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Archive for setembro \30\UTC 2009

O deputado Federal Luiz Bassuma (PT-BA) perdeu no último dia 17, pelo período de um ano, todos os seus direitos partidários.

Não pode mais exercer seu mandato de forma plena, não pode participar de comissões da Câmara ou se pronunciar em nome do PT. Não pode sequer votar ou ser votado nas instâncias partidárias, o que inviabiliza sua participação nas eleições de 2010.

A decisão foi tomada pelo Diretório Nacional do PT, que não aceitou o engajamento de Bassuma na luta contra o aborto.

Desde 2007 o PT apoia a interrupção da gravidez. Bassuma fez da luta contra o aborto sua bandeira e disse que não se renderia ao partido.

Punido, garantiu que não vai deixar o PT para disputar a reeleição em outra sigla. Vai ingressar com ação no Supremo Tribunal Federal para tentar reverter a decisão e evitar que o PT “perca sua alma”.

“Vou ganhar no STF e manter minhas convicções pessoais. Acho que o julgamento vai ser bom não só para mim, mas para todos que não abrem mão de questões de foro íntimo, nem mesmo pelo seu partido”, disse.


Por que e como o PT suspendeu seus direitos partidários por um ano?

Estou há 15 anos no PT e sempre lutei contra o aborto. Essa é uma de minhas principais bandeiras. Só que em 2007 o PT mudou. Passou a defender o aborto. Eu, naquela hora, disse que não poderia defender isso. Em 2008 colhi assinaturas e apresentei a CPI do aborto, que só não é instalada porque o PT se recusa a nomear seus representantes. Então uma grupo de mulheres do PT me denunciou no Conselho de Ética e acabei punido.


Não tentaram expulsar o senhor?

Sim, mas são precisos 38 votos no Diretório para expulsar. Faltaram três. Por isso sugeriram a suspensão de um ano – e com 54 votos favoráveis ela foi aceita. Soube que o presidente do partido, Ricardo Berzoini, achou melhor assim. Não queriam me transformar no mártir da luta pela vida.


Sem poder ser candidato, não vai mudar de partido para a reeleição?

Quando me puniram acharam que eu iria sair correndo para outro partido. Pediriam então meu mandato na Justiça. Mas não vou fazer isso. Vou ficar no PT e vou no Supremo Tribunal Federal (STF) tentar reverter a decisão do Diretório que considero autoritária. A Constituição diz que ninguém será privado de direitos por defender questões filosóficas, religiosas ou políticas. Vou ganhar no STF e manter minhas convicções pessoais. Acho que o julgamento vai ser bom não só para mim, mas para todos que não abrem mão de questões de foro íntimo, nem mesmo pelo seu partido.


E como vai ser sua atuação de deputado daqui para frente?

Me tiraram de todas as comissões, não sei se vou poder sequer falar na tribuna. Mas estou andando com uma bandana escrito “censurado”, que se nem falar eu puder vai ser o meu protesto.

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Fonte: blog do Noblat

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Teologia do Medo

Por Renato Vargens
Os templos neopentecostais estão abarrotados de pastores que disseminam a nefasta teologia do medo. Infelizmente, O medo tem sido espargido pelos ministros da prosperidade que de forma desavergonhada anunciam o evangelho do pânico, cujo protagonista é satanás. Nele, o crente é ensinado de que o diabo pode afligi-lo, atormentá-lo, além obviamente de destruí-lo roubando-lhe a salvação eterna. Para tanto, os evangelistas à lá Zé do caixão, promovem entrevistas com demônios, ensinam sobre o poder do capeta, além de propagarem um cristianismo onde o dualismo e o maniqueísmo se fazem presentes.

Ora, vamos combinar uma coisa? Este tipo de doutrina é extremamente interessante para os adeptos da fé “hitchcochiana”, até porque, ao instalar a política do medo no coração dos incautos, se torna mais fácil, comercializar os apetrechos da fé, cujo poder é mágico, além de eficaz para afastar mal olhado, olho grande e todo tipo de feitiçaria.

Para piorar a situação, as doutrinas propaladas pelos terroristas neopentecostais, impõem sobre os cristãos a idéia de que não existe salvação sem a intervenção milagrosa de Jesus mediante as mãos de apóstolos, bispos e pastores especiais. Ao serem induzidos a pensar desta maneira, um número incontável de cristãos abandonam na esquina da vida doutrinas como o sacerdócio de todos os santos, salvação e outras mais. Além disso, por acreditarem na existência de líderes especiais, os membros destas igrejas tornaram-se reféns de uma política espiritual, onde desobedecer a determinação do pastor é pecado grave, podendo trazer maldições da parte de Deus sobre aqueles que tocam no “ungido” do Senhor.

Isto posto, afirmo que o Evangelho de Cristo se contrapõem em muito a teologia do medo. Em Jesus e por Jesus somos libertos da escravidão do pecado, e do domínio do diabo. Vale à pena ressaltar que a Bíblia também nos ensina que somos de Deus e que em virtude disto maligno não nos toca. Em outras palavras, isto significa dizer que não existe esta história de que o diabo pode aprontar o que quiser na vida do cristão.

Louvado seja o Senhor que nos VERDADEIRAMENTE nos libertou e que por intermédio de sua cruz nos tornou livres.

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Fonte: Renato Vargens

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Jesus Era Divertido?

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Por Alessandro Cristian
Malco Heresiano era um rapaz do interior que, em sua adolescência, passou a frequentar uma igreja evangélica pentecostal. Antes de atingir a maioridade recebeu (de Deus?) o dom da palavra. Sim, com “p” minúsculo. E passou então a berrar pregar pelos púlpitos do país.

Ficou nacionalmente conhecido graças às suas pregações que, embora inconsistentes e eivadas de heresias e frases de efeito, agradavam em cheio à turma do barulho – ou turma do reteté, como ele carinhosamente chamava seus ‘fãs’.

Seu ministério foi se expandindo, sobretudo graças às suas aparições frequentes em determinado congresso (movimento?) de heresias e algazarra realizado anualmente num Estado do Sul do país.

Estudou teologia e chegou até a concluir o doutorado (EAD?), embora isso não transparecesse em suas pregações.

Não contente apenas com o alto cachê que recebia como animador de auditório, digo, não contente em ser apenas um “pregoeiro da palavra”, expandiu seus negócios: venda de DVDs, CDs, livros, consórcio (“onde você realiza seu sonho da casa própria em nome de Jesus”), curso de teologia.

Devido ao teor de suas ministrações, muitos duvidavam que ele gozasse de sã consciência. Tal dúvida se agravou quando Malco bradou para quem quisesse ouvir que desejava receber uma cusparada do animador de auditório Bem no Rim, mundialmente famoso por derrubar pessoas, ou girando o paletó ou com seu assopro (ô mau hálito!).

Num arroubo Michael Jacksoniano, mudou radicalmente seu visual, inclusive com aplicações de botox e alisamento da cabeleira outrora quase pixaim.

Abriu até uma igreja própria, a qual foi inaugurada já com 500 membros (ao que tudo indica, peixes pescados em aquário alheio). Até grife própria o rapaz passou a ter.

As camisetas “gospel” também estavam no rol dos produtos. Ah, tá. Camisas com versículos bíblicos? Ao menos isso se espera de um Doutor em Divindade. Antes fosse. Eram camisas com chavões pentecas, do tipo “A tampa da chaleira vai voar” e “Pentecostal que não faz barulho tem defeito de fabricação”.

O moço intentava escrever ainda um livro intitulado “1300 maneiras de levantar um dindim vendendo produtos gospel”, numa alusão à quantidade de produtos disponíveis para a venda em seu site.

Diante desses fatos lamentáveis, vários cristãos passaram a pedir a Jesus coragem e um azorrague de cordéis para expulsar o vendilhão do templo.

Outros se dedicaram com afinco ao estudo e pregação da genuína Palavra de Deus, em combate às heresias de Malco.

Outros ainda passaram a denunciar as picaretagens de Malco em seus blogs apologéticos, e inclusive um deles foi ameaçado de ser processado pelo mesmo, que se sentiu ofendido com o conteúdo das postagens.

Os cristãos passaram também concomitantemente a orar para que Heresiano se voltasse unicamente às Escrituras e à exposição da Palavra. E Deus atendeu tais orações. Malco parou de fazer barulho, de gritar ao microfone receeeeeeeeeeeba!, de invocar anjos, e de todas as invencionices das quais fazia uso.

Hoje, arrependido pelo passado de puerícia, é um exemplo de sabedoria e mansidão, e busca a cada dia se aprimorar-se na presença do Senhor. Suas pregações são uma mescla da ousadia e sabedoria dos pioneiros pentecostais com a profundidade dos pastores reformados. Hoje, é um missionário a serviço de Deus em Timor Leste. E Malco viveu feliz para sempre.

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Fonte: Alessandro Cristian: Em construção!


Nota do Editor:
A imagem utilizada é meramente ilustrativa. O Marco Feliciano é gente fina, e o Púlpito Cristão apoia o ministério dele. A intenção em divulgar tal imagem é apenas de ajudá-lo a vender consórcios da GMF, em nome de ‘Gezuiz’… (risos!)

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Viva à Graça Comum!

Por Márcio de Souza
Como negar a ação de Deus entre os homens? Ao ouvir clássicos da música como One do U2 ou Miss Sarajevo, onde Luciano Pavarotti leva qualquer um as lágrimas com sua participação especial, fui tomado por um sentimento que me diz claramente que a mão de Deus está por trás desses momentos luminosos de pessoas extraordinárias que passaram por aqui. A musicalidade de Renato Russo, a genialidade do guitarrista John Mayer, a forma assomborsa de atuar de Al pacino e De Niro, tudo isso, segundo a bíblia, vem de Deus! Não é assim que ela diz: “Toda boa dádiva, todo dom perfeito, vem do Pai das luzes…” Não é assim? O demônio não tem parte nisso, ele não tem condições de conceder ao homem nada de bom.

Quisera o mundo Gospel ter em abundânica poetas como Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante do Los Hermanos, gente com personalidade e não meras cópias do que já vemos por aí. Falta autenticidade, para falar a verdade estamos vivendo uma crise de autenticidade. O que nos resta é contestar o que Deus deu a essa gente que arranca lágrimas de nossos olhos, que nos faz rir em momentos de tristeza, que nos faz pasmar diante de um solo de guitarra ou uma atuação perfeita.

O que tenho a dizer neste post raso, porém, em tom de desabafo, é o seguinte: Obrigado Deus pelos nomes citados e muitos outros que eu esqueci!

Minha oração é que deixemos a mesquinhez e a dor de cotovelo e comecemos a criar se é que ainda temos essa capacidade.

Termino com um trecho de Além do que se vê, do Los Hermanos: “Moça, olha só, o que eu te escrevi, é preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê”.

OBS: você já ouviu em alguma das nossas letras GOSPEL algo mais transcendente que isso? Eu não… Deus Obrigado pelo Privilégio de ter ouvido esses caras! Aos que acham que isso é do capeta, resta-me dizer: VIVA A GRAÇA COMUM!

E no mais… tudo na mais santa paz!

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Postado por Márcio de Souza, no Púlpito Cristão

Comentário de Leonardo Gonçalves:

Viva a Graça Comum. Mas sou ainda mais entusiasta quando penso na graça irresistível e eficaz! Glória a Deus, ao Deus bíblico… que nem ao mais profano dos homens privou desta graça comum e providente, trazendo a luz do dia, a chuva e estendendo o firmamento sobre “perdidos e achados”, santos e pecadores. Mas o glorifico ainda mais quando penso no poder do seu soberano chamado e na excelência da nossa vocação, a qual é um chamamento eterno e um decreto irrevogável.

Aleluia!

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Tristemunhos forçados

Por Vera Siqueira
“Ora, descendo Ele do monte, grandes multidões O seguiram. E eis que um leproso, tendo-se aproximado, adorou-0, dizendo: Senhor, se quiseres, podes purificar-me. E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E imediatamente ele ficou limpo da sua lepra. Disse-lhe então Jesus: Olha, não o digas a ninguém, mas vai mostra-te ao sacerdote e fazer a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho ao povo” – Mt 8.1-4

Há pouco assisti por acaso a uma parte do programa Show da Fé do Missionário R.R. Soares. Era a hora dos testemunhos, logo depois da hora dos patrocinadores. Então o Missionário disse algo assim: “não tenha vergonha, se você foi curado dê seu testemunho senão o diabo vem e rouba a sua bênção”. Isso, aliás, é dito em todos os cultos ou programas, para forçar a divulgação dos testemunhos.

Mas qual a base bíblica que fundamenta essa história?

Não me lembro de nenhuma passagem que diga que, se alguém não testemunha de sua cura, ela é roubada pelo inimigo. Jesus agia bem ao contrário, pois muitas vezes, após realizar milagres, pedia que os abençoados mantivessem segredo (mas como as línguas humanas são maiores do que as bocas, quase nunca isso acontecia). Ué, porque o R.R. Soares e tantos outros líderes agem diferentemente de Jesus nesse quesito?

O show da fé não pode parar. Já pensou se, para cada cura, o fulano tivesse que sair da igreja, ir no médico, realizar exames, depois voltar sabe-se lá quando e só então dar o testemunho do milagre? Nesse caso, quantos testemunhos haveria por noite, um, dois, talvez nenhum? Mas se, ao contrário, todos são induzidos a crer que foram curados e que, para não perderem a bênção, têm que declarar na mesma hora a cura, o milagre? Nesse caso, o número de testemunhos é inimaginável!

Porém, fica a questão: houve o milagre de fato? Nem sempre.

Infelizmente há um caso recente de engano. No início desse mês noticiou-se a morte de uma mulher em decorrência de ter parado de tomar os remédios que regulavam seu diabetes, por obediência a um pastor que dizia que bastava ter fé para ser curada. Como esse, há vários casos por esse mundo afora de pessoas vítimas da imaturidade de seus líderes espirituais, que não sabem discernir a voz do Espírito Santo e em nome de outro espírito induzem os fiéis a crerem em curas que Deus não efetuou.

Quem nunca ouviu que se tem que declarar a bênção antes mesmo dela acontecer, como se isso “forçasse” Deus a agir em nosso favor? E quem não conhece alguém que já se frustrou muito pela profecia de um milagre que não aconteceu? Nem sempre a “Confissão Positiva” dá certo, pois o controle do universo está nas mãos de Deus, e não dos homens, embora o Missionário R.R. Soares e tantos outros creiam nisso (basta “determinar” que Deus fará, como se Ele fosse uma espécie de mordomo de luxo).

Esse negócio de dizer que o diabo pode roubar sua bênção tem mais uma utilidade: a de tirar toda a responsabilidade do líder religioso quanto ao provável resultado negativo do negócio. Ora, o milagre aconteceu durante o culto, se depois ele se desfez foi por culpa do fiel que fez alguma coisa errada (não deu o tristemunho, ou o deu com dúvida). O pastor, porém, não tem culpa de nada, foi instrumento do milagre, fez “sua” parte.

Não há coisa pior do que subir num púlpito, testemunhar um milagre que, induzidos pelo pregador, acreditamos ter acontecido em nossa vida, e dias depois constatar que nada de real aconteceu. Os mais fracos podem até se desviar da fé, deixando de crer no poder do “Deus” que lhes foi apresentado. Outros até persistirão, porém com sua esperança definhando domingo a domingo, após cada promessa de “hoje-é-o-dia-que-sua-bênção-vai-chegar” não cumprida.

Líderes que pregam o “tristemunho forçado” são destruidores da esperança que o Evangelho de Cristo nos traz. Que Deus dê maturidade às Suas ovelhas, para não caírem nos enganos dos lobos disfarçados de cordeiros.

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Postado por Vera Siqueira

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Pastor Bruce Lee vs Karate Kid

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