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Archive for março \28\UTC 2011

Por Taciano Cassimiro

 

Eu sou o profeta, pra ficar mais claro, EU SOU O VERDADEIRO PROFETA DA NAÇÃO. Eu prego o verdadeiro evangelho, o resto é conversa furada. Eu coloco sobre você a minha unção, você penteará seus cabelos com meu pente ungido e abençoado, que elimina caspa e mata até piolhos e outras coisas do gênero. Eu dou a você a garrafa com a minha unção. Você colocará todos os seus problemas dentro do caldeirão da benção, e cada vez que EU mexer, seus problemas começarão a ser extirpados, destruidos e lançados no inferno. E caso sobre algum problema, EU tenho a marreta de fogo, e dela não há mal que resista, pois, ela esmaga tudo, venha e prove a marreta de fogo. E caso queira receber mais bençãos passe pelo tapetão de fogo, pela nuvem de fumaça da benção. Você não nasceu para ser pobre, ficar doente, não possuir carro, pois você é filho (a) do rei, se tiver sede venha a mim e beba da água ungida. EU SOU O PROFETA DA NAÇÃO e prego o verdadeiro evangelho, qualquer duvida me procure!

Bom, antes que você pense que eu sou o “TAL”, que fique bem claro, que, “EU NÃO SOU”. Pois bem, é lamentavel saber que as afirmativas acima são apresentadas como sendo o EVANGELHO DE JESUS CRISTO.

Em seu sermão O Sistema da Graça sobre Jeremias 6:14 (“Curam Superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: paz, paz , quando não há paz”), George Whitefield disse:

“Do mesmo modo que Deus não pode conceder maior benção a uma nação ou a um povo do que dar-lhe ministros fieis, sinceros e retos, a maior maldição que Deus poderia mandar para um povo seria dar-lhe guias cegos, impenitentes, carnais, mornos e incapazes. Todavia, em todas as épocas, tem havido muitos lobos em vestes de carneiros…que profetizaram palavras mais suaves do que as permitidas por Deus.”

Infelizmente, é isso o que o povo deseja.

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.

Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?

E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.

Mt 7.21-23

Que Deus nos conceda misericórdia e graça, para não sermos seduzidos pela tentação de ser o ” EU SOU O VERDADEIRO PROFETA DA NAÇÃO.”

***
Enviado por Marcel Lira, via e-mail, para o Púlpito Cristão.

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Polêmica: Pastor vive como muçulmano por 40 dias para compreender a  crença. Congregação ameaça expulsa-lo

O pastor episcopal anglicano Steve Lawler, da Igreja Saint Stephen, optou por observar a Quaresma de uma maneira incomum. Ele decidiu adotar os rituais do Islã por 40 dias, segundo ele, “para obter uma compreensão mais profunda dessa fé”.

Porém, alguns de seus superiores sentiram-se desconfortáveis e ameaçaram demiti-lo se continuasse com essa experiência. ”Ele não pode ser cristão e muçulmano ao mesmo tempo”, explicou o bispo George Wayne Smith, da diocese episcopal do Missouri. ”Se ele optar pelas práticas dos muçulmanos, estará desistindo de sua identidade cristã e sacerdotal na igreja.”

Lawler, que trabalha em tempo parcial na igreja, não previa esse tipo de problema quando tomou essa decisão. Disse que apenas queria saber mais sobre o Islã, especialmente depois de acompanhar a discussão nacional nos Estados Unidos sobre a radicalização da fé.

Na Quarta-feira de Cinzas, primeiro dia da Quaresma, ele começou a prática do salah cinco vezes por dia, ajoelhando-se em direção a Meca e orando a Alá. Também passou a estudar o Alcorão e adotou os costumes alimentares islâmicos, abstendo-se de carne de porco e de bebidas alcoólicas.

Durante a Semana Santa, ele planejava jejuar do amanhecer ao pôr do sol, como os muçulmanos fazem durante o período do Ramadã. Mas aos olhos do bispo Smith, a tentativa de “imitar” outra religião pode ser vista como algo desrespeitoso. Ele explica: “Uma das formas [de Lawler] continuar sendo um líder cristão é vivenciar o cristianismo e fazê-lo com clareza, não de uma maneira tão confusa”.

Quando perguntado se puniria Lawler se ele continuasse com os rituais, Smith respondeu que sim. E mais, seria obrigado a tirá-lo do cargo.

No entanto, Lawler disse que não tinha intenção de declarar a sua crença na unicidade divina e aceitar Maomé como profeta de Deus. Este é o primeiro dos cinco pilares do Islã, que marca a conversão de alguém ao islamismo.

Os problemas de Lawler, que também é professor adjunto na Universidade de Washington, começaram quando ele publicou um comunicado à imprensa explicando como passaria a Quaresma.

Isso chamou atenção de um repórter que decidiu entrevistá-lo. O pastor acabou explicando que não via nenhum problema em conciliar sua visão episcopal com as do Islã. Explicou também que esperava testar um conceito atribuído a Mahatma Gandhi e abordado por John Dunne em “The Way of All the Earth” [O Caminho de toda a terra]. Segundo o livro, “envolver-se com outra cultura ou religião gera em nós uma nova visão sobre nossa própria cultura ou religião”.

“Poderia apenas sentar e ler material acadêmico sobre o Islã, mas continuaria um passo atrás, por isso decidi ter um encontro pessoal com o islamismo”, disse o pastor Lawler, no escritório da igreja onde está há oito anos. Ele ajudou a criar um programa comunitário nessa paróquia, que inclui dança, aulas de música, debates teológicos, projetos de melhorias para o bairro e um mercado dos fazendeiros. Ele batizou o programa “A Vinha”, porque continua crescendo e tomando rumos novos e surpreendentes. Foi desse modo que ele viu sua aproximação ao Islã.

Nascido e criado em uma família católica, Lawler tornou-se episcopal com pouco mais de 20 anos de idade porque não compartilhava dos pontos de vista conservadores do Vaticano.

“A Igreja Episcopal é bastante aberta”, disse ele. Teria sido bem mais difícil [fazer os rituais islâmicos], “se eu fosse o pastor de uma igreja muito conservadora”. Porém, dois dias depois de iniciar sua “imersão cultural”, Lawler descobriu que a Igreja Episcopal é mais rígida do que ele pensava. Após ouvir a reprimenda do bispo, Lawler desistiu de fazer os rituais islâmicos.

“Gostaria que ele entrasse em contato comigo antes de tomar uma decisão sobre isso”, disse Smith. ”Eu teria lhe dito para não fazer isso. Acredito que ele está tentando mesmo aprofundar a sua compreensão do Islã, e isso é admirável. Mas assim você desonra a outra fé, pois está só fingindo. Você precisa construir pontes, ter um relacionamento real com nossos vizinhos muçulmanos.”

Mohammed Ibrahim, presidente do conselho da Fundação Islâmica de Saint Louis, diz não se ofender por Lawler praticar os rituais islâmicos. ”Acho que essa é uma boa ideia para alguém compreender melhor o que é o Islã. Nós o aplaudimos. As pessoas podem vir e nos observar fazer as orações nas mesquitas e até participar da oração, se quiserem”, explica.

Ibrahim acrescenta que os cristãos poderão se surpreender com algumas semelhanças entre as duas religiões. ”Como a história da Virgem Maria e de Jesus Cristo”, disse ele. ”No Alcorão, há um capítulo inteiro sobre a Virgem Maria.”

Lawler disse que não ficou decepcionado com a reação da Igreja Episcopal. ”É um diálogo. Não me sinto excluído ou censurado. Entendo as preocupações do bispo Smith sobre o que isto significa”, conforma-se.

Depois de tudo resolvido, o pastor decidiu realizar uma série de debates públicos informais em sua igreja, que incluirá um muçulmano, um ateu, uma pessoa “espiritual mas não religiosa” e alguém que “vive uma vida plena e moral, mas sem nenhum fundamento espiritual ou religioso”. Esses encontros começaram esta semana e devem durar até a Páscoa, que marca o final da Quaresma.

Fonte: Pavablog

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Irmão Ácaro

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// Pastores caídos: Lobos em pele de cordeio se envolvem com armas,  pedofilia, estupro de criança e Deus

Jesus já dizia desde seu tempo na Terra que nem todos que dissessem “Senhor, Senhor” herdaria o reino dos céus, isso pode ser interpretado a atitude de muitos pastores caídos. Muitos líderes e pastores que deveriam servir de exemplo e ajuda aos irmãos acabam se deixando levar pela tentação e aproveitando de seu status na sociedade, aproveitam da boa-fé das pessoas.

Abaixo você confere apenas duas notícias recentes que o Gospel+ separou sobre pastores suspeitos de crimes chocantes:

A Polícia Civil de Tarauacá (Acre) encontrou na casa do pastor José Elias Galvão armas, munição e fotos de pedofilia.

O mandado de busca e apreensão na casa do pastor foi determinado pela Justiça a pedido do MPE (Ministério Público Estadual). Galvão, que é policial civil aposentado, desapareceu e foi declarado foragido.

Tarauacá tem cerca de 35 mil habitantes e fica a 381 km de Rio Branco, a capital do Estado.

O MPE pediu que o pastor fosse investigado porque recebeu denúncia de que ele estaria usando a igreja protestante local para abusar de crianças.

Estupro e pedofilia

A Polícia recebeu uma denúncia de uma mãe de uma criança, que teria sofrido estupro praticado por um pastor, em Rondonópolis. Ela contou aos polícias que a esposa do suspeito é babá da criança, e que deixou a filha na casa deles localizada na Avenida das Andorinhas no Jardim das Paineiras, ás 06h40 e retornou ás 16h30.

Já em casa, a criança queixava de dores na parte íntima, a mãe percebeu que aquela região estava muito avermelhada. Ao perguntar a criança do motivo das dores, a menor em sua inocência afirmou que foi o “Tio”, o “Tio que corta as unhas”. A criança não soube especificar o que de fato aconteceu, só apontava para suas partes íntimas e falava que foi o “Tio”.

A menor passou por um exame, que apontou que na região genital estava diferente para uma criança de três anos. A  menina possivelmente foi acariciada com os dedos do infrator.  O suspeito não foi localizado pelos Policiais para prestar esclarecimento.

Fonte: Gospel+

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O último grande sucesso de público de um filme com temática cristã foi “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson sete anos atrás. Desde então Hollywood não produziu mais nada claramente religioso que tenha atraído multidões ao cinema. Nem mesmo as adaptações de As Crônicas de Nárnia são considerados filmes cristãos pela maioria dos fiéis, por conta das alterações que a produtora Disney fez no roteiro.

Assista trailer:

 

Mas nesta Páscoa isso poderá mudar. Desde 2008 a produtora de filmes Eternal Pictures vem preparando um longa de animação infantil com mensagem explicitamente cristã. The Lion of Judah [O Leão de Judá] será lançado em breve como o primeiro filme cristão em 3D da história. Não por acaso, tem sido chamado de “A Paixão de Cristo para crianças”.

Ambientado na Jerusalém de dois mil anos atrás, o filme é uma parábola sobre o sacrifício e o pagamento de pecados atribuídos a Jesus pela Bíblia. O cordeiro Judá e seus amigos tentam evitar o tradicional sacrifício anual realizado pelos judeus para relembrar sua saída do Egito.

No que depender dos produtores, o porco afetuoso (Horácio), o cavalo pessimista (Monty), o rato arrogante (Slink), o galo brigão (Drake), a vaca maternal (Esmay) e o burro imaturo (Jack) poderão se tornar em breve tão populares quanto Shrek ou brinquedos de Toy Story. Usando os recursos da computação gráfica e um enredo bem-humorado, a aposta do estúdio é transmitir valores cristãos com uma mensagem otimista de fé.

A pessoa e obra de Jesus Cristo são apresentadas como um pano de fundo que guia os passos dos personagens principais. O cordeiro Judá está condenado a ser morto no dia de Páscoa e inicia com seus amigos uma tentativa ousada de salvar sua vida.

Na verdade, trata-se de uma continuação da animação independente “Once Upon a Stable” [Era uma vez num estábulo], que se passa nos dias do nascimento de Cristo em Belém, cerca de 30 anos antes da história que chega agora aos cinemas. Uma campanha já está em andamento na internet para que igrejas e comunidades de fé lotem os cinemas no final de semana de estreia, uma maneira de garantir o sucesso da animação que será distribuída internacionalmente pela Warner Brothers.

Mais informações sobre o filme CLIQUE AQUI

Fonte: Pavablog – via OVerbo.com.br

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Pesquisa revela: Evangélicos creem que desastres naturais são  sinais de Deus para o fim do mundo

Uma pesquisa lançada nesta quinta-feira, questionando os entrevistados sobre Deus e os desastres naturais, revela que os evangélicos, mais que qualquer outro grupo, tendem a acreditar que os desastres naturais são sinais de Deus.

Cerca de seis a cada dez evangélicos entrevistados acreditam que os desastres naturais são sinais de Deus, de acordo com as pesquisas do Instituto de Pesquisa de Religião Pública. Em comparação, somente cerca de um terço dos Católicos (31 por cento) e principais Protestantes (34) acreditam que desastres naturais são sinais de Deus.

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A pesquisa PRRI/RNS encontra que 67 por cento dos evangélicos acreditam que os desastres naturais são evidência do que a Bíblia chama de “fim dos tempos” comparados com 58 por cento de todos os pesquisados que veem isso como evidência de uma mudança de clima global. Dentre os Republicanos, 52 por cento acreditam que desastres naturais são evidência do fim dos tempos.

Daniel Cox, diretor de pesquisa da PRRI, disse da pesquisa, “Evangélicos Protestantes e Republicanos são muito mais prováveis de acreditar que desastres naturais são evidência do que a Bíblia chama de ‘fim dos tempos’ mais do que evidência de uma mudança de clima global.”

Uma parcela menor mas significativa dos evangélicos entrevistados – 52 por cento – acreditam que a mudança de clima global causou os desastres naturais recentes.

A pesquisa também encontra que 53 por cento dos evangélicos brancos acreditam que Deus pune nações pelos pecados dos cidadãos.

Ano passado, o televangelista Pat Robertson tinha exclamado que o terremoto do Haiti havia sido por sua história de vodu. Robertson fez uma declarações similares sobre o furacão de 2005 que devastou a Costa do Golfo, ligando a tragédia com o aborto.

Mas nenhum líder evangélico nos Estados Unidos tem publicamente interpretado a recente tragédia no Japão como sendo punição de Deus.

Os norte-americanos são apoiadores fortes na ajuda financeira do Japão, de acordo com a pesquisa. Mais de oito em 10 entrevistados diz que prover assistência financeira ao Japão é tanto muito importante ou de alguma maneira importante mesmo com os desafios econômicos em casa.

A pesquisa PRRI/RNS está baseada nas entrevistas telefônicas com 1008 adultos norte-americanos conduzida entre os dias 17 a 20 de março de 2011.

Fonte: Christian Post

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Estudo afirma que ir a Igreja pode deixar as pessoas obesas

A imagem de padres ou pastores mais rechonchudos ou que visitam os membros da igreja só para comer é bastante comum no meio religioso. Desde o Antigo Testamento, a Bíblia alertava os fiéis sobre os perigos da gula. A relação com os alimentos é intensa no Livro Sagrado: comer um fruto expulsou o homem do Paraíso, o maná salvou os hebreus da fome durante o Êxodo, Jesus comparou seu próprio corpo com o pão, o céu é descrito como um lugar onde haverá um banquete etc. Contudo, comer após ter saciado a necessidade do organismo deturpa a alma, afirmavam os profetas.

Numa sociedade em que a obesidade já é considerada epidemia mundial, como resistir às tentações das redes de fast food, dos restaurantes refinados, dos pães e doces exibidos em prateleiras provocativas? Entupir-se de guloseimas, porém, pode não ser uma afronta tão grande aos céus.

Professor de sociologia da Universidade de Purdue, Kenneth Ferraro publicou em 1998 um estudo sobre saúde, religião e os dados do Censo. Sua conclusão é que as pessoas com maior envolvimento religioso tendem a ser mais obesas. ”As igrejas americanas praticamente silenciaram sobre o excesso de peso de seus membros, apesar de a Bíblia recomendar moderação em todas as coisas”, disse ele.

Estudo apresentado recentemente numa conferência da Associação Americana de Cardiologia mostra novamente que os jovens que frequentam cultos religiosos ao menos uma vez por semana têm uma probabilidade 50% maior de apresentar obesidade na idade adulta. Depois de analisar fatores como sexo, idade, raça, escolaridade, renda e índice de massa corporal, 32% dos que frequentam os cultos se tornaram obesos depois dos 50 anos, enquanto apenas 22% das pessoas que frequentam menos a igreja se tornaram obesas.
Matthew Feinstein, da Universidade Northwestern, em Chicago, fez um estudo que acompanhou durante 18 anos 2.433 homens e mulheres que participam ativamente em sua igreja, com idade de 20-32 anos. Sua tendência em ser obeso (IMC> 30) na meia-idade chamou atenção. ”Não sabemos exatamente por que a participação frequente nas atividades religiosas está associada ao desenvolvimento da obesidade, mas o resultado nos ajuda na prevenção”.

Donald Lloyd-Jones, o principal autor do estudo, declarou: “A obesidade é a epidemia de grandes proporções que preocupa a população de várias partes do mundo. Sabemos que as pessoas obesas tendem a desenvolver doenças cardíacas, diabetes, além de certos tipos de câncer. Consequentemente, morrer mais jovens. Precisamos usar todas as ferramentas possíveis para identificar os grupos de risco e oferecer treinamento e apoio para impedir o desenvolvimento da obesidade.

Jones adverte que a descoberta não visa comparar a saúde dos religiosos com a dos não-religiosos. No entanto, os autores ressaltam que outros estudos anteriores já mostraram que pessoas religiosas tendem a viver mais, porque não fumam e não bebem.

Diretor do Program on Religion and Population Health da Universidade de Baylor, Jeff Levin sugere que as tradições alimentares associadas à religião não são saudáveis, com refeições fartas feitas regularmente aos domingos após o culto. Por outro lado, trata-se de uma boa oportunidade perdida de passear no parque com a família e fazer um pouco de exercício físico.

“Os aspectos sociais da prática religiosa quase sempre envolvem comida e festa”, disse o doutor David Katz, diretor e fundador do Cento de Prevenção e Pesquisa da Universidade de Yale.

Muitos especialistas em dieta acreditam que uma mudança de atitude entre as pessoas religiosas também pode estar por trás dessa correlação: “Outra explicação possível é que a religião incentiva pensar na vida após a morte e possa, desse modo, tirar um pouco o foco das metas de saúde do presente”, disse Katz.

Perguntado sobre o assunto, o pastor Steve Willis, da Primeira Igreja Batista em West Virginia, explica: “Podemos falar sobre todos os tipos de pecado na igreja, mas não falamos sobre o pecado de não cuidar do templo que Deus nos deu”. Para ele, a igreja Batista encoraja os fiéis a praticar exercícios e ter uma alimentação saudável como um ato de adoração. “É importante que os cristãos cuidem de seus corpos, pois eles pertencem a Deus”.

O pastor Jay Richardson, da Highland Colony, também abordou a questão da obesidade dentro da igreja por meio de uma série de sermões: ”De alguma forma, temos uma espécie de ‘divórcio’ a partir de nossa vida espiritual quando pensamos sobre nossa saúde e comer tudo o que queremos. Devemos honrar a Deus com nossos corpos, pois eles não são para nossa satisfação e sim para a glória de Deus”.

Rick Warren, famoso autor e pastor da igreja de SaddleBack na Califórnia, recentemente iniciou uma campanha para a prática de um regime baseado no livro de Daniel. Seu objetivo é o de influenciar os membros a fazer como ele e seguir uma dieta rigorosa, procurando perder peso e ter uma alimentação mais saudável.

Fonte: Pavablog

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