Feeds:
Posts
Comentários

Archive for agosto \30\UTC 2010

Minha nada mole vida!

Tá pensando em virar blogueiro? Cai fora, mano! Estuda, cara! Sério! Mexe com isso nao! É fria!

 

Clique na imagem para ampliar, mas depois volta pra comentar!

Um dos nossos, Púlpito Cristão.

***

Postou Leonardo Gonçalves, na mira dos trolls malafaianos, no Púlpito Cristão

Read Full Post »

Por Leonardo Gonçalves

É uma vergonha o que estão fazendo com o evangelho! Unções estranhas e bizarras, cultos de cai-cai, catarse e hipnose coletiva, histerias e promessas de prosperidade fácil, tudo isso faz parte do currículo dos “encantadores” travestidos de pastores que espalham suas heresias por todo Brasil. E a igreja Assembléia de Deus, que por muito tempo contou com o respeito dos que são de fora, vem se rendendo a toda classe de magia (branca, negra ou colorida), e em alguns casos consegue superar os neopentecostais na arte de confundir.

Infelizmente, não é com espanto que postamos com exclusividade este vídeo do sr. Morris Cerrullo, o atual profeta do Silas Malafaia, pregando em Belém do Pará. Pouca gente sabe, mas o pastor da Igreja Assembléia de Deus em Belém, a “igreja mãe”, está metido até o pescoço na teologia triunfalista dos pregadores norteamericanos, e importou de Dallas o profeteiro do momento, promovendo um espetáculo bizarro em sua igreja. Sim, o sr. Samuel Câmara não somente assiste como também aprova o “cai-cai” e a pedilança de Morris Cerrullo, e até o convida o super star gospel para um show particular. O vídeo foi enviado pelo Daniel Leal, amigo e leitor do blog:

Mais desanimador ainda é saber que este senhor possui pretensões políticas, o que aliás, parece ser o genuíno dom da família Câmara. Silas Câmara, irmão de Samuel, é apontado como “um caso típico” de político que usa emendas parlamentares para injetar dinheiro público, sem licitação, em ONGs e fundações de seu interesse. Em 2004, Silas Câmara destinou R$ 1,8 milhão para a Fundação Boas Novas, vinculada ao Instituto de Políticos da Assembléia de Deus do Amazonas (IEDM), em Manaus. O IEDM é dirigido por Jonatas Câmara, irmão do deputado. Com a verba foram compradas, sem licitação, 18 ambulâncias a R$ 100 mil cada. Carros Fiorino, da Fiat, foram equipados para se tornarem ambulâncias e, segundo a CPI, o preço seria de R$ 30 mil a R$ 40 mil, no máximo.

Já Samuel Câmara tem o dom de ser um político religioso. Por duas vezes candidato à presidência da CGADB, derrotado em ambas, já esteve bem perto de se eleger. Há quem acredite que na próxima tentativa ele ganhará, pois há fortes ventos de insatisfação dentro da maior convenção de ministros do país. Cansados do reinado da família Bezerra da Costa, acusada de, entre outras coisas, administrar a CPAD como se fosse uma empresa particular, tapando os ouvidos para as deliberações do Conselho de Doutrina e de Apologética da convenção (órgão que embargou a publicação da bíblia DAKE por seus comentários recheados de heresias importadas da cientologia, e que foi terrivelmente desrespeitado e até ignorado pelos mandatários da CGADB, deixando claro que não estão lá para ceder), muitos convencionais acabam dando o voto a qualquer pessoa que sugira mudanças, mesmo que esta pessoa seja um incentivador de doutrinas espúrias e movimentos extravagantes.

Tudo isso deveria levar os assembleianos a ajoelhar e orar pelo destino de uma denominação que em 100 anos de história deixou um lindo legado, que vem sendo pisado e destruído pela falta de visão política da cúpula convencional, bem como pela falta de zelo doutrinário dos pastores locais. Certamente, há boas e honrosas exceções neste meio, pastores que crêem que revestimento de poder do Espírito não é licença para sair por aí fazendo toda classe de loucura e extravagância, e que não fazem concessões aos profetas de Mamom que se insinuam em nossas igrejas cobrando quantias exorbitantes para pregar um sermão altamente venenoso. A estes, peço que orem. Orem por mudança, e não se deixem iludir ao ponto de crer que a mudança que desejam vem do norte. A mudança que a Assembléia de Deus precisa vem do alto, e se chama avivamento, que nas palavras de D. L. Moody, é “menos tambor e mais choro aos pés da cruz”.

***
Leonardo Gonçalves é editor do Púlpito Cristão

Read Full Post »

Cada vez que vejo uma idiotice dessas fico me perguntando quem é mais descerebrado: Se o pregador, por inventar uma coisa ordinária dessas, ou se o ouvinte, que cai no conto do vigário… ops, do pastor.

Refletindo um pouco mais, logo me dou conta de que o jumentólogo não é nada bobo, e já está mais que treinado em encher os bolsos vendendo ilusões e falsas promessas. O frequentador destes padieiros gospelstambém é sujeito malandro, e gosta de tirar vantagem em tudo, até na religião. E como já diz o ditado: “malandro demais se atrapalha”, e em casos como esses, é ele quem chora no final.

O sucesso do palhaço não está em si mesmo, mas na platéia que lhe aplaude. Nas igrejas neopentecostais existe uma simbiose, em que pregador e ouvinte de correspondem. Eles se completam, se merecem.

***
Leonardo Gonçalves, indignado com as estripulias dos comerciantes da fé, no Púlpito Cristão

Read Full Post »

Por Daniel Clós Cesar

 

Não temos outro ponto de sustentação para nossa fé senão a Palavra de Deus. Escrita por profetas e apóstolos inspirados pelo Espírito Santo ela é o alicerce palpável e visível do que cremos. Uma única verdade manifesta na doutrina neotestamentária.

Quando o Senhor me levou a conhecer a doutrina da graça também ensinou-me a provar a palavra pregada: Agrada ao homem caído? Então desagrada a Deus.

Isso não serve para qualquer um. Não é aceitável aos semipelagianos, aos pregadores da teologia relacional ou liberais. É compreensível apenas aqueles que foram convencidos pela doutrina da graça, o verdadeiro evangelho de nosso Senhor.

Veja. Não estou em hipótese alguma afirmando que a palavra quando pregada deve ser amarga ou preparada com tamanho desgosto que torne impossível ao homem natural ouvi-la. Também não afirmo que ela deve ser melada com doce mundano para que possa ser devorada por pessoas carnais. Estou dizendo que a Palavra verdadeira, uma lúcida exposição da doutrina, não importando a maneira que ela chegue ao ouvido da mente caída, sem interferência do Espírito Santo será sempre rejeitada pois essa é a natureza do homem.

A verdade implícita na pregação pós-moderna é de que para que o homem carnal aceite a palavra de Deus necessário é que ela seja parcial. Necessário é que seja comprometida, não com Deus, mas com o homem. O papel de Deus é de mero coadjuvante numa trama escrita por homens. Para escrever esta história algumas técnicas básicas para produção são empregadas:

1. PALAVRA DE DEUS COMO APOIO E NÃO FUNDAMENTO: a Palavra de Deus (Bíblia), o livro sagrado, torna-se uma coletânea de exemplos morais e experiências pessoais que servem como pano de fundo para novos enredos. Nesses novos enredos são produzidas histórias com algum “sentido” para o homem.

2. PREGAÇÃO COMPROMETIDA COM O HOMEM: as pregações tornam-se relevantes ao homem não naquilo que ele precisa, mas naquilo que ele quer. O homem precisa de Deus mas não deseja arrepender-se. Prega-se um Deus sem o arrependimento, um caminho fácil de se percorrer e um evangelho desfigurado. Enfim, procura-se agradar ao homem. Ele sai satisfeito, sem compromisso, não ofendido pelo evangelho e volta no próximo final de semana.

3. VERDADE RELATIVA: quando a Palavra de Deus é relativizada ela perde seu poder. Exposta parcialmente ela não tem poder de transformar o homem. Como subterfúgio cria-se uma vasta literatura de apoio que parece preencher as “lacunas” deixadas pela Palavra de Deus. Na verdade, são band-aids sobre um tórax aberto. A Palavra deixa de ser uma verdade para ser muitas verdades dependendo do ponto de vista do homem.

4. QUESTIONAMENTO E NEGAÇÃO DA VERDADE: costumo considerar esse erro como cortar o galho onde se está sentado. Semelhante a verdade parcial, é no entanto um passo adiante. Aqui não se encobre a doutrina para que ela não ofenda o homem, ela é sim deliberadamente expurgada para dar lugar a uma visão carnal da justiça e amor de Deus.

A Palavra que não confronta o homem lhe agrada. Ela entra em seu interior e não produz nada senão uma temporária sensação de satisfação. Ele se sente perdoado sem entender perdão. Sente-se amado quando na verdade teve apenas seu ego massageado. Iludido por uma sociedade que não lhe exige compromisso encontra nesse tipo de evangelho sua salvação. Ela não precisa ter uma aliança, ele não precisa dizer sim… ele apenas fica. Seu relacionamento é superficial. Ele nada tem a oferecer e não se importa de estar nessa situação. Sente-se bem. Isto basta.

Igrejas estão apinhadas de pessoas assim. Mentes carnais que encontraram na igreja um clube social. Elas não são confrontadas à mudança, a palavra que lhes chega aos ouvidos é insípida. Trata de assuntos tão triviais quanto qualquer programa de tv à cabo. São sempre os mesmos versículos distorcidos e tirados do seu contexto. São sempre as mesmas músicas antropocêntricas. São sempre os mesmos apelos para uma salvação temporária e para um perdão com prazo de validade.

Pregadores estão literalmente minando o único alicerce do Evangelho. Ao tornar a Palavra de Deus um livro que apenas pode ser “traduzido” por homens habéis em inventar histórias, destróem a própria fé. Cortam o galho onde estão sentados.

***
Daniel Clós Cesar é desenhista, professor, spurgeonista de 5 pontos e colaborador no Púlpito Cristão

Read Full Post »

Para combater a decisao da juíza Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi, que determinou o fechamento do templo da Igreja Mundial do Poder de Deus, o apóstolo suado aposta no Martelão da justiça “divina”. Este bibelô pode ser adquirido pelo fiel mediante a modesta ofertinha de 1000 reais, depositados diretamente na conta da igreja.

Quer comprar?

Read Full Post »

A complexidade do envio missionário

Por Mario Freitas

Pensamentos sobre o caso Dagnaldo no Egito

Na última semana, o maranhense Dagnaldo Pinheiro Gomes, 36 anos, foi detido no Egito, onde aparentemente trabalhava como guia turístico ligado a uma empresa de São Paulo. O jovem teria violado a lei local ao portar bíblias e folhetos evangelísticos em quantidade, o que caracterizaria suas intenções missionárias.

A namorada de Dagnaldo, Mariângela Vale, tentou apresentar o caso à imprensa como se tudo se tratasse de um mal entendido – teriam encontrado os folhetos e bíblias no carro, o que faz do jovem brasileiro quase que um portador involuntário (clique).

O problema é que Dagnaldo Pinheiro Gomes é, de fato, um missionário, com certo nível de preparação específica e com intenções evangelísticas claras no Egito (clique). Ele servia o Projeto RADICAL da Missão Horizontes, numa parceria com sua igreja local, a Assembléia de Deus de Uberlândia/MG. Fala inglês e árabe com fluência.

O jovem acabou de voltar ao Brasil, e já antevejo as mais variadas reações. A imprensa o acusará de proselitismo e se utilizará do episódio para atingir os evangélicos. A igreja, por sua vez, o verá como herói da fé, perseguido pelo evangelho. Alguns o promoverão a “Indiana Jones” da causa cristã!

A Bíblia afirma que os perseguidos por causa da justiça são felizes, bem-aventurados (Mt. 5:10). De alguma forma, consigo vislumbrar que Dagnaldo sinta-se feliz por sofrer pelo Senhor. Eu me senti assim quando preso na China, também por conta da distribuição de bíblias no ano 2000.
Apesar disso, será que não poderíamos evitar a perseguição em algumas ocasiões? Não posso aqui julgar as causas do coração de um jovem que se dispôs a servir ao Senhor. Mas com a experiência missionária que possuo junto à igreja perseguida e sofredora, gostaria aqui de acender algumas luzes. Desconheço maiores detalhes do episódio que envolveu Dagnaldo; menos ainda sei sobre ele, sua vida, seu caráter e seu testemunho. Aparentemente, ele tinha o respaldo da Missão Horizontes e o “descuido” acerca das bíblias pode se tratar de alguma espécie de mal entendido. Portanto, meus questionamentos aqui não dizem respeito a ele, mas coincidem emergir nesse momento.
Meu primeiro questionamento diz respeito à especificidade da preparação missionária considerando cada campo missionário. O mundo árabe, por exemplo, é complexo, possuindo variações entre os diversos países. A língua é comum, mas mudam as leis, os hábitos, as convenções. Por vezes, missionários não cumprem as leis do país por falta de opção – mais vale obedecer a Deus que aos homens (At.4:19). Outras vezes, porém, não se cumpre a lei porque não se atenta para detalhes da cultura, ou simplesmente porque não se conhece a lei. Nossa missiologia precisa questionar tais elementos em nosso processo de envio. Já notei casos no campo missionário em que os obreiros se expuseram a perigos desnecessários.
Outra questão importante para ser lembrada é nossa política de envio de fazedores de tendas. Aparentemente, Dagnaldo era mesmo um guia turístico no Egito, e quero crer que ele tenha a formação adequada na área, e que trabalha legalmente nessa direção. O problema é que há muitos missionários que se utilizam de empregos e negócios “de fachada”.
Como missionário, já percorri países fechados para o evangelho, mas não consigo deixar de ver esse tipo de proposta à luz do engano. É plenamente possível estar em campo missionário executando tarefas que gerarão frutos verdadeiros para o país em questão. Aliás, a proposta dos fazedores de tendas é fascinante. Como médicos, engenheiros e educadores, por exemplo, vi dezenas de irmãos deixarem contribuições extremamente relevantes na China, onde vivi por alguns anos. Há empresários que montam negócios reais e lucrativos, que fazem girar positivamente a economia local, e pregam o evangelho no contexto de business. Mas vi também falsas empresas, que utilizam-se de um registro local (semelhante a um CNPJ brasileiro) somente para fins de concessão de visto de residência. Essa alternativa é desleal e enganosa, podendo constituir um péssimo testemunho cristão em pleno campo missionário.
O que Dagnaldo Pinheiro Gomes possui a seu favor é a cobertura espiritual de uma igreja e de uma agência missionária idônea. Tais conexões são capazes de protegê-lo de maiores transtornos e ajudá-lo até mesmo a voltar ao campo. Infelizmente, é quase impossível que esse campo possa ser o Egito. Desconheço as oficialidades do processo, mas é provável que seu passaporte tenha sido banido daquele país. Ainda assim, Dagnaldo tem potencial para servir o Reino em vários outros lugares e de várias maneiras. Tenho convicção de que a experiência o ajudou, e o ajudará por muito tempo.
Que Deus o abençoe, Dagnaldo. Bem vindo de volta!
***
Mário Freitas é diretor da M.A.I.S – Missão de Apoio à Igreja Sofredora, e pastor da 3ª Igreja Presbiteriana de BH

Read Full Post »

Eu acredito na Bíblia!

Na contramão do movimento evangélico liberal, pesquisadores afirmam que o texto da bíblia é muito fiel ao original.

Por Leonardo Gonçalves

Em nosso tempo, os teólogos e “novos pensadores” do cristianismo têm arvorado diversas bandeiras diferentes. O cenário teológico está cada vez mais conturbado, e movimentos estranhos surgem com uma rapidez nunca vista. As linhas que regem as crenças do “nova espiritualidade” são as mais diferentes possíveis, podendo variar do marxismo teológico à espiritualidade medieval, ou mesmo do neoliberalismo ao teísmo aberto. Contudo, parece haver um ponto em que os novos pensadores estão de acordo: Todos eles, em maior ou menor proporção, duvidam que toda a bíblia seja a Palavra de Deus inspirada, e alegam que o texto original foi modificado. Ao que parece, a tendência é conservar o elemento místico do cristianismo, sem contudo submeter-se à autoridade da Bíblia como regra de fé.

Na contramão deste movimento está o filósofo, teólogo e fundador do Southern Evangelical Seminary, dr. Norman L. Geisler. Em seu livro “Não tenho fé suficiente para ser ateu” (Ed. Vida), ele afirma que 99,9% do conteúdo do NT é livre de real preocupação, e que nenhuma doutrina central do cristianismo repousa sobre um texto duvidoso. J. B. Payne em sua obra “Enciclopédia de profecias bíblicas” apresenta 191 profecias relacionadas ao esperado Messias e Salvador judeu, todas foram cumpridas literalmente na vida, morte, ressurreição e ascensão de Jesus de Nazaré. Também Josh McDowell, um dos mais importantes apologistas contemporâneos, fala de mais de 300 referências ao Messias contidas no Antigo Testamento, as quais se cumpriram em Jesus. Todos estes fatos somados compõem um forte argumento em favor da autoridade e inspiração das Escrituras.

Até mesmo o agnóstico e crítico do Novo Testamento, Barth Ehrman admite que “na verdade, a maioria das alterações encontradas no início de manuscritos cristãos nada tem a ver com teologia ou ideologia”. Segundo ele, tais alterações em muitos casos não passa de “erros ortográficos e acidentais”. Considerando que o NT possui cerca de 5.700 manuscritos, conclui-se que é possível reconstruir o texto à partir da comparação das cópias existentes, de modo a afirmar que o texto atual é bastante fiel ao que foi o texto original, descartando a hipótese de que o texto foi gravemente modificado para servir aos interesses da religião, teoria que quando avaliada à luz de argumentos sólidos mais se assemelha àquelas esdrúxulas teorias conspiratórias que circulam na internet.

Estas e tantas outras evidências que são apresentadas em favor do cristianismo são suficientes para dizer que o texto da bíblia conserva todas as idéias originais do cristianismo, sendo totalmente digno da nossa apreciação e crença. O argumento dos neoliberais brasileiros, no entanto, carece de confirmação e está baseado em falácias óbvias que já foram amplamente desmascaradas ao longo da história.

Por isso, e por muitos outros fatos que não caberiam neste breve artigo, afirmo sem nenhum receio minha crença na Bíblia. Não crer em tantas evidências seria o mesmo que pecar contra minha própria consciência.

***
Leonardo Gonçalves é blogueiro, missionário em Piura – Peru e idealizador deste blog apologético chamado Púlpito Cristão

(*) Para quem deseja aperfeiçoar seus argumentos em favor da ortodoxia bíblica, recomendamos:

GEISLER, Norman L. Não tenho fé suficiente para ser ateu. – São Paulo: Editora Vida, 2006.
MCDOWELL, Josh. Evidência que exige um veredito: evidências históricas da fé cristã. – 2 ed. – São Paulo: Editora Candeia, 1996.
Revista Apologética Cristã, da editora M.A.S., uma das melhores revistas do gênero no Brasil.

Read Full Post »

« Newer Posts - Older Posts »