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Archive for maio \26\UTC 2010

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Defensores de aborto e homossexualismo do partido de Marina Silva  iniciam guerra contra a pré-candidata

O contraste entre as crenças de Marina Silva e as bandeiras libertárias que inspiraram a criação do PV provocou uma primeira dissidência no partido. Militantes rasgaram as carteiras de filiados e criticaram a senadora evangélica por sua posição contrária ao aborto e a união civil dos gays. Mentor político de Marina Silva, arcebispo de Porto Velho diz que falta nela um perfil presidencial.

Com palavras de ordem contra a pré-candidata ao Planalto, um grupo de militantes rasgou suas carteirinhas de filiação e articula o lançamento do Partido Livre, dedicado à defesa das minorias e de direitos individuais.

Eles afirmam que a entrada da senadora, evangélica, fez o PV abandonar causas históricas como a legalização do aborto e a união civil de homossexuais.

“Sofremos um estupro ideológico”, queixa-se a presidente do futuro partido, Rose Losacco. “Ajudei a fundar o PV e não posso admitir que joguem seu programa no lixo por causa das crenças de uma pessoa”, diz.

Para receber Marina, os verdes criaram uma cláusula de consciência que permite a filiados se opor a itens do estatuto do partido por convicções religiosas.

Avalista da ideia, o presidente do partido, José Luiz Penna, é o principal alvo dos rebeldes. “Ele parece o Fidel Castro, não sai nunca do poder. Está usando até aquele bonezinho verde”, ataca Rose. “Hoje o PV apoia todos os governos. Virou um partido de aluguel”.

No cargo desde 1999, Penna não quis comentar as críticas e a criação da nova legenda.

A dissidência promove hoje seu primeiro encontro nacional, em Belo Horizonte. Vai anunciar apoio a Dilma Rousseff, do PT. A justificativa é que ela apoiaria as causas renegadas por Marina.

Os dissidentes dizem ter “quase 100 mil” assinaturas, bem menos que as 468 mil exigidas para fundar um partido. Apesar disso, fazem planos ambiciosos. “Vamos mostrar que o Livre veio para mudar a história do Brasil”, promete o vice-presidente Carlos Taborda”.

O grupo ainda não atraiu políticos com mandato, mas sonha com o ministro Juca Ferreira (Cultura), que se licenciou do PV para apoiar Dilma. Ele já recusou o convite.

Por enquanto, o maior desafio é escapar da sigla PL, usada pelo antigo Partido Liberal (atual PR). “Queremos cair fora dessa coisa de rótulos. A gente se considera livre”, diz Rose.

Esta semana, o PV sofreu outra baixa em protesto contra Marina. O presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, decidiu trocar o partido pelo PT. Em abril, um vereador verde de Alfenas (MG) acusou a senadora de se recusar a receber uma bandeira arco-íris.

Fonte: Folha de São Paulo / Gospel+
Via: Creio

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Revista Isto É mostra a polêmica pregação de pastora da Igreja  Bola de Neve: “Jesus levou os discípulos pra balada”

Esta matéria foi escrita pela revista Isto É e republicada no Gospel+ apenas para fins de informação e discussão.

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Jesus Cristo era um personagem vip. Tinha um temperamento tão agradável que na primeira vez que encontrou seus discípulos os convidou para ir à balada. Mesmo no meio de bêbados e mulheres marginalizadas, o filho de Deus mantinha seus princípios. Continuaria comportado ainda que se deparasse numa festa com a desregrada Maria Madalena, de copo na mão, dizendo: “E aí, Jesus, você vem sempre aqui? Shake your body! (mexa seu corpo!)”

Essa leitura sui generis da passagem do Filho de Deus pela Terra pode parecer uma blasfêmia para a maioria das pessoas, mas tem sido a pedra fundamental do discurso de evangelização da pastora Priscila Mastrorosa, 36 anos, da igreja Bola de Neve. É com essa linha de pregação que ela arrebanhou os mais de 1.200 fiéis que frequentam seu templo localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Não por acaso, ela fala a língua deles. A grande maioria dos presentes nos cultos é de jovens com jeito de surfista, cabelo rastafári, bermudões e tatuagens. Algumas vezes, a pregação de Priscila é interrompida por gargalhadas. “A mensagem de Deus não pode ser algo chato, maçante”, justifica. Nesse estilo, a líder religiosa cativou pessoas conhecidas, entre elas ex-símbolos sexuais como Regininha Poltergeist, Marinara Costa ou Georgiana Guinle. Com mais outras três subcelebridades convertidas, está produzindo “Boladas”, um programa de debates para a tevê. Também escreveu uma comédia teatral e planeja lançar até novelas. Tudo em nome de Jesus.

Do debate, que será uma espécie de “Saia Justa” (programa feminino do canal pago GNT) evangélico, já foram gravados pilotos discutindo temas como drogas e sexo. “Essas coisas (drogas) acontecem pela falta de Jesus”, conta Regina Oliveira, que na década de 80 povoava o imaginário masculino como a sexy Regininha Poltergeist, estrela nua de várias capas de revista. “Quanto ao sexo, é preciso ter cuidado, escolher a pessoa certa, ou então vai se relacionar com meio mundo e, no final, se sentir infeliz.” A pastora adianta que a pauta de discussões do programa seguirá assim, sem limitações. “Podemos tratar de qualquer assunto, desde que seja para passar valores de família, de vida”, explica Priscila. “Aqui não discriminamos ninguém, talvez isso tenha atraído essas mulheres para a igreja Bola de Neve.” A atriz Luciana Bessa (ex-“Malhação”), que com as atrizes Roberta Foster e Giselle Policarpo completa o grupo das seis “Boladas”, confirma essa impressão. “Não ouvi broncas, apenas orientação. Antes encarava o sexo como algo casual, hoje não.” Luciana é casada com um integrante da igreja.

A própria pastora já andou por caminhos tortuosos, digamos assim. Apesar de seus pais seguirem a religião batista, também protestante, ela se afastou dos cultos na adolescência. “Aos 15 anos fui para uma praia paulista, onde surfava e fumava maconha”, diz. Seguiu os passos de seu irmão, Rinaldo, que também gastou boa parte da adolescência surfando, usando drogas e só voltou a praticar a religião após contrair hepatite. “Meu irmão contou que teve uma experiência com Jesus. Eu dizia apenas: ‘Que bom para você’”, recorda. Três anos depois, por um motivo prosaico, foi a vez de Priscila se reconverter. Uma noite estava na praia, quando uma amiga perdeu a chave do carro. Então, ela prometeu a Deus que, se encontrassem a tal chave, se tornaria pastora. “Achei o chaveiro logo em seguida. Então resolvi cumprir a promessa.” Foi estudar teologia e pouco depois iniciou a parceria com o irmão, que havia criado a Bola de Neve. É casada há dez anos com o pastor Gilson, também integrante da igreja. O casal não tem filhos.

Apesar de embalar a pregação com cores modernas e joviais, no conteúdo a Bola de Neve não difere de outras denominações evangélicas. Defende o temor a Deus sem contestação, critica ícones das religiões afro-brasileiras e as práticas da Igreja Católica. A pastora refuta a bebida e o cigarro, define o homossexualismo como um comportamento que pode ser mudado caso a pessoa encontre Deus e desaconselha o sexo casual. “O que dizemos é que a relação sexual deve acontecer depois do casamento. Mas, se rolar, que seja com camisinha ou pílula anticoncepcional”, afirma. A informalidade, no entanto, dá outro tom a essas ideias tradicionais. Quando comenta sobre o comportamento daqueles que resistem à conversão, ela mais uma vez usa a linguagem dos jovens. “Quer continuar a ser um ‘manezão’? Não quer se transformar? Você é quem sabe…”, ameaça. Tanto Priscila quanto seu marido, o pastor Gilson, sabem que essa forma descontraída de falar combina com a linguagem da tevê e dos palcos. Por isso, “Boladas” deve ter um ritmo bem mais dinâmico do que os programas evangélicos tradicionais.

O próximo passo é montar em um teatro carioca uma comédia na qual Roberta Foster, que aparecia seminua como a Eva do programa “Zorra Total”, na Rede Globo, viverá o papel de… Eva. “Mas, dessa vez, será o verdadeiro personagem bíblico”, diz a pastora Priscila. Ainda está por vir um debate esportivo e um projeto de filme. Se depender do senso midiático de sua líder religiosa, a Bola de Neve fará jus ao nome e arrebanhará cada vez mais ovelhas.

Em recente entrevista ao jornal carioca “Extra”, Regininha Poltergeist causou polêmica ao afirmar que só poderá beijar na boca com a autorização da pastora Priscila Mastrorosa. Dias depois foi revelado que devido a entrevista, Regininha tomou um “puxão de orelha” da pastora não pelo fato de ter gerado polêmica com a declaração, mas devido a matéria ter uma foto da ex modelo usando um maiô de banho em uma piscina particular.

Fonte: Isto É / Gospel+

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De acordo com a seção Radar, da revista Veja, no dia 22 de maio:

Só assim eles chegam perto do céu…

Valdemiro Santiago, chefe da Igreja Mundial do Poder de Deus, está negociando a compra de um jato bimotor Global Express, de 48 milhões de dólares – igualzinho ao que o seu atual concorrente e antigo chefe Edir Macedo possui. Santiago já é dono de um jatinho e um helicóptero, comprados há menos de um ano.

Interior do Global Express
A revista Época, em março deste ano, conseguiu algumas fotos da frota aérea do mais famoso comedor de angu do mundo (a Época fala em 2 helicópteros, enquanto a Veja em 1).
Foto: Revista Época
Lembra da última postagem sobre a Mundial? Aquela em que contabilizei os pedidos na televisão do Valdemiro de janeiro a maio de 2010? Pois bem, a receita estimada destes insistentes pedidos era de R$ 49.950.000,00. Lembrando que não estão contabilizados aí os dízimos mensais, o bízimo de maio e o cajado de Moisés.

O jatinho que está sendo negociado é avaliado em US$ 48.000.000,00. Com o dólar a R$ 1,8590 (cotação do dia 21/05/2010), Valdemiro precisa de R$ 89.232.000,00. Logo, sua arrecadação acumulada com os dízimos e ofertas precisa ser no mínimo R$ 39.282.000,00.

Alguém duvida que Valdemiro ainda não tem essa fortuna para esbanjar?

***
Fonte: Nani e a Teologia [Tão ácida e tão cristã]. Divulgação: Nóis! =)

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Evangelização infantil é uma preocupação constante entre muitos pais evangélicos. Pensando nisso, o ilustrador cuiabano Generino Rocha desenvolveu a Turminha Shekiná e a Turminha Missionária. Por meio de histórias em quadrinhos, tirinhas e passatempos são contadas as histórias bíblicas em uma linguagem de fácil assimilação.

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Em suas histórias, os personagens se envolvem em situações que são narradas sempre mostrando como a Palavra de Deus ensina a agir. Além de contar histórias bíblicas em uma maneira contextualizada é ensinada através da Turminha Missionária a importância da evangelização e a diferença entre as pessoas e culturas.

Personagens bíblicos aparecem em divertidas histórias para contar sobre seus feitos aos personagens. Um detalhe importantes das publicações é que cada personagem tem características específicas, criando uma identificação com a criança.

Outra forma de publicação de seus trabalhos infantis evangélicos é por meio de tirinhas divulgadas em jornais no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “Também já lancei algumas edições próprias com apoio de empresários e da Lei de Incentivo a Cultura de Mato Grosso”, disse Generino.

A paixão de Generino por desenhos é antiga. Quando era criança, na década de 1980, começou a copiar desenhos de super-heróis de gibis. Em 1995 foi convidado a ilustrar um caderno infantil de um jornal de sua cidade. Este foi o pontapé inicial para desenvolver seus trabalhos, que são “frutos de muita concentração”, falou Generino.

Porém o ilustrador ainda não lança seus trabalhos por uma editora. Com é um artista em ascensão faz doação de 50% da tiragem para amigos, bibliotecas, empresários e editoras para divulgar seu trabalho. A outra parte da tiragem é distribuída em bancas e livrarias. “Também faço divulgação em massa na mídia gratuita local, que costuma ceder espaço para o artista mostrar seu trabalho”, contou.

No momento Generino está a procura de uma editora que lance seus produtos em nível nacional. Como é um material com uma linguagem fácil, porém profunda é uma ferramenta para a evangelização de crianças em igrejas, quando são realizados os cultos infantis, escolas dominicais e para filhos de pessoas que não são cristãs.

Além de seus trabalhos de evangelização infantil, Generino também lançou projetos de conscientização ambiental para crianças. “Garota Pantanal” e Ângela, a versão jovem são histórias de uma menina que faz de tudo para proteger o meio ambiente.

Os trabalhos de Generino podem ser encontrados em livrarias e bancas. Os interessados em divulgar os trabalhos em suas igrejas podem entrar em contato pelo telefone (65) 9919-8467.

Ao ser perguntado se gostaria de deixar um recado aos seus fãs, Generino fez que questão de dizer: “que creiam muito no Criado, entreguem seus caminhos a Ele e o mais Ele fará”.

Em breve Generino e seus personagens terão um lugar cativo entre  os blogs Gospel+. Se você também quer seu blog no Gospel+, cadastre-se aqui.

Fonte: Gospel+

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STAND UP GOSPEL COMEDY

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