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Archive for abril \28\UTC 2009

Líder da Igreja Universal alega dificuldades para manter portal e sites da denominação na web.

Uma mensagem assinada pelo líder da Igreja Universal do Reino de Deus, o bispo Edir Macedo, tem chamado a atenção na mídia virtual da denominação. Através do portal Arca Universal, controlado pela igreja, Macedo tem pedido donativos para manter o site no ar. Mencionando que a homepage é um “trabalho evangelístico” e que o material veiculado serve para o “crescimento espiritual dos nascidos de Deus, como também tentando ajudar aqueles que o querem”, o dirigente admite que a Universal tem tido dificuldades para mantê-la na web. “Toda a estrutura é composta de vinte profissionais, entre jornalistas, programadores e webdesigners. Todos são funcionários com carteira assinada e a empresa tem que arcar com suas responsabilidades e com todos os encargos trabalhistas, FGTS, férias, etc”, justifica Macedo. Segundo ele, o assunto é “extremamente sério”.

De acordo com a mensagem do bispo, o custo total dos serviços de canais virtuais e hospedagem dos sites da Igreja Universal – que incluem, além do portal de informações, sites da Folha Universal, de serviços e programas como o Fala que eu te escuto e Terapia do amor, além dos sites pessoais do próprio Macedo – beira os R$ 110 mil mensais. “É uma estrutura complexa”, continua o religioso, lembrando ainda despesas com imóveis e taxas de luz, gastos com material etc. “Se você já tem sido meu auxiliar no rádio, não quero colocar mais um peso sobre você. Caso contrário, gostaria de pedir sua participação nesse trabalho evangelístico via internet”, apela o bispo, que termina explicando ao internauta que, caso o Espírito Santo o toque para “ajudar a carregar esta responsabilidade”, como pode fazer suas doações através de contas bancárias.

Cristianismo Hoje.

Fala sério, dinheiro…dinheiro…dinheiro…

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Governo malaio impede que menores de idade mudem de religião sem consentimento de ambos os pais.

O Governo da Malásia anunciou na última semana que impedirá a conversão de crianças sem o consentimento de ambos os pais como uma medida para diminuir o conflito inter-religioso neste país de maioria muçulmana.

O anúncio foi feito pela Administração do novo primeiro ministro do país, Najib Razak’s, publicou o site do jornal USA Today.

O ministro da Justiça malaio, Nazri Abdul Aziz, afirmou que o gabinete decidiu que quando casais se separam os filhos devem ser mantidos na sua religião original.

“O gabinete sente que há um contrato construtivo entre marido e mulher e que os filhos devem permanecer na religião comum do momento do casamento,” disse Nazri.

Cristianismo Hoje.

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Ex-noiva do Exu-caveira!

figura13

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Por Leonardo G. Silva – Th.M.

Sempre afirmei que a teologia da prosperidade não é bíblica, e que o Deus que seus adeptos apresentam aos fiéis é um falso Deus, um deus inventado, fruto da imaginação humana e produto das demandas religiosas do mercado. Suas igrejas são parecidas ao Fast Food, onde você paga no caixa e leva o sanduiche. É o famoso fast faith, já mencionado em um ensaio do Léo Oliveira.

A descoberta é que, além da semelhança com o MacDonalds, a fé neopentecostal encontra um forte paralelo no homem do Baú. É isso mesmo: há um paralelo perfeito entre Silvio Santos e o deus pós-pentecostal:

“Senor Abravanel, carioca, nascido aos 12 de dezembro de 1930 fez fama e dinheiro, dentre outras coisas, vendendo o tão conhecido Baú da Felicidade: Um carnê de pagamento mensal que recompensava a fidelidade financeira dos seus clientes, com prêmios e mais prêmios. Eram eletrodomésticos, móveis, brinquedos, automóveis e até imóveis. Bastava adquirir o carnê e pagar todos os meses, rigorosamente em dia – como fazia questão de frizar o apresentador – para ter direito aos prêmios. […] Depois era só passar em uma de suas lojas e trocar o carnê pago por mercadorias. Ficou rico, fez fama e “ajudou” muita gente a realizar o sonho da casa própria.

Hoje em dia, quantos são aqueles que querem fazer do seu carnê de dízimo, um carnê do Baú da Felicidade? Quantos são aqueles que, direcionados por seus líderes, acham que têm algum privilégio diante de Deus só porque pagam em dia a mensalidade? A igreja (me refiro à igreja local) tem se tornado num clube de investimento, numa espécie de bolsa de valores celestial. Você aplica hoje e amanhã tem rendimentos: Sete vezes mais, cem vezes mais, sei lá quanto; tudo vai depender da sua fé e da sua fidelidade financeira” [1]

É claro que qualquer semelhança entre Silvio Santos e Deus, muito mais que mera coincidência, constitui FRAUDE. Cristo não morreu na cruz para comprar pra você um carrão, casa própria, geladeira, etc. Isso a gente compra com dinheiro, cheque ou cartão de crédito. Cristo morreu para comprar a sua alma pecadora. Essa sim, caríssima. Não podia ser comprada mediante cheque, boleto bancário, cartão de crédito ou consórcio. Apenas o sangue de Jesus pode pagar! (1Pe 1.18-19)

Meu caro leitor: Não permita que essa gente te engane, dizendo que Deus tem um compromisso financeiro contigo, só porque você dá ofertas, dízimos ou cumpre fielmente os seus “votos” (sempre financeiros). Isso é mentira! Deus quer apenas que você viva para ele. Ele quer que você ande em santidade. Ora, conheço adúlteros, bêbados e calhordas que são fiéis dizimistas e patrocinadores de programas de TV. O próprio telepastor (aquele que vende as Palavrinhas de Vitória via SMS) sempre faz questão de lembrar que há centenas de pessoas incrédulas patrocinam seu programa. É claro: Ele promete o mundo em troca! Aí os caras se animam e decidem fazer uma “fézinha”, rs… Agora, dizer que isso lhes dá direito a riquezas, à colocar Deus contra a parede, a botar o dedão na cara dele e dizer “Eu determino!” (em outras palavras, dando uma ordem), é absurdo! Não sei de onde o telepastor tirou que Deus tem obrigação financeira com alguém, e ainda mais um incrédulo ateu! Esses mentirosos colocam os interesses pessoais acima da teologia e da virtude! São uns mercenários!

Os pregadores da teologia da prosperidade ensinam o crente a ser ambicioso e egoísta. Tudo se move em torno de interesses. Já não há ofertas ou doações; apenas troca. É o famoso toma lá, dá cá! Repito, pois vale a redundância: dentro do movimento da teologia da prosperidade, não se oferta: faz-se investimento. Ninguém dá nada a Deus; eles aplicam na bolsa de valores do céu. Mas acontece que Deus não deve nada para ninguém! Hipócritas, “quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado?” (Rm 11.35). Ele não deve nada a mim, nem a você.

Abravanel é um homem de negócios. Ele sim, tem a obrigação de premiar seus clientes, pois está tudo em contrato. E para ele não importa se o cidadão é um adúltero, um fornicador ou homicida. Pagou em dia as mensalidades, então tem direito aos produtos na loja do Baú. E se não pagar, você prensa ele na parede: leva o caso para a justiça e obriga ele a cumprir o contrato! Com Deus é diferente; ele não é o Silvio Santos gospel. É claro que ele é dadivoso, generoso, mas acima de tudo ele é Soberano e Senhor. E não adianta determinar; ele não recebe ordens de ninguém. E de nada vale pagar o carnê em dia, se você pretende fazer permuta com o Todo-Poderoso. Ele não aceita ser colocado contra a parede, nem aceita ser manipulado. Ele é Deus, você é servo, e não o contrário.

***
[1] – A citação é de um texto de Danilo Miguel, no blog Sem Forma

Púlpito Cristão.

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Paul Washer – Para Ele

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Por Leonardo G. Silva – Th.M.

Não é de hoje que eu ando preocupado com a teologia brasileira. Aliás, falar de “teologia brasileira” é entrar em terra de ninguém, isso porque até hoje – ao menos segundo me consta – não existe uma teologia brazuca propriamente dita. Nosso “mercado” teológico experimenta o que eu aprendi na quinta série como sendo a tal “balança comercial (des)favorável” (se não é assim, a culpa é da dona Maria José, minha professora lá na E.E. Clóvis Salgado, que me ensinou errado): importamos muito, exportamos pouco e produzimos quase nada.

Eu sou brasileiro, então posso falar: A gente só gosta de coisa importada. Usamos Nike e desprezamos o Bamba. O nacional não presta; tudo de bom vem de fora. Na teologia, a tendencia é a mesma: importamos a Teologia da Prosperidade (made in USA), o pragmatismo teológico (Idem), e recentemente o Teísmo Aberto ou Teologia Relacional (Idem também!). Como nós amamos os Estados Unidos! “Se farinha fosse americana e mandioca importada, banquete de bacana era farinhada!”. Deus abençoe a América!

Apesar de ser um tanto dissoante perguntar pela nossa teologia (pois não criamos nada: apenas copiamos e compilamos), mesmo assim podemos propor uma investigação acerca das raizes da teologia dominante no meio protestante (protestante?) brasileiro. É claro que tal pesquisa envolveria uma busca enorme, catalogação de diversas fontes, etc. Mas como eu não estou escrevendo nenhuma monografia, e como isso aqui ainda é um blog, e não um compêndio de obras acadêmicas, poluido de jargões estereotipados e feito segundo o pedantismo da ABNT, vou arriscar um pitaco informal e falar um pouco das raizes da teologia predominante no mercado religioso:

1. A primeira forte tendência que eu encontro na atual teologia de mercado é de caráter medieval. Errou quem pensou que eu ia começar falando do Kannet Hagin e Essek Kenyon, dois “malucos beleza” do movimento da confissão positiva. Sim, senhores! O medievalismo ainda é a maior tendência dentro do protestantismo brasileiro. Olha só o que rolava naquele tempo, e o que rola até hoje nas igrejas pós-reforma:

a) Obscurantismo Teológico: O medo do novo é uma das marcas da teologia medieval. Tudo o que não se encaixava nos moldes do escolasticismo era chamado de heresia (qualquer semelhança com os fundamentalistas de hoje não é mera coincidência).

b) Ênfase nas obras: Não existia uma mensagem de graça. O perdão de Deus era obtido mediante o esforço do fiel, que graças a sua piedade intrinseca, se auto-redimia comprando para si o favor e o perdão de Deus (qualquer semelhança com as igrejas pentecostais legalistas de hoje não é mera coincidência).

c) Clero claudicante: O câncer da corrupção havia tomado conta do clero. Sacerdotes ladrões e adulteros, que não tinham tempo para apascentar o rebanho, mas que satisfaziam a cada dia a sua luxúria concupiscente eram comuns à época (qualquer semelhança com pastor, apóstolo e bispo safado, que dá mal testemunho e explora a fé superticiosa do povo não é mera coincidencia).

d) Uma fé palpável: Comercialização de ícones, de relíquias dos santos e imagens de escultura, além da compra do favor de Deus mediante o pagamento de indulgências (qualquer semelhança com lenços ungidos, venda de produtos made in Israel e com as pregações sobre dízimo – quem dá recebe, e pode colocar Deus contra a parede – não é mera coincidência).

e) União entre a Igreja e o Estado: A idéia era trazer o reino de Deus à terra mediante um governo cristão no mundo (qualquer semelhança com os discursos eleitoreiros evangélicos de hoje não é mera coincidêcia). Quase sempre os governantes religiosos davam escandalos e mal testemunho (qualquer semelhança com o episódio das ambulâncias, CPI dos sanguessugas não é mera coincidêcia também).

2. A segunda forte tendência que eu encontro na atual teologia de mercado chama-se Pós-modernismo. Vilão bem conhecido nas igrejas, é o principal responsável mela mudança dos paradigmas, pela perda da identidade e valores cristãos. Além disso, sua influência pode ser vista:

a) Na relativização da verdade: Ninguém aceita que se fale em verdade absoluta, principalmente no contexto de religião, pois descobriu-se que todo esse dogmatismo ofende os ouvintes. Além do mais, eles estão absolutamente convencidos de que a verdade é relativa.

b) Remoção dos marcos antigos: Há uma forte aversão por tudo que é antigo. Desprezam o antigo por ser antigo, e aderem ao novo por ser novo, quando na verdade ambos, o antigo e o novo devem passar pelo crivo da verdade, e só então ser considerados como dignos de apreciação (qualquer semelhança com os discursos pra frentex que introduzem os modismos na igreja não é mera coincidência).

c) Amor livre: Não existe uma preocupação com a castidade. Aliás, alguns situacionistas classificam o pecado como aquilo que é feito sem amor. Fazer amor não é pecado! Realmente ainda não entendi que amor é esse, que hoje se entrega a um, amanhã se dá a outro. Talvez seja o amor cantado pelo Ed Motta: “amor de bicho!”. Ademais, amor livre é uma contradição de termos. Como dizia o poeta Camões, amar “é querer estar preso por vontade”. Amor é cativeiro, e não liberdade.

d) O homem como centro da teologia: basta ligar o televisor em qualquer programa evangélico para constatar que o foco da teologia está invertido. Deus já não é o objeto de culto, a quem se dirigem os fiéis em gratidão. Ele é um vassalo, um servo do homem, que está aí para atender todos os nossos caprichos. Nós determinamos, e ele (tal como um mascote bem treinado) instintivamente obedece, tudo porque nossas palavras têm poder (qualquer semelhança com o discurso triunfalista da IURD, Igreja Mundial, do gordinho da garrafa ou com o pastor daquela garagem na sua rua não é mera coincidência).

Nossa breve incursão pelo cenário teológico brasileiro, nos capacita a entender que, embora não exista uma teologia netamente brasileira, existe atualmente uma teologia sincrética, uma grande colcha de retalhos feita à partir de remendos modernos e medievais, que vai em busca do que há de pior em ambos sistemas e sintetiza-os, criando um cristianismo de mercado, onde o objetivo principal não é a glória de Deus, e sim deixar os clientes satisfeitos.

Púlpito Cristão.

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Xuxa satanica

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