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Archive for junho \30\UTC 2010

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Confira a entrevista com o Pastor de Marina Silva na Assembléia de Deus: “por que a mulher tem de ser inferior ao homem?”

São quatro dezenas de ovelhas espalhadas pela sala. Marrons, brancas, pretas. De vidro, de acrílico, de pelúcia. “Essas dão muito menos trabalho do que as minhas ovelhas reais”, diz o pastor evangélico Sóstenes Apolos da Silva, dono da coleção. Há 31 anos, ele é pastor da Assembleia de Deus, a maior denominação evangélica do Brasil, com 8,4 milhões de fiéis, segundo o último Censo. E é o líder religioso da candidata à Presidência pelo PV, Marina Silva. A igreja presidida pelo pastor Sóstenes em Brasília é a frequentada por Marina. Além de guiá-la espiritualmente, ele se engajou na campanha. Tem ajudado Marina a circular pelo meio evangélico. “O problema é que ela é pouco conhecida”, diz o pastor. “Marina ainda é confundida com a Heloísa Helena (também dissidente do PT e candidata à Presidência pelo PSOL em 2006).”

Marina é assídua na igreja. É fácil encontrá-la sentada na quinta ou sexta fileira de bancos do salão durante os cultos de domingo. Antes de ser evangélica da Assembleia de Deus, foi católica. Na juventude, estudou para tornar-se freira. Depois desistiu. Em nome de convicções religiosas, ela já disse ser contra o casamento gay (depois defendeu a união civil entre homossexuais, desde que não haja bênção religiosa), a legalização do aborto, o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas e a descriminalização das drogas. Tudo em discordância com as ideias do estatuto do PV. Para o pastor, não há contradição porque Marina e o PV dividem a bandeira do meio ambiente, e ela mantém a postura cristã. Em meio à coleção de ovelhas, ele conversou com ÉPOCA.

ÉPOCA – Como conheceu Marina Silva?
Pastor Sóstenes Apolos da Silva – Alguém a convidou para um culto, em 2006. Ela já era convertida, batizada em outra Assembleia de Deus de Brasília. Pela projeção que tem, frequentar uma igreja pequena a deixava muito exposta. Aqui, na nossa igreja, fica absorvida em um grupo maior. Ela gosta de ser muito discreta.

ÉPOCA – Ela é assediada nos cultos?
Pastor Sóstenes –
As pessoas a procuram, e ela não se esquiva. Eu quis montar um esquema de segurança, mas ela não quis. Quer estar no meio do povo. Meu plano era colocá-la junto dos obreiros num lugar reservado, porque ela também é obreira. Vai que aparece um doido, né?!

ÉPOCA – O que Marina deve fazer por ser obreira da Assembleia de Deus?
Pastor Sóstenes –
Ela dá palestras de conteúdo bíblico, faz pregações. Há uns dois anos nós demos um curso para ela de noções de homilética, de interpretação bíblica. É um curso de fim de semana. Ela fez todas as aulas, os deveres de casa. Fazia perguntas para o professor. Como obreira, ela deve seguir a ética cristã, conhecer a Bíblia. E deve recolher o dízimo, como todo membro da igreja.

ÉPOCA – O senhor pede orações por ela?
Pastor Sóstenes –
Sim. Teve uma fase em que houve uma seca brava no Acre e não estava previsto chover num período de 30 dias. A mata estava incendiada, não se conseguia apagar o fogo. Ela expôs o problema, nós bancamos a causa, fomos orar, e Deus mandou chuva fora de todas as previsões. Ela sempre pede oração e orientação. Eu oriento no sentido de que todo cristão é um representante de Deus, seja qual for o trabalho. Um cristão deve evitar posturas indignas.

ÉPOCA – Como o senhor vê o fato de Marina ser filiada a um partido favorável à legalização do aborto – posição contrária à da Assembleia de Deus?
Pastor Sóstenes –
Marina conseguiu que o estatuto do PV liberasse os membros a tomar posições sob o argumento da questão de consciência. Em uma votação, a pessoa está liberada para seguir sua consciência (na verdade, o PV permite que seus quadros se abstenham de votar quando há conflito de consciência).

ÉPOCA – Em casos como o aborto, ela fala em fazer plebiscito. O senhor concorda?
Pastor Sóstenes –
Penso que o Congresso é um público restrito, é perigoso dizer que ele representa o povo. E nossa postura como cristãos é convencer as pessoas daquilo que é certo, mas não obrigar. Se consultar o povo sobre o aborto e o povo quiser, Deus vai lamentar, mas o governante tem de respeitar.

ÉPOCA – A senadora Marina Silva diz ser contrária ao casamento gay. Essa também é uma posição da Assembleia de Deus?
Pastor Sóstenes –
Sim, é uma posição da Bíblia. Nós nos orientamos por ela. A Bíblia considera errada a homossexualidade. E muito errada. Chama isso de prática abominável aos olhos de Deus. Então nós temos de ser coerentes. Ou cremos na Bíblia ou não cremos.

ÉPOCA – Alguns cristãos não vão ter dificuldade de entender a posição de Marina a favor da união civil entre homossexuais? Ela vai perder votos entre eles?
Pastor Sóstenes –
Creio que sim. Muitas pessoas pouco esclarecidas vão deixar de votar nela por isso. Mas a postura dos outros candidatos é a mesma que a dela.

ÉPOCA – O senhor foi a favor do lançamento do nome de Marina como candidata à Presidência pelo PV?
Pastor Sóstenes
– Sim, havia questões discordantes, como em todo partido. Mas tem de se levar em conta que no Brasil estatuto de partido não vale nada, ideologia não existe. Então há duas coisas: primeiro, a bandeira do partido, do meio ambiente, coincide com a dela. Segundo, aquilo que é contrário aos princípios de Marina, ela se posicionou publicamente e conseguiu que o partido deixasse isso no âmbito de questões de consciência.

ÉPOCA – A igreja dá orientação aos fiéis sobre como votar?
Pastor Sóstenes –
Não dávamos, mas a partir deste ano vamos dar. Decidimos elaborar uma cartilha de orientação política. Ao escolher um candidato, o fiel deve considerar as posturas éticas dele, não vender o voto. São orientações para que o povo exerça a cidadania.

ÉPOCA – Importa se o candidato é evangélico ou não?
Pastor Sóstenes –
Se algum candidato se identifica como evangélico e vive como evangélico, deve ter nossa preferência.

ÉPOCA – É verdade que a Assembleia de Deus resolveu não apoiar Marina?
Pastor Sóstenes –
A Assembleia de Deus é segmentada. Tem um grupo grande, uns 30% da Assembleia de Deus, que já decidiu apoiar José Serra.

ÉPOCA – Não é contraditório que a Assembleia recomende o voto em evangélicos e uma parte da igreja já tenha fechado o voto por José Serra, que não é evangélico?
Pastor Sóstenes –
É uma contradição. Espero que nacionalmente não aconteça o apoio a outra pessoa que não seja a Marina, porque se acontecer é uma incoerência. Nós em Brasília não vamos cometer essa incoerência. Seja lá qual for a decisão que a comissão política nacional tome, aqui vamos apoiar Marina.

ÉPOCA – O que motiva o apoio da Assembleia de Deus a Serra?
Pastor Sóstenes –
Imagino que é a política do voto útil, de que não adianta votar em fulano porque fulano não vai ganhar. Acho isso uma pobreza de espírito. Prefiro crer que não há interesse político.

ÉPOCA – A Assembleia costuma dizer que as mulheres devem usar saia, manter o cabelo comprido. Marina diz que segue estilo próprio quanto a isso. A igreja faz alguma recomendação?
Pastor Sóstenes –
Nossa igreja em particular tem uma postura mais liberal em usos e costumes. Não temos problema com mulher cortar o cabelo, se arrumar.

ÉPOCA – Tem diminuído a pressão desse tipo de regra na Assembleia de Deus?
Pastor Sóstenes –
Tem. É uma tendência nacional, uma questão de maturidade. Tem um texto bíblico que diz: “Não haja roupa de homem em mulher, nem roupa de mulher em homem”. Mas o que determina se uma roupa é de homem ou de mulher é a sociedade, e não a Bíblia.

ÉPOCA – Se Marina for eleita, ela vai ser a primeira mulher presidente do Brasil. Uma mulher em um cargo historicamente ocupado por homens desagrada aos cristãos da Assembleia de Deus?
Pastor Sóstenes –
Muitas igrejas evangélicas e mesmo algumas Assembleias de Deus interpretam que as mulheres não podem ter função de liderança. Mas estamos amadurecendo, está caindo a ficha. A opressão da mulher é consequência do pecado. Mas o Senhor Jesus veio restaurar a mulher do pecado. Então por que a mulher tem de ser inferior ao homem?

fonte: Época / Gospel+

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Por Mario Freitas
Quando falo em igreja sofredora, geralmente me refiro às comunidades cristãs do mundo todo, que adoram em locais de perseguição religiosa, catástrofe e pobreza extrema. Há outros locais onde o evangelho é vivido de maneira mais confortável e, por vezes, menos autêntica. É a igreja estável.

Em geral, tenho investido minha vida na tentativa de despertar a igreja estável para sua missão junto à igreja sofredora. Nos últimos meses, meu envolvimento com o Haiti fez com que esta missão pessoal ficasse ainda mais clara em minha prioridade vocacional. No entanto, percebo que a igreja estável também é sofredora. Como igreja brasileira sofremos o fruto do pecado que decidimos abraçar. É sobre isso o presente texto.

O livro de Lamentações é pouco explorado. Deveria ser um guia de orações da igreja contemporânea, visto que temos muito pelo que lamentar. A igreja está cada vez mais distante do projeto original de Jesus de Nazaré. Urge que lamentemos, e que, a partir do lamento sincero e contrito, sejamos presenteados com um avivamento genuíno.

Inicio aqui uma breve série baseada no livro de Lamentações, escrito pelo profeta Jeremias em função da destruição avassaladora que acometeu Jerusalém nem 587 AC. Os lamentos do profeta dizem respeito à desolação de Jerusalém por ocasião da invasão babilônica.

Por conta da decisão do povo em mergulhar na transgressão e no abominável, Jerusalém foi tomada pelo rei de Babilônia. A devastação foi absoluta, e eis o que o profeta chora. Ele chora que Jerusalém não é mais o que era antes. Ele chora que o pecado tornou Jerusalém em uma cidade fantasma, um local desprezível, uma razão de chacota entre as nações vizinhas. Ele chora os resultados da transgressão do povo.

O primeiro resultado lamentado pelo profeta é a deformação. Jerusalém fora criada para ser gloriosa, nobre, honrosa entre as cidades dos povos. Agora, era uma prostituta desnuda, completamente entregue e envergonhada. Era uma vergonha ser de Jerusalém naquelas circunstâncias. Qualquer um se envergonharia.

Portanto, o pecado deforma-nos na medida em que nos transforma em algo diferente (e sempre inferior) àquilo que Deus nos criou para ser. A igreja está deformada, e isso é fruto da opção que fizemos pela transgressão. É um resultado natural. Precisamos lamentar.

Já ouvi diferentes histórias de mendigos que são ex-pastores e ex-líderes de igreja, hoje entregues ao alcoolismo e ao frio das ruas. O pecado deforma, ridiculariza o homem. E o processo que parece absurdo para quem vê de fora é rápido e envolvente para quem foi tomado pela força da transgressão. Eis o que ocorreu com a igreja. É preciso chorar.

A igreja de Cristo existe para reproduzir Sua obra, para ser sua agência na Terra. O pecado transformou a casa de Deus em casa de festa pagã; o estudo da Palavra numa empreitada de oportunismo acadêmico; a ética em elemento facultativo. Quando a igreja vive distante do que Deus a criou para ser ela está pagando o preço da transgressão que outrora abraçou.

O segundo resultado da transgressão do povo que o profeta lamenta é a solidão. É um paradoxo: se todos pecamos, deveríamos estar juntos nisso. Mas o pecado nos distancia. Não são todos que fazem a opção de andar com os deformados; eles geralmente se quedam sós.

Quando grandes líderes caem em pecado, uma reclamação que se repete diz respeito à ausência de apoio e cuidado pela igreja. Criticamos, afirmando que a igreja não está preparada para restaurar. Pode ser verdade, ao menos parcialmente. Mas conheci muitos casos em que houve pleno interesse da igreja em restaurar, e ainda assim a restauração não aconteceu.

A verdade é que o pecado isola. Isola, porque aqueles que se consideram santos irão repudiar o pecador. Mas isola porque quase nunca somos capazes de lidar com a própria culpa. O pecador se isola. Utiliza justificativas agressivas e de acusação, alegando que não foram aceitos. Mas a verdade é que não conseguem conviver consigo mesmos.

No contexto da cidade, aquela que era uma referência frondosa, populosa, agora tornara-se solitária. O profeta chora: já não há vida, já não há movimento. No contexto da igreja, pode não fazer sentido. Nossas igrejas não são cidades-fantasma; pelo contrário, estão cheias, cada vez mais cheias. Mas a vida não está lá. As conversões já não são sinceras. Há barulho e não há vida; há movimento e não há vida. O nascer de novo está ausente. E onde não se nasce, se envelhece. Chegará o momento em que os ossos que seguram o corpo já não mais agüentarão. Enquanto existir como um movimento, mas sem a vida verdadeira que emana da Fonte que é Cristo, estamos fadados à condição falida e fantasmagórica da solidão. Aconteceu na Europa. Precisamos chorar. Lamentar é preciso.

Por último, o pecado de Jerusalém gerou aflição, e isso em termos materiais e físicos. É preciso ter cuidado aqui. Sou um combatente à chamada “teologia do castigo”, que lida com os desastres e catástrofes naturais como punição divina pelos erros culturais de uma nação, por exemplo. Não creio nisso. Não creio que o terremoto do Haiti seja uma resposta divina ao vodu. Mas creio que o pecado cansa, desgasta, produz efeitos sobre o pecador que chegam perto da irreversibilidade.

Davi afirma no Salmo 32 que enquanto não lidou com o pecado seu corpo definhava. Dores nos ossos. Não creio que toda osteoporose seja fruto do pecado; creio, porém, que todo pecado é revertido em aflição e peso, o que pode afetar o corpo.

É esse também o lamento de Jeremias. Como era comum aos profetas do Antigo Testamento ele encarna o pecado do povo, e geme de dor. Em Lamentações 1:14 ele diz que o pecado pesava sobre ele como um jugo de escravidão. O pecado desgasta.

A igreja está desgastada. Às vezes me sinto cansado da igreja, mas sou arremetido à verdade inegociável de que eu sou a igreja, e se canso da igreja estou cansado de mim mesmo. Não adianta fugir dos rótulos, afirmar que não sou mais evangélico. Sou sim. E sofro. Meus ombros pesam, meus músculos se contraem e me traem. É preciso lamentar.

Curioso, porém, é conseguir terminar uma meditação tão penosa com alguma esperança. Mas é possível, é absolutamente possível! Basta lembrar que todos esses efeitos do pecado foram assumidos por Jesus. Jesus não somente levou meus pecados e os da igreja com Ele; ele levou todos os pesos e resultados referentes a esses pecados.

Jesus sofreu a deformação. A profecia messiânica de Isaías 53 diz que ele foi esmagado pelas nossas iniqüidades. Moído, Seu corpo foi abatido. Se nossos pecados não causassem tais efeitos, talvez Sua morte pudesse ter sido mais branda, talvez um ataque cardíaco imediato e sem conseqüências, a chamada “morte dos nobres”. Não, Ele é punido com severidade física. O pecado deforma. E ele levou sobre Si a deformação que nos cabia.

Jesus sofreu a solidão. Ele mesmo lamenta o distanciamento de Deus, a dor de sentir-se abandonado: “Eli Eli, Lamá Sabactani” (Mateus 27:46). O pecado isola, e esse isolamento Ele também tomou sobre Si.

Jesus sofreu a aflição. O mesmo texto de Isaías 53 afirma que fomos sarados pelas suas feridas. Ele sentiu dor, Ele sentiu sede. Ele literalmente morreu de dor. O pecado aflige, desgasta, cansa e faz desfalecer. E Ele pagou também esta conseqüência das transgressões da igreja.

Como igreja, eu devo e posso andar vitoriosamente. Ele já sofreu os efeitos da minha própria transgressão. Cabe a mim, portanto, viver de forma a honrá-lo. Intencionalmente.

***
Mario Freitas é pastor em Belo Horizonte e organiza trabalhos voluntários no Haiti

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Kaká e Ashton Kutcher realizam campanha contra a prostituição: “Homens de verdade não compram garotas!”

Enquanto defende a seleção na Copa do Mundo, Kaká também atua fora de campo. O camisa 10 do Brasil manifestou seu apoio a uma campanha contra a prostiuição, promovida pelo ator de Hollywood Ashton Kutcher. O meia postou uma foto em seu perfil no Twitter, nesta terça-feira.

Na imagem, Kaká aparece vestindo uma camisa da seleção brasileira com seu nome e número, além de uma placa com a seguinte mensagem: “Real men don’t buy girls!!”, que, em inglês, significa “Homens de verdade não compram garotas!!”

No início do mês, Ashton Kutcher compareceu ao lançamento de de seu novo filme ao lado de Demi Moore, sua mulher, e posou com um cartaz no qual continha a mesma mensagem.

Fonte: Globo Esporte / Gospel+

DVD do Filme de Kaká é distribuido gratuitamente

Nas ruas em volta do Ellis Park, em Joanesburgo, DVDs oficiais do meia Kaká estão sendo distribuídos gratuitamente. A ação não se trata de homenagem de torcedores brasileiros ao seu camisa dez e, sim, um trabalho da igreja Batista da África do Sul.

“Somos fãs dele por tudo que faz para exaltar o nome de Deus”, disse o pastor Eden Sean. A poucos metros da entrada do estádio em que o Brasil enfrentará o Chile, ele ajudava um grupo de aproximadamente 10 adolescentes a entregar os DVDs aos torcedores que passavam.

O DVD “Kaká – Este é o ritmo do meu jogo” foi produzido no Brasil e lançado esse ano. Segundo o site oficial do jogador, um milhão de cópias serão distribuídas na África do Sul durante a Copa do Mundo.

Kaká reclama de preconceito religioso
Na última semana, o meia Kaká respondeu ao colunista Juca Kfouri, do jornal “Folha de S. Paulo”, que afirmou que o jogador pode até ser obrigado a encerrar a carreira de forma prematura por conta de uma lesão crônica no púbis.

Segundo o camisa 10 da seleção brasileira, Juca Kfouri teria motivos extra-profissionais para criticá-lo. Em seu espaço na edição de segunda-feira do jornal, o colunista comparou o suposto problema do jogador àquele que obrigou o tenista Gustavo Kuerten a abandonar as quadras.

Evangélico, o atleta diz que se vê como alvo do jornalista por conta de divergências religiosas. E, dizendo sentir falta de respeito em relação às suas escolhas, pediu respeito.

“O problema dele, do Juca Kfouri, em relação a mim é a minha fé em Jesus Cristo. Assim como eu o respeito como ateu, o meu pedido é pra que ele respeite a mim e a outros milhões de brasileiros que acreditam em Jesus Cristo”, afirmou.

Fonte: IG / Gospel+

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Por Renato Vargens

A palavra Papa vem do grego pappas, do latim papa que significa pai. Ele é considerado pelos católicos romanos como o representante (Vigário) de Cristo na Terra, sucessor de Pedro no governo da Igreja. Para os católicos o Papa possui autoridade sobre todos os fiéis e sobre toda a hierarquia eclesiástica, incluindo o Concilio Ecumênico. Segundo a Igreja romana ele é infalível quando define alguma verdade “ex-cathedra” (do trono), em assuntos de fé e de moral.
Caro leitor, uma das principais marcas do protestantismo foi refutar o Papa e suas heresias, dentre estas de que o líder católico é o vigário de Cristo e que possui autoridade sobre todos os fiéis. No entanto, diferentemente do pensamento protestante, um grupo neopentecostal ligado ao movimento celular, reconheceu publicamente o “apóstolo” Renê Terra Nova como Patriarca apóstolico, reconduzindo parte dos evangélicos a velha estrutura papal.

Isto posto, afirmo veementemente que a igreja de Cristo não precisa de um papa. Ela não precisa de ninguém que se interponha entre os crentes e Deus, ela não necessita de um sacerdote especial, não precisa deste tipo de cobertura funesta, onde “apóstolos, papas e patriarcas” impõem sobre os fiéis, suas vontades, caprichos e decisões. Ela não necessita de um clericalismo manipulador, nem tampouco do surgimento de uma nova hierarquia apostólica que em detrimento da vontade “papal”, anulam as Escrituras.
Prezado amigo, as Escrituras nos bastam, e elas em nenhum momento referendam o estabelecimento de papas e patriarcas. A Bíblia nos ensina que todos os crentes em Jesus são sacerdotes e que não existe base ou fundamento para a existência de patriarcas especiais na comunidade dos santos.

Diante do exposto, eu fico com a Palavra de Deus afirmando sem a menor sombra de dúvidas de que não precisamos de um papa evangélico.
Pense nisso!
Renato Vargens

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Por Leonardo Gonçalves

Como já disse em tantos artigos no Púlpito Cristão [1], não acredito em nenhuma forma de igreja que abra mao da doutrina bíblica para parecer atraente à geração pós-moderna, como fazem os emergentes de teologia liberal, alguns dos quais se reúnem em casas, outros, em templos construídos para este fim.

Também não creio em uma igreja em que todos se consideram pastores, sendo cada crente pastor de si mesmo. Entendo que embora todo cristão possa exercer um ministério, nem todos temos os mesmos dons, e a igreja local (seja ela no lar ou em templo construído para este objetivo) precisa reconhecer a necessidade deste ministério.

Gostaria de citar um comentário informal do rev. Augustus Nicodemus em seu blog, no qual ele expressa algumas opiniões sobre o embate entre “institucionalizados” versus “desinstitucionalizados”. As razoes apresentadas pelo autor são justamente as mesmas que me impedem em crer no tal cristianismo “desisntitucionalizado”, bem como no chamado protestantismo “pós-igreja”:

“Se quiséssemos nos organizar hoje para viver [o evangelho] com simplicidade […] teríamos necessariamente de:

Ter um local regular de reunião, quer seja numa casa, quer seja num salão alugado, quer seja num templo construído. Este último tem mais vantagens, caso nosso grupo comece a crescer, as crianças começarem a chegar – quem vai cuidar delas? e onde?

Definir quem são os líderes. Para isto, teremos de nos organizar num sistema de escolha, etc. para evitar que gente destemperada e autoritária assuma a liderança. Isso se chama “estatuto” e geralmente se registra em cartório.

Definir o que cremos, pois afinal somos cristãos e não um clube social.

Quem paga pelas despesas de água, luz, telefone, cafezinho, da casa ou local de reunião? Vai ser preciso levantar ofertas regulares ou escolher um sistema de contribuição para fazer face às despesas que inevitavelmente ocorrerão.

Se um membro do grupo se sentir injustiçado e for à justiça comum com ação de perdas e danos, pois ele é homossexual e queria ser o líder do grupo, e foi rejeitado – vamos precisar ter um estatuto do grupo, registrado em cartório, que nos garanta o direito de decidirmos quem pode ser membro ou líder do grupo.

Em outras palavras… taram taram! Eis uma igreja organizada e institucionalizada!

Para que, então, reinventarmos a roda?”

Diante disso, aclaro que estou disposto a reconhecer e honrar qualquer irmão, igreja ou movimento que se encaixe no que mencionamos acima (doutrina, liderança, culto), seja ela em casas ou templos construídos para este fim. Aliás, é meu dever reconhecê-los e honrá-los. Contudo, desprezo a tentativa inocente e pouco útil de “desinstitucionalizar” a coisa, bem como me oponho ferrenhamente àquelas mentes medíocres que pensam que um simples CNPJ descaracteriza um grupo como igreja de Deus.

Assim como um CNPJ não pode ser prova irrefutável de que somos a verdadeira igreja, também a falta de um registro jurídico não faz de uma igreja no lar a expressão correta e completa do autentico cristianismo.

***
Postou Leonardo Gonçalves, que não aguenta mais ver crente se aforgar em copo d´água demonizando instituiçoes, no Púlpito Cristão

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