgospel.com.br – 26/06/11

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Uma coisa muito estranha que ocorre agora na Espanha e em toda a Europa é o silêncio das religiões diante da crise econômica e política.  Todas as instituições estão debruçadas sobre a crise, exceto a Igreja e o Islã. Elas não se manifestam sobre como poderíamos sair desta situação de crise perturbadora que está pairando sobre a Espanha e  Europa .

Sabemos bem que os “homens de religião” levantam a voz quando defendem seus  interesses econômicos ou seus privilégios jurídicos ou políticos.

Por que, então, eles ficam mudos quando o desemprego atinge quatro milhões de cidadãos [só na Espanha]?

Por que nada têm a dizer sobre os direitos fundamentais dos estrangeiros, dos prisioneiros, dos doentes em listas de espera, dos jovens sem emprego ou de pessoas que vivem em situação de escravidão?

Claro, compreendo perfeitamente que as religiões não têm a solução para a crise, porque se trata de uma questão que a sociedade democrática tem de resolver. As religiões professam o Absoluto, pregam a providência divina, advogam que as soluções caem do céu, mas isso não justifica a sua neutralidade neste momento. Porque elas, como instituições, também fazem parte da sociedade.

Portanto, que ninguém diga que os homens de religião não podem se intrometer nestas questões terrenas porque lidam só com as coisas do céu. A gravidade da crise não admite a neutralidade de ninguém.

Os homens de religião não podem agora alegar que não se envolvem com assuntos da política porque, por conveniência, sempre mantiveram uma cumplicidade com os poderes governamentais, fazendo vistas grossas a tudo quanto é tipo de abusos cometidos por políticos.

A situação que enfrentamos é provavelmente o melhor teste para medir a autenticidade da religião. Não me refiro aos líderes religiosos, mas às religiões. Esclareço que não tenho a pretensão de dizer ou insinuar que há religião verdadeira e falsa, que há um Deus verdadeiro e deuses falsos.

Quando falo de religião e Deus não abordo a questão do que é ou não verdadeiro, mas sim a questão da utilidade. E não me refiro às crenças, mas à ética das religiões.

Até agora as crenças têm servido muitas vezes para nos dividir, para violar direitos e até para justificar matança. Por isso, elas não me interessam. Só posso acreditar no Deus que exige uma ética de serviço de misericórdia, que se dá bem com o ser humano e o humaniza.

A minha suspeita é de que o silêncio dos homens religiosos sobre temas tão candentes é um silêncio interessado ou cúmplice. Eles não querem perder privilégios.

Leia a matéria na integra no blog do José Mª Castilho(foto acima) – do site espanhol Religión Digital – CLIQUE AQUI

Fonte: ReligiónDigital – via paulopes

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O juiz de Goiás que mandou anular casamento gay Jeronymo Villas Boas(foto) contrariou a decisão do Supremo de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo. E afirma que vai tomar a mesma decisão sempre que houver casos semelhantes.

Imagem de Amostra
 do You Tube

Uma assinatura histórica. Se dependesse do casal homossexual que casou em Goiás duraria para sempre. “Foi aquela muvuca no cartório porque foi a primeira do Brasil”, contou.

Mas durou pouco mais de um mês. A primeira união estável entre pessoas de mesmo sexo foi anulada por um juiz em Goiânia. “Ele comparou o nosso ato para o cartório como um ato criminoso, de um roqueiro que tira a roupa durante um show no palco”, diz o jornalista Léo Mendes.

Odílio e Léo foram ao Rio de Janeiro fazer outra escritura de união estável. “Sim! E não já juiz nesse país que irá nos separar”, disse Léo, no momento do sim.

A cerimônia se transformou em um protesto coletivo: 43 casais homossexuais firmaram compromisso em cartório, inclusive, Odílio e Léo.

Mas eles nem precisavam ter viajado. A corregedora de Justiça de Goiás Beatriz Figueiredo Franco anulou a sentença do juiz e deu validade ao primeiro documento assinado pelo casal. “Eu achei por bem tornar sem efeito a decisão, dado o alcance administrativo que esta significava”, diz a corregedora.

O Fantástico foi a Goiás encontrar o juiz Jeronymo Villas Boas que contrariou a decisão do Supremo Tribunal Federal de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo. A equipe de reportagem chegou no momento em que ele recebia a notificação da corregedoria, revendo a sentença.

Perguntado sobre se não teria medo de uma punição, ele responde: “Medo não faz parte do meu vocabulário”.

Quem é o juiz que discordou do Supremo Tribunal Federal?

Repórter: O senhor é homofóbico?

Juiz: De modo algum.

Mineiro de Uberaba, 45 anos, casado, pai de dois filhos e vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros. Jeronymo Villas Boas é juiz há 20 anos e diz que se baseou na lei para tomar sua decisão. “O que neste ato pretenderam os dois declarantes é obter a proteção do Estado como entidade familiar. Os efeitos jurídicos que se extrairia disso são efeitos jurídicos de proteção da família. Eles não são uma família”, afirma.

Ele argumenta que se ateve ao conceito de família definido pela Constituição brasileira: “Declara no artigo 16 que constitui família o núcleo formado entre homem e mulher. E dá a esse núcleo uma proteção especial como célula básica da sociedade. Família é aquele núcleo capaz de gerar prole”.

Para o juiz, a união estável de pessoas de mesmo sexo contraria esse conceito constitucional. Na opinião dele, casais gays não teriam como constituir nem família nem estado. “Se você fizer um experimento, levando para uma ilha do Pacífico dez homossexuais e ali eles fundarem um Estado, sob a bandeira gay, e tentarem se perpetuar como Estado, eu acredito que esse Estado não subsistiria por mais de uma geração”, argumenta.

A posição do juiz vai contra a interpretação do Supremo Tribunal Federal sobre o que é uma família. O ministro-relator Ayres Britto disse que a Constituição apenas silencia e, portanto, não proíbe a união homoafetiva. Em linguagem poética, o relatório dele, aprovado por unanimidade, diz que família é um núcleo doméstico baseado no afeito. E que os “insondáveis domínios do afeto soltam por inteiro as amarras desse navio chamado coração”.

Desde o ano passado, o juiz Jeronymo Villas Boas é também pastor da Igreja Assembleia de Deus, que frequenta toda semana. Para os que o acusam de fundamentalismo religioso, Jeronymo Villas Boas diz que já tomou decisões contra a sua própria igreja, negando pedidos de isenção de impostos. E afirma ter outras inspirações: “As pessoas, talvez, possam querer me criticar porque eu tenho uma forte influência marxista”, diz o juiz.

De Marx, o fundador do comunismo, a Martin Luther King, de quem tem um imenso painel. “O Martin Luther King foi um defensor da igualdade racial, mas também foi um defensor da família”, ele destaca.

Em uma biblioteca contígua ao gabinete dele, Jeronymo mostra à equipe de Vinicius de Moraes, ao famoso ensaio do psicanalista Roberto Freire sobre o desejo, e até uma bíblia em hebraico.

Diz que lê de tudo, sem preconceito. Mas não nega a influência de seus princípios religiosos. “A Constituição brasileira foi escrita sob a proteção de Deus. Querer que um juiz, que professa a fé evangélica, não decida questões que envolva conflitos, muitas vezes, de natureza política, social ou religiosa é negar a independência do juiz”, ele pondera.

E afirma que vai tomar a mesma decisão sempre que houver casos semelhantes. “Já solicitei de todos os cartórios que me remetam os atos que foram praticados a partir de maio deste ano para análise”, avisa.

O repórter pergunta se ele sabe que irá enfrentar uma briga e Jeronymo responde: “Não há problema. Se o juiz tiver medo de decidir, tem que deixar a magistratura. Juiz medroso ou covarde não tem condição de vestir a toga”.

Já quando perguntado sobre o que fará se for enquadrado pelos superiores, argumenta: “Eu tenho direito de defesa. Se me punirem sem o direito de defesa, nós entramos no regime de exceção”, afirma.

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, se diz perplexo com a atitude de Villas Boas. Para o ministro, nenhum juiz está acima das orientações do Supremo. “No meu modo de ver, a reiteração dessa prática por esse magistrado vai revelar a postura ostensiva de afronta à Suprema corte. Isso efetivamente vai desaguar em um processo disciplinar junto ao Conselho Nacional de Justiça”, alerta Fux.

Fonte: Fantástico

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Um adolescente americano de 16 anos sobreviveu a um acidente aéreo que matou seu pai e madrasta. E não foi a primeira vez que isso acontece. ASSISTA…

Em 2003, Austin Hatch escapou com vida do desastre que matou sua mãe, sua irmã e seu irmão.

Avião acidentado em Charlevoix, no estado americano de Michigan (Foto: BBC)

O mais recente acidente aconteceu na sexta-feira, quando ele estava à bordo de um monomotor que saiu de sua cidade natal, Fort Wayne, no Estado de Indiana, e que caiu numa área residencial no noroeste do Estado do Michigan.

Clique e assista matéria da BBC no You tube e veja nas imagens o livramento de Deus na vida deste jovem. CLIQUE AQUI

Fonte: BBCBrasil

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A pesquisa “O Sonho Brasileiro” revelou o perfil do jovem brasileiros quando o assunto é religião e família. Considerada uma das maiores pesquisas realizadas a respeito do perfil dos jovens brasileiros. “O sonho brasileiro” foi divulgado esse mês, e seus dados já podem até ser usados como estudo base para uma nova estratégia evangelística a fim de alcançar os jovens brasileiros.

Produzida pela agencia Box 1824, foram entrevistados em todo o país; 1784 jovens, com idade entre 18 a 24 anos, os quais colaboraram com respostas sobre temas como; economia, política, educação, família, trabalho e religião.

A pesquisa partiu de um questionamento muito simples “Qual o seu maior sonho?”

Para essa pergunta a pesquisa apontou que entre os jovens pesquisados brasileiros, apenas 06% tem o sonho relacionado à família. A maioria (55%) respondeu o sonho como formação profissional e emprego, 15%, a casa própria, 9%, dinheiro e 3%, carro.

Apesar de ser apenas uma amostra entre os milhões de jovens no país, a porcentagem de mais de 90% que não estão sonhando com a família, pode ser preocupante. Essas informações coloca os brasileiros, diante de uma crise no meio dos jovens, uma vez que a família é um projeto Divino feito antes da fundação do mundo.

Ainda falando sobre a família, “O sonho brasileiro” mostrou que para muitos jovens o modelo patriarcal de família não é mais a única referência.

Na área de religião “O Sonho brasileiro” concluiu entre os jovens brasileiros, 77% dos jovens afirmam que se sentem livres para experimentar diversas religiões, 68% dos jovens afirmam que as Igrejas deveriam ser mais flexíveis, 31% afirmam que misturam elementos de diferentes religiões para construir a sua própria crença.

Os resultados mostram que muitos jovens que buscam, acima de tudo, o desejo de se aproximar de suas “crenças mais essenciais e do encontro de sua própria espiritualidade”, e também criar o seu próprio sincretismo.

“Espiritualidade não necessita de vertentes, significados e compromissos. Apenas uma simples crença em algo superior ou algo além do que se vive em nosso plano”.

Quase a metade, 43%, entretanto, afirmou ter religião e ser praticante, 36% ter religião e não ser praticante. Dos respondentes, 17% afirmam ter uma espiritualidade e acreditar em algo superior, mas sem religião e 4% dos jovens brasileiros afirmam ser ateus.

Isso pode refletir jovens com valores relacionados ao cristianismo. O Brasil possui a maior população católica e um protestantismo crescente, mas muitos não são praticantes. “Tenho um conceito próprio baseado no cristianismo e em fatos da minha vida”.

Assim, com uma margem de erro da pesquisa de apenas 2%, a pequena amostra parece revelar que quando o assunto é religião, os jovens estão um pouco distantes de serem identificados com valores e princípios de um Cristianismo autêntico.

Fonte: Christian Post

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Turistas devem abençoar 30 mil cristãos com a Bíblia chinesa contemporânea. Através de um ministério que atua na China, alguns estão descobrindo um novo significado para o termo “férias com propósito”. O turismo global vem se expandindo na última década, aumentando a oportunidade de compartilhar a Palavra de Deus. De acordo com a Sociedade Bíblica, esse ministério de turistas deve abençoar 30 mil pessoas com a Bíblia chinesa contemporânea.

Mais de 873 milhões de pessoas em todo o mundo falam o chinês mandarim. Logo, faz-se extremamente necessária a tradução bíblica para essa população.

Tradicionalmente, tem sido um desafio obter o número suficiente de Bíblias para as mãos dos crentes chineses. Há Bíblias sendo publicadas através de uma empresa aprovada pelo Estado, mas o que eles são autorizados a produzir é apenas uma gota de um grande balde.

Durante a distribuição das Escrituras, um turista agradeceu aos voluntários por sua Bíblia e disse: “Eu sou de uma família cristã. Temos quatro gerações de cristãos na minha família, mas nunca tivemos uma bíblia em nossa casa. Muito obrigado!”

Outra turista voltou várias vezes para pegar um pouco mais de bíblias. Quando a equipe perguntou por que precisava de tantas, ela respondeu: “Em nossa igreja não há nenhuma bíblia. Temos apenas partes impressas das Escrituras para uso durante o culto. Eu gostaria de poder levar bíblias o suficiente para a nossa igreja inteira!”

Recentemente foi lançada a Bíblia da China Contemporânea e já está sendo compartilhada com os turistas que viajam em todo o mundo. “Uma jovem chinesa veio a mim e apontou para o coração dela e disse, ‘Hallelujah’, mostrando que ela era crente e estava grata pelo presente”, disse um voluntário do ministério chinês. “Ela encorajou outros a virem receber as Escrituras. Foi uma bela lembrança do princípio bíblico da multiplicação.”

Esse ministério pede que cristãos do mundo todo orem pelo financiamento de bíblias, pelos recursos e segurança dos que trabalham em projetos como esse, especialmente em países asiáticos. Esses irmãos enfrentam muita perseguição, risco pessoal, e precisam de mais voluntários e recursos para realizarem o ministério com sucesso.

Fonte: MNN – via cpadnews.com.br

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Daniel Clós Cesar é professor de história, missionário e ilustrador. Como ele não tem suficiente unção para escrever no blog do Macedo ou do Valdemiro Santiago, decidiu ajudar a gente aqui no Púlpito Cristão.

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