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Archive for novembro \30\UTC 2011

Queridos amigos,

 

Será votado hoje na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados o PL 760/2011 que prevê pena de previsão de 3 anos em caso de intrusão em áreas indígenas

Segue a cópia do PL e o voto da relatora

Veja o texto do autor, um deputado ligado ao CIMI e o voto da relatora, uma deputa do  PT e também ligada ao CIMI

Precisamos colocar no texto uma  que se referia às missões e as instituições sociais

Vou precisar de ajuda para elaborar um  texto substitutivo URGENTE

Do  jeito que está com certeza muitos missionários  e profissionais da área social e da saúde poderão serão presos

Me ajudem na elaboração do texto, por favor!

Vou descer agora na Comissão com alguns parlamentares para tentar barrar a votação

Damares

(vejam com que rapidez este PL entrou e já vai ser votado)

Damares

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ai se eu te pego gospel.wmv

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Em nota, Papa Bento XVI defende a criação de um governo único mundial. Cristãos acreditam ser o sinal do Anticristo

O Pontifício Conselho Justiça e Paz do Vaticano publicou uma nota abordando o tema da crise financeira mundial, intitulada “Para uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública de competência universal”.

Nessa nota, sob argumentos humanitários, o Vaticano propõe que todos os países do mundo avancem nos estudos de estabelecer uma autoridade mundial, para assuntos financeiros e bélicos. Segundo a nota, “ninguém, conscientemente, pode aceitar o desenvolvimento de alguns países em desvantagem de outros”. Para o Vaticano, “o caminho rumo à construção de uma família humana mais fraterna e justa e, antes ainda, de um renovado humanismo aberto à transcendência, parece ainda muito atual”.

Ressaltando a Carta encílica “Pacem in Terris”, (termo em latim que pode ser traduzido como Paz na Terra), escrita em 1963 por João XXVIII e que previa uma unificação cada vez maior do mundo, a nota afirma que desde aquela época, se reconhecia o fato de que, na comunidade humana, faltava uma correspondência entre a organização política, ‘no plano mundial, e as exigências objetivas do bem comum universal’. Por conseguinte, desejava que um dia se pudesse criar ‘uma Autoridade pública mundial”, afirma a nota.

O processo de globalização do mundo e dependência mútua cada vez maior dos países é classificada pela Igreja Católica como um fato previsto pelo Papa João XVIII em sua carta, e apoiada pelo Papa atual, Bento XVI. “Face à unificação do mundo, favorecida pelo complexo fenômeno da globalização; perante a importância de garantir, para além dos demais bens coletivos, o bem representado por um sistema econômico-financeiro mundial livre, estável e ao serviço da econômica real, hoje o ensinamento da Pacem in terris parece ainda mais vital e digno de urgente concretização. O próprio Bento XVI, no sulco traçado pela Pacem in Terris, manifestou a necessidade de constituir uma Autoridade política mundial”.

O comunicado explica os motivos, classificados pela igreja católica como humanitários, de se apoiar um governo único, proposta que é entendida por teólogos como parte do surgimento do Anticristo, previsto nas profecias do Apocalipse. O Vaticano propõe uma reflexão na luta pelo desarmamento dos países: “Pensemos, por exemplo, na paz e na segurança; no desarmamento e no controle dos armamentos; na promoção e na tutela dos direitos fundamentais do homem; no governo da economia e nas políticas de desenvolvimento; na gestão dos fluxos migratórios e na segurança alimentar; e na salvaguarda do meio ambiente. Em todos estes âmbitos, é cada vez mais evidente a crescente interdependência entre Estados e regiões do mundo, e a necessidade de respostas, não apenas setoriais e isoladas, mas sistemáticas e integradas, inspiradas pela solidariedade e pela subsidiariedade, e orientadas para o bem comum universal.”

O Pastor Antônio Mesquita, do blog “Fronteira Final” entende que sob o argumento de ações humanistas, o Vaticano acaba protagonizando uma profecia bíblica sobre o assunto: “Analise a semelhança com o alerta bíblico a respeito do acordo entre o Anticristo e os judeus. O texto de 1 Tessalonicenses 5:1-5 diz: ‘Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas”, opina o Pastor.

Em determinado trecho da nota, o Vaticano afirma que essa “Autoridade Mundial” deve surgir de um processo em que todos os países a reconheçam e aceitem. “A autoridade supranacional deve possuir uma delineação realista e ser realizada gradualmente, com o objetivo de favorecer também a existência de sistemas monetários e financeiros eficientes e eficazes, ou seja, mercados livres e estáveis, disciplinados por um adequado quadro jurídico, funcionais para o desenvolvimento sustentável e para o progresso social de todos, inspirados nos valores da caridade na verdade”.

Para o Pastor Mesquita, as ideias propostas pelo Vaticano se aproximam muito do que as Escrituras Sagradas dizem a respeito desse tema, com perseguição aos cristãos: “A Bíblia diz o seguinte, sobre o Governo Único: ‘E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se a ele poder sobre toda a tribo, e língua, e nação. E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Se alguém tem ouvidos, ouça’.

Fonte: Gospel+

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Petição judicial endereçada a Jesus Cristo é protocolada em vários órgãos governamentais

Um funcionário público do Mato Grosso do Sul tomou uma decisão no mínimo inusitada em relação à corrupção: ele protocolou uma “denúncia contra os poderes que existem no Brasil” em vários órgãos governamentais e endereçou a denúncia a Jesus Cristo.

“Excelentíssimo Senhor Jesus Cristo pai eterno e poderoso dos seres humanos que existem nesta terra”. Essas são as palavras que o funcionário público José Luiz de Oliveira usou para se dirigir a Jesus em seu documento, elaborado como forma de protesto a falta de ação da justiça, conforme diz o próprio documento.

Oliveira, também conhecido como “Zé do Itahum” é bacharel em direito, e foi vereador em Dourados na década de 1990. Ele começa a petição dizendo que “é com muita relutância que venho perante o Filho do Senhor afirmar que a política tornou-se a arte de se prostituir”, e completou dizento: “virou-se prostituição e iniciou-se no Poder Executivo passando para o Legislativo e chegou ao Judiciário”.

A petição feita pelo funcionário público apresenta um relato dos casos de corrupção em Mato Grosso do Sul e no Brasil e todos os prejuízos causados aos cofres públicos e a população.

José Luiz de Oliveira protocolou a petição em uma extensa lista de órgãos públicos, entre eles: o Tribunal de Contas, a Câmara Municipal de Campo Grande, Secretaria de Governo de Mato Grosso do Sul, Correios e Tribunais Regional Eleitoral e de Justiça de Mato Grosso do Sul.

Segundo o site Dourado News o ex-vereador pede em sua carta que Jesus Cristo “decrete uma nova lei no mundo em exclusividade no Brasil para que os políticos que cometem crimes de corrupção sejam eliminados da política, tenham seus bens confiscados e doados a entidades e que sejam obrigados a doarem seus órgãos”.

Oliveira afirma no documento que “conforme a Bíblia Sagrada todos os cidadãos são filhos de Deus e deverão ser respeitados para que possa viver em paz com suas famílias”, e termina a petição solicitando que Jesus Cristo tome as providencias necessárias conforme está escrito na Bíblia.

Fonte: Gospel+

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Por Antognoni Misael

Século XXI. Teleguiados de unções no ciberespaço. Profecias bombásticas em canais de televisão. Jesus está voltando! “Ops! Tenha Calma. Estou comprando um Apartamento na zona da benção, estou financiando meu Kia Cerato, além disso, meu investimento no ministério do Pastor Moris Cerullo ainda deve gerar um lucro de 500% – acha que Cristo virá antes de cumprir seu propó$ito em minha vida?”

De uns tempos pra cá uma chuva de “álcool herético” tem embriagado muita gente. Pessoas tem bebido de um tipo de absinto composto de uma mistifório de teologia da prosperidade, “pietismo moderno”, neopentecostalismo e extravagância anti-lucidez. A bebida é forte! Embriaga, derruba, leva a lama! Faz com que o cara perca as estribeiras.

Não há mais centralidade, direção, certezas, conceitos, doutrina. Mas há um estado de busca incessante por um reino construído por tijolos farisaicos. Um reino onde se busca “o aqui e o agora”, onde os milagres devem acontecer segundo a intensidade de adoração, onde as riquezas valem mais do que o livrança do inferno, onde o conceito de graça tem sido adulterado por uma tal de “confissão positiva”, onde a adoração retrocedeu ao lugar geográfico, onde a centralidade de Cristo anda dividida entre os supostos “Homens de Deus” (redutos de poder), onde os templos gigantes, recalcados por luxo significam a aprovação divina por tal ministério, onde a Verdade tem se diluído em numa bebida contaminada por mentiras de promessas e milagres.

Os embriagados odeiam a leitura bíblica. Preferem pular e cantar, decretar vitórias; ouvir testemunhos e contar as experiências pessoais que tiveram (com Deus??). Os de sintomas mais agudos ainda insistem em proclamar que “o Brasil será (é) do Senhor Jesus” e vivem num êxtase gospel causado pela felicidade de seus ídolos estarem diariamente na Globo cantando louvores ao a Jesus: – “Estamos crescendo numericamente! Estamos ganhando os meios de comunicação para o Senhor Jesus! Aleluia, Deus é Fiel!”

Seus repertórios estão sempre atualizados, de “Restitui a Ressucita-me”, cantam sem saber o que estão dizendo, relativizam a verdade, além de terem um ecletismo assombroso quando conseguem ouvir os Sermões divergentes (Hernandes Dias Lopez versus Valdemiro, por exemplo) e ver naturalidade em seus pensamentos na desculpa de que ambos falam de Deus. A bebida fecha as pálpebras para a Verdade. Isso é grave!

Os embriagados querem mais absinto. Querem materializar o próprio Deus. Eles querem ter experiências profundas, mas esquecem da simplicidade devocional, super-enfatizam os dons, as curas, mas titubeiam na compaixão, piedade, e amor ao próximo. Querem ver a Deus e esquecem de ser imagem Dele; querem abraçá-Lo, beijá-Lo…Querem ser carregados no colo, querem sentir as mãos de Deus, querem chamá-lo de paizinho e acaricia-Lhe o rosto dizendo: Jesus como tu és lindo! Querem extravasar em suas adorações! Querem se desesperar por Ele, querem perder o sono por Ele! (Obs: tais expressões de anseio foram retiradas de várias canções atuais)

Os embriagados detestam a defesa da fé. Acham uma perca de tempo conhecer os atributos e Deus e seus desígnios. Atropelam as recomendações no uso de dons (profecias e línguas), ignoram a reprovação do amor as riquezas, da idolatria, a admoestação da ordem no culto, da adoração como estilo de vida e insistem em continuar bebendo, bebendo…

Se você anda ingerindo tal absinto, ou algum dia o fez, tem a orpotunidade de sair desse estado de dependência. Conheça a Graça de Deus! Liberte-se de julgo da mentira! Liberte-se dos falsos pastores, da falsa doutrina. Seja um sóbrio na fé e na adoração!

Beba da Água da Vida! Jesus!

***
Antognoni Misael é músico, historiador, servidor público e abstêmio deste evangelho podre pregado pelos gurus da prosperidade. Ele também nos ajuda a alertar a galera aqui no Púlpito Cristão

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Boletim n.º145
Segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Livro


Destinado para a Glória
De R$ 8,80
Por R$ 7,04
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Agenda
Novembro

Dia 28/11 – 20h IPB de PInheiros, SP
Dia 29/11 – 20h IPB Filadélfia, Sorocaba, SP
Dia 30/11 – noite, Primeira IPB de Vitória, ES.
Vídeo
Uma mensagem de Cristo à sua igreja
Texto base: Apocalipse 2.1-7
Clique aqui para assistir
Áudio
A ressurreição, nossa gloriosa esperança
Texto base: 1 Coríntios 15
Clique aqui para ouvir
Pastoral
Louvor, a causa da vitória

O louvor é uma expressão de júbilo do povo de Deus tanto nos momentos de profusa alegria como no vale da dor mais atroz. Jesus, estando com sua alma angustiada, na noite em que foi traído, depois de celebrar a ceia com seus discípulos, no cenáculo, cantou um hino e saiu para o monte das Oliveiras, onde travou uma luta de sangrento suor e derramou lágrimas, na mais titânica batalha da humanidade. Paulo e Silas cantaram na prisão, à meia noite, com seus pés presos no tronco e com seus corpos ensanguentados. O patriarca Jó, mesmo esmagado pela dor avassaladora da morte de seus dez filhos, num único acidente, prostrou-se com o rosto em terra e adorou a Deus. Mais tarde chegou a dizer que Deus inspira canções de louvor nas noites escuras.

Queremos examinar o assunto em tela, examinando a passagem de 2 Crônicas capítulo 20. Josafá, rei de Judá, homem piedoso e temente a Deus foi entrincheirado por três nações inimigas: Edom, Amom e Moabe. Esses inimigos entraram em acordo para atacar Jerusalém. A cidade de Davi estava cercada. Os adversários já estavam posicionados, estrategicamente, às margens do Mar Morto, muito próximo de Jerusalém. A notícia chegou ao rei de Judá numa hora em que não se tinha tempo suficiente para esboçar qualquer reação àquele grande exército invasor. Nesse momento, Josafá teve medo. Sabia que era uma causa humanamente perdida. Sabia que o tempo conspirava contra ele. Sabia que seus recursos eram insuficientes para entrar naquela peleja. Em vez de desesperar-se, porém, Josafá pôs-se a buscar o Senhor, e decretou um jejum em todo o Judá e conclamou o povo a orar. O próprio rei confessou não saber o que fazer, mas reafirmou sua confiança em Deus, quando disse: “os nossos olhos estão postos em ti”.

Quando o povo clama a Deus, a resposta vem e vem trazendo orientação segura. O povo não deveria temer. Deus lutaria por ele. A vitória não viria do braço da carne nem da estratégia militar. Deus mesmo desbarataria seus inimigos e lhes daria retumbante vitória. Surpreendentemente, Deus ordenou que se ordenasse cantores que, fossem à frente do exército, cantando louvores ao Senhor, em voz alta sobremaneira. A vitória viria não pela espada, mas pelo louvor. Viria não pelo combate, mas pela adoração. Diz a Escritura que, tendo eles começado a cantar e a dar louvores a Deus, o Senhor pôs emboscada contra os inimigos e eles foram desbaratados. A vitória não veio como resultado da batalha, mas como consequência do louvor. O louvor não é apenas arma de guerra, mas o brado do triunfo. O louvor não é apenas consequência da vitória, mas, sobretudo, a causa da vitória. Não devemos louvar a Deus apenas depois que o inimigo foi derrotado, mas devemos louvar para que o inimigo seja derrotado. Não devemos louvar apenas porque o sol está brilhando, mas devemos louvar mesmo nas noites escuras. Não devemos louvar apenas depois que a tempestade se foi, mas louvar para que ela se vá. O louvor é uma expressão de confiança inabalável de que Deus está no controle da situação, mesmo que nós já tenhamos perdido o controle. O louvor é a manifestação de nossa alegria em Deus, mesmo que as circunstâncias à nossa volta conspirem contra nós. O louvor não é apenas um sentimento ou uma emoção, mas uma atitude de descansar em Deus e exultar em sua bondosa providência.

Quando o povo de Israel chegou no acampamento do inimigo, o vale da ameaça, encontraram seus adversários mortos e o acampamento repleto de ricos despojos. O vale da ameaça foi chamado de “vale da bênção”. O lugar do perigo, tornou-se o território da vitória. O ambiente de apreensão e medo, transformou-se no palco da celebração. A arena da espoliação, converteu-se em campo fértil da provisão. Aquilo que apontava para a morte irremediável, transformou-se no cenário mais eloquente da vida. O louvor ainda hoje nos coloca acima dos problemas e mais perto daquele que está assentado na sala de comando do universo.

Rev. Hernandes Dias Lopes
Copyright ©2011 Hernandes Dias Lopes. Todos os direitos reservados.

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Pastor promove concurso de beijos durante o culto para estimular romance

Na Igreja Vencedores, no Queens (Nova Iorque) o pastor Maurice Johnson convidou os casais presentes no culto de domingo para participar de um concurso de beijos no meio de culto.

O The New York Post noticiou que o pastor está pregando sobre como manter o romance vivo no casamento e premiou com US$ 50, para gastar um uma noite romântica, o casal vencedor do concurso. “Seu quarto e sua vida amorosa são como um fogo que precisa ser alimentado e preservado” pregou o pastor.

“Use o poder do toque para acender a paixão em seu casamento. Você deve estimular visualmente seu marido ou esposa. É uma responsabilidade bíblica mostrar uma boa aparência para o seu cônjuge” disse Johnson.

Quatro casais foram convidados a se aproximar do púlpito e demonstrar sua paixão, tocando mutuamente seus corpos e lábios durante quase cinco minutos, enquanto o grupo de louvor tocava uma música romântica. Os demais presentes escolheram o casal vencedor batendo palmas para o que consideram “mais amoroso”.

Johnson, que é solteiro, diz que vai praticar tudo o que prega a partir do início do próximo ano, quando irá se casar e explica que escolheu fazer uma série de sermões intitulada “O Poder e o Prazer de Romance”, para ressaltar a importância do casamento na sua comunidade.

“Algumas pessoas podem achar estranho fazer esse tipo de coisa na igreja, mas nosso pessoal achou que era algo muito criativo. Deus criou nosso desejo humano de amor e romance” afirma o pastor de 39 anos que é fundador e líder da igreja, que tem frequência média de 75 pessoas.

Os vencedores do concurso foram Frantz Cochy, 39, e Makeetah, 36, que estão casados há 13 anos e disseram que por alguns momentos esqueceram que estavam diante de uma sala lotada. “Foi tudo sincero, ainda fazemos isso em casa”, enfatizam.

“Qualquer sociedade que celebra o romance, o casamento e o amor será uma sociedade livre”, conclui Johnson. “Demonstrações públicas de afeto não são erradas. Adão e Eva estavam nus e não se envergonhavam” enfatiza o pastor, encorajando casais a demostrarem seu amor em público.

Fonte: Gospel+

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Teólogo católico afirma: Deus não condena ninguém. Nem mesmo Hitler

O teólogo católico Andrés Torres Queiruga, deu uma entrevista polêmica na qual afirma, entre outras coisas, que Deus não condenará ninguém ao inferno, nem mesmo Hitler. Queiruga é acusado pelo clero conservador de heresia por defender a teologia da libertação e o universalismo, ou seja, a salvação final de todas as pessoas, indistintamente.

O teólogo começa a entrevista dada ao jornalista José Manuel Vidal, publicada no site Religion Digital, reconhecendo “que até agora as pessoas se arranjaram bastante bem, com a antiga lógica com que se pensava o mal”. Segundo ele “hoje nos damos conta de que dizer que Deus é onipotente, bom, que nos quer infinitamente e que poderia acabar com o mal no mundo, torná-lo perfeito… mas que não quer, é uma contradição”.

Queiruga diz acreditar que Deus não acaba com mal presente no mundo por não ser capaz de fazer tal coisa: “Se eu pensasse que Deus eliminaria todo o mal do mundo sem que custasse trabalho nenhum, e não o fizesse não poderia afirmá-lo.”

O teólogo fala também sobre o inferno, ele diz acreditar que o inferno não é uma forma de condenação, mas a vida humana sendo arruinada pelo mal usa da liberdade pelo próprio homem: “O inferno, o transfundo do inferno, nos fala de que a vida humana pode se arruinar. Não porque Deus a castigue, mas porque nós, usando mal a nossa liberdade, não acolhendo o amor salvador de Deus, podemos estragar a nossa vida”.

O entrevistador perguntou a Queiruga se Deus condena alguém, e ele foi categórico ao afirmar que não, e que segundo suas teorias Deus não condena nem mesmo a Hitler: “Deus não sabe, nem pode, nem quer fazer outra coisa que não seja amar. Nele não há mais que amor e salvação. De Deus só nos chega salvação: Deus não castiga. Nós podemos nos negar a acolher seu amor, mas pensar que Deus nos castiga, apesar das frases da Bíblia, que devem ser entendidas como formas de se expressar, é um erro”.

Quando indagado sobre sua teoria de que o inferno não existe como lugar de condenação ele responde: “Para mim o inferno é a perda eterna de possibilidades, plenitude e felicidade”.

Para explicar seus conceitos sobre salvação, o teólogo espanhol usa Hitler como exemplo: “Pensemos em uma pessoa que morre. Em um Hitler, mesmo que não goste de falar em nomes próprios porque não temos o direito de julgar… está claro que tem toda uma parte, alguns aspectos, algumas capacidades em seu ser que o fecharam para Deus, por egoísmo, por agarrar-se ao mal. Nessa medida, Deus não pode salvá-lo. Mas, na medida em que esta pessoa mantém bondade, desejo de felicidade, luz… nessa medida, como Deus não quer outra coisa, o salvará.

Sobre os textos bíblicos que apontam para a existência do inferno e possiblidade de condenação, o teólogo compara Deus a uma mãe educando seu filho: “Um exemplo que gosto de dar é a situação de estar caminhando pela rua e ver uma mãe que diz ao seu filho: “Se fizeres isso te mato!”. Não tomemos a frase ao pé da letra, porque a preocupação da mãe não é matar o filho, mas evitar um dano” e completa: “Quanto tempo a Teologia necessitará para compreender que as ameaças divinas que aparecem na Bíblia não são mais que a preocupação do amor de Deus?”

Queiruga encerra a entrevista dizendo: “Eu quero ser um bom teólogo”.

Fonte: Gospel+

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Livro aponta danos causados pelas igrejas como responsáveis pelo crescimento do ceticismo

Em pesquisas para seu livro, 10 Answers for Skeptics (10 Respostas para Céticos), o apologista cristão Dr. Alex MCFarland entrevistou diversos céticos e concluiu que a maioria desenvolveu ceticismo por causa de experiências negativas vividas com a religião organizada. “Me compadeço com muitos dos céticos que encontro. Dúvida intelectual é muitas vezes precedida por dor emocional” disse o autor.

“O tipo mais comum de céticos que encontro são pessoas feridas. Muitos foram atingidos pela igreja, religião, ou por outro cristão”, disse McFarland em entrevista ao The Christian Post. Ele acrescentou também que “praticamente todos os céticos que conversou neste livro surgiram de um fundo religioso”.

Em seu livro, o apologista divide os ateus em 10 tipos, entre eles: “O Educado”, que é aquele que tem objeções intelectuais ao cristianismo, “O Tolerante”, que pensa em todas as crenças religiosas como sendo verdadeiras e não aceita conversas sérias sobre a religião, e “O Ferido”, que é alguém que rejeita o cristianismo porque teve uma má experiência com a igreja.

“Circunstâncias pessoais, feridas emocionais, experiências danosas na igreja – para não mencionar ensino público – tudo conspira para levar as pessoas longe da crença em um Deus benevolente, sábio e poderoso” diz McFarland, que é presidente da Southern Evangelical Seminary na Carolina do Norte, ao apontar como uma mistura de laicidade no ensino público e más experiências pessoais, o tem levado muitos a rejeitar a crença cristã.

“A igreja norte-americana, em grande parte, abdicou de seu papel como líder na sala de aula, mídia, Judiciário, mercado, artes e ciências”, completa.

“Evangelismo eficaz para os céticos é provavelmente cerca de 80 por cento relacionamento e 20 por cento evidência persuasiva”, explica McFarland falando sobre a importância da construção de relacionamentos para evangelizar os céticos.

O livro, escrito em parceria com o autor best-seller Dinesh D’Souza é dividido em três seções: A seção I: “Dentro da Mente de um Cético”, dá uma visão geral dos vários tipos de céticos e as experiências de vários apologistas que evangelizam e intelectualmente defendem a fé. Seção II: “Respondendo a céticos”, é dividida em dez capítulos, cada um descrevendo as dez categorias de céticos e mais um capítulo de conclusão. A última seção é um conjunto de apêndices sobre vários temas, inclusive respondendo equívocos comuns sobre o cristianismo e informações sobre as crenças de outras grandes religiões.

10 Respostas para Céticos, que foi lançado em outubro, é um dos diversos livros lançados por McFarland este ano.

Fonte: Gospel+

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A Igreja do Universo, com sede no Canadá, entrou em uma disputa judicial para ter o direito a utilizar maconha com fins religiosos. Representada pela figura de Christopher Bennett, Sacerdote da igreja, a disputa começou em 2009, quando Bennett enviou uma carta ao ministro da saúde solicitando que a erva fosse incluída como item de prática religiosa na lei que regulamenta o uso de substâncias controladas.

Recentemente, o Juiz Michel Shore divulgou decisão contrária às solicitações feitas por Bennett, afirmando que não foi provado que a maconha tenha “qualquer ligação com a religião”. Bennett afirma que em seus estudos, chegou à conclusão que a cannabis sativa (nome científico da erva) seja uma forma de consciência coletiva, uma manifestação divina. Ele publicou três livros sobre o assunto e garante usar maconha em rituais religiosos há mais de vinte anos. Curiosamente, o juiz Michel Shore também tem livros publicados sobre religião e espiritualidade.

Hoje com 49 anos, o defensor da erva afirma que passou a frequentar a Igreja do Universo em 1990, quando em uma de suas sessões recebeu uma revelação da própria maconha de que na verdade, a cannabis não era uma droga, mas sim, a árvore da vida mencionada no Apocalipse.

Em seu argumento, Bennett relacionou diversos casos de religiões que, ao longo do tempo, utilizaram a maconha em seus rituais, como forma de alcançar um nível superior de espiritualidade. O juiz Shore, reconheceu que apesar dos fatos históricos listados, Bennett não conseguiu provar a relevância da maconha para uma religião, e entendeu que a legislação do Canadá não poderia privilegiar os adeptos de uma seita. No Canadá, a maconha é permitida para fins medicinais, com uso controlado por meio de prescrições médicas, e em relação a isso, o juiz entendeu que nesses casos, a erva é utilizada para proteger a segurança e a saúde pública.

Inconformado com a decisão, Bennett afirmou que tratava-se “claramente de uma discriminação religiosa”. O sacerdote da Igreja do Universo é dono de uma loja que comercializa ervas místicas e também colabora com um site que divulga conteúdo ligado à maconha. No processo, segundo o Gospel Prime, Bennett inseriu uma pesquisa feita no Google, e afirmou que os termos “Jesus” e “maconha” aparecem em diversos conteúdos ligados à religião.

As doutrinas da Igreja do Universo defendem que a maconha é citada na Bíblia em diversas passagens, e que por uma tradução errada, teria sido omitida nos escritos.

Uma dessas passagens bíblicas que a igreja contesta, é a de Êxodo 30:23, onde é mencionado uma quantidade de cálamo para a unção dos sacerdotes. Nesse ponto, as doutrinas defendidas por Bennett indicam que o termo cálamo é resultado da tradução errada de “Kaneh-Bosum”, e que o correto seria “cânhamo”, um outro nome dado à maconha. Baseados nisso, afirmam que Jesus e seus discípulos usaram maconha para ungir e curar enfermos.

Christopher Bennett e a Igreja do Universo irão recorrer da sentença, para garantir que seus rituais continuem sendo praticados de forma intensa e completa.

Fonte: Gospel+

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Junto a uma ossada, o Missionário Claudio Pimenta gravou um protesto bastante contundente, e convidou os Pastores que pregam na TV a conhecerem a realidade das cidades mais pobres do sertão brasileiro.

“Esse vídeo é um desabafo. Eu queria convidar os senhores evangelistas da TV, que estão nas grandes metrópoles, cidades com maiores índices de desenvolvimento humano, para virem pregar o evangelho falso da prosperidade nessa região, uma terra em que urubu morre de fome e só missionário compromissado com o Reino dos céus sobrevive”, declara o Missionário.

Ironizando a prática recorrente nas igrejas neopentecostais, o Missionário pede para que os pregadores da televisão visitem a região assolada pela seca e pobreza para que levem as riquezas mencionadas em suas pregações ao local: “Eu faço um apelo a vocês: se quiserem conhecer essa região, uma das localidades menos evangelizadas do Brasil, já que tudo que vocês tocam vira ouro podem vir aqui, transformar a vida desse povo. Aí sim, nós vamos dar credibilidade ao falso evangelho da falsa prosperidade”.

Citando passagens bíblicas em que o cristão é exortado a viver com o básico, como roupas e alimento, ele desafia novamente os pregadores da teologia da prosperidade. “Quero ver você, pregador da TV, pregar o evangelho da prosperidade na favela da Rocinha, ou no sertão do Ceará ou do Piauí, nas regiões menos evangelizadas, com pobreza extrema, onde as pessoas vivem com bolsas do governo federal, R$ 90, R$ 130, R$ 160 por mês. Quero ver vocês construírem suas catedrais, comprarem aviões, viverem luxuosamente, num lugar como esse” desafia Pimenta.

O Missionário encerra seu desabafo convidando os líderes cristãos a uma reflexão: “Fica aqui o meu apelo: usem o dinheiro que vocês estão gastando na compra de jatinhos, mansões, ternos de R$ 10 a R$ 2o mil e relógios caros, para pregar o evangelho e abrir igrejas nas cidades de menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano, que é estabelecido pela ONU – quanto menor, maior a pobreza) do Brasil, nas cidades mais miseráveis desse país. Aí sim, vocês estarão cumprindo o mandamento de Cristo”.

Assista ao vídeo na íntegra:

Fonte: Gospel+

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Paulinho DegaspariSara 8:)João Rodrigo Weronka (NAPEC), Leonardo Gonçalves (Púlpito Cristão) e o estreante Marcelo Berti (Teologando) reúnem-se para discutir as evidências históricas que comprovam a existência de Cristo e a veracidade do Novo Testamento.

Para ouvir este super podcast, clique aqui.

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Programa da Band exibiu reportagem sobre as religiões do Brasil e suas curiosidades. Assista o vídeo na íntegra

“A Liga”, programa exibido pela Band, veiculou uma matéria sobre cultos e religiões no Brasil, país considerado o segundo mais religioso, por sua diversidade religiosa, ficando atrás apenas da Índia. O programa apresentou casos curiosos de pessoas que buscam a espiritualidade através de plantas alucinógenas, ou que creem que Jesus está reencarnado na figura de um líder religioso.

Thaíde, um dos apresentadores do programa, visitou um homem que acredita que o número 666 não está ligado ao diabo, mas sim a Deus. Os membros da Igreja Crescendo em Graça costumam tatuá-lo no corpo e usá-lo como adorno. Wandir, há 16 anos na comunidade, afirma que já foi religioso, mas hoje não é mais. “A religião é uma instituição inventada por homens. A ciência é algo de Deus, e é a ciência que transforma a mente das pessoas”, afirma Wandir.

Os frequentadores da “Crescendo em Graça” acreditam que Jesus Cristo é o líder da comunidade, o Doutor José Luis de Jesus Miranda, um argentino que nasceu em 22 de abril, data em que seus seguidores comemoram o Natal.

Os católicos, maior grupo religioso do Brasil foram acompanhados na reportagem, em uma romaria à Aparecida do Norte, no interior de São Paulo, local onde fica o templo que hospeda a imagem de Aparecida, padroeira dos católicos brasileiros. Os fiéis caminharam 45 quilômetros para pagar promessas feitas ao pedirem auxílio à padroeira. Um dos entrevistados afirmou que não poderia viver sem sua fé em Aparecida: “É o mesmo que um filho sem mãe”.

A reportagem aborda ainda a relação entre o dinheiro e a religião, mostrando os casos de comércio religioso na cidade de Aparecida do Norte, onde são vendidos itens como imagens de santos e velas. Em contraste ao hábito e costume católico, o Padre Lauro Trevisan prega a riqueza, que segundo ele, pode ser alcançada através do poder da mente.

O programa ainda exibiu exemplos de pessoas que são adeptas do Santo Daime, a religião que prega que é possível alcançar um nível mais alto de espiritualidade utilizando bebidas com ingredientes alucinógenos. Uma outra religião apresentada no programa foi o Candomblé, que segundo dados apresentados pela produção, faz parte de um grupo que atrai 11,4% dos brasileiros. Esse grupo é formado por todas as outras religiões afro e espíritas, por exemplo. Estes mesmos dados apontam que atualmente, 68,4% da população brasileira é católica e 20,2% evangélica.

Assista reportagem completa:

Parte 1

 

 

Parte 2

 

 

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Fonte: Gospel+

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Nem eu nem o “Nem” somos bons

 

Por Guilherme Tartaruga

A prisão do traficante “Nem” da Rocinha ocupou todos os noticiários e capas de jornal. Parecia que a polícia tinha acabado com o tráfico de drogas de uma vez por todas. Nem (não o traficante…rs) parecia que no dia seguinte já haveria alguém para comandar o tráfico no lugar do “Nem” e que drogas continuarão sendo vendidas mesmo após a instalação de uma UPP da comunidade.

Mas em meio a tanto reboliço, duas coisas chamaram a minha atenção: a louvação aos policiais que recusaram a generosa propina oferecida em troca da liberação do traficante e os comentários a respeito de “Nem” ter ligado para sua mãe ao ser preso.

É lamentável que tenhamos chegado num ponto tal de corrupção, onde aqueles que fazem apenas o que deveriam fazer são louvados como se estivessem fazendo algo excepcional. Longas reportagens são feitas. Todos os programas de TV querem entrevistá-los. E tudo isso para dizer-lhes o quanto eles são bons!

Esta atitude diz muito a nosso respeito. Fica evidente que já consideramos a corrupção como algo normal e que é isso que devemos esperar, não só dos policiais, mas de qualquer um! Eu pude ouvir até comentários que chamavam estes policiais de otários, pois deveriam ter aceitado a propina. A corrupção deveria nos chocar, mas o que nos choca não é nem o fato das pessoas irem além do que deveriam, mas de fazerem APENAS o que deveriam. E quando as pessoas fazem APENAS o que deveriam são elevadas por nós ao status de Baluartes da Virtude.

E quanto ao traficante “Nem” ter chorado, ligado para a mãe e ter pedido para os filhos não faltarem à escola, a nossa reação a isto também revela algumas coisas a nosso respeito.

Temos a tendência a achar que qualquer criminoso é a encarnação do mal. Talvez isso derive dos personagens de folhetins televisivos, onde há um maniqueísmo premeditado, e o vilão é tão mal que não é capaz de amar ninguém, nem mesmo filhos ou pais. E o mocinho é a virtude em pessoa, que ama a todos, até mesmo o vilão.

Isso ficou bem claro quando, em um desses folhetins, o autor optou por não apresentar a mocinha e a vilã num primeiro momento. Sabia-se que, entre as duas personagens principais, uma seria boa e a outra má, mas enquanto isso não foi revelado, foi nos dado a conhecer atitudes boas e más das duas. Eram duas pessoas normais, com atitudes aprováveis e reprováveis. A partir do momento em que foi revelado o papel de cada uma na trama, a humanidade da vilã foi retirada. Ela não era capaz de manter nenhum tipo de relacionamento sadio. Não era capaz de ter nenhuma boa intenção. Já a mocinha era só virtude e sofrimento. Pagava o preço por ser boazinha e chorava o tempo todo com as maldades que sofria.

Diante dessa maneira maniqueísta de ver o mundo, não conseguimos compreender como um traficante, que amedrontava a comunidade da Rocinha, que vivia no ambiente violento do narcotráfico carioca, que provavelmente já matou ou mandou matar diversas pessoas, era também capaz de chorar ao falar com sua mãe e de se preocupar com o fato de seus filhos continuarem a estudar. Mas a verdade é que, por pior que o criminoso possa ser, não podemos presumir que ele não ame ninguém, não se preocupe com ninguém.

E como continuidade deste raciocínio, acabamos achando que, por não sermos traficantes, assassinos ou pedófilos, nós somos bons. Eles são o mal e nós somos o bem. Eles merecem punição e sofrimento, e nós merecemos “tudo de bom nesta vida”. Deus, se for justo, tem que castigá-los e nos recompensar.

Então, o resumo do pensamento até agora é: os policiais que não aceitaram propina e prenderam o “Nem” são bons e merecem ser homenageados e recompensados porque fizeram aquilo de deveriam fazer. E nós somos bons e merecemos o reconhecimento de Deus porque não somos nenhum “Nem”.

Mas quem somos nós diante de Deus? E o que podemos fazer para merecer o seu favor? E quem receberá o seu castigo?

A resposta a estas perguntas estão na Palavra de Deus.

Quem somos nós diante de Deus?

como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer. A garganta deles é sepulcro aberto; com a língua, urdem engano, veneno de víbora está nos seus lábios, a boca, eles a têm cheia de maldição e de amargura; são os seus pés velozes para derramar sangue, nos seus caminhos, há destruição e miséria; desconheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos. (Romanos 3:10-18)

Você pode estar pensando: mas este texto não está falando sobre o “Nem”? A resposta é NÃO! Estes somos nós! É assim que somos descritos na Palavra de Deus. Não há nenhuma vantagem nossa em relação aos “Nens” do mundo.

Você ainda pode argumentar: Mas e os policiais que não aceitaram propina? Mais uma vez a resposta vem da Palavra de Deus:

Qual de vós, tendo um servo ocupado na lavoura ou em guardar o gado, lhe dirá quando ele voltar do campo: Vem já e põe-te à mesa? E que, antes, não lhe diga: Prepara-me a ceia, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois, comerás tu e beberás? Porventura, terá de agradecer ao servo porque este fez o que lhe havia ordenado? Assim também vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer. (Lucas 17:7-10)

Fazermos o que Deus manda não nos redime dos nossos pecados e da nossa maldade. É a nossa obrigação diante de um Deus Santo e Perfeito. Toda vez que pecamos ficamos em débito. E quando fazemos algo certo fazemos apenas o que nos foi ordenado, então não pagamos nenhum débito. Por isso é impossível sermos aceitos diante de Deus pelas nossas boas obras. Sempre estaremos em débito!

Então, o que podemos fazer para merecer o seu favor? E quem receberá o seu castigo?

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. (João 3:16-18)

Aquele que crê no Senhor Jesus não será julgado. Aquele que não crê já está julgado.

Jesus é o único diferencial. Ele é a ruína e o levantamento de muitos (Lucas 2:34). São as obras dele que obtém o favor de Deus. É a justiça dele que é aceitável diante de Deus.

Sem Jesus, eu, você, os policiais que prenderam o “Nem” e o próprio “Nem” estamos todos condenados diante de Deus, porque somos igualmente, isso mesmo, IGUALMENTE pecadores.

De igual modo, eu, você, os policiais que prenderam o “Nem” e o próprio “Nem”, se reconhecermos que somos maus e crermos no Senhor Jesus e na obra realizada por ele na cruz, teremos os nossos pecados perdoados e seremos reconciliados com Deus.

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Púlpito Cristão

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Luan Santana Crente

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Púlpito Cristão

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Deputado gay Jean Willis afirma que cristãos fundamentalistas são “contra a dignidade humana e o esporte predileto é perseguir homossexuais”

Em um artigo publicado na revista Carta Capital, o deputado gay Jean Willis declarou que o Brasil está prestes a tornar-se uma “teocracia”, por iniciativa de projetos lançados pela bancada evangélica.

As principais críticas de Willis são direcionadas ao Deputado Federal João Campos (PSDB-GO), líder da bancada evangélica na Câmara dos Deputados.

No texto, Jean Willis classifica Campos como fundamentalista e afirma que o líder dos evangélicos associou “malandramente” seu projeto de permitir que “associações religiosas” possam indicar quais projetos são ou não constitucionais e perseguir homossexuais e outras religiões. “Não é segredo para ninguém que o esporte predileto dos fundamentalistas cristãos é, depois da perseguição aos homossexuais, a demonização das religiões concorrentes”, dispara o ativista dos direitos homossexuais.

Referindo-se à bancada evangélica na Câmara como “minoria religiosa” da sociedade, Willis acredita que o projeto fere a Constituição Federal de 1988, pois se aprovado, faria o Brasil deixar de ser um país laico: “A ‘PEC da Teocracia’ viola cláusula pétrea dos direitos e garantias individuais. Ou seja, de acordo com a literalidade da Constituição Federal, qualquer proposta de emenda constitucional que tenda a esse tipo de violação não pode sequer ser apreciada”.

Jean Willis ainda afirma que o projeto do Deputado João Campos quer, na verdade, proporcionar privilégios às “igrejas cristãs”, e que a intenção é censurar os direitos à dignidade humana aos homossexuais. “Na prática, caso seja aprovada, a “PEC da Teocracia” servirá para que fundamentalistas cristãos como João Campos e quejandos tenham mais um instrumento para abortar leis ou atos normativos que estendam a cidadania a homossexuais ou procurem preservar sua dignidade humana”, escreveu Willis.

Fonte: Gospel+

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Líder do grupo de funk Hawaianos se converte ao evangelho e abandona carreira

O ex-funkeiro Tonzão afirmou recentemente que abandonou a carreira como líder do grupo de funk Hawaianos, após se converter ao evangelho.

Desde Janeiro ele vinha frequentando a Igreja Assembleia de Deus, no Rio de Janeiro, e após alguns problemas pessoais, nos últimos dois meses, tomou a decisão de parar, segundo informações do Holofote.Net.

Após um evento, Tonzão, que se chama Everton Luiz da Silva Chagas, sentiu-se mal e foi hospitalizado, porém os médicos não descobriam a causa do mal estar. O rapaz, de 24 anos, foi visitado pelo Pastor Marcos Pereira, que fez uma oração por ele, e desde então, não teve mais os sintomas do mal-estar.

Fonte: Gospel+

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Enquanto aguarda sentença final, Pastor Yousef Nadarkhani estaria sendo torturado na prisão

O Pastor Yousef Nadarkhani estaria sofrendo maus-tratos e torturas na prisão, enquanto aguarda o desenrolar de seu caso na justiça iraniana. As torturas estariam sendo feitas para forçá-lo a renunciar ao cristianismo.

Segundo membros da igreja que Nadarkhani liderava, a saúde do Pastor estaria fragilizada, e as torturas físicas e psicológicas o estariam deixando mais fraco a cada dia. Informações do site da Missão Portas Abertas relatam que o contato com Nadarkhani é precário.

O Pastor aguarda a sentença do Tribunal, e segundo fontes locais, quando existe silêncio por parte das autoridades, é sinal de que a sentença a ser proferida seja negativa. Há boatos no Irã de que a sentença final deverá ser proferida pelo Tribunal na segunda metade de Dezembro, próximo ao Natal, data simbólica para o cristianismo.

Fonte: Gospel+

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Soli Deo Gloria

Por Leonardo Gonçalves

Nenhuma afirmação doutrinária pode ser mais ignorante do que aquela que diz existirem condições para a Salvação. Ora, se é por graça, que condição pode haver? Será que teremos que ser santos antes mesmo de sermos salvos? Seriam as boas obras a condição da salvação ou o efeito da mesma? Será que retrocedemos à era medieval e as heresias do romanismo estão novamente invadindo a igreja protestante?

Insisto, qual a condição para a salvação? Se alguém disser: “É a fé!”, devo lembrá-lo que também a fé é um dom de Deus. A fé não é a condição da salvação, mas o meio pelo qual ela é aplicada a nós. Se alguém disser: “Mas tem que abrir o coração”, devo lembrá-lo que foi Deus quem abriu o coração de Lídia (Atos 16.14). Se disserem: “É o arrependimento!”, ousemos perguntar: Pode um homem morto se arrepender? (Ef 2.1). De fato, pode um homem morto dar qualquer passo em direção a Deus?

Outros dirão: “A salvação é dos que buscam!”. Acaso esquecem que “Não há quem entenda, não há quem busque a Deus”? (Rm 3.11). E se disserem: A salvação é obtida pela justiça humana, respondamos uníssonos: “não há justo, nem um sequer” (Rm 3.10). Como dizia o grande pregador batista Charles Haddon Spurgeon: “Se nossas justiças são como trapos imundos diante da santidade de Deus, imagine nossas injustiças!”.

E desde os tempos de Pelágio, muitos afirmam: “Mas o homem é um ser dotado de vontade, portanto pode escolher a Deus por si mesmo”. Mentira das mentiras! Embora o homem seja dotado de vontade, essa vontade foi, por causa da queda, sujeita a vaidade. Sua natureza é caída, e embora o homem seja – de fato – livre para escolher conforme a sua vontade, a vontade do homem sem Cristo sempre será má (Is 1.6, Sl 52.3, Jo 8.44, Ef 1.17-18 e Jr 7.24). Por isso, o homem é incapaz de escolher a Deus por si.

Ninguém nasce de novo da sua própria vontade (João 1.13). Somente o Espírito de Deus pode conduzir o coração do homem a escolher da maneira correta! Deus mesmo é quem escolhe e atrai para si.

Disso, segue-se que nenhuma coisa intrínseca ao próprio homem pode salva-lo. A regeneração do homem (a qual precede a fé) é obra gratuita de Deus, e atribuir tão grande salvação ao arbítrio humano, às obras ou a sua justiça própria, além de constituir uma heresia horripilante, também furta a glória daquele que chama soberanamente.

Ao Senhor (e só a Ele) pertence a Salvação! (Jonas 2.9)

Soli Deo Gloria

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Leonardo Gonçalves é editor do Púlpito Cristão

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Apóstolos: confira lista dos 10 líderes cristãos mais influentes que foram consagrados ao apostolado no Brasil

Com a ascensão do neopentecostalismo, uma característica que a igreja evangélica brasileira adotou foi a consagração de grandes líderes a apóstolos, e cada um deles possui uma “visão” diferenciada para seus ministérios. Embora igrejas protestantes mais tradicionais não abracem essa prática, as igrejas que mais crescem no Brasil possuem estreita relação com esses líderes.

Confira uma lista com os dez apóstolos mais famosos do Brasil e fatos marcantes ligados a seus ministérios. A lista abaixo não está ordenada por ordem de fama.

Estevam Hernandes

Fundador da Igreja Apostólica Renascer em Cristo (1986), Estevam foi gerente de marketing de empresas multinacionais antes do ministério. Casado com a Bispa Sônia Hernandes, o casal passou por várias igrejas antes de decidirem fundar a Renascer. Consagrado a Bispo em 1994, foi elevado ao patamar de Apóstolo em 1995, em uma Conferência Profética realizada no templo-sede da Renascer. Estevam coordena diversas instituições ligadas à Renascer, como a Rede Gospel e a Fundação Renascer, além de apresentar programas de TV, escrever livros, compor músicas e praticar um hobby: tocar saxofone. Em 2005, o Apóstolo Estevam Hernandes fundou a CIEAB (Confederação de Igrejas Evangélicas Apostólicas do Brasil). Outra marca importante em seu ministério foi a implantação no Brasil da Marcha para Jesus. O fato mais polêmico envolvendo Hernandes foi sua prisão nos Estados Unidos em 2007, por entrar com 56 mil dólares não declarados, escondidos em uma Bíblia.

Valdemiro Santiago

Ex- Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, fundou a Igreja Mundial do Poder de Deus em 1998, após desavenças com o Bispo Edir Macedo. Valdemiro, antes de se desligar da IURD, era cotado como sucessor do líder da Universal. É casado com a Bispa Franciléia Oliveira, escritor, apresentador de TV, cantor e Presidente da TV Igreja Mundial. Atualmente, o Apóstolo Valdemiro Santiago é o pregador evangélico com mais horário na televisão.

Renê Terra Nova

Fundador e Presidente do Ministério Internacional da Restauração (MIR), é Apóstolo do Brasil e das Nações e Patriarca da Visão Celular no Modelo dos 12. Terra Nova era Pastor Batista na Igreja Batista Memorial em Manaus, e fundou a Primeira Igreja Batista da Restauração. É casado com a Apóstola Ana Marita Nogueira Terra Nova, e foi ungido em 2001, na mesma cerimônia que consagrou o Pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha. Junto com Valnice Milhomens, é um dos responsáveis pela implantação do modelo dos 12 no Brasil, e em 2002 foi nomeado presidente da Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém para o Brasil e América do Sul. Já ungiu ao apostolado outros mil líderes e no dia de seu aniversário em 19/06/2010, foi reconhecido como Patriarca.

Márcio Valadão

Pastor da Igreja Batista da Lagoinha, fundada em 1957, foi ungido a Apóstolo na mesma cerimônia que consagrou Renê Terra Nova ao apostolado. Casado com a Pastora Renata Valadão, Márcio não usa o título de Apóstolo. É escritor, presidente da Rede Super de Televisão e membro do Conselho Apostólico Brasileiro. É pai dos principais nomes do Ministério Diante do Trono: Ana Paula Valadão, André Valadão e Mariana Valadão.

Rina

Rinaldo Luiz de Seixas Pereira foi ungido Apóstolo após fundar a “Bola de Neve Church”, em 2000. Rina era Bispo na Renascer em Cristo, e saiu para fundar a Bola de Neve. A curiosidade pelo nome da igreja levou diversas pessoas a se interessarem por conhecer a “igreja dos surfistas”. Rina é membro da Coalizão Apostólica Profética Brasileira, casado com a Pastora Denise Gouvêa, é formado em Marketing e Teologia, com pós-graduação em Administração. O Apóstolo também apresenta um programa de televisão.

Miguel Angelo

O líder da Igreja Evangélica Cristo Vive, fundada em 1985, com sede internacional no Rio de Janeiro, e Bispo Primaz da Missão Apostólica da Graça de Deus, nasceu em Angola, é casado com a Bispa Doutora Rosana Torres Ferreira, fez seminário na Assembleia de Deus em Portugal. Antes de fundar a igreja Cristo Vive, foi Pastor na Igreja Nova Vida, também no Rio de Janeiro. Sua ordenação ao apostolado aconteceu em 1991, na cidade de Miami (Estados Unidos), na I Convenção das Igrejas em Graça. Miguel Angelo é membro da Academia Evangélica de Letras e da Ordem dos Teológos Evangélicos da América Latina. Uma de suas posturas teológicas mais marcantes é a de que as pessoas que a Bíblia define como “eleitos”, existiram em outras vidas como anjos.

Ezequiel Teixeira

Apóstolo do Projeto Vida Nova, conhecida como a “Igreja com Cara de Leão”, é Presidente do Conselho de Ministros das Igrejas Evangélicas de Vida Nova e da Projeto Vida Nova de Irajá, no Rio de Janeiro. Em 1989, participou da fundação da Associação Missionária Vida Nova, e no mesmo ano foi fundou a Projeto Vida Nova. Uma curiosidade é o “evangelismo estratégico”, feito no Dia de Cosme e Damião, no Dia de Finados e no Carnaval, utilizando o Bloco Cara de Leão. Casado com a Pastora Márcia Teixeira (vereadora na cidade do Rio de Janeiro), é escritor e apresentador de um programa de televisão. Foi consagrado ao apostolado em 2005.

Valnice Milhomens

Apóstola da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, foi a primeira missionária brasileira enviada pela Convenção Batista Brasileira à África (1971) e 13 anos após, retornou ao Brasil e desligou-se da Convenção por desavenças teológicas quanto ao Batismo com o Espiríto Santo. Fundou o Ministério Palavra de fé em 1987 e foi também a primeira líder evangélica a apresentar um programa de televisão. Em 1993 foi consagrada pastora, e em 2001, foi a primeira mulher brasileira a ser reconhecida como Apóstola. Ao lado de Renê Terra Nova, trouxe o modelo dos 12 ao Brasil. Valnice é solteira, optou pelo celibato para se dedicar ao ministério, e também é escritora.

Mike Shea

Fundador e principal líder do Ministério Casa de Davi, Mike Shea é casado com Marlene Shea. Afirma que em 1993 o Espírito Santo o mostrou o desenho de uma chave nas ruas da cidade de Londrina, no Paraná, e então, a partir dessa revelação, fundou o ministério do qual é líder até hoje. Um dos fatos recentes mais marcantes sobre o Ministério Casa de Davi foi a confissão de um dos principais nomes, Davi Silva, de que seus testemunhos eram mentira ou cópia do testemunho de outras pessoas. Na ocasião, Shea afastou Davi Silva e o aconselhou a procurar ajuda médica.

Neuza Itioka

Apóstola do Ministério Ágape Reconciliação, que enfatiza a batalha espiritual, cura interior e libertação, foi seminarista do Fuller e missionária da Sepal. Coordena a Rede Internacional de Guerra Espiritual e a Rede Internacional de Intercessão Estratégica. Neuza é escritora, membro do Conselho Apostólico Brasileiro, diretora da Rede Apostólica de Ministérios Cristãos e Presidente do Projeto de Transformação Brasil. Foi ungida Apóstola em 2002, e recebeu a incumbência de ungir o Brasil em uma semana. Afirma ter usado um avião que cruzou todo o território nacional espalhando óleo sobre as cidades.

Fonte: Gospel+

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Famoso Pastor conta em testemunho que mesmo sendo cristão, era “racista até a alma”

O famoso Pastor batista John Piper afirmou recentemente que quando era adolescente, mesmo sendo cristão, era racista, acreditando que os brancos são superiores aos negros. “Era racista até a alma” conta o Pastor.

A declaração aconteceu em um culto realizado na igreja “La Greater Friendship Missionary Baptist Church”, na cidade de Indianapolis, Estados Unidos. A igreja, que tem membresia predominantemente negra, foi palco de um sermão pregado por Piper, que tocou no assunto ao falar sobre seu novo livro, “Bloodlines: ‘Race, cross and the Christian” (Linhagens Sanguíneas: Raça, cruz e o cristão).

No livro, Piper define o racismo como um sentimento fruto do pecado. “O coração que acredita que uma raça é mais valiosa do que outra, é um coração pecaminoso”. O renomado teólogo, hoje com 65 anos, no entanto levou anos para entender isso.

John Piper nasceu no estado da Carolina do Sul, local onde a segregação racial nos Estados Unidos foi mais forte, e no livro, ele se descreve como “claramente racista” nessa época. Segundo o Portal Padom, em sua infância e adolescência, havia escolas, transportes e fontes de água separadas para brancos e negros, e na igreja de Greenville, sua cidade natal, havia proibição de que negros participassem dos cultos.

Somente quando Piper estava frequentando seu último ano na faculdade, que se deu conta de que havia algo errado. Ele afirma que Deus lançou “sementes de libertação” em seu coração ao ouvir o Diretor Geral da Sociedade Batista Missionária Conservadora de Relações Exteriores aconselhar um dos presentes a permitir que sua filha se casasse com um paquistanês. “Melhor um cristão paquistanês, do que um ateu americano branco” teria dito o Diretor.

Após esse episódio, Piper buscou informações em livros que falavam sobre o preconceito racial e crimes de ódio contra negros, e desde então, passou a odiar o racismo. “É um processo que está continuamente tentando dar os frutos das sementes que Deus plantou”, afirma.

Atualmente, Piper é Pastor Sênior da Igreja Batista Bethlehem, e há 15 anos adotou uma criança negra. Pela sua postura, foi muito elogiado pelos afro-descendentes que estavam presentes ao culto. “Há muitos indicadores na Bíblia sobre retidão, bondade, beleza, justiça, a preciosidade da harmonia racial e diversidade”, afirmou o Pastor John Piper.

Fonte: Gospel+

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Hospitalizada, muçulmana evangelizada por missionários cristãos vai do céu ao inferno e se converte

Uma muçulmana russa converteu-se ao cristianismo após uma experiência familiar trágica, que desencadeou em um milagre. Ela vivia junto com o esposo, que ciumento, a acusou de traição e a esfaqueou diversas vezes, após ter bebido. Por uma questão de segurança, os nomes verdadeiros do casal foram omitidos, segundo o Gospel Prime.

Socorrida ao hospital, a mulher precisou passar por cirurgias de emergência e seu marido foi preso, acusado de tentativa de assassinato. Porém, devido ao ataque, a saúde da russa foi ficando cada vez mais frágil. Enquanto esteve internada, ela recebeu a visita de missionários cristãos, que deixaram um número de telefone para que ela retornasse, caso precisasse.

Na sequência de sua recuperação, teve uma crise e perdeu a sensibilidade das mãos e dos pés, e antes que pudesse identificar a causa desses sintomas, a mulher relata que foi arrebatada: “Eu não via quem me segurava, mas senti que era Deus. Rapidamente, comecei a subir. Via as estrelas, e o sol e a lua passaram como um relâmpago. Cheguei até o céu. Tudo era muito bonito. Ouvia uma voz falando comigo. Comecei a suplicar: ‘Senhor, eu não estou pronta para vir para Ti agora. Eu tenho um filho e pais idosos que precisam de mim. Não me leve, por favor. Eu não o conheço bem, Senhor. Ensina-me, para que eu possa viver somente para Ti”, conta emocionada.

Ela afirma que após essa breve oração, ouviu uma voz que a tranqüilizou. “’Calma! Vou te dar uma chance de ser minha filha e viver. Mas antes de voltar, quero te mostrar o paraíso e o inferno’”, conta a russa, que descreve os lugares por onde passou: “No céu, tudo é belo, todo mundo estava feliz! Eu realmente queria ficar ali, mas de repente, estávamos no inferno… Que horror! As pessoas em meio ao fogo eram horríveis, a atmosfera era insuportável. Sentia uma forte sede, como nunca havia sentido. ‘Dê-nos água’, gritavam aquelas pessoas, mas não havia água para lhes dar. Para saciar a sede, eles colocavam pedras na boca, mas isso não matava a sede deles. Deus me disse: ‘Não há água aqui’. Quando dei por mim, começamos a voltar. Mais uma vez o sol, a lua e as estrelas passavam numa velocidade incrível. Voltei ao meu corpo e sentia minhas mãos e pés outra vez”.

Acreditando estar curada, a russa removeu os aparelhos que a mantinham viva e pediu água aos enfermeiros, que a repreenderam para que não tirasse os equipamentos. “Estou curada”, retrucou, antes de ligar de volta para os missionários e contar-lhes sua experiência.

Fonte: Gospel+

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O que é o “Cair no Espírito Santo”? Pastores analisam fenômeno e dizem se é de Deus ou não

A polêmica em torno do fenômeno “cair no espírito” tem movimentado pastores e teólogos. Os que defendem a prática, afirmam ser o momento de maior intensidade na comunhão com o Espírito Santo, enquanto os que condenam esse movimento, o classificam como modismo.

O site The Christian Post publicou a opinião do apologist Johnny T. Bernardo, do Instituto Nacional de Pesquisas Religiosas (INPR Brasil), para quem o “cair no espírito” é uma novidade que ainda não foi assimilada por todas as correntes evangélicas, e encontra resistência até nas próprias igrejas pentecostais. “São características esporádicas, presentes em igrejas de pouca formação teológica e que supervalorizam o ‘místico’ e o ‘sobrenatural’”, afirma Bernardo
As pessoas de origem latina são tão sugestionáveis quanto as de origem anglo-saxônica, no ponto de vista do estudioso. “São características individuais e que variam de igreja para igreja, e de país para país”.

Para exemplicar, ele cita igrejas de Nova York que adotaram a prática como doutrina e afirma que no mesmo país e cultura, há as igrejas que optaram pelo neopentecostalismo mais leve, com louvores e estudos bíblicos. “Trata-se, pois, de um fenômeno global, e não apenas regional”.

O movimento começou em igrejas que adotaram o sistema de células, e nessas igrejas, “cair no espírito” passou a ser uma demonstração de comunhão com Deus. Uma das igrejas pioneiras é a Comunidade Cristã do Aeroporto, na cidade de Toronto, no Canadá. Essa igreja, inclusive, foi citada pela reportagem da TV Record sobre o tema. A Comunidade Cristã do Aeroporto ficou mundialmente famosa pelo “cair no espírito” e pela “unção do riso”.

O Pastor Paul Gowdy, que participou da fundação deste movimento na Comunidade Cristã do Aeroporto, hoje acredita que essa prática não é correta. “Assim que Deus abriu meus olhos, vi que precisava tomar uma providência. Não creio mais nessas coisas. Hoje vejo como uma coisa macabra. Hoje eu acredito que esse espírito é um falso espírito, um espírito enganador”.

“Não se pode limitar o limitar o poder de Deus. Claro que ele pode derrubar uma pessoa, mas isso não pode ser uma condição para a manifestação do Espírito Santo”, pondera o Pastor Ciro Zibordi, que também é escritor.

O Gospel+ fez uma enquete em sua página no Facebook. Se você tem um perfil na rede social, pode participar e deixar sua opinião. Clique nesse link para votar.

Fonte: Gospel+

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André e Felipe, dupla de sertanejo universitário, lança “Chuva de Poder”

André (André Santoro Valero) e Felipe (Felipe Santoro Valero) são irmãos e nasceram em Maringá, no Paraná. No entanto, foram criados na cidade de Americana, interior de São Paulo, e hoje residem na cidade de Joinville, em Santa Catarina.

Com a idade de seis e sete anos, respectivamente, André e Felipe começaram a louvar a Deus nas igrejas da região onde moravam. Desde então passaram a sonhar com a gravação de um CD. Após três anos de muitas lágrimas, jejum e oração, Deus respondeu o clamor dos jovens abrindo as portas para a gravação do primeiro CD, “Grande Amor”.

O primeiro CD foi uma grande experiência para eles. O trabalho agradou tanto ao público que eles gravaram nos anos seguintes mais três CD´s: “Vaso Novo”, “Terremoto” e “Hora de Vencer”. Hoje a dupla completa 12 anos de ministério e tem conquistado cada vez mais o público brasileiro. Recentemente eles lançaram o segundo trabalho pela Uni Records, quinto na carreira. “Chuva de Poder” é um CD singular. São 14 músicas de própria autoria e com influência de vários estilos. A produção do trabalho ficou na responsabilidade do maestro Melk Carvalhêdo.

O CD “Chuva de Poder” é o segundo da dupla pela UNIRECORDS e quinto na carreira. Com 14 canções próprias, de estilos variados, o trabalho marca um novo momento da dupla.

Com 10 anos de carreira, a dupla lança um CD com canções diferenciadas e um toque especial de pop e pentecostal. Cada dia mais a dupla tem tocado o público jovem tanto com as canções, no estilo sertanejo universitário quanto com o testemunho de vida. A produção do CD ficou, mais uma vez, na responsabilidade do maestro Melk Carvalhêdo, produtor musical de CD´s de vários cantores, entre eles, Damares, Geila Carla, Célia Sakamoto, Leandro Borges e Adriana Ferreira.

Entre as participações especiais e parcerias, podemos citar o guitarrista Sergio Knust, o trabalho de inserção de voz na GRAVODISC e a masterização por Claudio Abuchain (Sync Produções). Destaque para o grupo de back vocal: Jane Magalhães, Fael Magalhães, Cleide Janer, Wilker Lopes, Tita Ferr, Adiel Ferr, Joelma Bonfim, Josy Bonfim e Cláudio Carvalho. Este grupo já desenvolveu trabalhos com Aline Barros, Amanda Florêncio, Suellen Lima, Damares, Jairom Bonfim, entre outros.

O CD demonstra a maturidade da dupla que começou ainda criança. Com a experiência, neste CD eles puderam se envolver mais na produção, criando arranjos e moldando o trabalho com a cara deles. Este crescimento é notório também na qualidade musical do CD. A cada produção eles estão melhores como intérpretes.

“O título reflete bem a mensagem das canções. Uma verdadeira chuva de poder derramada quando estamos na presença do Pai. Assim recebemos milagres, vitória, prosperidade, poder de Deus. As lutas vêm, mas com Cristo somos mais que vencedores”, disse a dupla.

O lançamento oficial do CD “Chuva de Poder” será no dia 15 de novembro. A música CHUVA DE PODER antes mesmo de chegar o CD já está tocando na Rádio 107 Fm em Belo Horizonte, Rádio Novo Tempo em Vitória, Nossa Rádio em Vitória, Rádio 107 Fm em Joinville, Rádio Paz FM em Goiânia e muitas outras espalhada pelo Brasil.

Conheça abaixo a música “Chuva de Poder” tema do novo CD e dois clipes da dupla André e Felipe:

Fonte: Assessoria André e Felipe

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“A origem do Natal é muito vaga”, afirma historiadora. Confira relação de festas que podem ter originado a festa cristã

A historiadora Jany Canela afirmou em entrevista ao site Cross Content que “a origem do Natal é muito vaga”. Cristãos de todo o mundo celebram o nascimento de Jesus nessa data, porém há relatos históricos que apontam que o Natal é uma festa anterior ao nascimento de Jesus. “Na verdade, é sabido que muitos rituais e festas do Cristianismo eram originalmente tradições pagãs reunidas de maneira a incorporar também a cultura popular”, afirma a historiadora.

Uma das possíveis origens do Natal, segundo pesquisas, é um antigo festival na Mesopotâmia, que simbolizava a passagem de um ano para o outro, com festas que duravam doze dias e seguia uma tradição que dizia que o rei deveria morrer no fim do ano e, ao lado do deus Marduk, lutar contra os monstros. Para evitar que o rei fosse morto, um criminoso era vestido com roupas do rei e tratado com privilégios, antes de ser morto como sacrifício.

“Os povos antigos sempre realizaram festas de celebração em deferência aos marcos de transição da natureza, como as estações ou períodos representativos de mudanças importantes, entre eles o solstício (em dezembro) e o equinócio (em março)”, explica Jany Canela.

Outra possibilidade de origem para o Natal é um ritual praticado pelos persas e babilônios, chamado Sacae, também motivado pela luta contra o mal e com escravos sendo tratados como senhores. “Por conta da relação luz/escuridão trazida pela simbologia do solstício, a teoria mais difundida sobre o Natal associa a data a esse período, em que alguns povos passavam a noite em vigília com tochas acesas para garantir que o sol nascesse e imperasse sobre a escuridão”, afirma Canela.

Os gregos antigos também incorporaram os rituais estabelecidos pelos mesopotâmios ao celebrar a luta de Zeus contra o titã Cronos. Esse hábito também chegou aos romanos, que passaram a realizar a Saturnalia, uma comemoração em homenagem ao deus Saturno, que começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de janeiro, celebrando a noite mais longa do ano, o solstício de inverno.

Segundo essas tradições, o dia 25 era a data em que o sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra. Nessas tradições, o dia 25 de dezembro era conhecido como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, e era tratado como feriado, pois não havia trabalho nem aulas e eram realizadas festas nas ruas e celebrações com amigos. As árvores verdes eram enfeitadas e iluminadas com muitas velas para expulsar os maus espíritos.

A tradição cristã, historicamente mais recente, comemora em 25 de Dezembro a data em que a virgem Maria deu à luz o filho de Deus, Jesus, em uma manjedoura. Porém, a data exata do nascimento do homem que mais influenciou a cultura e as religiões de todo o mundo, é uma polêmica, pois não há registros que comprovem o nascimento de Jesus em Dezembro.

Fonte: Gospel+

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O relatório do estudo sobre religião produzido pelo “Status Global das Missões”, do “International Bulletin of Missionary Research” (IBMR) aponta que nos últimos onze anos, 300 pessoas por dia abandonaram o ateísmo, em todo o mundo.

Dados obtidos pelo estudo apontam que em 2000, o número de ateus era de 138.925.000, e caiu para 137.555.000, uma redução de 1,3 milhões de pessoas que passaram a crer em Deus. A pesquisa afirma ainda que no mesmo período, 2,7 milhões de pessoas descrentes passaram a ter alguma religião.

O jornalista Paulo Lopes reproduz em seu site dados que o site católico Religion en Libertad publicou de pesquisas feitas em 1970 pelo IBMR, e com esses números, foi constatado que nos últimos 41 anos o ateísmo perdeu 28 milhões de adeptos, porém no mesmo período, 100 milhões de pessoas tornaram-se agnósticas ou sem religião.

Dentre as religiões que mais cresceram entre 2000 e 2011, o cristianismo lidera com a conversão de 83 mil novos fiéis a cada dia, seguido de perto pelo islamismo, que atrai 79 mil pessoas diariamente. Segundo o estudo, há uma tendência de crescimento da fé em todo o mundo, e todas as religiões crescerão no século 21. Até mesmo o Judaísmo, que perdeu mais de 200 mil adeptos em 41 anos. O número, embora pareça pequeno, é considerável quando se analisa o contexto da religião, que praticamente é restrita aos judeus.

O site Holofote.Net publicou dados minuciosos da pesquisa em relação aos cristãos, que hoje, somam 2,28 bilhões de pessoas em todo mundo, sendo 1,160 bilhões de católicos e 1,125 bilhões de protestantes, divididos entre Pentecostais (612 milhões), Protestantes tradicionais (426 milhões), Anglicanos (87 milhões) e Ortodoxos (271 milhões).

A taxa de crescimento diária do cristianismo está dividida entre católicos (34 mil/dia), Pentecostais (37 mil/dia), Protestantes tradicionais (20 mil/dia), Anglicanos (3 mil/dia) e Ortodoxos (5 mil/dia).

Os grupos que questionam a trindade e a divindade de Cristo, como Testemunhas de Jeová e Mórmons, por exemplo, somam juntos, 35 milhões de pessoas e crescem a uma taxa de dois fiéis por dia, em todo o mundo.

Atualmente, os cristãos distribuem aproximadamente 71 milhões de exemplares da Bíblia Sagrada, e estima-se que existam 1, 740 bilhões de Bíblias em todo o mundo.

Fonte: Gospel+

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Estar preso por algum delito cometido não tira alguns direitos do prisioneiro, como por exemplo expressar a sua fé religiosa, diante disto na semana passada o Ministério da Justiça editou uma resolução a fim de estabelecer leis para a ‘assistência religiosa” nas prisões do país.

O documento que rege , garante que todo detento tem direito à liberdade de expressão, de crença, de religião e estabelece ainda que a administração da penitenciária terá que oferecer teinamentos aos funcionários sobre as“necessidades específicas relacionadas às religiões”.

Destaca a resolução:

*É garantido ao preso mudar de religião, consciência ou filosofia, a qualquer tempo, sem prejuízo da sua situação prisional.

*É garantido o sigilo do atendimento religioso pessoal.*É assegurado o ingresso de representantes religiosos em todos os espaços de permanência de presos no estabelecimento prisional.

*É assegurado a atuação de diferentes confissões religiosas em igualdade de condições.

A resolução ainda afirma que o sistema prisional deve respeitar as necessidades dos presos, incluindo rituais, objetos, datas sagradas e comemorativas, períodos de oração, higiene e alimentação. Escolas penitenciárias terão um ano para adaptar a matriz curricular aos parâmetros da resolução. Ainda respeitando as especificações religiosas, os administradores prisionais terão de adaptar a rotina do cárcere a “aspectos alimentares, de higiene, de horários, de cortes de cabelo, de barba”.

Post inforgospel.com.br – Fonte: Veja.com – via: verdadegospel

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Ex-missionário lança livro contando bastidores do ministério do Pastor Mike Murdock e o acusa de vícios e prostituição

O Pastor e apresentador de TV, Mike Murdock, parceiro do Pastor Silas Malafaia, ficou conhecido por escrever diversos livros e pregar mensagens enfatizando a sabedoria.

Agora, um ex-missionário e amigo da família de Murdock escreveu um livro sobre o Pastor, e faz diversas acusações. O livro intitulado “Thieves: A dirty TV pastor and the man who robbed him” (em tradução livre para o português: “Ladrões: um pastor da TV desonesto e o homem que o roubou”) traz diversas e detalhadas acusações contra Mike Murdock e ainda relata a obsessão do Pastor por riqueza e mulheres.

O autor do livro, Brian “Trey” Smith foi amigo pessoal de Jason Murdock, filho do Pastor. Trey estudava no Seminário Cristo para as Nações, e tornou-se íntimo da família, frequentando a casa e divertindo-se com Jason. Ele afirma que conheceu uma sala secreta na mansão da família, que mais parecia um grande cofre, onde o Pastor mantinha bebidas, relógios e moedas de coleção e revistas pornográficas.

A motivação para que o autor publicasse o livro, segundo o “D Magazine”, foi a revolta em ver os bastidores da casa de Murdock e sua pregação na TV, totalmente contrária. Em um trecho do livro, Trey expõe seu repúdio: “Odiava as mentiras, o engano, a ganância, os acordos de bastidores, os segredos, o sexo e toda a dor que ele causava aos cristãos falando sobre a necessidade de eles terem fé no “deus dólar”. Para mim, dentre os televangelistas, Mike Murdock era o pior. Enquanto o mundo estava assistindo-o pregar de terno, gravata e Bíblia aberta em suas telas de televisão, eu conhecia os lugares que ele nunca mostraria perante as câmeras”.

Brian “Trey” Smith afirma que não foi fácil viver amordaçado sem poder revelar o que conhecia sobre o Pastor Murdock. “É um fardo viver em uma bolha cristã, sem nunca poder falar sobre o paraíso escondido do pregador, com prostitutas siliconadas, brinquedos sexuais, pornografia pesada, e tudo que o dinheiro podia comprar”, conta o escritor, ressaltando que o ódio que nutria pelo Pastor o fez roubá-lo: “Naquela época, eu entrava no closet do pai do meu melhor amigo como o cara que descobriu a tumba do faraó. Havia caixas e caixas de anéis, braceletes e colares de ouro, moedas raras e uma desorganizada coleção de selos muito valiosos… Mas nada se comparava ao que imaginávamos haver dentro do grande cofre, que ficava no meio do quarto. Nunca conseguimos abri-lo, mas passei a deseja-lo. Sonhava com isso, fantasiava como seria… Não queria apenas roubar o seu dinheiro… Mais do que isso, eu tinha realmente aprendido a odiar aquele homem e tudo que ele representa”.

Para Trey, o desvio das doações dos fiéis era algo inaceitável. Em 1999 ele planejou um assalto à casa de Mike Murdock, entrou no cofre, roubou o que pode e fugiu para o México. Após o fim da investigação, voltou para os Estados Unidos, mas foi encontrado por investigadores particulares que o Pastor contratou, e entregue à Polícia.

Trey cumpriu dez anos de condenação, e aproveitou o tempo na cadeia para escrever seu livro. “Eu sentia que todos seus mantenedores tinham sido injustiçados. Iria apenas consertar as coisas. Eu sabia que praticamente nada daquele dinheiro era destinado para o que Murdock chamava de ‘instituições de caridade’. Por todas estas razões, eu não me sentia nem um pouco mal por tomar até o último centavo que ele tinha. Eu não era herói. Eu tinha me tornado um canalha sujo e podre como todos eles”.

Agora, o escritor afirma que se reconciliou com Deus e está livre das drogas, e pretende divulgar de todas as maneiras possíveis tudo o que sabe sobre o Pastor Mike Murdock. O livro foi lançado sem ajuda de uma editora e está disponível também no formato e-book.

O Gospel+ entrou em contato com a assessoria de imprensa do Pastor Silas Malafaia para saber se iriam se pronunciar sobre a publicação desse livro, porém até o fechamento da matéria, não houve resposta aos nossos contatos.

Fonte: Gospel+

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Boletim 144

Boletim n.º144
Quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Livro


Devocionário
Gotas de Sabedoria para a Alma

R$ 10,00
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Agenda
Novembro

Dia 18/11 – 20h Igreja Assembléia de Deus de Limeira, SP
Dia 19/11 – 8h – Hospital Militar Vitória e 20h cerimônia de casamento na Primeira IPB de Vitória
Dia 20/11 – Manhã e noite na Primeira IPB de Vitória
Dia 21/11 – 20h, IPB de Pinheiros, SP
Dia 22/11 – 20h, Igreja Batista Morro Grande, São Paulo, SP
Dia 23/11 – Primeira IPB de Vitória, 19.30h
Dias 24 e 25/11 – Congresso pastores e líderes em Fortaleza, CE
Dia 27/11 – Manhã e noite Primeira IPB de Vitória, ES
Dia 28/11 – 20h IPB de PInheiros, SP
Dia 29/11 – 20h IPB Filadélfia, Sorocaba, SP
Dia 30/11 – noite, Primeira IPB de Vitória, ES.

Vídeo
Nós somos a morada de Deus
Texto base: Êxodo 25.8
Clique aqui para assistir
Áudio
A doutrina da reconciliação
Texto base: 2 Coríntios 5.18-21 e 6.1-2
Clique aqui para ouvir
Pastoral
O oratório da Criação e da Redenção

O livro de Apocalipse é a revelação do plano vitorioso de Deus na história. Os acontecimentos futuros não estão nas mãos do destino, mas nas mãos daquele que está assentado no trono e governa o universo. A igreja, mesmo sendo alvo das mais insolentes perseguições triunfará e seus inimigos serão derrotados. Antes de tratar da abertura dos sete selos, que representam a perseguição do mundo contra a igreja, João nos apresenta Deus no trono e o Cordeiro com o livro da história em suas mãos. Nos capítulos 4 e 5 de Apocalipse temos o oratório da Criação e o oratório da Redenção. Oratório é uma música acompanhada de solistas, coral e orquestra. Esses dois oratórios têm sete peças musicais: Vejamo-las:

1. A música dos seres celestiais (Ap 4.8,9). Os quatro seres viventes são uma representação dos seres celestiais. Três verdades são proclamadas nessa música acerca do Deus Criador: sua santidade, sua onipotência e sua eternidade. Nessa música o Deus que vive pelos séculos dos séculos recebeu glória, honra e ações de graças.

2. A música da igreja (Ap 4.10,11). Os vinte e quatro anciãos são um símbolo da igreja glorificada. A igreja se prostra para adorar aquele que é eterno e deposita a seus pés suas coroas, proclamando sua dignidade de receber a glória, a honra, e o poder por ter criado todas as coisas, conforme sua vontade soberana.

3. O solo de um anjo forte (Ap 5.1-4). A terceira música do oratório faz uma transição do Deus da Criação para o Deus da Redenção. Havia na mão direita daquele que estava assentado no trono um livro escrito por dentro e por fora, de todo selado com sete selos. A grande pergunta do anjo ecoou: “Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos?”. Esse alguém digno é procurado no céu, na terra e debaixo da terra, entre anjos, homens e demônios. Ninguém, porém, foi encontrado digno. Por isso, João desatou a chorar. Parecia que a história estava à deriva, sem alguém digno para governá-la.

4. O responso do solo (Ap 5.5). O soluço de João foi interrompido por uma ordem vinda de um dos vinte e quatro anciãos: “Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, vence para abrir o livro e os seus sete selos”. O digno procurado agora é o digno encontrado. O Messias é o Leão da Tribo de Judá e a Raiz de Davi. Ele venceu o pecado, o diabo e a morte e conquistou o direito de abrir o livro e desatar seus selos. A história não está desgovernada, mas nas mãos do Redentor.

5. A exaltação do Cordeiro pelos seres celestiais e pela igreja (Ap 5.6-10). Quando João se volta para ver o Leão, contempla um Cordeiro como tendo sido morto. Mas esse Cordeiro que foi imolado é onipotente e onisciente. O Cordeiro tomou o livro da mão daquele que estava assentado no trono e ao tomá-lo, os seres celestiais e a igreja prostraram-se diante dele com taças de incenso nas mãos, que são as orações dos santos e entoaram novo cântico dizendo: “Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes e reinarão sobre a terra”. Anjos e homens exaltam a Jesus, o Cordeiro, por sua morte expiatória e seus gloriosos resultados. O Cordeiro não morreu apenas para possibilitar nossa redenção; ele comprou-nos com seu sangue e nos fez sacerdotes e reis.

6. A exaltação do Cordeiro por milhões de seres celestiais e pela igreja glorificada (Ap 5.11,12). Um grande coral composto de milhões e milhões de anjos, querubins e serafins bem como de uma multidão colossal de remidos, no palco do universo, exaltam o Cordeiro de Deus por sua morte na cruz e tributam a ele o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.

7. A exaltação cósmica do Deus Criador e Redentor (Ap 5.13,14). A música chega a seu final apoteótico. Toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: “Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos”. Quando essa música arrebatadora terminou, os seres celestiais deram um retumbante Amém e a igreja prostrou-se em adoração.

Rev. Hernandes Dias Lopes
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Movimento Gota D’água

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