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Igrejas evangélicas montam ringues de Vale Tudo para evangelizar

Em uma sala de ensaio do teatro da rua Beale, o pastor John Renken, 42, recentemente puxou uma oração com um grupo de jovens: “Agradecemos por esta noite. Que seja uma representação do Senhor”.

Uma hora depois, um membro de seu rebanho que havia baixado a cabeça em sinal de respeito estava dando uma chuva de socos em um oponente. As orientações de Renken não eram exatamente delicadas.

“Golpeie com força!”, gritava ao lado de um ringue de um evento de artes marciais chamado Gaiola de Ataques. “Termine a luta! Vai na cabeça! Na cabeça!”

O jovem era membro de uma equipe de luta do Ministério Extremo, uma pequena igreja próxima a Nashville que serve também de academia de artes marciais. Renken, que fundou a igreja e a academia também é técnico da equipe. O lema da escola é “Onde os pés, os pulsos e a fé colidem”.

O ministério de Renken faz parte de uma parcela pequena mas crescente de igrejas evangélicas que adotam o vale-tudo -um esporte com fama de violência e sangue que combina vários estilos de luta- para alcançar e converter jovens, cujas participação na igreja tem sido persistentemente baixa. Os eventos de vale tudo atraíram milhões de telespectadores; um deles foi o maior evento pay-per-view de 2009.

O recrutamento nessas igrejas, predominantemente brancas, envolve reuniões para assistir lutas na televisão e palestras que usam os combates para explicar como Cristo lutou pelo que acreditava. Outros ministros vão mais longe, sediando ou participando de eventos ao vivo.

O objetivo, segundo esses pastores, é injetar masculinidade em seus ministérios -e na imagem de Jesus- na esperança de tornar o cristianismo mais atraente. “Amor e compaixão, concordamos com essas coisas também. Mas o que me fez encontrar Cristo foi que Jesus era um lutador”, disse Brandon Beals, 37, pastor da igreja Canyon Creek no subúrbio de Seattle.

O esforço faz parte de um programa mais amplo e mais antigo de alguns ministros que temem que suas igrejas tornaram-se femininas demais, promovendo a gentileza e a compaixão à custa da força e da responsabilidade.
“O homem deve ser o líder do lar. Criamos uma geração de menininhos”, disse Ryan Dobson, 39, pastor e fã do vale tudo que é filho de James C. Dobson, fundador do grupo evangélico proeminente “Foco na Família”. Leia +.

Esses pastores dizem que o casamento da fé com o combate tem a intenção de promover os valores cristãos, citando versos como “trave a boa luta da fé”, Timóteo 6:12.

Muitos estimam que o número de igrejas que estão adotando as artes marciais está em torno de 700, de um total de 115.000 igrejas evangélicas brancas nos EUA. O esporte é considerado uma ferramenta legítima para alcançar os jovens pela Associação Nacional de Evangélicos, que representa mais de 45.000 igrejas.

“Existem muitos jovens perturbados que cresceram sem pais e estão vagando sem esperança. Eles próprios também são péssimos pais, perdidos”, disse Paul Robie, 54, pastor da igreja comunitária de South Main em Dhackerer, Utah.

A luta como metáfora faz sentido para alguns jovens.

“Estou lutando para fornecer uma qualidade de vida melhor para minha família e dar-lhe coisas que eu não tive quando era pequeno”, disse Mike Thompson, 32, ex-membro de gangue e estudante de Renken que até recentemente era desempregado e hoje luta com o apelido de “A Fúria”.

“Quando aceitei Cristo em minha vida, compreendi que uma pessoa pode lutar pelo bem”, disse Thompson.

Igrejas evangélicas sem denominação têm uma longa história de usar a cultura popular -rock, skate e até ioga- para atingir novos seguidores. Ainda assim, mesmo entre as seitas mais experimentais, o vale tudo têm críticos.

“Aquilo que você usa para atrair as pessoas para Cristo também será aquilo que você vai precisar para manter as pessoas”, disse Eugene Cho, 39, pastor da igreja Quest, uma congregação evangélica em Seattle. “Eu não vivo pelo Jesus que come carne vermelha, bebe cerveja e bate em outros homens.”

Robert Brady, 49, vice-presidente executivo de um grupo evangélico conservador concordou, dizendo que a mistura do vale tudo com o evangelismo “tira tão facilmente o verdadeiro foco da igreja que é o gospel”.

Há quase uma década, o vale tudo era considerado um esporte sangrento, sem regras ou regulamentos. Foi proibido em quase todos os Estados e criticado por políticos como o senador republicano do Arizona John McCain.

Nos últimos cinco anos, contudo, graças a um inteligente marketing do Ultimate Fighting Championship, a principal marca do esporte, o vale tudo se tornou comum. Hoje, é legal e regulamentado em 42 estados.

Seus defensores apontam para um estudo da Universidade Johns Hopkins mostrando que os participantes das lutas sofrem menos nocautes do que os lutadores de boxe.

No último ano e meio, uma sub-cultura evoluiu, com os cristãos das artes marciais vestindo marcas como “Jesus didn’t tap” e redes sociais cristãs como a anointedfighter.com.

Cerca de 100 homens, muitos tatuados e de cabeça raspada, participam das festas de lutas em Canyon Creek, assistindo combates em quatro grandes televisões da igreja. Há vendedores de cachorro-quente e de camisetas com a frase “Predestinado a Lutar”.

Metade dos que estão ali não são membros da igreja, mas vieram por meio de amigos, disse Beals, conhecido como o pastor da luta.

Os homens de 18 a 34 anos estão ausentes das igrejas, disseram os pastores, porque as igrejas se tornaram mais cômodas para mulheres e crianças.

“Crescemos em igreja de tons pastéis. Os homens caíam no sono”, disse Tom Skiles, 37, pastor da igreja Spirit of St. Louis em Montana.

Ao se focar na dureza de Cristo, os líderes evangélicos estão voltando a um movimento similar do início do século passado, dizem os historiadores, quando as mulheres começaram a entrar para força de trabalho. Os proponentes desse cristianismo muscular defendiam o levantamento de peso e outros esportes como forma de expressarem sua masculinidade.

“Toda essa geração foi criada com a idéia que estão em uma guerra pelo coração e alma dos EUA”, disse Stephen Prothero, professor de religião da diversidade Boston.

Paul Burress, capelão e técnico de luta da igreja Batista Victory, em Rochester, disse que o vale tudo dera a seus alunos uma chance de trabalhar de corpo, alma e espírito. “Ganhando ou perdendo, representamos Jesus”, disse ele. “E vencemos na maior parte das vezes.”

Contudo, na noite fria de Memphis, Renken, o pastor dos Ministérios Extremos, assistiu a dois de seus três lutadores apanhando, um quebrando o tornozelo.

O outro, Jesse Johnson, 20, potencial convertido, foi dominado pelo pescoço e decidiu não voltar para casa com os outros membros da igreja. Ele ficou em Memphis bebendo e estejando com amigos ao longo da rua Beale, ponto agitado e cheio de neons da cidade.

Fonte: Herald Tribune / Gospel+
Tradução: Deborah Weinberg
Via: Pavablog

Vale Tudo Evangélico no Brasil

Nesta sexta-feira (5/02), a partir das 22h, será realizado na Igreja Renascer em Cristo Osasco o primeiro evento de lutas marciais do ano de 2010.

Segundo o Pr. Dogão, lutador e pastor da igreja Renascer em Cristo, toda a estrutura será montada para o dia do evento. “Estamos preparando uma grande estrutura de ringue, iluminação e premiação, além de contarmos com a presença especial do Dj. Oliver que comandará a festa. Teremos as lutas de MMA (Mixed Martial Arts) popularmente chamadas de ‘Vale Tudo’, lutas profissionais de Jiu-Jitsu, Submission, Boxe e Muay Thai. Para as lutas de MMA e Muay Thai realizaremos também nas categorias femininas”, avisa.

Essa é a sexta edição de luta profissional organizada pela Igreja Renascer em Cristo. O evento tem crescido muito desde sua primeira edição com o fechamento de grandes parcerias e lutadores renomados do Vale Tudo profissional.

Mais informações sobre o evento poderão ser adquiridas pelo telefone (11) 9470-6086 (Pr. Dogão) ou na igreja Renascer em Cristo Osasco, que fica na Av. dos Autonomistas, 2455 – Centro – Osasco/SP. Será cobrado R$10,00 o ingressos antecipados e R$15, 00 na portaria.

Fonte: Renascer

Um falso Deus chamado jesus cristo

Por Márcio de Souza

Crise todo mundo tem, mas nos últimos meses, percebe-se que a comunidade protestante em geral está debaixo de uma onda de experiências e situações que assombrariam qualquer apóstolo. Por exemplo, é fato que verdades que soavam absolutas para nós, agora se transformaram em jargões sem poder. O relativismo tem minado as bases da ortodoxia e derrubado “verdades absolutas” na cabeça de milhares de pessoas pelo Brasil.

Havia respeito por alguém que se denominasse pastor, afinal de contas, era o estereótipo de integridade. Hoje em dia, ser pastor não significa muita coisa, pelo contrário, é sinônimo de usurpação e falta de caráter. Quem tem crédito hoje em dia são os bispos, apóstolos, paióstulos, príncipes e reis que estão sendo ordenados de qualquer maneira por aí. A primeira verdade que deixou de ser verdade nesses tempos pós-modernos é que existem verdades absolutas. A reboque, a relativização da função pastoral, tornou pastores em animadores, deixando a autoridade e o governo da Igreja para o bispo-mestre e primaz.

Outra “verdade” que abandonou seu posto com o ataque relativista é o esvaziamento do conteúdo Bíblico das mensagens. Uma boa coreografia seguida de boa música já resolve o problema do povo, nos tornamos os reis do blá bla blá e esquecemos do conteúdo da nossa mensagem. Estamos fazendo o que dá certo e não o que é certo. A maravilhosa proposta do Reino de Deus, converteu-se em chavões na boca de falsos profetas que se contentam com essas “novas verdades”.

Por último, apresenta-se o quadro mais grave que poderíamos presenciar, o diabo, sabedor de nossas fraquezas, entende que não adianta mais tentar lançar pessoas no culto a imagens, espiritismo e outros tipos de coisas. Agora o ataque tem sido mais sutil, ele leva os fiéis a adorar um falso Deus chamado jesus cristo. Não se assuste, é isso mesmo, Jesus cristo é o nome desse novo ídolo criado para arrebanhar milhares e milhares de desavisados. Não estou falando do Deus vivo e ressurreto, daquele que morreu por nós e que vive e reina pra sempre, mas de cristo esvaziado do seu conteúdo, sem poder, o cristo jargão, que precisa de rosa vermelha ou sal grosso para completar sua obra salvífica, aquele que depende de um banho de descarrego ou de um sabonete de enxofre para libertar alguém.

Queridos, esse não é Cristo, é demônio disfarçado de anjo de luz. Estão tentando fazer com que a verdade da cruz seja jogada no lixo e deixe de ser verdade, planejam que Jesus seja morto de uma vez por todas, mas não importa quantas vezes eles venham a tentar matá-lo, ele sempre há de ressuscitar! Porque não interessa quantas coisas o relativismo vai abarcar com sua ideologia, o homem que um dia disse que é a verdade, zelará pelo seu bom nome e pelo seu sacrifício!

Pense nisso:

“E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz.” 2 Corintios 11:14

E no mais, tudo na mais santa paz!

***
Postou Marcio de Souza

Faça uma enquete básica em qualquer escola de ensino médio e você comprovará. Segundo as estatísticas, a primeira experiência sexual dos jovens vem acontecendo cada vez mais cedo, com 15, 14 e até 13 anos de idade. Na contramão desse comportamento precoce, garotos e garotas estão optando por esperar o casamento para perder a virgindade. A motivação, em geral, tem cunho religioso, mas muitos também se inspiram na onda conservadora que começou há poucos anos nos Estados Unidos e encontra nos ídolos pop Jonas Brothers seus principais ícones.

O analista de sistemas Ubirailson Jersy Soares de Medeiros, 26 anos, de João Pessoa (PB), namora há quatro anos e meio e decidiu manter-se virgem até o casamento por conta de uma experiência religiosa intensa (ele não dá mais detalhes). “Tive uma experiência com o amor de Deus que mudou minha vida e quero corresponder a este amor tendo um coração puro e deixando que meu corpo seja coerente com essa realidade. O sexo é algo muito precioso e belo para ser vivido de qualquer jeito, é sagrado!”, acredita o rapaz, cujo passado guarda algumas “máculas”. “Descobri que tratava minha sexualidade de modo desordenado, viciado e egoísta, buscando o prazer pelo prazer. Fazia das mulheres coisas, objetos, denegria o valor que elas tinham. Embora seja virgem, tive muitas experiências íntimas com algumas mulheres. Posso dizer que fiz quase tudo, menos a conjunção carnal”, revela.

Estilo de vida

Para o digitador Júnior Nogueira, 26 anos, de Sobral (CE), a castidade é um “estilo de vida”. “Ela abrange mais do que simplesmente a virgindade, pois se relaciona com o nosso modo de amar a Deus e aos outros. Portanto, uma pessoa pode ser virgem e não ser casta, ou o contrário, não ser mais virgem e viver a castidade como opção”, explica. “Acho que há muita banalização do sexo. As pessoas mal se conhecem e já vão para a cama”, reclama o estudante de Direto Hugo de Oliveira, 23 anos, de Osasco (SP). Evangélico e educado em uma família com princípios religiosos bem rigorosos, ele garante que resistirá às tentações e se casará virgem. Uma de suas maiores dificuldades é lidar com a “tiração de sarro” e o espanto dos amigos. “A maioria dos jovens hoje em dia não deseja abster-se do sexo. Os que querem têm vergonha de se expor por medo de serem repudiados. Meus amigos zoam comigo, mas eu relevo. Prefiro acreditar que cada um tem um pensamento diferente”, diz Hugo, que não sente o menor receio em firmar sua convicção ao usar um anel da pureza, acessório usado também pelos irmãos Jonas Brothers para revelar ao mundo a condição da virgindade.

Todo mundo pensa que eu não vou aguentar, que não vou me segurar, mas acho que os seres humanos têm, sim, total controle sobre seus atos
Loanda Natália Santos, 17 anos

Alvo de risos por parte das amigas, que já a chamaram de hipócrita, e de descrédito de alguns familiares, a estudante de Nutrição Loanda Natália Santos, 17 anos, de Santo André (SP), garante que vai manter-se virgem até o casamento. Ela está namorando há um mês e já avisou o rapaz de sua decisão. “Ele respeita minha opção. Desde que soube o que é sexo, desejo me casar virgem. Todo mundo pensa que eu não vou aguentar, que não vou me segurar, mas acho que os seres humanos têm, sim, total controle sobre seus atos”, ressalta.

Se segurar não é fácil. Os entrevistados reclamam do excesso de estímulos da TV e da Internet – dançarinas de trajes sumários nos programas de auditório, as “sisters” do BBB10 de biquíni, vídeos e fotos pornôs. As garotas também apontam a pressão das amigas para transar, enquanto os rapazes indicam a maneira sensual como as mulheres se vestem no dia a dia como uma tentação a ser vencida. Embora tenha tido experiências sexuais no passado, com uma antiga namorada, o professor Wellington Vancini, 27 anos, de Fortaleza (CE), vive em “jejum” há quase sete anos. Sua atual namorada é virgem, quer subir ao altar assim, e ele optou por respeitar sua decisão até o casamento, previsto para o fim do ano. “O namoro casto potencializa o autoconhecimento”, afirma. “Como vivi os dois tipos de relação, posso afirmar com toda a certeza que este último me traz muito mais alegrias”, destaca ele, que não gosta muito do termo “abdicar”. “Esse termo dá a conotação de algo reprimido e isso não é bom. A castidade, na verdade, é uma busca por uma coerência interior, buscar ser inteiro, sem divisões; é ordenar toda minha sexualidade em favor de um objetivo.”

Críticas

Alguns amigos inicialmente achavam minha escolha radical, mas hoje concordam; outros permanecem não concordando; alguns acham isso bonito, mas se dizem incapazes de viver algo assim
Wellington Vancini, 27 anos

Já a estudante Amanda F. Mota, 16 anos, de Brasília (DF), que justifica a virgindade por motivos religiosos, reclama da dificuldade de namorar alguém que compreenda seus princípios. “Às vezes, estou com alguém de que gosto, com quem me sinto bem, e ambos gostaríamos de dar esse passo adiante; mas aí me lembro do compromisso que assumi comigo mesma, e acabo indo devagar”, revela a garota. “É complicado, principalmente quando você gosta da pessoa e o momento é propício. E usar argumentos religiosos também pode ser bem difícil: ele pode achar tudo isso de castidade uma besteira, ou aceitar minha decisão. Geralmente, é a primeira opção que acontece”. Problema semelhante enfrenta a estudante de Engenharia da Computação Gisele Lima, 20 anos, de Nova Iguaçu (RJ). “A minha maior dificuldade é encontrar alguém que pense em respeitar minha decisão. Terminei com a maioria dos meus ‘exs’ porque eles ficavam me pressionando a fazer sexo. E meus amigos me acham careta, mas não ligo. Sei bem o que quero para mim”, salienta.

As críticas alheias, aliás, também são um empecilho a ser vencido. “Alguns amigos inicialmente achavam minha escolha radical, mas hoje concordam; outros permanecem não concordando; alguns acham isso bonito, mas se dizem incapazes de viver algo assim. O mais importante é viver com coerência tal decisão para ser respeitado”, afirma Ubirailson. O professor Wellington, que não faz segredo sobre sua condição, já foi chamado de gay por algumas alunas revoltadas com a falta de receptividade às investidas. “Além de preconceitos, sofri calúnias e difamações por causa de mentiras que inventaram sobre a fidelidade à minha namorada. Mas minha consciência é tranquila e meu sono é leve, pois não carrego nenhuma dessas acusações”, afirma.

Fonte: Terra

Jesus e os milagrentos modernos

Diogo Henrique de Sá

Como as coisas mudaram, desde que Jesus andou entre nós a 2 milênios atrás, antes o curandeirismo [1] era coisa de mágico e eram praticados em nome dos deuses, hoje qualquer charlatão faz “milagres” em nome de Jesus, e muitos de nós, cristãos [2], batemos palmas em êxtase.

Não foi só isso que mudou, Jesus operou e opera milagres legítimos [3], porém quero me deter somente no período que nosso Senhor esteve aqui, como homem, empoeirando seus pés. Durante seu ministério terreno Jesus fez grandes sinais, no entanto evitou ao máximo uma publicidade desnecessária com relação aos milagres por Ele ministrados. Jesus não queria que sua imagem ficasse associada à de um milagreiro qualquer, na verdade se observarmos direito o Novo Testamento, veremos que Jesus só fazia o que fazia, porque se movia intimamente de compaixão para com as pessoas a sua volta, ou seja, os milagres realizados por Jesus eram reflexos do seu amor por nós. Jesus nunca cobrou nada por esses milagres, nem mesmo queria mais atenção ou fama pela realização dos mesmos. A intenção de Jesus era sempre disseminar a Mensagem do Reino, pois “com seu conhecimento meu servo justo justificará a muitos, e levará as iniqüidades deles” (Is 53.11)

Hoje, quanta mudança! Os milagreiros da última hora fazem de tudo por cinco minutos de fama. Com a maior “cara lavada” colocam suas fotos em banners, em folhetos, em cartazes, dentro dos templos enfim em toda parte. O incrível é que fazem tudo oposto do que Cristo fazia. Jesus operava milagres mas não queria ficar famoso, antes sua intenção era espalhar as boas notícias de salvação e no processo glorificar a Deus, hoje, veja o disparate, estes curandeiros querem ser conhecidos pelos seus supostos milagres, não pregam o Evangelho verdadeiro e glorificam a si mesmos.

Percebeu a mudança? Brusca né? Mas por que isso ocorre com tanta freqüência nos dias de hoje?

Bom, antes de respondermos a essa questão precisamos lembrar que essa prática não é nova não, é que hoje é feita em grande escala e em nome de Jesus, mas já temos relatos disso ocorrendo no Novo Testamento. Lucas afirma em Atos 8.9-24 que um certo mágico chamado Simão, quando viu a virtude do Espírito Santo na vida dos apóstolos, quis comprá-la a todo custo.

Mas… Voltando a questão… O problema, na verdade, é que o desejo pela popularidade é, por mais estranho que pareça (pois não consigo rastrear o porquê disso), inerente ao próprio homem. Existe uma gana no inconsciente humano que o faz desejar ser melhor que os outros, e a fama cria a ilusão de que isso é possível. Desde os tempos mais remotos o ser humano almeja o prestígio. Moisés nos conta no livro do Gênesis que um certo homem chamado Ninrode [4], quando edificou a torre que depois se chamou Babel, disse: “Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome…”. Perceba que o desejo era “fazer um nome”, ou seja “seremos famosos”. A questão desse desejo pela notoriedade é tão complexa que Nietszche vai falar um pouco dela quando trata da questão do “super homem”.

Agora, voltando ao Gênesis, lembre que o primeiro pecado praticado pelo homem foi desobedecer pelo simples prazer de desobedecer, pois se lermos atentamente o capítulo 3 deste livro vemos que o diálogo entre Eva e a serpente nos revela algumas pistas sobre isso:

  • A conversa parece se passar em frente à árvore do fruto proibido;
  • Eva já sabia também onde ficava a árvore, ela diz que: “Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais” (Gen.3.3). Sei que não parece haver nada demais nesta afirmação, mas se observarmos bem, Deus não havia dito que a árvore estava no meio do jardim [5],
  • O Fruto também, segundo Eva, era de agradável visão – era bonito – por isso a Igreja Católica chegou a adotar como dogma que o fruto era a maça. Eva queria comer o fruto até pelo fato de ser proibido (é aquela história que a fruta da árvore do vizinho sempre é mais gostosa).
  • Mas nada falou mais alto do que o desejo de ser deus, a cartada final da serpente foi: “Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.” (Gen. 3.5). O pecado aí foi o mesmo que Satanás cometeu: Querer ser Deus.

Pronto, chegamos ao “X” da questão, esta inversão de valores está ocorrendo porque estamos deixando extravasar um desejo incontrolável de usurparmos a glória que é de Deus; um desejo incontrolável de tentar tomar o seu lugar, sobretudo, nos corações dos outros homens; um desejo, disfarçado, mas incontrolável de dizer: “Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo” (Is.14.14).

Por isso, ao invés de procurarem, como aconselha a Palavra de Deus, glorificarem a Jesus em seus membros, e procurarem o anonimato já que tudo vem dele, estes procuraram usar o nome de Jesus somente para dar estrutura para sua fama, usando-se do nome Cristo, sem ter nenhum compromisso com Ele, para se auto promover. Enquanto o Capitão da nossa Fé nunca procurou os holofotes, nós pedimos para, se possível, acender mais.

Os milagres eram realizados por Jesus por compaixão, hoje são operados por dinheiro e Status. Quanta mudança. Quanta mudança. Mas qual exemplo é o verdadeiro? O de Jesus ou o dos Milagreiros modernos? Acho que não precisa responder.

Sabe, pra ser sincero, essa atitude prepotente de se auto glorificar, de colocar sua foto em vários lugares me enoja, isso porque eu reconheço a imensa e maravilhosa Graça de Cristo sobre a minha vida, eu, um miserável pecador, fui alcançado pelo seu imensurável Favor. Como posso passar um dia sem que eu seja agradecido e exalte o nome Dele? Ele precisa ser exaltado por tudo o que Ele é para mim. Faço isso por gratidão, sem que consiga realmente adorá-lo em toda a sua magnitude, mas prossigo a adorá-lo como posso. Reconheço que Deus não precisa de nada que eu tenho, ele disse: “meu são todos os carneiros nestas montanhas…”[6] , “se eu tivesse fome te pediria algo de comer, e se tivesse sede te pedira algo para beber”[7] e ainda: “Nem todo o Líbano basta para o fogo, nem os seus animais bastam para holocaustos.”(Is. 40.16). Apesar disso, apesar de saber que não tenho como acrescentar glória aquele que é Todo Glorioso, prossigo a exaltá-lo, mesmo sendo vil, como sou, prossigo deixando ele crescer e lutando para que eu diminua sempre.

Reconheço que o Orgulho é terrível, ele nos corroe, se aproxima de nós sem que percebamos, e parecendo ser algo tão inofensivo, rapidamente nos domina. Já caí neste engodo e reconheço sou orgulhoso, então, como um alcoólatra que nunca está curado mas consegue se controlar, eu me achego até a Cruz por que lá eu vejo estampado em Jesus todas as minhas vergonhas, aos pés da Cruz vejo os meus pecados e como fui um inútil para pagar até mesmo a minha dívida, e como sou salvo pelos méritos de outro, e não pelos meus, e então através da leitura da Palavra de Deus (sobretudo do Novo Testamento, que hoje em dia anda tanto desprezado) sou grato e todo o meu orgulho se vai, pois a Nova Aliança me propõe Abandonar tudo o que eu acredito ser (o Bom, o Imprescindível), para reconhecer que Jesus e deve ser Exaltado pois Ele é o Tudo em Todos.

Estes homens e mulheres “famosos” que estão dentro das instituições eclesiásticas, mas querem Fama e reconhecimento, devem voltar-se para algo que eles tem desprezado, que é a Santa Palavra de Deus, o quanto antes, pois se não o que lhes aguarda é uma eternidade afastada irremediavelmente do Salvador.

A Jesus Cristo Seja a Glória. Para Sempre

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Eviado por Diogo H. de Sá, via e-mail. Divulgação: Púlpito Cristão

Igreja Mundial – Novas denúncias graves atigem a denominação do Apóstolo Valdemiro Santiago

O bispo Sidney Furlan, da igreja Mundial do Poder de Deus em Mato Grosso, foi acusado de truculência e lavagem de dinheiro em igreja. Aumenta a corrente de denúncias contra a conduta e postura do bispo, que explora quase toda a programação da TV canal 8 na Grande Cuiabá, que antes retransmitia a Bandeirantes e agora está arrendada pela Igreja do apóstolo Valdomiro Santiago.

No sábado, 30, Furlan expulsou da igreja o pastor Emanoel Alves, sob acusação de falta grave. Revoltado e no desespero por não ter onde morar, o ex-pastor nega ter cometido qualquer irregularidade e anuncia que, junto com outros dois que também foram “escurraçados” da Mundial, sendo eles Ailson Santos Correia e Edmiran Mendes da Silva, vão denunciar o bispo junto ao Ministério Público.

Acusam Furlan de promover um esquema de lavagem de dinheiro e de forçar pastores a proporcionar lucros à igreja, por meio de ofertas e dízimos, sob pena de virem a ser expulsos e ainda de serem acusados de roubo.

Emanoel Alves estava “chorando as mágoas” numa praça no centro de Cuiabá, localizada em frente à igreja da qual foi expulso. Enquanto isso, Furlan, a 200 metros dali, pregava para mais de mil evangélicos.

O ex-pastor conta que estava na Mundial havia sete meses e, sob orientação da igreja, mudou-se de Nova Brasilândia para a Capital há cerca de dois meses. Disse que durante este período não recebeu salário e que, sem razões aparente, Furlan o expulsou.

Conta que não estava com um centavo no bolso e, para piorar, não tem onde morar. Naquele momento, recebia apoio e solidariedade de Ailton, irmão de Ailson Santos, outro pastor expulso da Mundial.

Eles disseram que a regra imposta aos pastores é dura. Recebem orientação para “até vender tudo que possui” para, por exemplo, difundir e criar estrutura da igreja nos municípios. Se a investida não for bem-sucedida, ficam no prejuízo, acabam expulsos e se vêem em condições humilhantes.

Pela previsão dos ex-pastores, Sidney Furlan controla uma arrecadação por meio de doações dos fiéis em Mato Grosso próximo de um milhão de reais, sendo mais de R$ 100 mil somente em Cuiabá. Em todo o país, a Mundial possui mais de mil igrejas.

Reação

O bispo foi procurado insistentemente para comentar as denúncias feitas pelos três ex-pastores. Seus assessores fizeram espécie de jogo de empurra-empurra. Por fim, Sidney Furlan não deu retorno aos recados.

O ex-vereador por Cuiabá Milton Rodrigues se identificou como espécie de assessor de imprensa da Igreja. Ponderou que iria tomar conhecimento dos fatos para apresentar uma versão oficial, o que não ocorreu.

Sempre cercado de até quatro seguranças, Sidney Furlan costuma reagir às acusações atacando e, junto aos fiéis, se posa de vítima. Costuma dizer que sofre perseguição. Prega milagres com o poder da fé, pede ajuda financeira e, nas entrelinhas, faz pré-campanha eleitoral.

A Igreja Mundial trabalha dois nomes para deputado estadual, a do ex-parlamentar Nataniel de Jesus, que já foi da Igreja Universal do Reino de Deus, e o missionário conhecido pelo prenome de Brito.

“Situação grave”

Milton Rodrigues, ex-vereador que atua como assessor de imprensa do bispo Sidney Furlan, argumenta que Emanoel Alves foi expulso da Mundial depois de cometer a terceira falta grave. Afirma que, antes, o pastor atuava em Nova Brasilândia e, ignorando as regras e conduta imposta pela igreja, fechou o templo e foi passear na casa de parentes em outra cidade.

Emanoel foi alertado e recebeu uma nova chance para voltar a comandar a igreja. Depois que passou a trabalhar como pastor em Cuiabá, diz Milton, Emanoel vinha conduzindo cultos de orações de forma irresponsável e foi acusado até de furto de dinheiro de ofertas.

Garante também que o bispo Furlan não se negou a pagar passagem para Emanoel voltar à cidade de origem, que seria Barra do Garças. O problema, segundo ele, é que o ex-pastor exigia passagem para Brasília. “Não foi esse o combinado”, diz Milton Rodrigues.

Fonte: Creio

A Intimidade e o Sinal Amarelo

Por Avelar Jr

A Intimidade e o Sinal Amarelo (1)

Conversando com uma amiga do Ceará que morou em outro estado por algum tempo, ela me contou que o jeito cearense de ser amigo lhe causou certos problemas por lá. “Cearense perde o amigo mas não perde a piada”, dizemos por aqui, e em alguns casos pode se tornar mais que um simples provérbio ilustrativo do nosso humor irreverente.

Não só aqui, mas, eu creio, em muitas partes do país, temos a mania de tratar as pessoas próximas “muito mal”. Isso acontece em casa, na igreja, no trabalho e na roda de amigos. Certos adjetivos, invocações, expressões, brincadeiras e comportamentos que temos com pessoas íntimas não são recomendáveis para com todas as pessoas, e podem levar a mal-entendidos e causar sérios problemas.
Intimidades trazem certas “licenças”, licença para criticar, ofender e falar verdades de forma não utilizáveis com os de fora do grupo. E o hábito de tratar as pessoas assim, diariamente, amortece nossa sensibilidade quanto ao impacto de nosso comportamento. É aí que mora o perigo.

É comum vermos pessoas no âmbito familiar adocicando seu cotidiano com mimos como “Sai do meio, seu abestado! Não está vendo que eu quero passar, não?”. Ou então um “Essa lesada aí fechou a porta do carro no dedo e ficou chorando! Hahahaha!”… Ou “Ei, palhaço, vem aqui ligeiro!”

Normalmente tais brincadeiras entre amigos, além de não constituírem ofensas ou mágoas, principalmente quando ditas e percebidas em tom de brincadeira, ainda são retribuídas carinhosamente, às vezes com risadas de cumplicidade.

Pois bem, aquela amiga de que falei disse a alguém por quem ela nutria muita consideração “Deixa de ser besta!” Resultado: ela foi mal-interpretada, a interlocutora ficou magoada e ela quedou muito triste com a situação (porque a pessoa não entendeu que ela não queria ofendê-la).

No trabalho, um colega que costumava trocar vocativos atípicos comigo (era costume do local) me chamou de “safado” na frente de uma funcionária novata, e ela se espantou (a gente se tratava por “safado”). Ela reagiu bruscamente, afastando-se com a mão no peito e cara de choque, como se pensasse que ali começaria uma briga entre nós. Quando ela viu que percebemos a reação dela, e que era brincadeira nossa, todos caímos na gargalhada. Nem sempre você tem licença de ser amigo demais na frente dos outros – por mais que seja – e foi até bom que isso acontecesse para aprendermos uma lição e termos mais cuidado com os tratamentos.

Entre amigos também existem as gírias do grupo, que eu tento combater no meu linguajar e confesso ser difícil demais. Alguns amigos e amigas meus, por exemplo, se tratam por “Ei, macaco!” – isso me chocava. Hoje não me choca mais porque eu já sou um “macaco”. Mas não soa estranho para quem nunca ouviu?

Antes me diziam que eu era “formal demais”, mas com o tempo eu acho que exagerei pro outro lado, passando a chamar todo mundo de “bicho”. Só percebi isso quando orei um dia, revoltado, e desabafei com Deus usando essa terna e respeitosa fórmula de tratamento para ele. Enfim, isto é uma vergonha!

Ok, ok. Intimidade demais e mal-costume reiterado trazem consigo a necessidade de estarmos alertas a como estamos tratando as pessoas, e como estamos tratando Deus. Talvez a gente nem pense nisso muito, mas deveria.

Excessos de “intimidade” nos relacionamentos podem levar a sérias e chocantes consequências para quem está à nossa volta, que observa o nosso comportamento e espera de nós um procedimento, no mínimo, decente. E o que isso tem a ver com cristianismo? Tudo.

A Intimidade e o Sinal Amarelo (2)

Há no meio evangélico um movimento de pretensa “intimidade” que por vezes me deixa de cabelo em pé por sua irreverência, imaturidade e insensibilidade na adoração e comunhão. Comportamentos excêntricos, distorções de expressões e ensinos bíblicos que levam a práticas libertinas, músicas com conotações sexuais tratando Deus como esposo nosso e nós como sua noiva…

Mas o que há de mal nisso? Simples, por exemplo: Deus nos trata (indivíduos) como filhos, amigos e servos, jamais como cônjuge. Jesus não nos trata como suas “esposas”, “noivas”, “amantes”, e isso é de longe suficiente para entendermos a forma como Deus nos ama, pois Jesus é a perfeita expressão do Pai, e nele não encontramos ecos dessa erotização da adoração que vem sendo popularizada por certos cantores e compositores gospel.

Então, eu vejo essa “conjugização” de Deus por parte de indivíduos como ultrapassar o sinal amarelo, exibicionismo de “espiritualidade” e falta de reverência (para não falar que o objetivo de algumas dessas músicas é, simplesmente, que sejam tocadas em rádios seculares, porque por vezes você não distingue se o cantor fala de Deus ou de sua namorada). Pois Deus, na Bíblia, trata, figurativamente, como cônjuge:

a) o povo de Israel (uma coletividade);

b) Jerusalém e a Nova Jerusalém (uma cidade, uma coletividade);

c) e a igreja (uma comunidade).

Também merecem menção aqueles “íntimos” que dão ordens a Deus como se ele fosse seu cachorro: “Eu determino que você…”, “Eu decreto que…” …E Deus é que tem que obedecer aos caprichos deles! Isso não é de modo algum intimidade, isso é irracionalidade e pecado.

E tem aqueles… que agem como se tivessem uma procuração em branco de Deus para entregar profetadas de sua própria vontade, conceder e pregar unções que não existem e negociar pedaços do céu; os que imitam animais como se Deus nos quisesse para bestas e não para seres humanos feitos à sua perfeita imagem; os birrentos e dengosos que veem Deus como o pai babaca que adora ver filhos chorões e imaturos fazendo birra nos corredores dos supermercados ao pedir algo…

Assim, o ideal é que a nossa forma de nos relacionarmos com o Senhor dos Exércitos e o Rei em nossa vida, no nosso culto diário e congregacional, tenham a reverência devida, a sabedoria e a inteligência de sabermos com quem estamos lidando e o que ele espera de nós; mas sem a perda do carinho e do amor pelo nosso Salvador, Amigo e Pai, em quem devemos nos espelhar.

Respeito para quem merece respeito não diminui nossa intimidade, é uma obrigação. E o amor a Deus e ao nosso próximo é sempre devido. Intimidades, porém, são coisas particulares, privadas, e é até bom que permaneçam assim.

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Postou Avelar Jr., no Não, Obrigado!

Pastor deputado cria projeto de lei que veta a exibição de material pornográfico para venda

Bancas de jornais, livrarias e locadoras de vídeos do Paraná podem ser proibidas de exibir cartazes com anúncios de revistas, jornais, DVDs e CDs que tenham conteúdo erótico ou pornográfico. É o que prevê um projeto de lei aprovado ontem pelos deputados estaduais. O projeto ainda estabelece a proibição de venda de material de conteúdo pornográfico e erótico a menores de 18 anos – o que já era vedado por lei federal.

A proposta foi votada em dois turnos, sem discussão, na As sembleia Legislativa. Agora, só depende da votação final, na próxima segunda-feira, para ser encaminhada para sanção do governador Roberto Requião (PMDB).

O comerciante que descumprir a lei estadual será advertido por escrito e, em caso de reincidência, receberá uma multa de R$ 5 mil. Se ele descumprir por três vezes a lei, o estabelecimento terá a inscrição estadual cassada.

O autor do projeto, deputado Edson Praczyk (PRB) disse que não quer prejudicar os comerciantes, mas proteger crianças e adolescentes da exposição e venda de material de conteúdo pornográfico.

Pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, Praczyk defende que o material seja guardado em local reservado e só seja exposto quando houver a solicitação de um cliente adulto. “A exposição prematura a material pornográfico, quando a criança ainda não despertou para assuntos sexuais, pode comprometer o desenvolvimento sadio da sexualidade e prejudicar a inserção normal do indivíduo no meio social”, disse.

O projeto, segundo ele, tem como base ainda o Artigo 78 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que estabelece que as revistas e publicações contendo material impróprio ou inadequado a crianças e adolescentes deverão ser comercializadas em embalagem lacrada, com a advertência de seu conteúdo.

Fonte: Gazeta do Povo

Eu desejo o avivamento das antigas doutrinas

Por Renato Vargens

Volta e meia eu recebo emails de pessoas dizendo que estão experimentando um avivamento em suas igrejas. Segundo estes, os sinais que confirmam o derramamento do Espírito Santo são sobrenaturais, como sapateado, profecias, revelações, dentes de ouro, e muito mais. Infelizmente em nome de espiritualidade saudável muitos têm cometido verdadeiras aberrações. Sei da história de gente que urinou nos quatros cantos da cidade, derramou de um helicóptero óleo ungido em uma favela do Rio de Janeiro, fez voto de nazireu raspando a cabeça, enterrou bíblias nos extremos do Brasil, além de cometer inúmeros atos de loucura espiritual.

Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Isso é não é avivamento nem aqui nem na China. Isso não passa de atos descabidos de pessoas que vivenciam um cristianismo estereotipado e ensandecido.

Ora, avivamento do ponto de visto bíblico é o resgate de uma vida piedosa onde oração e o estudo da palavra se fazem presentes. O famoso pregador Charlles Spurgeon costumava dizer:

“Necessitamos urgentemente de um avivamento da devoção pessoal. Este é, sem dúvida, o segredo do progresso da igreja. Se os crentes perdem a sua firmeza, a igreja é arremessada de um lado para o outro. Quando eles permanecem firmes na fé, a igreja continua fiel ao seu Senhor. O futuro da igreja, nas mãos de Deus, depende de pessoas que na realidade são espirituais e piedosas. Oh! que o Senhor levante mais homens genuinamente piedosos, vivificados pelo Espírito Santo, consagrados ao Senhor e santificados pela verdade! Irmãos, cada um de nós precisa viver, para que a igreja continue viva. Temos de viver para Deus, se desejamos ver a vontade do Senhor prosperar em nossas mãos. Homens consagrados tornam-se o sal da sociedade e os salvadores da raça humana.”

Além disso, Spurgeon ansiava pelo avivamento de antigas doutrinas:

“Queremos um avivamento das antigas doutrinas. Não conhecemos uma doutrina bíblica que, no presente, não tenha sido cuidadosamente prejudicada por aqueles que deveriam defendê-la. Há muitas doutrinas preciosas às nossas almas que têm sido negadas por aqueles cujo ofício é proclamá-las. Para mim é evidente que necessitamos de um avivamento da antiga pregação do evangelho, tal como a de Whitefield e de Wesley. As Escrituras têm de se tornar o infalível alicerce de todo o ensino da igreja; a queda, a redenção e a regeneração dos homens precisam ser apresentadas em termos inconfundíveis.”

Caro amigo, se desejarmos vivenciar um avivamento em terras tupiniquins mais do que nunca necessitamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, até porque, somente assim conseguiremos corrigir as distorções evangélicas que tanto nos tem feito ruborizar.

Pense nisso!

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Postou Renato Vargens

Por Jonas Elias de Oliveira

Tudo havia sido preparado: O salão oval, os microfones individuais, telões para vídeo-conferência, luxo e ostentação. Abertas as portas, parecia um grande estouro de boiada! Correria desenfreada, empurra-empurra, todos ávidos pelos primeiros e mais destacados lugares.

O presbítero Contexto Bíblico, fora de seu “habitat” costumeiro, isolado num canto, pode constatar a presença de alguns dos mais ilustres representantes do neo-carismatismo, neo-ortodoxismo e outros neo-desavergonhismos atuantes: O bispo Valdir Azedo, bispo Rodomiro, bispo Ausente Fernandes e sua mulher, Insônia Femandes, o missionário R.R. Tavares, o missionário Levi Miranda, o sempre carismático Diótrefes Primazia, Iscariotes Honesto, Caim da Paz, Geazi Humilde, Ananias Safirando, e o secularissimo irmão Demas: “Tutti buena gente”. Uns quarenta, ao todo.

“TRANQUEM AS PORTAS”, berrou a mil decibéis, o bispo Rodomiro, concitando os presentes para o início da reunião dos REVOLTADOS. “Um instante”, bradou o Missionário Levi Miranda: “Quem te colocou por cabeça sobre nós? Quem te nomeou presidente desse conciliábulo?” Ouviu-se um estrepitoso som da claque: “Apoiado! Apoiado!”. Enérgico, replicou o Bispo Rodomiro com toda a sua mansidão e longanimidade: “CALE A BOCA!”. “Entendo, com toda humildade, ser o único competente para presidir esta Confraria”. “”Como, se somos da mesma patente?” Exclamou o bispo Valdir Azedo. Rodomiro não ficou atrás: “Siguinte: o salão é meu, as cadeira é minha, os som ’são’ meu, afinal de contas, TÔ PAGANO”. O bispo Valdir Azedo arrazoou consigo mesmo: “Estou careca de saber que democracia não funciona”. “Declaro aberta a sessão deste sacrossanto Conciliábulo”.

A guisa de prolegômenos e saneador, continuou o Bispo Rodomiro em suas digressões, quando novamente fora interrompido pelo presbítero Contexto Bíblico: “Não deveríamos orar primeiro?” “NÃO, pura perda de tempo, Time is money”, exclamou o humilde bispo, proprietário de uma modesta casinha de 8 milhões de dólares em Beverly Hills. Diante de tão apropriado aparte, todos concordaram em considerar como meros adiáforos quaisquer oração ou exortação.

“Muito bem”, continuou o bispo Rodomiro. “Por que estamos tão revoltados com nossas denominações? Deixem-me ler como meditação uma palavra bíblica: Quem não vem pelo amor, vem pela dor! (Zedequias 1:71), ou coisa parecida”.

Foi caos! - Todos falavam e berravam a um só tempo. Loucura! Babel! Ninguém entendia ninguém! “Silêncio! Silêncio!”

A custo, conseguiu retomar a palavra o bispo Rodomiro: “Como nem todos podem exprimir o motivo de suas revoltas, nomeio dois irmãos para representar os demais. Foi por motivo DOUTRINÁRIO?” Indagou Rodomiro. “Não bispo, foi pura divisão de NUMERÁRIO”, disse o missionário Levi Miranda, secundado pelo missionário R.R. Tavares. “Outra opinião?” “Fo Foi de dd dd”, tentou esclarecer o irmão recentemente curado de gagueira no Maior Templo do Mundo. Ao final, entendeu-se claramente a questão do cisma: “dd é divisão de dividendo”, concluiu o ex-gago com ares de vitória! E todos gritaram “amém, amém!”. E o missionário Levi Miranda tentou remediar: “Alguns, mesmo curado, tem dificuldade de falar, não se podemos critiquiza-los-eles”.

Foram vários os incidentes quando do saneador. Um dos mais graves foi a disputa de lugares e posição de destaque entre os membros da confraria. “Pequenos” emergentes querendo ser grandes, enquanto que “grandes” estáveis colocavam obstáculos à sua participação, tratando-os de “Nanicos inoportunos”. Rodomiro, o bispo, agiu com prontidão: “Aqui não haverá qualquer discriminação. Não tem pretos nem brancos, ricos ou pobres, ninguém é melhor que ninguém. A partir de agora todos somos verdes. AMÉM? Vamos retomar a reunião”. Os “verdes claros” (os que detêm mais tempo na mídia) “sentam na frente, os verdes escuros lá atrás”.

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Fonte: Jornal O Fundamentalista

Missionário R. R. Soares oferece R$7 milhões por mês para continuar no horário nobre da Band

O contrato do Show da Fé com a Band venceu em dezembro e a emissora prometeu tirá-lo do ar em janeiro, mas o programa permanece na programação. Segundo Keila Jimenez, colunista de TV do jornal O Estado de S.Paulo, o missionário RR Soares teria feito nova proposta à emissora, oferecendo cifras milionárias pelo horário.

Fontes do mercado garantem que RR chegou a falar em R$ 7 milhões mensais para se manter na faixa das 21 horas, a que ocupa atualmente. No contrato atual, o Show da Fé paga à Band cerca de R$ 4 milhões pelo horário.

De acordo com o Jimenez, a Band pretendia ocupar esse horário com um pacotão de séries que comprou da Fox e da HBO e transferir o Show da Fé para suas madrugadas. Porém, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, também está de olho no horário nobre.

Procurada pelo Adnews, a Band não quis se pronunciar sobre o assunto.

Fonte: Adnews / Gospel+

O programa “Fala que Eu te Escuto”, ligado a Igreja Universal do Reino de Deus e exibido na TV Record, tratou nas últimas madrugadas sobre o tema “homossexualismo”.

Na última quarta-feira com a presença de Leão Lobo e Amin Kader, o bispo Clodomir Santos, apresentador do programa que é exibido nos finais de noite na Rede Record, atendia telespectadores que davam a sua opinião sobre qual é a maior discriminação sofrida pelos homossexuais: na família, no ambiente de trabalho ou na sociedade.

Entre uma opinião e outra, quando o bispo Clodomir pedia a opinião de Leão Lobo, o artista procurava sempre em defesa aos homossexuais transparecer uma certa segurança quanto a sua orientação sexual, porém o comediante Amin Kader não media palavras e soltava o verbo (muitas vezes quase partindo pra vulgaridade) e admitia que os homossexuais são todos “infelizes” e extremamente “vítimas de discriminação” aqui no Brasil. Amin também afirmou que a parada gay não serve para outra coisa a não ser diversão, que gay não deve adotar filhos e que todos são solitários.

Num dado momento do programa, o apresentador bispo Clodomir, perguntou aos dois convidados, se “um beijo entre homossexuais numa novela” poderia ajudar ou atrapalhar a causa homossexual. Para Leão Lobo, poderia sim ajudar, porque segundo ele a a sociedade seria “moldada” e consequentemente acabaria aceitando a ideia de que os homossexuais podem viver em pé de igualdade com os heterossexuais.

Já para Amin Kader, nem um pai de família estaria disposto a assistir um homem beijando outro homem diante de seus filhos, e o comediante voltou a frisar a “infelicidade” em que vivem os homossexuais. Amin Kader também gritou que se pudesse voltar ao mundo com uma nova vida, com toda a certeza não seria na condição de homossexual.

No final da programação, bispo Clodomir apresentou um texto do bispo Macedo (extraído de seu blog), onde o líder da IURD comenta sobre “o erro cometido por muitos cristãos em discriminar” os homossexuais.

Fonte: Vooz / Gospel+

Por Carlos Novaes

As igrejas hoje estão mais repletas de carentes do que de crentes.

Estou querendo dizer que, nesses dias de renascimento do cristianismo medieval e de recrudescimento das superstições evangélicas, há aqueles que se aproximam de Deus muito mais como crianças em busca de satisfação para seus caprichosos desejos infantis do que como pessoas de fé interessadas em amadurecer espiritualmente para melhor conhecer a vontade do Senhor e aplicá-la de maneira eficaz no viver diário.

Revelando uma colossal imaturidade, a multidão de carentes só se importa em testemunhar prodígios maravilhosos e milagres fantásticos, em conquistar prosperidade financeira ao estilo do capitalismo mais ganancioso e materialista, em obter curas imediatas tão somente para os males físicos enquanto os males do caráter permanecem intocáveis, em entorpecer-se com cânticos repetitivos de forte apelo emocional que mais se assemelham a mantras hipnóticos, em presenciar espetáculos deprimentes de supostos possessos sendo humilhados diante da congregação e da audiência televisiva, em ouvir animadores de auditório travestidos de pregadores com declarações fervorosas, e coisas do tipo.

Essa gente sobrecarregada de carências, frustrações, complexos e neuroses torna-se ainda mais neurótica, complexada, frustrada e carente quando cai nas garras de manipuladores eloquentes que bem sabem como explorar seus sentimentos e emoções, impondo rédeas sufocantes e conduzindo o rebanho manhoso aos pastos ressecados e às tranquilas margens do pântano.

São, na verdade, bebês chorões. São crianças birrentas com excesso de vontades e melindres. Nada que o amadurecimento da fé não resolva. Mas preferem continuar na infância espiritual, com chupetas e mamadeiras, fraldas e babadores, chocalhos e ursinhos de pelúcia. Em vez de autênticos pastores, querem babás. Em vez de comida sólida, querem leite e papinha. Em vez de aprender a andar, querem continuar engatinhando.

Isso é uma combinação explosiva: de um lado, liderados cheios de carência; de outro, líderes vazios de caráter.

Só podia dar no que se vê por aí: uma perfeita acomodação sado-masoquista entre igrejas que exploram e crentes explorados, ou entre pastores que manipulam e ovelhas manipuladas.
Num estudo sobre o neopentecostalismo, o sociólogo da religião Antônio Gouvêa Mendonça estabelece cinco marcas principais dessas comunidades de crescimento fenomenal entre evangélicos. Transcrevo-as:

1. Características empresariais de prestação de serviços ou de oferta de bens de religião mediante recompensa pecuniária, com modernos sistemas de administração e ‘marketing’ ;

2. Distanciamento da Bíblia, usada esporadicamente sem nenhum rigor hermenêutico ou exegético;

3. Inexistência de comunidade (seus frequentadores são clientes e a relação entre a empresa e o cliente é na base do do ut des);

4. Como não há comunidade de adoração e louvor, o culto tem características de ajuntamento de interessados na obtenção imediata dos favores sagrados;

5. Intenso ambiente de magia.

A rigor, não são igrejas identificadas com os ideais do reino de Deus. São creches que refletem o ideal de Peter Pan, onde ninguém cresce. Permanecem todos como meninos. Os meninos perdidos da Terra do Nunca.

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Carlos Novaes é pastor da Igreja Batista de Barão da Taquara, em Jacarepaguá – Rio de Janeiro (RJ).

Divulgação: Púlpito Cristão. (artigo enviado por e-mail). Título Original: Mais carentes do que crentes

Pastor Marcos Pereira: Conheça o ministério do pastor mais famoso da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias

A revista ISTO É desta semana, publica uma matéria com o pastor Marcos Pereira, famoso por trabalhar na recuperação de criminosos. O pastor, que tem entre seus missionários o ex-pagodeiro Waguinho, afirma na reportagem que já recuperou 5 mil criminosos. “O Rio de Janeiro não está pior graças a mim”, diz o pastor Marcos, o único a entrar em lugares onde a própria polícia evita.

O púlpito da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias (Adud) era o centro das atenções. Diante de 800 pessoas humildes, o líder e fundador da congregação, o pastor Marcos Pereira, esconjurava o demônio, como faz todo sacerdote evangélico, em uma quarta-feira de janeiro. Em determinado momento, o religioso deu uma pausa e conclamou, ao microfone: “Peço aos criminosos convertidos que estão aqui para vir ao palco fazer uma foto para a revista ISTOÉ”.

De repente, como em uma romaria, homens começaram a se levantar de todos os lados da igreja e a andar em direção ao pastor. Na tropa de mais de 50, alguns chamavam a atenção por serem ainda adolescentes. Todos são ex-assassinos, traficantes, drogados ou ladrões transformados, hoje, em pessoas com aparência inofensiva e sempre dispostas a falar de Cristo. A Igreja está localizada na Baixada Fluminense, território do Rio de Janeiro marcado pela violência.

O pastor encerrou a pregação puxando uma música gospel cuja letra se conecta diretamente com aqueles homens: “Eu, que era ovelha perdida, hoje tenho nova vida, caminhando com Jesus.” Pelas contas de Marcos Pereira, 53 anos, ele e seus missionários – entre os quais o ex-pagodeiro Wagner Dias Bastos, o Waguinho, ex-vocalista do grupo “Os Morenos” e hoje braço direito do pastor – já recuperaram mais de cinco mil bandidos e viciados nos últimos 20 anos.

Alguns eram famosos e temidos chefões do tráfico, como José Amarildo da Costa, o Maílson do Dendê, que, junto com o irmão Milton Romildo Souza da Costa, o Miltinho do Dendê, chefiou o crime organizado na Ilha do Governador, nos anos 90. “O Rio de Janeiro não está pior graças a mim”, exagera o pastor, no seu estilo sensacional e sensacionalista. Mas é fato que é o único a entrar com seus obreiros em lugares tão perigosos que a própria polícia só incursiona após um planejamento prévio. Em contato com os bandidos, Pereira consegue, muitas vezes, convencê-los a trocar o fuzil pela “Bíblia”.

Mas seus métodos são polêmicos. O pastor filma a conversão de criminosos em bocas de fumo e também o resgate dos sentenciados à morte pelo tráfico, normalmente após bárbaras torturas e à beira da execução. Em seguida, vende os DVDs com essas imagens. Diz que, assim, sustenta a Igreja. “Ninguém me ajuda”, reclama Pereira, que estima em R$ 200 mil mensais as despesas com o tratamento dos regenerados.

Segundo ele, o mais importante é ter salvado em torno de 700 condenados à morte pelos traficantes. Seu estilo midiático de trabalhar acaba despertando mais suspeitas do que admiração. Alguns dizem que ele ajuda a lavar dinheiro do tráfico, outros o acusam de fazer marketing de sua missão. Ele nega. Há anos, é alvo de investigação das polícias Estadual e Federal, mas nada foi provado. “É tudo safadeza. A polícia me persegue”, reage.

Em meio a tantas suspeitas, ele responde a apenas duas ações por crimes ambientais por destruir parte da vegetação da reserva biológica de Tinguá, Nova Iguaçu, onde fica a fazenda Vida Renovada, usada para recuperar os bandidos arrependidos. A doutrina de sua Igreja é arcaica.

Talvez por isso, o cantor Marcelo Pires Vieira, o Belo, tenha desistido de se converter, apesar de ter sido presença certa em todos os cultos comandados por Pereira quando ele visitava a cadeia onde o artista cumpria pena por associação com o tráfico de drogas, em 2008. De fato, as regras são extremamente rigorosas. O pastor proíbe a leitura de jornais e revistas, assim como recomenda aos fiéis que não assistam à tevê, não usem as cores vermelha e preta, não tenham plantas e nem criem animais, nem sequer mantenham bichos de pelúcia em casa.

Segundo ele, o demônio se esconde em todas essas coisas. Tomar Coca-Cola também é proibido, pelo fato de a fórmula do refrigerante não ser conhecida. As mulheres só podem usar roupas que não marquem o corpo e, os homens, calças e camisas de manga comprida. Banhos de mar ou piscina e a prática de esportes só podem ocorrer com as pessoas vestidas. Talvez por isso tenha dificuldade de engordar o rebanho. Adud tem apenas 1,5 mil fiéis em cinco cidades. Pereira ganhou notoriedade em 2004 quando, a pedido do então governador Anthony Garotinho, negociou a rendição de detentos amotinados na Casa de Custódia de Benfica, que ameaçavam matar os reféns. “Essa intimidade com traficantes levanta dúvidas, em quem não o conhece, sobre o comprometimento dele com os bandidos”, analisa o cientista social Luiz Eduardo Soares, ex-secretário nacional de Segurança.

Fonte: ISTO É

Por Francis Schaeffer

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“Na visão bíblica, espiritualidade não está fragmentada. Por isso, ela tem sido tão distinta dos conceitos modernos de espiritualidade, tanto no mundo oriental quanto no ocidental, e, infelizmente, até em alguns meios evangélicos. A verdadeira espiritualidade não está fragmentada, porque diz respeito ao homem como um todo, em cada um dos momentos de sua vida. Para além da resistência contra esta perspectiva bíblica verdadeira, boa parte do mundo evangélico tem sido platônica, no sentido de que ela tem dado demasiada ênfase à alma, em detrenimento da pessoa total, incluindo corpo e intelecto.

- Se é que há espiritualidade verdadeira, ela deve abranger tudo -

E a verdadeira espiritualidade consiste em ter um relacionamento adequado com o Deus que está aí; primeiro através do ato único e suficiente da justificação; segundo, por estar naquele relacionamento correto, como uma realidade contínua, momento a momento. Esta é a ênfase dada na Bíblia à verdadeira espiritualidade. Trata-se de um relacionamento adequado e continuado, a cada instante da vida, como um Deus que existe de fato”.

(O Deus que intervém, p.218-221)

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Por Daniel Grubba, no Soli Deo Gloria

O mega-bispo e dono do terreiro da Igreja Universal do Reino de Deus, senhor Edir Macedo, também dono da Rede Record, da Universal Produções e da Line Records, está organizando um Cruzeiro Gospel, com a presença de Regis Danese, Mara Maravilha, Soraya Morais e outras celebridadesdecadentes que estarão comemorando 18 anos da gravadora.

Vai rolar melô do Zac (Como Zaqueu…), Robson Monteiro com seus grunhidos, o cover do Roberto Carlos J. Neto, e mais um monte de gente gospel que pagará horrores para ver o espetáculo (panis et circenses!), com muito luxo e ostentação, afinal, é tudo para a glória de Deus, e para o nosso Deus tem que ser o melhor!

Enquanto isso, numa ilha não muito longe daqui, há milhões de pessoas dormindo na rua, sem ter o que comer ou vestir. Mas isso não é problema do bispo, e além do mais: “Quem mandou eles não irem na sessão do descarrego?”. Estavam cheios de encoxtos, e o terremoto foi a justa paga pelos seus pecados. Fossem eles macumbeiros evangélicos frequentadores da IURD, nenhum teto lhes desabaria sobre a cabeça.

Só espero que este navio não afunde, caso contrário dirão que eu vaticinei a bagaça, e eu não estou nem um pouco afim de sagrar-me profeta de internet. Vida longa ao bispo Macedo! E que Deus salve os evangélicos!

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Postou Leonardo Gonçalves, no Púlpito Cristão. A dica é do Alessandro Monteiro.

Cada pirado que aparece por aqui!

Esse cara apareceu em outubro do ano passado, indignado com um texto que falava contra a vergonha que certos “evangélicos” (sim, entre áspas, porque esses caras nada têm do evangelho) andavam fazendo na gente.

Jamais me manifestei contra os verdadeiros evangélicos. Minha luta sempre foi em defesa da fé, pela manutenção dos valores do evangelho. Sou contra sim, os “falsos evangelicos” que se escondem atrás de uma capa religiosa e usam da fé alheia para engordar a conta bancária, vendendo unções e prometendo o que Deus não prometeu.

Mas eis aí o estereótipo que tanto criticamos: Mais um crente de fé “cretina”, que se acha a boca de Deus na terra e profetiza do próprio coração o que o Altíssimo jamais mandou:

[clique na imagem para ampliar]

Na época, mostrei este comentário ao amigo Renato Vargens, o qual muito se indignou com a mediocridade deste anônimo, que “profetizou” que por conta das críticas feitas neste blog à certos ungidões, eu ficaria MUDO e só seria curado quando pedisse oração a um dos sacripantas que denunciei neste espaço.

Acontece que o prazo para eu emudecer expirou. Segundo o profeteiro de Baal, eu ficaria mudo antes de 2009 acabar, mas nunca tive uma voz tão possante. Continuo pregando, cantando, defendendo o cristianismo e denunciando os picaretólogos de sempre, e nada do que foi vaticinado me aconteceu.

Permita-me agora dirigir-me ao profeteiro virtual:

Caro amigo,

Eu já sabia que você não era profeta coisa nenhuma, e que essa sua profecia não passava de xilique. A você, cabe a sentença bíblica que diz:

Sabe que, quando esse profeta falar em nome do Senhor, e a palavra dele se não cumprir, nem suceder, como profetizou, esta é palavra que o Senhor não disse; COM SOBERBA FALOU o tal profeta; não tenhas temor dele(Deuteronômio 18.22)

Contudo, não é meu desejo que você “coma a bíblia com capa e tudo” (conforme ameaçou fazer, no caso da “profecia” não se cumprir). Na verdade, desejo sinceramente que este episódio te leve a examinar com mais cuidado as escrituras, atentando para a perfeita vontade de Deus.

Daqui por diante, use a cabeça. Exerça a fé, mas com discernimento. Não caia na lábia dos profeteiros da prosperidade. E pare de repetir feito papagaio as presunções que ouviu de outros profeteiros em pregações inflamadas (porém ocas!).

Jesus levou nosso pecado, não a nossa inteligência!

***
Postou Leonardo Gonçalves, no Púlpito Cristão

Nota:

A imagem utilizada neste post é meramente ilustrativa. É claro que este tiozão aí da foto não sou eu! Se quiser ver a foto verdadeira deste blogueiro que vos escreve, clique aqui.

Denzel Washington conta seu testemunho e fala sobre seu novo filme, onde é o guardião da última Bíblia

Denzel Washington é muito mais do que apenas um superstar, ganhador de Oscar. Ele é um cristão que leva a sério o seu papel … mesmo que isto signifique um pouco de sangue, como em seu novo filme: Book of Eli.

Denzel Washington é um dos mais bem sucedidos e respeitados atores de Hollywood. Mas o vencedor de duas estatuetas do Oscar (em 1989 e 2001 de Glória de Dia de Treinamento) é também um dos mais atuantes cristãos de Hollywood.

Filho de um pastor pentecostal de Mount Vernon, Nova York, Denzel, aos 55 anos, há mais de 30, tem participado ativamente da igreja West Angeles Church of God in Christ, lê sua Bíblia todas as manhãs, e sempre escolhe papéis em que pode “passar” uma mensagem positiva ou o reflexo de sua profunda fé pessoal.

A fé está em todo lugar no novo filme pós-apocaliptico de Denzel: The Book of Eli, que estreou sexta-feira e está sendo promovido com outdoors com os trocadilhos “B-ELI-EVE” (Acredite) e “D-ELI-VER US.” (Salve-nos). No filme, Denzel assume o papel de um viajante misterioso que tem um facão como arma, chamado Eli, dirigido por Deus para proteger a última cópia da Bíblia existente na Terra – isso mesmo, a Bíblia – e levá-la para o ocidente, para protegê-la de bandidos que procuram usá-la como uma “arma” de controle.

O personagem de Denzel no filme utiliza a violência intensamente – esquartejando os bandidos em cada esquina -, mas que começa a se sensibilizar quando conhece uma garota inocente (Mila Kunis), que o lembra que podemos ficar tão presos em proteger a Palavra de Deus que, por vezes esquecemos-nos de vivenciá-la.

Para Denzel, “vivenciá-la” é essencialmente caracterizado pelo amor e sacrifício. A mensagem final de Eli, diz ele, é “faça mais pelos outros do que você faria para si mesmo”. Esta uma mensagem que Denzel sempre ouviu desde criança.

“Oramos a respeito de tudo, todos os dias”, disse Denzel a membros da mídia religiosa na semana passada, em Los Angeles. “E sempre terminamos com ‘Amém. Deus é amor’. Eu imaginava que ‘Deus é amor’ era apenas uma expressão. Levei muito tempo para aprender o que realmente significava. Eu não me importo com o livro que você lê ou no que você acredita, se você não tiver amor, se você não amar o seu próximo, então você não tem nada”.

Embora Denzel não seja um grande fã da palavra “religião”, e se abstenha de qualquer posicionamento do tipo “Eu estou certo, você está errado”, ele não se envergonha de falar, sem rodeios, sobre sua fé cristã.

“Eu creio que Jesus é o Filho de Deus”, diz ele. “Eu fui batizado no Espírito Santo. Eu sei que isso é real. Eu estava numa sala. Meu rosto ‘explodiu’, chorei como um bebê, e aquilo quase me ‘matou de susto’. Um tipo de medo que chacoalhou minha vida. Vou ser honesto com você, levantei-me e segui na direção oposta daquela que deveria. Eu não sabia o que estava acontecendo. Foi muito forte. Levei muitos anos para dar meia-volta”.

Recentemente, sentado em sua casa lendo a Bíblia (esta é a terceira vez que ele está lendo-a do início ao fim), Denzel se deparou com uma passagem sobre a sabedoria e entendimento em Provérbios 4, que o fez refletir sobre sua vida.

“Estou nesta enorme casa cheia de todas essas coisas”, observou. “Eu ouvi a Bíblia me dizendo: ‘Você nunca vê um caminhão de mudanças atrás de um carro funerário. Você não pode levar todas essas coisas consigo. Os egípcios tentaram, mas foram roubado. Eu disse: ‘O que você quer, Denzel?’ E uma das palavras da devocional daquele dia era sabedoria. Então comecei a orar ‘Deus, me dê uma porção daquilo’. Eu já consegui todo o sucesso possível na minha carreira. Mas eu posso ficar melhor. Eu posso aprender a amar mais. Eu posso aprender a ser mais compreensivo. Eu posso ganhar mais sabedoria”.

Assim como seu personagem em The Book of Eli, Denzel acredita na vocação profética e, por isso, tenta aproveitar ao máximo do trabalho que ele acredita ter sido lhe dado pelo próprio Deus: no seu caso, a fama mundial e uma das carreiras cinematográficas mais profícuas de sua geração. Denzel se lembra de uma história de quando ele tinha 20 anos, que demonstra como ele relaciona intimamente a sua fé com sua carreira.

Era 27 de março de 1975 e Denzel – que acabara de ser expulso da escola – estava sentado no salão de beleza de sua mãe. Uma senhora que, enquanto secava os cabelos e olhava fixamente para ele, de repente, pediu-lhe um pedaço de papel e, de forma trêmula, escreveu a palavra “profecia”. Aquela mulher era Ruth Green, uma das mais antigas mulheres da igreja mais antiga da cidade, conhecida por ter um dom da profecia. Naquele dia, ela disse a Denzel: “Rapaz, você irá viajar pelo mundo e falar para milhões de pessoas.”

Naquele verão, Washington era um equipante em um acampamento da YMCA (Associação Cristã de Moços) em Connecticut. Os equipantes faziam esquetes para os acampantes, e alguém sugeriu a Denzel que ele tinha um talento natural para aquilo e deveria prosseguir atuando. Naquele outono, Denzel voltou a estudar no campus da Universidade Fordham, de Lincoln Center, onde iniciou sua formação em teatro. “Anos mais tarde”, lembra-se Denzel”, perguntei ao meu pastor, se ele achava que eu tinha um chamado para ser pregador, e ele disse: ‘Bem, você não está falando para milhões de pessoas? Você não viajou o mundo?”

Reconhecendo que ele havia sido colocado em uma posição privilegiada, Denzel se sentiu obrigado a usar aquilo da melhor forma possível, “pregando” mensagens positivas sempre que estivesse atuando.

“Eu tentei direcionar meus papéis”, diz ele, “mesmo nos piores papéis como em Dia de Treinamento. A primeira coisa que eu escrevi no meu script (de Dia de Treinamento) foi ‘o salário do pecado é a morte’. No roteiro original, você descobria que meu personagem havia morrido pela televisão. E eu disse, ‘Não, não. Para que eu pudesse justificar que ele havia vivido da pior maneira possível, ele teria de morrer da pior maneira, também. Eu fui arrancado do carro pelo Ethan [Hawke], rastejei como uma cobra… O bairro inteiro virou suas costas para mim e então eu fui feito em pedaços”.

Foi mais fácil “direcionar” o personagem de Eli em uma direção positiva, “quer dizer, quase fácil”, brinca Denzel, porque “esse cara é mais violento que o personagem de Dia de Treinamento. Ele é mais violento do que Malcolm X”.
No entanto, da mesma forma que o personagem de Denzel em Chamas da Vingança, a violência de Eli é usada como forma de proteger os inocentes.

“Quando eu fiz Dia de Treinamento”, diz ele, “havia um policial que disse que a Bíblia afirmava existirem aqueles cujo encargo é proteger os inocentes, e que para isso lhe é dado o direito de ser violento. Aquele policial disse: ‘Baseado nisso é que eu e meu parceiro vivemos. Isso é o que fazemos’. Talvez ele precisasse daquele versículo para justificar o que estava fazendo”.

Embora ele tenha encenado personagens violentos em filmes como Dia de Treinamento, American Gangster e, agora, Eli, Denzel é, na vida real, um homem de família calmo e gentil. Casado com Pauletta por mais de 26 anos e pai de quatro filhos, John David, Katia e os gêmeos Malcom e Olivia-Washington, Denzel está longe do estereótipo do ator de Hollywood.

Além de seu envolvimento com a igreja (ele doou US$ 2,5 milhões em 1995 para o West Angeles COGIC para construírem uma nova instalação), Denzel – que sempre inclui em seus autógrafos um “Deus te abençoe” – é um colaborador, há muito tempo, do Boys & Girls Clubs of America (que ele participou quando criança), entre outras caridades.

Denzel, que está indo para à Broadway, nesta primavera, para aparecer junto com Viola Davis na peça Fences, de August Wilson, sabe que ele tem sido abençoado com muito, mas rapidamente minimiza sua fama e sucesso dizendo que são apenas um presente de Deus.
“Não é sobre mim”, disse Denzel em uma entrevista de 2007 na revista Reader’s Digest. “Recebi certas habilidades, e olho para elas da seguinte forma: o que vou fazer com o que tenho? Quem é que vai ser engrandecido com isso?” Perto do final de Eli, o personagem de Denzel cita a famosa passagem de 2 Timóteo 4:7: “Combati o bom combate … guardei a fé”.

É uma linha condizente com o próprio Denzel. Ele é um superstar de Hollywood que, embora não seja perfeito, oferece um raro exemplo de um cristão em um lugar de extrema aclamação e sucesso e que não deixou isso subir à sua cabeça, em vez disso continua fundamentando sua vida na Bíblia e na confiança em Deus.

Em seus mais de 30 anos como ator, Denzel Washington tem lutado o bom combate e feito o que muitos não conseguiram. Ele manteve a fé.

Fonte: Christianity Today

Os vendedores de Cristo não suicidam mais

Por Ivan Cordeiro

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O dinheiro evangélico virou mandinga de crente, está para além das necessidades econômicas e se mistificou de tal forma na pós-modernidade que até culto em seu favor já existe. O dinheiro está no centro da vida religiosa ocidental, e assim como Aristóteles sentenciou que os homens são convencidos por considerações de seus interesses, o dinheiro não é apenas objeto de interesse dos pajés, mas é alvo constante dos fiéis convencidos ou não. Em suma, o dinheiro é o deus evangélico.

Contudo, pra não ficar em apenas um parágrafo, quero pensar um pouco mais com você a respeito deste assunto intrigante para a religiosidade cristã capitalista. A vida neste mundo de cá se resumiu na busca de um bom emprego para alcançar uma boa moradia e um bom carro. Os filhos, por exemplo, não são mais educados para o casamento, e sim, para o primeiro emprego. As faculdades estão lotadas de jovens que na sua maioria não serão éticos em sua profissão, pois estão simplesmente interessados na rentabilidade que o curso lhe proporcionará.

Esta mentalidade medíocre tem sido corroborada pelos espaços religiosos que eficazmente desafiam seus membros para lutarem e se esgoelarem em busca da prosperidade financeira. O que deveria ser um espaço de confronto e oposição a esta realidade vem se conformando e pecavelmente se amoldando à mesma realidade. Os templos da religião deveriam ser oportunidades de escape e refrigério num mundo que incansavelmente tem escravizado e desfigurado pessoas a viverem além da lógica da sobrevivência. É insano sacrificar o ser em detrimento do ter.

E o pior, se não bastasse toda essa bagunça desenfreada pelo ter, não se contentam em vender apenas suas consciências, mas vendem também o próprio Cristo. Humberto de Campos, talvez profano para muitos, em sagradas palavras bem disse que “Jesus está sendo criminosamente vendido no mundo, a grosso e a retalho, por todos os preços, em todos os padrões de ouro amoedado. E os novos negociadores do Cristo não se enforcam depois de vendê-lO.” É triste o fato de ter que aceitar a idéia de que tudo isso acontece debaixo dos nossos olhos e nada fazemos para mudar.

Se não houver uma mudança radical de valores e princípios para um viver consciente, certamente o mundo será pequeno para tanta ganância, e talvez, quando a última árvore tiver caído, o último rio secado, o último peixe pescado, vocês entenderão que o dinheiro não se come! Arrependei-vos, pois, o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Amém!

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Fonte: Solomon, Via Cristianismo Inteligente
- Título Original: O dinheiro evangélico

Primeira escola gay do país abre matrículas

Coordenados pelo GRUPO E-JOVEM, cursos valorizarão a Cultura LGBT. Intenção do projeto é que jovens gays possam se expressar

Foi assinado convênio entre o Governo do Estado de São Paulo e o Grupo E-jovem de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados para a criação da Escola Jovem LGBT, a primeira do gênero no país. O objetivo da escola é valorizar e difundir a Cultura LGBT, em cursos que serão abertos a jovens hetero, homo e bissexuais já a partir de 2010.

“A escola é um Ponto de Cultura. O fato de os cursos serem abertos a todos e não só a jovens gays é parte da nossa estratégia de combate à homofobia,” explica Deco Ribeiro, apontado diretor da Escola Jovem LGBT.

“Preconceito é ignorância. Para vencer isso, precisamos levar nossa arte, nossa expressão e nosso discurso a quem não nos conhece. Se a valorização da cultura negra é estratégia do movimento negro, assim como de vários povos e regiões, por que não valorizar a cultura LGBT?”

Na sede da escola, em Campinas, meninos e meninas da própria cidade e das regiões de Sorocaba, Grande São Paulo e da Baixada Santista terão aulas de criação de zines, criação de revistas, criação literária, dança, música, TV, cinema, teatro e performance drag, sempre com foco no jeito de ser e agir das lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. O material produzido ao longo dos cursos, como CDs e DVDs, livros e revistas, peças de teatro e espetáculos de drag queens, circularão pelo estado e serão assistidos e distribuídos gratuitamente. Os jovens poderão concorrer ainda a bolsas de estudo.

“Pra quem está se descobrindo agora, é importante conhecer suas raízes,” afirma Chesller Moreira, presidente do Grupo E-jovem. “E mais importante ainda saber que é possível ser feliz sendo exatamente quem você é. O jovem ouve tanto por aí que ser gay é errado que ele fica sem referências positivas. Aqui ele vai poder descobrir que ser gay é legal, que ser travesti é legal, e que ele tem muito a oferecer à sociedade.”

Fonte: e-jovem

É lícito o pastor ganhar salário?

Por Renato Vargens

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Como já escrevi inúmeras vezes o ministério pastoral não é nada fácil. Cotidianamente os pastores lidam com situações extremamente complicadas onde dor, angústia e ansiedade se fazem presentes. Sem sombra de dúvidas os Ministros do Evangelho ao conduzirem o rebanho de Cristo desenvolvem um árduo e penoso trabalho. Se não bastasse isso, eles necessitam esmerar-se no estudo da Bíblia, dedicar-se com afinco a oração e piedade, aconselhar os tropegos, admoestar os insubmissos, além de treinar e fazer discipulos ensinando-as a guardar no coração a sã doutrina.

O pior disso tudo, é que parte da igreja não reconhece o valor do pastor. Na verdade alguns irmãos não tratam de seus pastores como deveriam. Vez por outra eu recebo emails ou ouço de algumas pessoas criticas relacionadas ao salário dos pastores. De fato, existem alguns pastores que vivem nababescamente usufruindo do dinheiro do povo de Deus, no entanto, a esmagadora maioria dos líderes cristãos lutam com dificuldade para sustentar suas famílias. Sei de incontáveis histórias de homens de Deus que trabalham duro fazendo tendas, visto que a igreja que pastoreia não valoriza o seu serviço pastoral pagando-lhe um salário digno.

Ora, assim como os membros de sua igreja o pastor precisa pagar suas dividas, saldar seus impostos, vestir seus filhos, pagar escola, comprar material escolar, e tantas outras coisas mais. No entanto, parece que parte da igreja de Cristo encontra-se anestesiada quanto as necessidades de seus líderes espirituais, mesmo porque, para alguns o pastor não deveria receber salário.

A Bíblia ensina que quem ministra do altar deve viver do altar. “Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.”

Caro leitor, a orientação do Senhor é clara em afirmar que os que anunciam o evangelho que vivam dele. Além disso, as Escrituras afirmam que os “Os anciãos que governam bem sejam tidos por dignos de duplicada honra, especialmente os que labutam na pregação e no ensino. Porque diz a Escritura: Não atarás a boca ao boi quando debulha. E: Digno é o trabalhador do seu salário” ( Timóteo 5:17-18)

Diante do exposto, acredito que a Igreja de Cristo deva tratar com amor, respeito e consideração àqueles que no Senhor os tem presidido. Lidar com desdém e desprezo o salário de homens de Deus que dedicam suas vidas a oração, ensino e pastoreio de vidas é opor-se aos ensinamentos dos apóstolos.

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Postou Renato Vargens

Frank Kameny, ativista homossexual, honrado por Obama ataca Deus

Frank Kameny, ativista homossexual “pioneiro” que foi honrado pelo presidente Obama e seu governo, diz que o Deus da Bíblia é um “fanático homofóbico pecador” que precisa “se arrepender de sua homofobia pecadora”.

Kameny fez as afirmações sobre o Deus judaico-cristão numa carta para Peter LaBarbera de Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade, em 13 de outubro de 2009:

“Seu Deus de Levítico (e da Bíblia inteira) é claramente um fanático homofóbico pecador. Ele precisa se arrepender de seu pecado de homofobia. Ele precisa fazer expiação por esse pecado. E ele precisa buscar perdão pela dor e sofrimento que seu pecado de homofobia infligiu, sem necessidade alguma, nos gays nos 4.000 anos passados”, escreveu Kameny para LaBarbera. “Não é a homossexualidade que é sempre errada, imoral e pecado. É a homofobia, inclusive a homofobia de seu próprio deus que é errada, imoral e pecado. Por isso, seu deus é um pecador…”

Astrônomo que foi demitido de seu emprego no governo federal em 1957 devido à sua homossexualidade, Kameny liderou o primeiro protesto homossexual público dos Estados Unidos (por causa de sua demissão), em 1965. Kameny, que ficou famoso por seu lema agressivo e contra-cultural “Gay is Good” [Gay é bom], foi líder da campanha organizada de ativistas homossexuais para pressionar a Associação Psiquiátrica Americana a remover a homossexualidade da lista de desordens mentais (que foi bem sucedida quando a APA capitulou em 1973).

Em 17 de junho de 2009, Kameny recebeu do presidente Obama a caneta oficial da Casa Branca numa cerimônia da Casa Branca para a assinatura da ordem executiva de Obama decretando benefícios de parceria doméstica para certos funcionários federais.

Mais tarde, num discurso de 29 de junho na Casa Branca honrando o “mês do orgulho gay”, o presidente Obama louvou Kameny, dizendo: “Estamos orgulhosos de você, Frank, e estamos gratos a você por sua liderança”.

Kameny foi também honrado pelo homossexual assumido John Berry, que é diretor da Secretaria de Gerência de Recursos Humanos (SGRH), numa cerimônia especial em 24 de junho de 2009 patrocinada pela organização de funcionários gays da SGRH. Ali, Kameny recebeu a Condecoração Theodore Roosevelt, a mais elevada honra da SGRH, “Por Mais de Meio Século de Liderança na Luta por Direitos Civis”. Berry também deu para Kameny um pedido oficial de perdão por sua demissão 50 anos atrás.

Respondendo à carta de Kameny afirmando que Deus precisa se arrepender, LaBarbera da AVH disse:

“É claro que as declarações ofensivas de Frank Kameny sobre Deus são um atraso completo: É Frank que é o pecador obstinado que precisa se arrepender. Graças a Deus, nunca é tarde demais para os pecadores se afastarem de seus pecados e humildemente aceitarem o perdão de Deus por meio de Jesus Cristo.

“Contudo, num sentido pelo menos Kameny é franco acerca de como sua ideologia que celebra a homossexualidade está diametralmente oposta ao plano de Deus para a humanidade, conforme foi revelado na Bíblia. Infelizmente para Frank, ele não tem autoridade para julgar o pecado e a moralidade; essa esfera pertence exclusivamente ao Deus Todo-poderoso”.

Para ver a mensagem de email que foi enviada por Kameny para Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade em 13 de outubro de 2009, acesse o link

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: noticiasprofamilia.blogspot.com/ lifesitenews.com

Teologia Estepe e Teste Vocacional

Por Avelar Jr

Hoje eu estava pensando em vocação. Vocação significa chamado, e é coisa séria. Principalmente quando falamos de uma vocação divina, quando Deus nos chama de alguma forma para algum ministério, lugar, profissão etc.

Muita gente que eu conheço já passou dos 20 e não sabe o que quer da vida. Alguns passaram dos 30. Alguns, talvez, morram sem saber. Outros recusam-se a morrer sem descobrir a que vieram, e, para estes, existem os testes vocacionais, questionários de perguntas óbvias, que levam a conclusões pouco satisfatórias e que permitem que você saiba o resultado enquanto está respondendo. Ex:

1. Você prefere visitar o Museu da Língua Portuguesa ou ficar em casa preparando uma buchada?

2. Você prefere ver um clipe de Cyndi Lauper ou percorrer uma trilha ecológica?

3. O que você gostaria de ganhar de seus pais: um animal ou uma luneta?

Depois que você ”descobre” que gosta de música, idiomas e animais, surge a dificuldade cruel em saber se você vai alfabetizar macacos, criar um coral de papagaios ou virar cantor de fado ou de música sertaneja. Daí você volta para a primeira categoria: os que provavelmente vão morrer trabalhando insatisfeitos e se acostumarem com o que fazem porque paga razoável e fingindo que se encontrou. É a vida! Mas quem sabe você não encontra uma paixão pelo que faz e segue em frente?

Como se reconhece um chamado? Isso é muito subjetivo, o que torna as conversas sobre o tema muito mais interessantes. Já conversei com muitos profissionais a respeito de por que eles fazem o que fazem ou são o que são hoje em termos de profissão, ofício, ministério, etc. e se sentem felizes; e sobre como descobriram que era isso que eles queriam fazer, e as respostas são muito diferentes. O segredo, no entanto, parece ser, na maioria dos casos, na base da tentativa e erro.

Há pessoas que têm uma determinada formação e exercem uma atividade totalmente distinta, e com paixão, como alguém que conheço que é formado em Psicologia e ensina História, outro que largou a faculdade de Medicina, contrariando toda a família, para ser pastor, e outros que se formaram em algum curso e têm atividades no Judiciário e em outras repartições públicas. Tive um professor, que é Promotor de Justiça, que fez três faculdades até descobrir o que realmente queria ser: ele lutou por isso e chegou lá. E vi uma mulher que foi para a área de Biologia estudar micróbios por causa dos problemas de flatulência que tinha.

Outras pessoas são peculiares: parece que nasceram para o que fazem, têm certeza disso, começam e vão até o fim. Isso me parece raro, admirável. Mas acho que não conheço ninguém assim.

Conversando com seminaristas e pastores, já ouvi várias histórias de como se sentiram chamados para a obra de Deus, para chamados pastorais, missonários, ministeriais… Nesses papos, lembro-me de um trecho engraçado:

- Beltrano, às vezes as pessoas me perguntam por que não sou pastor ou advogado; ou por que, pelo menos, eu não quis fazer seminário, apesar de já ter sido convidado e ter ouvido muitas sugestões nesse sentido. Eu não quero advocacia ou pastorado para mim, acho duas coisas muito bonitas e admiro muito quem exerce esses ofícios com honestidade, e vivem deles, mas, sinceramente, não vejo como coisas para mim, não combinam comigo, não me atraem. E você, como foi que descobriu sua vocação?

- Eu estava estudando para o vestibular de uma faculdade, para um curso de nível superior, e orei assim: “Senhor, se eu não passar no vestibular, eu vou entender que está me chamando para estudar Teologia”.

Como?! Teologia e seminário são uma espécie de “estepe” para vestibulandos fracassados? Uma coisa assim… “Deus, se eu não prestar pra mais nada nessa vida e estiver inteiramente convencido disso, eu vou ser pastor?”. Pastorado é um “seguro-desemprego”? Ao ouvir isso, é difícil conter a gargalhada, tanto que quem me disse isso, disse rindo. E tenho certeza de que, por mais esquisito que pareça, ele está no lugar certo. E tem gente que, além de pôr a Teologia como plano B, ainda pede para Deus abençoar e passar no vestibular para o plano A – e pede oração a toda a igreja. Nessa hipótese, confesso que nem sei se devo orar para que passe no vestibular, já que põe o seminário como uma ideia pouco desejável!

Não descarto de que muitos chamados genuínos acontecem assim, como “planos B”. (Mas não deixa de ser hilário!) Até por que um cara muito corajoso (e muito mole), rezou, séculos atrás, rogando que se fosse salvo da tempestade que desabava sobre ele, entregaria-se à vida eclesástica… Foi o cara que depois pregou as 95 Teses na porta de sua igreja e fez explodir a Reforma Protestante. E podemos negar, apesar de engraçado, e da aparente (in)disposição de ir, que ele foi um vocacionado por Deus como muitos que estão por aí abençoando vidas?

Professor, advogado, palhaço, vendedor ambulante, policial, comerciante, chapeado, pastor ou o que for, seja sempre dedicado. E seja sempre uma bênção. Como cristão, ainda que você não saiba o que quer fazer na vida, tenha em mente:

“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia. Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação” – 2Pe 2. 9-12

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Postou Avelar Jr, no Não, Obrigado!

Marina Silva tem projeto de governo para trabalhar com líderes de igrejas evangélicas

Novo Hamburgo – “Precisamos criar uma nova história para o Brasil. Uma história do homem com a natureza. Por isso, acredito na consistência do nosso projeto, que buscará aliar o desenvolvimento econômico do nosso País com a preservação dos recursos naturais”. As palavras são da senadora Marina Silva, pré-candidata à presidência da República pelo Partido Verde (PV), que se reuniu na noite de quarta-feira, na Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, com militantes do partido e lideranças das igrejas evangélicas da região. O presidente da Câmara de Vereadores, Jesus Martins, também compareceu. A ex-ministra do Meio Ambiente cumpriu agenda política no Estado, onde participou do Fórum Social Mundial e de outras atividade em Porto Alegre.

Para a senadora, a reunião foi importante para se aproximar e apresentar o projeto de governo à militância e simpatizantes da região do Vale do Sinos. “É importante este contato. Em nosso projeto, queremos preservar as conquistas dos últimos governos e apostar em um projeto que pense no futuro.” Para o vice-presidente da sigla no Município, Benhur Rangel da Luz, o encontro representou um incentivo aos pré-candidatos do partido à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa gaúcha. “Ela representa a explosão do partido na região e com a entrada dela no partido surgiram muitos simpatizantes e afiliados.” Para o vice-presidente, Marina na presidência incentivaria o setor calçadista a buscar alternativas sustentáveis e alavancar os negócios.

Para os pré-candidatos do PV hamburguense, Gelson Heurich e Edison Martins dos Santos, a visita foi um momento único para o partido e um grande estímulo aos futuros governantes. “Ela é uma liderança forte e tem o dom de falar para os jovens”, destacou Santos. “É uma grande honra recebê-la em nosso Município”, acrescentou Heurich.

Lideranças evangélicas participaram

O encontro também foi marcado pela aproximação de lideranças evangélicas da região com a pré-candidata. Segundo o secretário do Conselho de Igrejas, Ministros e Entidades Assistenciais Evangélicas de Novo Hamburgo, pastor Lazareno Silva, a participação objetivou conhecer as propostas de governo do partido. “É preciso estar informado do que acontece.” Um novo encontro deve ser marcado nos próximos meses, porém, em Porto Alegre, onde um estádio deverá ser palco de um grande evento reunindo a pré-candidata e os evangélicos.

Fonte: Diário de Canoas

Marketing satânico com roupa de anjinho

Por Márcio de Souza

O que tem de proposta satânica por aí disfarçada de anjo de luz não ta no gibi. O humanismo tomou conta de nossos templos e agora o que se vê por aí é o culto ao homem e suas vontades. Faça o que quiseres pois é tudo da lei, já dizia Aleister Crowley. Hoje os aproveitadores dizem: “Faça o que quiseres contando que você oferte”.

Crucificar Jesus novamente é um ato satânico. No entanto, quando aderimos a teologia da prosperidade e seus rituais, estamos fazendo exatamente isso. Quando compramos o cajadinho milagroso, o óleo com os elementos da trindade e etc… estamos dizendo claramente e com todas as letras que o sacrifício de Jesus foi ineficaz, foi inútil, porque temos que completar tal obra comprando essas indulgências. Isso é satânico…

Mais satânico que isso é fazer o que algumas denominações fazem melhor que o diabo: roubar a individualidade do outro. Os caras estão por aí produzindo clones dos líderes dessas igrejas. O camarada perde a personalidade, é lavado de cima em baixo. Fala igual ao líder, pensa igual ao líder, rouba igual ao líder e assim por diante.

Precisamos ficar atentos com as artimanhas do diabo, batalha espiritual é mais sinistro do que batalhas de capa/espada que pregam por aí. Evolução do raciocínio e inteligência espiritual são o caminho. Discernimento é nossa arma. Fiquem bem!

E no mais… tudo na mais santa paz!

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Postou Márcio de Souza

Por Renato Vargens

O paipóstolo Renê Terra Nova, divulgou em seu site pessoal o 2º Seminário da Honra. De acordo com Terranova, entre os dias 04 e 07 de março, acontecerá no MIR um seminário de honra.

Segundo o apóstolo do G12, o primeiro encontro serviu para descobrir os segredos do DNA de DEUS, já neste será revelado a gênesis da honra.

Pois é, sinceramente eu não sei como alguns ainda consideram este profeteiro um genuíno homem de Deus.

Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Os ensinos de Terranova afrontam as verdades bíblicas. Ao afirmar que ele teve acesso ao código da Honra e que Deus lhe revelou os segredos do seu DNA, Terra nova demonstra a loucura de seu ministério. Ora, nenhum dos apostólos, ou mesmo os reformadores falaram sobre isso. De onde será que esse cara tirou essa sandice?

Diante do exposto, reafirmo que Renê Terra Nova, é um falso profeta e que os seus ensinamentos devem ser refutados com veemência pela Igreja Evangélica Brasileira.

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Clique aqui para ver o convite deste evento abominável e herético, que tem como finalidade única a manipulação e o lucro.

A crise financeira global prejudicou muito o Japão, e a segunda maior economia do planeta deve perder esta posição para a China. Milhares de trabalhadores perderam seus empregos e muitas famílias passaram a ter problemas financeiros. A comunidade brasileira foi uma das mais atingidas e muitos voltaram; os que lá permaneceram, enfrentaram inúmeras dificuldades.

Inúmeros propósitos de fé foram realizados. O pastor Valdir Souza, responsável pelo trabalho evangelístico da IURD no Japão, subiu o Monte Fuji, o mais alto do país, e orou pelo povo sofrido. “Foram cerca de 9 horas somente na subida. Lá no alto, oramos pelos que estavam sofrendo com a crise financeira. Também fomos consagrar muitas fábricas, como Moisés fazia, com o propósito de abrir vagas de trabalho para todos, sendo principalmente para os brasileiros. Através destas iniciativas, muitas pessoas foram abençoadas.”

Enquanto muitas igrejas fecharam no Japão em 2009, a IURD inaugurou três novos templos nas províncias de Shiga, na cidade de Konan; Mie, na cidade de Suzuka; e Gifu, na cidade de Minokamo. “Foi uma grande vitória para nós aqui no Japão, e mais uma vez a Igreja Universal fez a diferença, mostrando que não existe dificuldade para a fé. Deus supriu as nossas necessidades e honrou a nossa fé”, relata o pastor Valdir.

O Japão é um país de contrastes, onde passado e presente se misturam. O arquipélago possui cerca de 128 milhões de habitantes. A primeira Igreja Universal do Reino de Deus foi inaugurada na região em 1996 – atualmente são 17 templos. São desenvolvidos também trabalhos especiais em diversas cidades e estados, com reuniões diárias. A matriz está localizada na província de Shizuoka, cidade de Hamamatsu, que possui uma das maiores concentrações de brasileiros residentes no Japão.

Centenas de obreiros, jovens e evangelistas voluntariamente ajudam a divulgar a Palavra de Deus. Os grupos realizam atividades nas ruas, de porta em porta e em hospitais. Recentemente, ocorreu um trabalho especial voltado à comunidade filipina. Muitas famílias relatam que através das reuniões da IURD têm alcançado grandes resultados em suas vidas.

Uma das reuniões de destaque é a “Terapia da Família”, que acontece todos os domingos, às 9h30. Muitas pessoas relatam que nesses encontros aprendem a praticar a Palavra de Deus e a conquistar a transformação de vida tão almejada.

Uma transformação de vida

“Desde a adolescência eu era uma pessoa muito problemática, brigava muito com minha mãe, usava drogas, bebia e fumava. Minha mãe não entendia como eu havia me transformado tanto; de uma garota que era um exemplo me tornei uma pessoa rebelde e agressiva. Para ela eu era um caso perdido e muitas vezes dizia que iria me entregar para o juizado de menores. Decidi vir para o Japão porque queria mudar de vida, mas aqui não foi diferente. Não trabalhava direito, contraí muitas dívidas, tive problemas de saúde, depressão e os pensamentos de suicídio eram constantes. Através de umaamiga, conheci a Igreja Universal, comecei a participar das reuniões e a mudança aconteceu de tal forma que quem me conhecia logo notou a diferença. Me libertei dos vícios, das doenças e me reconciliei com minha mãe. Hoje sou motivo de orgulho para ela” diz Mônika Mayumi Okuda.

Fonte: Arca Universal

Viver a Vida: Um festival de traições

Por Renato Vargens

A psiquiatra Carmita Abdo, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, e coordenadora do Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, que fez a pesquisa sobre o comportamento sexual do brasileiro, em 2000 afirma que o relacionamento extraconjugal já foi incorporado pela cultura brasileira, mesmo que isso não seja o que as pessoas almejam”, Segundo a médica apenas um em cada quatro brasileiros casados espera fidelidade do parceiro. Isso significa que 75% das pessoas comprometidas acreditam que, mais cedo ou mais tarde, podem ter de encarar a traição. Os dados são de uma pesquisa que ouviu mais de mil pessoas casadas (ou com parceiro fixo) no Brasil.

Uma pesquisa recente da Universidade Federal do Rio de Janeiro aponta que 60% dos homens confessam a traição contra 47% das mulheres. Esses dados são o resultado de um estudo que vem sendo feito desde 1989 por Mirian Goldenberg, professora do departamento de Antropologia Cultural do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais.

Para piorar a situação a Novela global “Viver a Vida” incentiva e promove um festival de traições. Na verdade, quase todos os seus personagens estão envolvidos em relacionamentos adulterinos onde a filosofia reinante é o hedonismo. Infelizmente em pleno horário nobre o que se vê na principal emissora de televisão do país é a ênfase em amores proíbidos e puladas de cerca onde que mais importa é a satisafação e o prazer pessoal.

Caro leitor, o adultério sempre foi e sempre será fonte de marcas, mágoas, dores e desgraças. A separação e falência conjugal são hoje uma gravíssima epidemia que tem vitimado milhões de pessoas em toda planeta. Isto posto, tenho plena convicção que como crentes em Jesus não nos é possível tratarmos com naturalidade comportamentos adulterinos. Antes pelo contrário, temos por dever confrontar de forma clara e objetiva este comportamento imoral. Além disso, cabe a nós chorarmos diante do Senhor, pedindo perdão pelos pecados de uma nação que teima em desrespeitar os valores da decência e moralidade.

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Postou Renato Vargens

Confira como é uma “Noite do Poder” da Igreja Renascer

Denominada Noite de Poder que aconteceu em todas regionais das igrejas Renascer em Cristo foi marcada por uma grande concentração de fiéis. O Espaço Renascer, de onde é transmitido todo o culto ministrado pelo Apóstolo Estevam Hernandes e pela Bispa Sonia, estava completamente tomado de pessoas. Quem quer sentar em uma das duas mil cadeiras disponíveis no Espaço Renascer precisa chegar cedo.

O culto é considerado especial, por membros e oficiais, por acontecerem muitos milagres. Além do culto, a continuidade da campanha de jejum das 12 Chaves de Autoridade tem contribuído para a grande presença de pessoas nas regionais e igrejas Renascer em Cristo que, ao longo da campanha, iniciada em 16/01, tem feito crescer de forma espantosa o afluxo de pessoas às reuniões. Na Noite de Poder o tema do 9° dia da campanha foi “Vencer toda Paralisia”, baseado na Bíblia no livro de Atos dos Apóstolos 3.6-8. Antes da ministração, o grupo Renascer Praise dirigiu o louvor e a adoração; na sequência, dezenas de testemunhos foram lidos.

As palavras ministradas na noite dessa quarta-feira pelo Apóstolo Estevam tiveram como objetivo abençoar as diversas áreas da vida das pessoas, como financeira, profissional, familiar, sentimental e ministerial. Ao ensinar sobre prosperidade, o líder da igreja Renascer em Cristo falou sobre a oferta de Calebe, que pela sua perseverança alcançou a vitória e afirmou que através dessa oferta “os posseiros vão sair dos caminhos dos servos de Deus e as fontes inesgotáveis estarão sobre a igreja”.

Também baseado no texto bíblico de João 5 que relata a cura de um paralítico no Tanque de Betesda, o apóstolo falou dos cinco degraus que a igreja precisa subir para que toda paralisia saia da vida profissional, sentimental, ministerial e familiar. O primeiro degrau é o da Fé. “Sem fé é impossível agradar a Deus”, ensinou. O segundo degrau é a perseverança. Citou o livro de Hebreus 10.35-36. O terceiro degrau é o da humilhação. O quarto é do amor. “Devemos nos encher deste amor”, enfatizou. O quinto e último degrau é o do poder que está baseado em Atos 1-8. “Não o poder humano, mas o poder sobrenatural do Espírito Santo de Deus”, explicou.

Orações e Milagres

Depois da ministração, o apóstolo chamou à frente aqueles que ainda não conheciam a Jesus. Os degraus do altar se encheram de vidas, muitos que haviam se afastado voltaram para os caminhos do Senhor. Em seguida, o apóstolo pediu que todos aqueles que estavam enfermos fossem à frente para receber oração e unção com óleo das mãos dos bispos e pastores. Muitos levaram peças de roupas, fotos e documentos.

Dentre dezenas de testemunhos, um dos que emocionou a todos foi o de uma criança que era paralítica. A mãe Maria Vilma, de 39 anos, que freqüenta a igreja Renascer Anchieta contou que teve um sério problema durante a gravidez e seu filho Tárcio, que nasceu de 6 meses, recebeu o diagnóstico de que nunca iria andar. Por conta da dificuldade de transporte da cadeira de rodas, ela nunca havia ido à Sede da Renascer em Cristo, localizada na Av. Lins de Vasconcelos, 1108, e nem no Espaço Renascer, na Mooca. Mas, aceitou o convite de uma irmã da igreja para participar da Noite de Poder desta quarta-feira e levou o menino. Após a oração do apóstolo, Tárcio, que hoje tem 8 anos, levantou da cadeira de rodas e andou. Ele nunca havia ficado em pé! Muitos aplaudiram, choraram e agradeceram a Deus pelo maravilhoso milagre. Segundo Maria Vilma, um dos sonhos do menino era que o Apóstolo Estevam tocasse nele. O apóstolo o pegou no colo e o beijou. Tárcio sorria e chorava ao mesmo tempo.

A Noite de Poder acontece todas as quartas-feiras, em todas as igrejas Renascer em Cristo, às 19h30. Mais informações podem ser conseguidas pelo telefone 0300 210- 1212, válido para todo o Brasil.

Fonte: Notícias Renascer

Meti a cara no pó!

Por Márcio de Souza

Nossos irmãos pentecostais clássicos vivem usando esse termo. É para expressar o quanto tem orado. E por falar nisso, essa disciplina está esquecida pela igreja. É através da oração que dialogamos com Deus, afinal de contas, oração é relação!

Através da oração grandes homens de Deus revolucionaram o mundo. Tiago, pastor da igreja de Jerusalém foi um desses caras. Dizia-se que o apóstolo orava cerca de 100 vezes por dia, todas elas de joelhos, e por tal feito ficou conhecido como “o camelo” por conta dos calos em seus joelhos. Através da oração, segundo a missão portas abertas, caiu o muro de Berlin, a cortina de bambu e a cortina de ferro, outrora obstáculos para a evangelização.

Deus tem prazer na oração. Se você quer ser forte, seja um homem/mulher de oração. Que seja pleno o seu relacionamento com Jesus para que você viva a vontade de Deus com a certeza de que está no lugar certo e fazendo a coisa certa.

Coloque mesmo a sua cara no pó, ainda pode haver esperança para as mazelas do mundo, para a decadência dos valores. Que Deus levante crentes conscientes da importância da oração, e com a responsabilidade transformar essa oração em ação. Deus abençoe!

E no mais, tudo na mais santa paz!

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