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Archive for outubro \31\UTC 2009

Humanóides: uma incógnita

Por Humberto Ramos
O ser humano gera em mim um tremendo fascínio. E o que mais me atrai é sua complexidade – exatamente o que gera um efeito totalmente inverso em muitas pessoas.

 

Essa atração é o que me torna um estudante do comportamento humano – um amador, diga-se de passagem. Não quero pra mim a pecha de pretensioso ou arrogante. Aliás, a fim de tranquilizar os críticos de plantão, as análises que faço servem para minha exclusiva satisfação.

Gosto de observar, mesmo quando não gosto do que vejo. As belezas e as tristezas do homem pintam um quadro dramático nas paredes da história, uma pintura sempre inacabada desenhada em cada canto onde haja uma alma vivente que se torna, ainda que involuntariamente, um agente da história.

Diante deste ser tão complexo, grande tolice é proferir julgamentos sem considerar todos os seus aspectos. É necessário reconhecer e respeitar o fato de que o homem possui aspectos biológicos, psíquicos, sociais e espirituais.

Resolver os problemas da vida como se o humano fosse apenas uma equação matemática é tentativa totalmente inócua. Se somos uma equação, certamente o somos com uma variedade sem fim de incógnitas e variáveis.

Não se trata de relativismo. Apenas devemos nos atentar que não possuímos a previsibilidade das máquinas (e hoje até elas não são tão previsíveis assim). Somos sangue e carne, mente e coração, somos incrivelmente grandes – ao ponto de ser convidados pelo próprio Deus para tecer a rede da história juntamente com Ele.

Somos também fragilmente pequenos, ao passo que muitas vezes não conseguimos dominar nem mesmo a nós próprios, possuídos pela gana doentia de dominar o mundo e tudo o que nele há.

Nunca cessaremos de observar o bicho homem. Com todas as suas idiossincrasias, ele nos fornece uma quantidade de material para estudo que levaria a eternidade para ser exaurido em avaliação.

Certamente não somos meramente animais, há algo de divino em nós e está revelado nessa complexidade – ainda que rejeitada pelos céticos. Há em nós, em nossa estrutura engenhosa (física e espiritual) os traços de que somos um projeto maravilhoso que se “autonomizou” e perdeu a direção.

Somos nós, preservadores e destruidores, geradores e aniquiladores de nossa própria espécie… somos o que há para ser admirado com exaltação, e repreendido com pena e compaixão. Somos um enigma que somente Deus pode decifrar e compreender em plenitude.

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Postado por Humberto Ramos, editor do Visão Integral. Título Original: Incógnita Humana

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Bateria é coisa do “demo”!

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Fonte: Karapuça

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Deus morreu?


Por Márcio de Souza
Encontrei esses dias com um velho amigo que congregou comigo faz um tempo. Assombrou-me o fato dele ter mudado tanto. Palavreado mudado, costumes diferentes, assuntos controversos. Ta bem, todo mundo muda, mas ele não apenas mudou, ele excluiu Jesus de seu estilo de vida.

Já reparou que tem gente que vive “matando” Deus por aí? Por vezes eu tenho a nítida impressão que essas pessoas me acham um verdadeiro idiota por conta da fé que professo e não abro mão. Elas descobriram o mundo e gostaram, experimentaram o pecado e aderiram a suas práticas.

Eu não consigo entender tamanha transformação. Geralmente o perfil dessa galera é ter um histórico de repressão quando criança, ser forçado a fazer aquilo que não quer, ser obrigado a ir a igreja mesmo em situações extremas e quando descobrem que há uma janela que leva para uma realidade onde os horizontes estão abertos porém distorcidos aproveitam a abertura e mergulham por ela.

Que Deus tenha misericórdia e que Ele se revele a essas pessoas de forma que os paradigmas estabelecidos pela frieza e dureza de coração sejam quebrados e todo o deslumbre com relação ao sistema mundo se torne desilusão.

E no mais… tudo na mais santa paz!

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Postado por Márcio de Souza, no Púlpito Cristão

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Por Márcio de Souza

Pensa bem, quem é o cara mais underground que você conhece? Jello Byafra do Dead Kennedys? João Gordo do ratos de porão? Antoine Lavey da Igreja de satanás? Esses caras são fichinha perto do cara mais underground que eu conheço. Esse camarada, andou por aí nos piores recantos e submundos que poderiam ser freqüentados, teve encontros com todo tipo de gente, é amigo de prostitutas, enfim, o cara era “sangue bom”.

Viveu de forma a causar inveja a muito aventureiro, conhece o ser humano como ninguém e domina as formas de pensar de todo tipo de grupo, sabe lidar com qualquer um. Mas sabe o que é mais maneiro nisso tudo: Ele jamais negociou seus valores. Todos os citados acima, se venderam pra alguma estrutura. Vejamos: Jollle Byafra, virou comentarista pop e político, João Gordo foi fazer programinhas na MTV, Antoine Lavey não passa de um impostor que compilou tudo que Aleyster Crowley escreveu. Mas esse camarada, o nazareno chamado Jesus, Nunca negociou seus valores e a Bíblia diz dele o seguinte: Jesus cristo é o mesmo ontem, hoje e será eternamente.

Nele não há variação de valores! Que sejamos imitadores dEle que não negociou a missão e não dos caras que se diziam os tais e se venderam por umas merrecas.

E no mais, tudo na mais santa paz!

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Postado por Márcio de Souza, no Púlpito Cristão

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Pacificar não é ser passivo!

Por Julio Zamparetti

 

“Bem-aventurados os pacificadores,
porque serão chamados filhos de Deus”
Mateus 5:9

A pacificação é uma marca inerente ao que recebe o novo nascimento. Aquele que nasce do Espírito recebe o selo de Deus, isto é, o Espírito de Cristo é impresso na alma do neoconverso de forma que este é absorvido pela vida e pensamentos de Cristo. Os pacificadores serão chamados filhos de Deus por que a pacificação é nada menos que o traço do caráter de Deus delineado em nossa vida. Assim como os filhos dos homens carregam traços genéticos herdados dos pais, também os filhos de Deus carregam características espirituais herdadas daquele que os gerou espiritualmente.

Pacificação não é passividade. Alguns, por se considerarem pessoas de paz, nunca se manifestam contra as injustiças, os abusos e a violência. É a turma do “não tenho nada com isso”. O problema é que ninguém é uma ilha e o problema de qualquer pessoa é problema de toda sociedade. Ser passivo diante disso é não ser pacificador. Pacificador significa construtor da paz. É, portanto, uma condição ativa, exige empenho, luta e disposição. Como disse Ápio Cláudio “se queres paz, prepare-se para guerra”.

Não é pacificador quem se omite dos problemas de violência nas nossas cidades. Não é pacificador quem fica passivo vendo mulheres e crianças sendo espancadas por brutalhões covardes. Não é pacificador quem não se pronuncia diante dos abusos cometidos pelas autoridades civis e religiosas. Não é pacificador quem não toma as dores do sofredor e não se levanta contra toda forma de opressão. Quem se omite diante disso, coopera com isso, é conivente com o mal. Não é filho de Deus quem não é pacificador.

A dificuldade que temos em diferenciar passividade e pacificação é a mesma dificuldade que temos em conciliar o fato de Deus ser relatado como ‘Deus de paz’ (Romanos 15:33) e também ‘Homem de Guerra’ (Êxodo 15:3).

Deus é pacificador, mas não passivo. Diante de tanta maldade humana não se pode esperar a paz de forma passiva. É necessário tomarmos atitudes firmes, sem violência, mas firmes. É preciso, após a devida constatação, contestar e denunciar a violência, a corrupção e as injustiças, pois quem é passivo, jamais será pacificador.

A passividade atua em função do egocentrismo. Ela é a exata expressão daqueles que apenas não querem se incomodar com ninguém, nem por ninguém, daqueles que não se importam com o sofrimento alheio, daqueles que não sabem o sentido da compaixão e da solidariedade, daqueles que não sabem o que é viver, daqueles que nada mais são do que espectro de homem, que passam pela vida sem dela extrair a essência da existência, sem nela deixar o perfume do legado cristão.

A pacificação atua em função do próximo e busca o bem comum, ainda que isso lhe custe a calma, o sono, o bem-estar, o conforto e até mesmo a serenidade, tal qual o próprio Cristo se portou no templo, diante daqueles que faziam do ambiente de oração uma oportunidade de explorarem a fé dos indoutos. Era aquele o primeiro relato de comércio da fé que viria a ser tão comum nos dias de hoje.

O mesmo Cristo que oferecia a face direita quando era ferido à esquerda, também sabia contestar, denunciar, se manifestar e repudiar os atos de injustiça social, hipocrisia religiosa e dominação política.

Os filhos de Deus são pacificadores, mas jamais passivos.

Assim, “se queres paz, prepare-se para guerra. Se não queres guerra, então descanse em paz”

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Fonte: Julio Zamparetti

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[Se você não leu a carta ao apóstolo Juvenal, leia aqui. A leitura da carta é importante porque este texto é uma resposta a crítica apresentada no texto anterior]

Meu caro Augustus, ou deveria dizer… Brutus? (risos!)

Bons tempos aqueles hein! Mas a propósito, os tempos mudaram Augustus, seu discurso é extremamente reacionário, e isso não combina com o espírito pós-moderno que enfatiza o diálogo e a aceitação da verdade plural. Você se mostra extremamente arrogante em não aceitar minha verdade: Eu sou apóstolo! Às vezes penso que no fundo você me inveja… Continua nessa denominação com amarras e algemas, você tem potencial rapaz, libere-se. Veja meu exemplo, olha aonde cheguei, na televisão camarada! Claro que conheço a Bíblia, mas agora eu faço uma releitura da mesma, afinal de contas ela precisa ser adaptada ao seu tempo, e que tempo maravilhoso o nosso, não? Bom, mas eu vou responder as suas perguntas.

Quem me conferiu esse título foi o próprio Senhor Jesus! Sei que é difícil pra você acreditar, mas eu tive um encontro com ele. Foi uma experiência profunda, nem todos podem ouvi-la, é preciso ser maduro (iniciado) nas revelações. Mas foi minha experiência, não me importo do que você pensa dela, nem das suas interpretações equivocadas da Bíblia que nem me darei ao trabalho de respondê-las.

Se eu acho mesmo que sou um apóstolo? Eu tenho convicção absoluta! Já lhe falei, você não entende porque em última instância não dá lugar, mas meu povo acredita. Eu nem me incomodo se eles ouvirem as coisas que você fala, eles aprenderam a acreditar em mim, são fiéis a minha voz. Muitos na história da igreja não tiveram o privilégio que eu tenho simplesmente porque agora é o tempo da última “onda do espírito”. É uma nova revelação!

Agora Augustus, que autoridade você tem de avaliar meu comportamento, de afirmar que eu tenho dificuldade com autoridades, afinal: Quem lhe deu autoridade? Eu só presto contas a Jesus, quanto aos milagres, não depende só de mim, eu faço minha parte, agora o povo tem que fazer a sua. E assim que acontece, entende?

Não estou abusando da fé de ninguém, mas Deus tem honrado a minha! Realmente estou bastante rico e isso é a confirmação maior que eu estou no caminho certo.

Um abraço,

Apóstolo Juvenal

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Texto de Claudionor Bezerra, postado em resposta à Carta ao apóstolo Juvenal.

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Fala Sério!!!

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