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Archive for 1 de setembro de 2009

Cristianismo Gay?


Por Leonardo Gonçalves
O Movimento homossexual cobra força a cada dia. O caso da censura pública à psicóloga Rozangela Justino, noticiada neste blog, é apenas um exemplo do poder que o movimento detém. Contudo, ninguém pode negar que os homossexuais têm todo direito de lutar por um lugar na sociedade. Se conseguirão isso sufocando outras camadas, aí é outra conversa.

O problema é que a militância homossexual tem brigado por um espaço não apenas junto à mídia secular, no senado, congresso federal, nas escolas e empresas: Eles têm se infiltrado no cristianismo, bombardeando-o e minando sua credibilidade, que já anda em descredito, por conta de certos padres pedófilos e pastores mercenários. O resultado é um novo braço sectário do cristianismo: O cristianismo gay.

Totalmente ignorantes acerca dos pressupostos bíblicos e suas referências concernente a conduta homossexual, estes grupos gays se organizam em igrejas onde a Bíblia é interpretada mediante uma distorção exegética. Eles esquecem a censura do apóstolo em Romanos 1.26 e 27:

“Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro”

Tal condenação pode ser percebida em outros textos, como 1Coríntios 6.10, onde o homossexualismo é colocado lado a lado com outros pecados, como o roubo, adultério e idolatria:

“Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus”

Apesar das contundentes exortações, alguns homossexuais tem feito uma espécie de apologia “cristã” ao homossexualismo. Tempos atrás o pastor Marco Gladstone, líder de uma igreja homossexual no Rio de Janeiro, escreveu um comentário bíblico segundo a visão homossexual. “Ele prega a mensagem de que o amor de Deus é supremo e aceita todas as criaturas, sejam hétero ou homossexuais”, elogia Cláudio Nascimento, presidente do Grupo Arco-Íris. “Enfim, um pastor abre a porta de uma igreja e diz que Deus nos aceita e também nos ama”, complementa Raimundo Pereira, do Grupo Atobá.

A igreja de Cristo tem como sua regra de fé e prática a Bíblia sagrada. Qualquer comportamento que não se adeque à seus princípios, é pecaminoso e debe ser condenado como tal. É claro que o amor de Deus se estende a todas as pessoas, e o sangue de Cristo pode perdoar o maior dos pecadores. Porém, se o pecador não quer arrepender-se, preferindo obstinar-se e criar sofismas bíblicos, haverá para ele possibiidade de perdão?

Gays, lesbicas e transexuais: Deus os ama, e quer o vosso arrependimento. O homossexualismo é pecado, é uma afronta a moralidade estabelecida por Deus e debe ser abandonado. Deus te fez heterossexual, e somente a heterossexualidade pode ter livrar das atuais pressões sociais e intelectuais. Somente Deus, em Cristo, pode te trazer a tão almejada liberdade e paz de espírito.

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Postado por Leonardo Gonçalves, no Púlpito Cristão

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Não, obrigado. Próximo!

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Fonte: Pavablog

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São uma atração à parte os comentários no YouTube ao vídeo do culto em que o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab responde afirmativamente ao apelo do pastor para que aceite a Jesus e se ajoelha repetindo uma oração feita pelo líder da igreja, com trechos sobre sua reeleição e a promessa de fazer um culto de gratidão a Deus. Quem viu e comentou, ou demonstrou desconfiança ou criticou os desconfiados.

Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Biblia Online

Comentário de alguém cujo login no site é “ducasan” (2 semanas atrás): “Seria cômico… se não fosse trágico!”

Outro comentário, de “Beblogpost2″ (2 meses atrás): “Coisa podre… o evangelho está banalizado mesmo! Mas eu gostei do teatro… foi até comovente! Santa Ignorância que nos separa do resto do mundo! Vamos pensar povo de Deus… Não se trata de estar sendo guiado por aparências, mas sim por senso crítico! Repare bem na cara de quem foi tocado pelo Espírito Santo e que está convencido de que é um pecador… (_Ah, mas essa mudança é interna!!)… Lógico que é interna, mas mesmo assim dá pra se notar o semblante de uma pessoa consciente de seu pecado e arrependida, querendo Deus em sua vida. É lamentável ver um homem de ministério como o autor da façanha que se segue, “coagir” o prefeito a responder à um apelo de púlpito no meio de uma vigília lotada de crentes em ano de campanha eleitoral… que político em sua plena consciência iria dizer não à um apelo tão “comovente” como este?

Outra pessoa, que usa o login negrablack (4 meses atrás) não concordou: “Quem sabe se ele (o prefeito) aceitou ou não de verdade é Deus. O trabalhar é de Deus. Ele conhece todos os corações. Ele é quem faz a obra. Amém. Deus é Bom e todos têm o direito de aceitá-lo, até o prefeito.”

E no Twitter, o pastor Ariovaldo Ramos, da Igreja Batista em Água Branca, na capital paulista, em linguagem quase iconográfica, demonstra espanto: “Está ficando c/a x + fácil! Q saudades de Zaqueu! Kassab se converte!?!?!?!?!?” (tradução: “Está ficando cada vez mais fácil! Que saudades de Zaqueu! Kassab se converte?!”)

Veja o vídeo de Kassab dizendo o “sim” para Deus:

Fonte: Soma

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Fiz um aborto. E agora?

Por Márcio de Souza

Algum tempo atrás,
conversei com uma pessoa que havia feito um aborto. O bate papo foi cheio de emoção e arrependimento. Ela confessou ter transado com um filho de pastor e ter engravidado do mesmo. Como solução para tal, resolveu procurar uma clínica de aborto.

Realizado o procedimento sem mais problemas físicos, mas o pior estaria por vir. Todas as noites antes de dormir, a partir do dia em que abortou ela ouvia o choro de um recém nascido. Psicológico? Sim pode ser, mas estou relatando isso para que tenhamos uma idéia das seqüelas que não são apenas físicas, mas mentais também. Ela ficou anos ouvindo esse grito de desespero na madrugada. Por vezes se levantou da cama sobressaltada procurando o filho que tinha matado.

Queridos, aborto é assassinato. Se você não quer ser homicida, pense antes de ter relações sexuais, se você não tem peito para criar uma criança, não seja irresponsável.

Fico com a opinião do Dr. Lejeune sobre o aborto:

“Uma vez que uma mulher se torna mãe, ela será sempre mãe, tenha ou não nascido o seu filho. O filho morto fará parte da sua vida por mais longa que ela seja. O aborto não é definitivamente uma solução fácil de um grave problema, mas um ato agressivo que terá repercussões contínuas na vida da mulher.”

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Postado por Márcio de Souza, no Púlpito Cristão

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Os evangélicos e a mídia

Por Fernando Rizzolo

Chovia muito e a estrada de terra escorregadia fazia o carro deslizar como que se estivesse sobre uma fina manta de gelo. De longe avistei Reinaldo, um rapaz pobre, agricultor, alcoólatra, que com a camisa ensopada pela água da chuva, tentava esquivar-se dos pingos segurando com firmeza sua Bíblia. Ao me aproximar parei e lhe ofereci uma carona. Meio sem jeito, agradeceu com um olhar desarmado e me disse que voltava do culto evangélico. Tinha, enfim, tornado-se “crente” e afirmou isso com certo orgulho, patente no seu gesto determinado e temente a Deus.

Ao chegar em sua casa agradeceu-me e convidou-me para um dia conhecer sua igreja, mesmo sabendo que não sou cristão. Aquele simples trajeto em meio a uma chuva fina, me fez refletir sobre as transformações espirituais que toda religião induz nas pessoas, pois de forma nobre afloram da alma as melhores intenções do ser humano. Reinaldo é um dos 26 milhões de evangélicos do Brasil, segundo censo de 2000, número que com certeza, nos dias de hoje, deve ter-se elevado consideravelmente.

Não poderíamos deixar de reconhecer que as igrejas evangélicas, independentemente de seus segmentos, contribuem de forma decisiva para a formação da ética, da moral, dos bons costumes, preenchendo uma lacuna e um espaço fértil onde a desesperança, a miséria e a desventura prosperam face à fragilidade sócio-econômica e à falta de oportunidade que ainda persistem no nosso meio, conduzindo os jovens à criminalidade, ao vício e à desintegração familiar.

As várias denúncias elencadas nos últimos anos em relação aos líderes de igrejas evangélicas nos assustam e certamente, cabe ao Judiciário, como já o fez inúmeras vezes, apurar os fatos baseando-se no princípio de isenção religiosa, como é sua marca no Brasil. Contudo, nos parece pertinente uma reflexão sobre o papel da imprensa em relação a essa questão que envolve, de certa forma, essa grande parcela da sociedade brasileira, pois desta feita, quem está sendo julgado são seus líderes religiosos.

Com efeito – e me abstendo da questão criminal em si ajuizada – cabe ao provimento jurisdicional julgar. Mas o que se observa é que existe nos meios de comunicação uma insinuação velada de que ser evangélico no Brasil é sinônimo de estar sendo enganado, ao mesmo tempo que, pouco se demonstra ou valoriza, os atos dos fiéis, a mudança em suas vidas, a fé despertada, a vida reconstruída. Tudo mais é enaltecido: os maus atos dos líderes e a improbidade religiosa, o que por consequência, desqualifica o espírito evangélico renovador, coisa que não deveria acontecer. Nos EUA os evangélicos são responsáveis pelas maiores doações a Israel e no Brasil, observa-se que a simpatia dos evangélicos pelo povo judeu faz com que as diferenças religiosas sejam superadas através do entendimento pela paz e da busca quanto à harmonia das idéias.


N
ão seria justo que o lado bom de qualquer religião fosse ofuscado pela postura dos líderes, mas assim como é necessário denunciar as improbidades, também é dever da imprensa reconhecer e dar espaço às boas coisas, prestigiando aqueles que como Reinaldo, através da religião, tiveram o firme propósito de renascer com a sua fé, de superarem-se através do amor que nutrem por Deus e com orgulho, dirigem um olhar sereno segurando uma Bíblia, quando dizem: “ – Eu mudei, sou evangélico, estou renascendo. Deus te abençoe.”

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Fernando Rizzolo é Advogado, Pós Graduado em Direito Processual, Professor do Curso de Pós- Graduação em Direito da Universidade Paulista (UNIP), Coordenador da Comissão de Direitos e Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil da Secção São Paulo e membro efetivo da Comissão de Direito Humanos da OAB/SP. É também articulista colaborador da Agência Estado.

(*) Li no blog E agora, como viveremos?

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Nossos problemas acabaram!

Clique para apreciar melhor esta pérola

Por Danilo Fernandes

Agora não preciso mais temer os anjos caídos do Marquito e nem o ededron santo (ops, manto sagrado) do Rodovalho! As maldições do Rui Raiol não mais nos assustam! O Terra Nova pode até comprar helicóptero de combate Apache, quem não estamos nem ai! Malaveia cheia de dinamite na nossa porta? Ih! Relaxa que o Morris Cerrullo já está na idade da loba e a Perua Gospel perdeu o bico afiado faz tempo…

Eu, Leo, Márcio e Nani vamos fazer este curso e ninguem mais segura #ALIGA! kkkk

Agora sério (vou tentar, risos): Ao menos não ousaram colocar o nome do nosso Salvador nesta meleca!

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Postou Danilo Fernandes, que é testemunha ocular no Púlpito Cristão e réu no Genizah

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