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Em resposta à pornografia online, pastor cria igreja que só existe na internet

Ao descobrir que cerca de 600 mil sites pornográficos são criados na internet todos os dias, o pastor Radamés Gonzaga, de 40 anos, resolveu criar uma resposta virtual para isso. Assim surgiu o “Ministério Interdenominacional Intervasos de Deus”, provavelmente a primeira igreja brasileira a só existir na internet.

Gonzaga disse ao jornal Extra que “A internet é o maior veículo de corrupção, e sem a menor censura”, explicando o motivo para a criação de seu ministério o pastor afirmou: “É preciso fazer algo para se opor a isso”.

O pastor mora na pequena cidade de Bezerros, interior de Pernambuco, e criou a Intervasos quando buscava um novo projeto de vida após ter se separado. A igreja online tem três programas diários, onde o pastor prega ensinamentos bíblicos.

Sobre o nome escolhido para seu ministério virtual o pastor Gonzaga explicou: “inter” por causa da internet e o “vasos” porque “Várias passagens bíblicas chamam os cristãos de ‘vasos do Senhor’”, ele afirmou também que o portal não pretende retirar os fiéis de suas congregações, mas auxiliá-los enquanto estiverem navegando pela internet: “Somos um ministério. Nossa preocupação é quando o jovem está em casa, sozinho, navegando na internet”, explicou.

De acordo com o pastor o site da Intervasos recebeu cinco mil acessos somente no último mês, e ele tem planos para expandir seu ministério. Seus planos incluem: estrear um programa de debates e a criação de um espaço físico em Copacabana, no Rio de Janeiro, onde os fiéis poderão assistir aos cultos.

Fonte: Gospel+

Autor do livro “Deus, um delírio” afirmou que espera ver a morte completa da religião

Um dos ateus mais conhecidos do mundo, o biólogo e escritor Richard Dawkins, fez declarações polemicas sobre a religião em uma entrevista dada durante o Festival de Literatura em Jaipur, na Índia.

Dawkins tem 71 anos e é autor do best-seller “Deus, um delírio”. Na última segunda feira o biólogo deu declarações afirmando que espera que aconteça logo “a morte completa da religião organizada”, ele afirmou esperar que isso aconteça ainda durante sua vida.

Segundo o The Times of India o biólogo falou ainda da ausência do escritor Salman Rushdi no festival, fato que ele chamou de uma “desgraça lamentável”. Rushdi não viajou para a Índia para participar do festival porque está recebendo ameaças de morte de grupos religiosos fanáticos.

Salman Rushdi é autor do polêmico livro “Versos Satânicos”, no qual critica os muçulmanos pela perseguição a fiéis de outras crenças. Esse livro é o motivo pelo qual em 1989 o aiatolá Khomeini, do Irã, ofereceu dinheiro ao muçulmano que matasse Rushdie.

Residente na Grã-Bretanha o escritor precisou passar alguns anos sob proteção da polícia por causa das ameaças. Apesar de a fatwa (manifestação de uma autoridade religiosa com base Islã) do aiatolá iraniano ter sido suspensa, nas vésperas do festival de Jaipur líderes muçulmanos voltaram a defender a morte de Rushdie.

Dawkins comparou a perseguição sofrida pelo colega com um episódio que ocorreu no século 16, quando católicos escreveram a uma autoridade do Vaticano para saber se poderiam matar a rainha Elizabeth I por ter levado milhões de fiéis para a Igreja Anglicana. O cientista disse que, na ocasião, o Vaticano respondeu que seria um ato “louvável”.

Dawkins criticou ainda um suposto salvo-conduto que os líderes religiosos têm para pregar o ódio, e disse que, por isso, é preciso combater “o vírus da fé”.

Fonte: Gospel+

Site lança jogo de RPG com temática cristã chamado “Caminho Estreito”

Os Role-Playing Games, mais conhecido como RPG’s, são jogos de interpretação de personagem normalmente jogados em grupo, conhecidos como RPG de mesa, ou jogados sozinhos em suas versões eletrônicas.

Esse tipo de jogo é, normalmente, visto com desconfiança por muitos cristãos já que grande parte deles possui uma temática sombria ou relacionada a seres sobrenaturais. Porém o site Internautas Cristãos lançou um jogo de RPG para computador com temática cristã, o “Caminho Estreito”. No jogo o personagem, chamado Desesperado, enfrenta diversos obstáculos como soldados, orcs e demônios para chegar à “Cidade da Eterna Liberdade”.

O visual do jogo lembra bastante o clássico “A Lenda de Zelda”, RPG da Nintendo que fez muito sucesso nos videogames da empresa, principalmente no fim dos anos 80 e nos anos 90. A jogabilidade de “Caminho Estreito” é bastante similar também a jogos como Chrono Trigger e os primeiros Final Fantasy.

O jogo tem várias referências bíblicas como versículos e até mesmo as armas do personagem, que são a “Espada do Espírito”, a “Armadura da Justiça” e o “Escudo da Fé”. O jogo está disponível para download gratuito no site dos seus criadores.

Leia a sinopse do jogo disponível no site:

“O game conta a história do jovem Cristão (inicialmente chamado de Desesperado) que mora na Cidade da Condenação, mas foge de lá com medo das tropas da Lei, que querem entregá-lo ao tribunal da Ira do Todo-Poderoso.

Ele ouve falar que há um local conhecido como Reino das Bem-Aventuranças, governado por um soberano chamado Príncipe da Paz, o qual recebe pecadores. Então ele parte em viagem rumo a esse reino, mas encontra muitos desafios pela frente. Os emissários do Senhor das Sombras o espreitam a cada instante do caminho buscando uma forma de desencaminhá-lo ou fazê-lo desistir da jornada.

Armado com a espada do Espírito e o escudo da fé, enfrente demônios, orcs, ladrões, ateus, místicos e o próprio Diabo numa aventura incrível rumo à Cidade da Eterna Liberdade.”

Fonte: Gospel+

Igreja evangélica gay realiza festa de jovens solteiros com “dublagem gospel de drag queen”

O surgimento de igrejas evangélicas voltadas para o público homossexual faz com que estratégias usadas pelas igrejas convencionais sejam usadas pelas igrejas consideradas inclusvas, a fim de promover suas doutrinas e eventos.

A igreja inclusiva Comunidade Cristã Nova Esperança está planejando um evento para atrair jovens gays evangélicos que estejam solteiros, para promover um encontro em que estes encontrem parceiros.

Segundo informações do site CenaG, o objetivo da igreja é reunir essas pessoas e oferecer gratuitamente palestras, aconselhamentos, balada com música eletrônica gospel e dublagem gospel de Drag Queen.

A programação do Encontro de Solteiros gay promovido pela Comunidade Cristã Nova Esperança, tem ainda, ministração da palavra com o pastor Muraoka e espaço aberto para que os solteiros se apresentem.

Fonte: Gospel+

Saiba qual a diferença entre a Bíblia Católica e a Evangélica e conheça os livros apócrifos

Bíblia usada pelos protestantes e evangélicos possui sete livros a menos que a Bíblia usada pela Igreja Católica. A diferença ocorre porque durante a Reforma Protestante, Martinho Lutero e seus adeptos resolveram excluir os livros Tobias, Judite, I Macabeus, II Macabeus, Baruque, Sabedoria de Salomão e Eclesiástico (ou Sirácida), que não deve ser confundido com o livro de Eclesiastes.

Durante a Reforma Protestante foi decidido que esses livros seriam banidos da Bíblia usada pelas igrejas que surgissem a partir dali pois eles haviam sido recusados pelos rabinos judeus como sendo sagrados, durante um Sínodo (espécie de Concílio) e seriam inconsistentes com a declaração de fé protestante.

Há também capítulos de livros que constam da Bíblia protestante que foram removidos, como os capítulos 13 e 14 do livro de Daniel e os versículos 4 a 16 do capítulo 10 do livro de Ester, assim como os capítulos 11 a 16 do mesmo livro. Existem ainda livros que são considerados apócrifos, e que não constam nem na Bíblia protestante, nem na católica.

Para conhecer os livros que foram removidos da Bíblia usada pelas igrejas evangélicas atualmente, basta clicar nos nomes dos livros abaixo. O link será redirecionado a páginas com o arquivo em pdf hospedados pelo portal Terra. Se desejar, poderá salvar o arquivo dos livros em seu computador, ou até, imprimir.

Confira:

Tobias

Judite

I Macabeus

II Macabeus

Baruque

Sabedoria de Salomão

Eclesiástico (ou Sirácida)

Livro com o conteúdo excluído de Ester

Capítulo 13 do livro de Daniel

Capítulo 14 do livro de Daniel

Há neste link, uma edição com todos os livros da Bíblia, incluindo os sete livros a mais que constam da edição católica e os livros apócrifos, que foram banidos das Bíblias protestante e católica.

Fonte: Gospel+

Estudo científico comprova que religião ajuda a manter a paciência e o autocontrole

O comportamento humano pode ser influenciado pela religião de forma positiva, oferecendo ao indivíduo que a pratica um maior autocontrole. A afirmação é parte do relatório de um estudo científico produzido por pesquisadores da “Queen University” , do Canadá e publicado na revista Psychological Science.

A experiência que levou a tais conclusões foi feita com um grupo de pessoas, em quatro fases distintas e atestou que pessoas religiosas possuem maior capacidade de lidar com problemas, paciência e autocontrole: “Até agora, acreditava-se que a religião era apenas uma questão de fé, que não havia mais que isso para as pessoas, nenhum uso prático. Esta pesquisa sugere que, na verdade, a religião pode ter uma função muito útil na sociedade. As pessoas podem se beneficiar da religião não apenas para lidar com a transcendência, o medo da morte ou a expectativa da vida após a morte. Ela também possui fins práticos para a vida cotidiana”, afirmou Kevin Rounding , psicólogo e coordenador dos estudos.

A experiência consistiu em dividir os participantes em dois grupos que receberam frases para refletir. O conteúdo das frases que uma metade recebeu era religioso, e o conteúdo das frases que a outra metade recebeu, era composto por frases neutras. Depois da reflexão, os participantes precisavam ingerir uma “bebida amarga”, sem saber de que bebida se tratava e que seriam pagos de acordo com a quantidade que bebessem.

Ao final, o resultado apontou para um número curioso, pois as pessoas que haviam refletido as frases de conteúdo religioso tomaram em média sete xícaras da bebida, enquanto que as pessoas que receberam frases neutras tomaram uma média de quatro copos. A bebida era suco de laranja com vinagre. “Estes números foram usados como nossa medida de autocontrole. O maior consumo representa maior esforço de autocontrole”, explica o relatório, divulgado pelo Toronto Sun.

Uma outra experiência foi feita com um segundo grupo. Separados de forma semelhante, um dos grupos recebeu conteúdo religioso e o outro, neutro. Ao final, as pessoas foram informadas que poderiam retornar no dia seguinte e receber uma remuneração de Us$ 5 dólares, ou, poderiam aguardar uma semana e retornar para receber US$ 6 dólares. 60% dos participantes do grupo que recebeu conteúdo religioso optou por voltar na semana seguinte, enquanto que o índice do grupo que recebeu frases neutras, foi sensivelmente menor: 34%.

Kevin afirma que a descoberta pode demonstrar que a religião exerce uma influência positiva: “Nossa descoberta mais interessante foi que os conceitos religiosos são capazes de aumentar o autocontrole, após terem sido testados ao máximo em tarefas não relacionadas. Em outras palavras, mesmo quando poderíamos prever que as pessoas seriam incapazes de exercer o autocontrole, os temas religiosos das frases parecem ter lhes ajudado a exercer o autocontrole”.

Fonte: Gospel+

Oração, pidedade, ministérioPor Eduardo Tracci

“O pastor necessita de duas vozes: uma para ajuntar as ovelhas, e outra para espantar os lobos e ladrões.”

A frase anterior foi escrita por um pastor reformado como parte de um comentário sobre o texto de Paulo em Tito 1.9. O homem que a escreveu é amplamente reconhecido como um grande teólogo e um excelente exegeta. Mas, antes de tudo, ele era um pastor amoroso que exerceu o pastorado durante vinte e sete anos em apenas duas igrejas. Sendo que, em uma delas ele pastoreou por quase vinte e cinco anos. O nome deste nobre pastor: João Calvino.

Depois de sua conversão, a ideia de Calvino não era exercer o ministério pastoral. Ele pensava que Deus o havia chamado para servir à Igreja através da literatura e por isso queria retirar-se à solidão e ao sossego para escrever sobre a fé cristã. Entretanto, quando ele reconheceu que Deus o estava chamando para pastorear um rebanho, ele se entregou completamente a este ministério, entendendo que a pregação era a sua principal missão como pastor. Ser um mestre da Bíblia proclamando-a fielmente era para Calvino o ideal do ministério pastoral. Como escreveu Steven J. Lawson em seu excelente livro A arte expositiva de João Calvino: “Calvino via o púlpito como sua responsabilidade mais importante, o principal trabalho de seu chamado pastoral. Assim, o magistral reformador entregou-se à exposição da Palavra como talvez nenhum outro na história o tenha feito. Ele estimou e exaltou a pregação bíblica ao nível da mais elevada importância, e também fez dela o seu compromisso vitalício.”

A responsabilidade do pastor com seu rebanho é dupla: ajuntar as ovelhas e repelir os lobos. Esta dupla responsabilidade é exercida através da pregação da Palavra de Deus, pois é através deste ato que o rebanho é verdadeiramente ajuntado e os lobos são realmente repelidos. Como escreveu Calvino: “A Escritura o mune [o pastor] com os meios de fazer ambas as coisas, e aquele que tem sido corretamente instruído nela será capaz tanto de governar os que são suscetíveis ao aprendizado quanto a refutar os inimigos da verdade.”

Quando o pastor prega, deve ter em mente sua responsabilidade de ajuntar, alimentar e cuidar do rebanho através da Palavra. Quantos rebanhos estão mal alimentados em nossos dias, porque seus pastores não entendem qual é sua missão. Alimentar as ovelhas com uma mensagem bíblica e cristocentrica é o ideal do ministério cristão.

Os pastores também devem entender que sua responsabilidade não termina aqui. Há também uma necessidade de, depois de haver ajuntado o rebanho, protegê-lo dos lobos e ladrões. Isto é o que se pode chamar de missão apologética do pastor. Se ele jamais prega contra as heresias e nunca expulsa os lobos através de sua pregação, o rebanho correrá um gravíssimo perigo. O pastor deve ser um apologista e deve estar preparado para defender a fé e combater os lobos e ladrões que querem arrebatar as ovelhas do verdadeiro caminho. Por outro lado, o pastor não deve pregar o tempo todo contra as heresias e distorções que assolam a igreja, porque senão as ovelhas não serão alimentadas. Deve haver um equilíbrio entre estas duas responsabilidades.

Se seguíssemos o exemplo do pastor João Calvino, que usava a pregação da Palavra para edificar e defender o rebanho, com certeza nós contemplaríamos um quadro totalmente diferente em nossas igrejas na atualidade. Atentemos para o que escreveu James Boyce: “Calvino não tinha nenhuma outra arma, exceto a Bíblia. Desde o principio, sua ênfase era o ensino da Bíblia. Ele pregava as Escrituras todos os dias; e, sob o poder dessa pregação, a cidade começou a ser transformada. Visto que as pessoas de Genebra adquiriram conhecimento da Palavra de Deus e foram mudadas por ela, a cidade se tornou como John Knox a chamou, uma Nova Jerusalém.”

Que Deus nos ajude a seguir este mesmo ideal e que o Senhor da obra levante mais homens como João Calvino em nosso meio.

***
Eduardo Tracci é pastor e diretor do Instituto Bíblico La Joya, no Peru.

Igreja Universal: pastores ungem “canetas para passar em concurso público”

A Igreja Universal do Reio de Deus (IURD) é notória por lançar várias campanhas abençoando objetos como rosas e pulseiras. A denominação costuma também ungir objetos com o objetivo de que seus fiéis conquistem supostas bençãos em áreas específicas.

Um vídeo publicado no Youtube mostra dois pastores da igreja fazendo uma convocação para uma dessas campanhas. A campanha anunciada pelos pastores é destinada a pessoas que querem passar em concursos públicos, para isso o pastor diz que o candidato deve levar uma caneta para ser ungida na igreja e que dessa forma nada dará errado.

“Todos os concurseiros, traz a caneta pra nós ungirmos sábado agora (sic) ”, convoca o pastor que diz ainda que quem já fez a prova deve levar o comprovante de inscrição para ser ungido. Ele pede ainda para que o espectador avise aos amigos e conhecidos sobre a unção.

O pastor afirmou: “Vamos fazer uma prece poderosa! Olha, Deus tem toda a sabedoria, se Deus iluminar você e te der a direção, nada vai dar errado, vai dar tudo certo” (sic).

Depois de anunciar sobre a unção das canetas os pastores pediram ainda para que os fiéis levassem uma garrafa de água à igreja, para que eles pudessem colocar nela o “elemento do milagre.”

Os pastores fazem parte da Igreja Universal de Brasília, Templo maior – Asa Sul.

Veja o vídeo da convocação feita pelos pastores:

Fonte: Gospel+

Contra a ordenação de pastores gays, presbiterianos iniciam uma nova denominação

Uma nova denominação evangélica, a “Aliança Evangélica Ordem dos Presbiterianos” (ECO), nasceu no último dia 19 de janeiro, nos EUA. A denominação foi criada por dissidentes da Igreja Presbiteriana, que alegaram que a denominação está muito consumida por seus conflitos internos para conseguir gerar congregações saudáveis.

Durante o lançamento da nova instituição o presidente da ordem de pastores da ECO, John Crosby, deixou claro o rompimento teológico que levou à criação da igreja. Falando sobre a Igreja Presbiteriana ele afirmou: “Sua tenda tornou-se tão ampla que está caindo, pois não tem um mastro no centro. O mastro central é a autoridade bíblica, conforme é entendida pela comunidade ortodoxa e que tem implicações sobre a sexualidade”, afirmou o pastor que esclareceu que a ECO é uma resposta à decisão da Igreja Presbiteriana em permitir pastores gays.

De acordo com informações do Urban Christian News mais de 2.000 pessoas, oriundas de 500 igrejas, participaram do culto de lançamento da ECO, em Orlando, Flórida. A revista independente Presbyterian Outlook, fez uma enquete que indicou que a maioria ainda não decidiu se vai deixar de vez a sua antiga denominação. E em uma declaração conjunta, várias igrejas conservadores afirmaram que não deixarão a denominação Presbiteriana, mesmo reconhecendo que existem discordâncias sobre a ordenação de pastores gays.

A ECO é resultado de questões envolvendo homossexuais, da mesma forma que aconteceu na Igreja Anglicana inglesa, que desde 2003 reconhece os bispos homossexuais, o que acabou gerando uma nova denominação criada pelos que não concordaram com a decisão. A Eco não menciona abertamente a restrição aos gays em seus regimentos, mas seu compromisso declarado com a teologia conservadora indica claramente que o clero gay não será aceito.

Fonte: Gospel+

Conheça a Pantokrator: a igreja dos metaleiros em Bogotá

Com um nome que em grego significa Todo Poderoso, a Pantokrator é uma igreja que fica na periferia de Bogotá, na Colômbia. Os vizinhos descrevem os cultos da igreja como “uma festa de loucos” e tratam seus membros como “os cabeludos” devido ao visual típico daqueles que gostam de Heavy Metal, que é o tipo de fiel que frequenta a Pantokrator.

A igreja foi fundada em 2003 por Cristian González, 31 anos, que atua como missionário desde sua infância e estudou teologia no Conselho Colombiano da Assembleia de Deus. Com cabelos longos iguais aos dos outros membros da igreja González é pastor e baterista na igreja, e explica que a comunidade de fé fundada por ele tem como objetivo “pregar o amor e a misericórdia do Senhor por meio do Evangelho de Jesus Cristo a pessoas que não tiveram a possibilidade de acercar-se de Deus”.

De acordo com a agência Reuters os cultos da comunidade de metaleiros costumam ter cerca de 100 pessoas e, segundo Adriana Ardilar, a igreja já ajudou diversos dependentes químicos e alcoólatras a se livrarem de seus vícios. Ardilar, que é esposa do pastor, comentou também que “a ideia de Pantokrator é que todos se sintam como em casa”.

“Jesus Cristo era capaz de se envolver com pessoas, não importando a sua condição, mesmo que fossem prostitutas, fariseus, ladrões ou coletores de impostos. O que quer que fossem, Jesus se aproximava deles, fosse como fosse. Apesar do conceito comum da religião naqueles tempos, de que cada um não deveria se deixar contaminar, ele quebrou estes padrões”, compara González ao preconceito que a igreja costuma sofrer.

Fonte: Gospel+

Igrejas evangélicas são a nova arma da Argentina contra a violência

Para combater o aumento da criminalidade e da violência policial a cidade de Comodoro Rivadavia na província de Chubut, na Argentina, está contando com a ajuda das igrejas evangélicas locais.

O apoio das igrejas foi solicitado por um dos membros da Câmara Municipal da cidade. A Câmara está estudando a possibilidade de alterar o Código de Processo Penal, conforme solicitado o prefeito Nestor Di Pierro.

O vereador Carlos Vargas foi quem teve a iniciativa de pedir ajuda das igrejas no combate à violência, segundo ele a igreja é uma instituição que ensina bons valores cristãos. De acordo com o Noticias Cristianas Vargas afirmou que a nova gestão da cidade não obteve ainda muitas mudanças na cidade, mas que estão trabalhando na resolução dos problemas sociais.

Com a ajuda das igrejas o vereador espera trabalhar na prevenção de novos crimes, principalmente focando na educação. “Vamos convidar muitas igrejas evangélicas para fazer parte da contenção para as crianças. Como um homem de fé, eu sempre digo que quando as crianças são ensinadas nos princípios religiosos, desde pequeno, aprendem a respeitar a Deus, ao próximo e a natureza”, afirmou Vargas.

O vereador informou ainda que está conversando com lideranças evangélicas em busca de apoio para o trabalho de redução da violência a ser implantado no primeiro semestre de 2012: “Temos conversados com os pastores há muito tempo e agora em março, quando muito, em uma última análise, vamos começar a ter reuniões com eles para começarmos a formar este trabalho”, explicou.

Fonte: Gospel+

A revista Superinteressante publicou em seu site um breve panorama sobre as oito religiões com maior número de seguidores no mundo, trazendo detalhes curiosos e interessantes sobre cada uma delas. Na lista o cristianismo figura em primeiro lugar, seguido pelo islamismo.

O oitavo lugar da lista publicada pela revista está ocupada pelo espiritismo. A doutrina não é exatamente uma religião mas entrou na lista por ter cerca de 13 milhões de adeptos, sendo que o Brasil detém a maior comunidade espirita do mundo com 1,3% da população do país.

O judaísmo vem em seguida com 15 milhões de adeptos espalhados pelo mundo, sendo que a maioria dos judeus reside em Israel e nos Estados Unidos. Mas mesmo com números menores a Argentina tem um percentual de judeus maior que os Estados Unidos em sua população: 2% contra 1,7% do país norte-americano.

De acordo com o estudo é errado pensar que o judaísmo é uma das três maiores religiões monoteístas do mundo ao lado o islamismo e cristianismo. O desconhecido sikhismo, surgido na Índia onde é praticado por 1,9% da população, é a sexta maior religião do mundo e a terceira maior monoteísta, com seus 20 milhões de adeptos.

Em quinto lugar da lista está o budismo, com 376 milhões de fiéis, seguido pelos 400 milhões de adeptos da religião tradicional chinesa, que é uma complexa interação entre as diferentes religiões e tradições filosóficas praticadas na China.

Em terceiro lugar na lista está a religião baseada nos textos Vedas. Com 900 milhões de seguidores, entre eles 80% da população da Índia e do Nepal, o hinduísmo abrange seitas e variações monoteístas e politeístas, sem um corpo único de doutrinas ou escritura.

Com 1,6 bilhões de fiéis o islamismo é a segunda maior religião do mundo e projeções indicam que em 20 anos os muçulmanos serão um quarto da população mundial, e dobrará o número de adeptos ao islã nos Estados Unidos.

Apesar da grande mudança no perfil dos cristãos e da diminuição de dois terços para apenas um quarto de adeptos na Europa o cristianismo segue como a maior religião do mundo com 2,2 bilhões de adeptos em todo o mundo. A região do mundo onde o cristianismo mais cresce é a África Subsaariana onde em um século a população de cristãos cresceu de 9 para 516 milhões de fiéis.

Fonte: Gospel+

Coréia do Norte: cristão refugiado conta a história de uma Bíblia escondida

A Coréia do Norte é considerado atualmente o país mais isolado para o cristianismo. As missões que levam o evangelho para o país precisam de muita discrição e planejamento estratégico para não cometer erros, pois caso contrário, tanto missionários quanto norte-coreanos que forem pegos falando sobre a religião cristã, podem sofrer consequências graves.

Um refugiado cristão relatou à missão Portas Abertas sua história de vida com relação ao cristianismo. Lee Joo-Chan contou que na sua infância, seus pais esperavam anoitecer para desenterrar a Bíblia: “Todas as noites eles iam até o jardim e desenterravam um pote. Eles tiravam um livro de capa preta e o liam. Eles sempre nos disseram para nunca falar desse livro para outras pessoas. Eu sabia que eles não estavam brincando conosco e que seríamos mortos se outras pessoas soubessem do livro proibido. Às vezes minha mãe dizia que Deus estava vivo e que nós tínhamos que obedecê-lo”.

Como a Coréia do Norte é regida por um sistema totalitário, as decisões tomadas pelo governo são absolutas e não há meios para recorrer, principalmente para os camponeses, que vivem isolados do mundo no interior do país.

Em um determinado dia, a família de Joo-Chan foi levada para trabalhar no campo, e esse isolamento durou anos. O refugiado relata que as circunstâncias eram horríveis. Em todo esse tempo, a Bíblia permaneceu escondida no pote enterrado no jardim da antiga casa.

Quando foram liberados, a missão Portas Abertas pode então, ajudá-los a se restabelecerem através dos contatos que são mantidos na Coréia do Norte. “Eles eram tão gratos, eles nos deram essa Bíblia”, afirmou Simon, referindo-se à Bíblia do pote. Simon, que não teve seu segundo nome revelado para mantê-lo discreto, é o principal correspondente da Portas Abertas para os cristãos perseguidos na Coréia do Norte. “Claro que nos certificamos que eles recebessem uma nova bíblia”, afirmou o missionário, que pretende um dia levar todos os materiais ligados ao cristianismo que são enviados para fora do país pelos cristãos da Coréia do Norte, de volta ao território norte-coreano: “Então poderemos mostrar ao povo norte-coreano o infinito e indestrutível poder da Palavra de Deus”, disse.

Fonte: Gospel+

Um dos assuntos mais comentados em sites e blogs cristãos é a famigerada Teologia da Prosperidade. E um personagem que vem sendo muito discutido nos debates sobre o assunto é o pastor Silas Malafaia, devido à sua drástica mudança de postura sobre o assunto. Há pouco tempo o presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, pregava avidamente contra a Teologia da Prosperidade e hoje diz que pastor que não prega isso é burro e deveria perder a credencial de pastor.

Vários textos e vídeos publicados na internet fazem comparativos das pregações de Malafaia nessas duas fases de opiniões tão divergentes do pastor.

Um vídeo disponível no Youtube traz uma pregação do pastor na qual ele afirma: “Deus não olha pra você pela sua capacidade de conquista no mundo material. Vou dizer pra você o que é prosperidade à luz da Bíblia, e não é esse besteirol que a turma do Brasil está engolindo, esse besteirol teológico da América”, na ocasião o pastor prosseguiu citando o capítulo 8 do livro de 2 Coríntios no qual Paulo relata que a igreja da Macedônica, mesmo pobre, dividiu o pouco que tinha par ajudar a igreja da Judéia, onde muitos passavam fome. Malafaia usou esse exemplo bíblico para afirmar que “prosperidade é você compartilhar com o outro, prosperidade é você viver bem com aquilo que Deus tem te dado, prosperidade é mesmo você tendo pouco, você ainda ter forças e capacidade para ajudar alguém que está pior do que você”.

Esse mesmo vídeo traz uma gravação do pastor na qual ele vende uma Bíblia intitulada “Batalha espiritual e Vitória Financeira” e faz se defende de seus críticos dizendo: “Eu fico assim bobo com a ignorância de muitos que estão na igreja, sabe o que eu acho mais engraçado é a hipocrisia, todo mundo quer o dinheiro, mas quer falar mal dele. Outra coisa que eu queria dizer: o dinheiro não é o diabo que dá não, Salomão pediu sabedoria e Deus deu riqueza, Abraão não pediu riqueza e Deus deu riqueza. Se riqueza afastasse o homem de Deus o diabo fazia todo mundo ficar rico… se você está vivendo em miséria tem alguma coisa errada e você precisa descobrir na palavra de Deus, essa é que é a verdade”, afirmou o pastor que, alguns anos antes, apontava esse tipo de afirmação como afronta e covardia com os fiéis.

Devido a essa mudança de postura do pastor e da sua mudança de visual, por ter tirado o característico bigode, tem surgido entre os blogs campanhas do tipo “Silas, volta com o bigode”, insinuando que quando tinha bigode Malafaia “pregava o evangelho de uma forma mais firme”.

Entre as diversas críticas sobre a mudança de postura do pastor surgiram brincadeiras que compara o bigode que ele antes ostentava com o cabelo de Sansão, dizendo que ao perder os pelos faciais o pregador perdeu a força assim como aconteceu com o personagem bíblico depois de ter os cabelos cortados.

“Percebemos também que a sua história se assemelha com a de Sansão, o Juiz israelita e nazireu que era literalmente o homem mais forte de toda a terra, Silas não é o homem mais forte da terra, mas tinha um detalhe que fazia com que pregasse o evangelho de uma forma firme, o bigode”, ironiza um texto reproduzido em vários blogs fazendo uma suposta campanha para que o pregador volte a deixar o bigode crescer. O texto termina com outra comparação a Sansão: “Já pensou se Silas Malafaia se arrepende e volta para Jesus e começa a pregar o verdadeiro evangelho novamente? Ele destruiria as colunas da Rede Globo e eliminaria todos os filisteus”, ironiza o texto.

Malafaia tem aparecido também ao lado de conhecido defensores da Teologia da Prosperidade. Depois de ter chamado esse tipo de pregação de “besteirol teológico da América”, Silas Malafaia apareceu em seu programa de televisão ao lado do pastor norte-americano Morris Cerullo, considerado o “guru dos profetas da prosperidade”.

No programa “Vitória em Cristo” Cerullo aparece prometendo uma unção financeira, segundo ele “a unção financeira dos últimos dias”, para aqueles que fizessem uma “oferta voluntária” no valor de R$ 900.

Veja o vídeo comparando a mudança de postura de Malafaia:

Fonte: Gospel+

Cientistas afirmam que podem provar a existência de Deus pela análise do DNA

A teoria da seleção natural, proposta inicialmente por Charles Darwin, revolucionou a ciência e dominou os meios acadêmicos durante muito tempo. Porém hoje ela está sendo desafiada pelo chamado “Design Inteligente” que acendeu diversas descobertas bem como intensos debates sobre a origem da vida na Terra.

De acordo com o The Christian Post cientistas que participaram do documentário “Unlocking the Mystery of Life” (Desvendando o Mistério da Vida) afirmam que o Design Inteligente pode provar, cientificamente, a existência de Deus através da análise do DNA.

O DNA é um dos argumentos mais contundentes usados pelos cientistas criacionistas, defensores do Design (ou Projeto) Inteligente. O documentário explica que não há no Universo nenhuma entidade que armazene e processe mais informação de um modo tão eficiente quanto a molécula do DNA. Um complemento total de DNA humano possui três bilhões de caracteres individuais, carregando informações em cada célula viva de cada organismo vivo.

Quando se vê um sistema tão complexo e com uma grande quantidade de informações como o DNA, surge a pergunta: “De onde vem essa informação?”

Para responder a essa pergunta o filósofo e cientista Steven C. Meyer tem estudado o assunto e desenvolveu um argumento para provar que o Projeto Inteligente tem a melhor explicação para a origem da informação necessária à construção da primeira célula viva.

A resposta proposta é que não há explicação natural; seleção natural; processos auto-organizacionais ou o acaso que produzam a informação ou seja, o que é capaz de produzir informação é a inteligência. Assim os cientistas concluem que quando se descobre um sistema na célula rico em informação, especificamente na molécula do DNA, podemos concluir que uma inteligência teve papel na origem desse sistema.

Para defender essa ideia Michael Behe, bioquímico da Universidade Lehigh, compara os sistemas biológicos a um motor de popa: “Com o motor de popa vemos como as partes interagem e sabemos que alguém fez isso. O raciocínio é o mesmo para as máquinas biológicas. Por isso a ideia do projeto inteligente é completamente científica”.

Scott Minnich, Biólogo Molecular da Universidade de Idaho, também defende o Projeto Inteligente e afirma: “É uma ideia muito forte de que o Universo é racional e compreensível subscrito por uma inteligência suprema. É algo que transcende o programa da ciência, algo que traz significado ao mundo. Se tudo fosse de caráter caótico então não haveria razão para se esperar qualquer propósito lá fora. Mas de fato se for produto de uma mente inteligente então a ciência torna este projeto enorme e maravilhoso de se resolver o quebra-cabeça”.

Assista na íntegra documentário sobre o tema:

Fonte: Gospel+

O “Unidos na Web” é um canal de vídeos no Youtube desenvolvido pela Mocidade Unidos em Cristo da Igreja Assembleia de Deus de Goiânia (GO), em parceria com o JovemX.com, e tem diversos vídeos feitos com o objetivo de comunicar ao jovem cristão. O conteúdo do canal é composto por entrevistas, música, relatos bíblicos inusitados e quadros humorísticos.

Os programas produzidos pela Unidos na Web é um dos maiores destaques na página principal do JovemX.com. E um vídeo tem se destacado no canal pela forma inusitada que o grupo de jovens encontrou para evangelizar.

O quadro de maior destaque do programa tem sido o “Loucos por Jesus”, que tem como objetivo principal mostrar formas irreverentes de praticar o evangelismo. No primeiro vídeo do quadro os “Loucos por Jesus” receberam a “missão” de evangelizar na praça de alimentação de um shopping de Goiânia.

Em pé sobre as mesas da praça de alimentação um dos jovens, usando um megafone, começa a falar do amor de Jesus e logo em seguida começa a cantar a música “Deus da Minha Vida” do cantor Thales Roberto. Sob o olhar curioso das pessoas que estavam na praça de alimentação os outros rapazes também sobem nas mesas para se juntar ao primeiro e cantar.

No fim do vídeo o grupo pede para que os presentes deem uma salva de palmas para Jesus.

Veja o vídeo:

Fonte: Gospel+

JMM News


 

 

 

 

 

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Livros evangélicos encabeçam a lista de best-sellers do New York Times

A lista de livros mais vendidos do jornal americano New York Times, referência mundial do mercado editorial, traz uma série de livros evangélicos em sua última divulgação.
A obra que detém a primeira posição na lista de best-sellers é o livro “O Céu é Real para as Crianças”, de Todd e Colton Burpo. O livro infantil traz o relato de Colton Burpo, filho de um pastor evangélico, que depois de passar por uma cirurgia operação, acordou contando uma história surpreendente: ele morreu e foi para o céu, onde conheceu seu bisavô e personagens bíblicos como Sansão, João Batista e Jesus.

O livro foi escrito pelo pai de Colton, o pastor Todd Burpo, e já atingiu um publico de aproximadamente seis milhões de pessoas. Traduzido para diversas línguas o livro o distribuído no Brasil pela subsidiária local da editora Thomas Nelson.

Mesmo classificados como obras de autoajuda outros livros escritos por lideranças evangélicas figuram na lista, entre eles “As Cinco Linguagens do Amor”, de Gary Chapman e “Verdadeiro Casamento”, do controverso casal de pastores Mark and Grace Driscoll.

Ainda no segmento religioso a lista traz o livro “The Harbinger”, escrito pelo rabino messiânico Jonathan Cahn, que estreia na lista de mais vendidos.

Fonte: Gospel+

Boletim n.º148
Segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Livro


Destinado para a Glória
De R$ 8,80
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Sermão
A importância do louvor na vida do povo de Deus
Em 444 a.C., Neemias levantou os muros de Jerusalém; em 1989 ciau o muro de Berlim. O muro de Berlim era um símbolo da separação e da morte; o muro de Jerusalém de proteção, união e vida. Os muros representam a unidasde de Jerusalém: é uma só cidasde, um só povo. Uma grande festa espiritual aconteceu na dedicação dos muros de Jerusalém. Algumas lições importantes podemos tirar, à guisa de introdução deste texto. [Leia mais]
Áudio
O clamor emocionado de Deus
Texto base: Jeremias 2.1-13
Clique aqui para ouvir
Pastoral
Alegre-se e exulte pois você foi destinado para a glória

O povo de Deus não tem apenas expectativa da glória, tem garantia dela. A glória não é uma conquista das obras, mas uma oferta da graça. O apóstolo Pedro trata deste momentoso assunto em sua Primeira Carta e nos ensina quatro grandiosas lições.

1. O crente é nascido para a glória (1Pe 1.3,4) – Nós fomos regenerados para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. Nascemos para uma herança incorruptível, sem mácula, e imarcescível, que está reservada nos céus para nós. Nascemos de novo, de cima, do alto, de Deus, para buscarmos as coisas lá do alto, onde Cristo vive. Não nascemos para o fracasso. Não nascemos para o cativeiro. Não nascemos para amar o mundo nem as coisas que há no mundo. Não nascemos para fazer a vontade da carne nem para andar segundo o príncipe da potestade do ar. Nascemos para as coisas mais elevadas. Nascemos para a glória!

2. O crente é guardado para a glória (1Pe 1.5) – Neste mundo cruzamos vales profundos, atravessamos pinguelas estreitas, palmilhamos desertos tórridos, enfrentamos inimigos cruéis. Essa caminhada rumo à glória não é amena. A vida cristã não se assemelha a um parque de diversões. Ao contrário, é luta sem pausa contra as trevas; é luta titânica contra o mal. Nessa caminhada rumo à glória pisamos estradas juncadas de espinhos e suportamos muitas aflições. Porém, Deus nunca nos desampara. Ele nunca nos abandona à nossa própria sorte. O apóstolo Pedro escreve: “vós sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo” (1Pe 1.5). Louvado seja Deus, pois nascemos para a glória e somos guardados para ela. Vamos caminhando em sua direção de força em força, de fé em fé, sendo transformados de glória em glória.

3. O crente está sendo preparado para a glória (1Pe 1.6,7) –O crente exulta com a certeza da glória, mesmo sabendo que no caminho para ela é contristado por várias provações (1Pe 1.6). Nossa fé é um dom gratuito de Deus a nós, mas não é uma fé barata. Ela é mais preciosa do que ouro depurado pelo fogo (1Pe 1.7). Deus não apenas nos destinou para a glória, mas também nos prepara para ela. Nessa jornada bendita despojamo-nos continuamente dos trajos inconvenientes do pecado e nos revestimos das virtudes de Cristo. Deus não apenas nos destinou para a glória, mas também está nos transformando à imagem do Rei da glória (Rm 8.29). Estamos sendo preparados para sermos apresentados ao Noivo, como uma noiva pura, imaculada, santa e sem defeito. Isso redundará em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo.

4. O crente já se regozija na glória desde agora (1Pe 1.8,9) – 
Agora vivemos por fé e não pelo que vemos. Agora caminhamos sustentados pelo bordão da esperança de que Aquele que fez a promessa é fiel. É preciso dizer em alto e bom som que essa caminhada rumo à glória não é feita com gemidos e lamentos. Não cruzamos esse deserto rumo à terra prometida murmurando, assaltados por avassaladora tristeza. Ao contrário, há um cântico de júbilo em nosso peito. Há um grito de triunfo em nossos lábios. Há uma alegria indizível e cheia de glória transbordando do nosso coração. Assim escreve o apóstolo Pedro: “A quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais, com alegria indizível e cheia de glória, obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma” (1Pe 1.8,9). A alegria indizível e cheia de glória não é apenas uma promessa para a vida futura, mas um legado para o tempo presente. O evangelho que abraçamos é boa nova de grande alegria. O Reino de Deus que está dentro de nós é alegria no Espírito Santo. O fruto do Espírito é alegria e a ordem de Deus para a igreja é: “Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fp 4.4). Que Deus inunde nossa alma dessa bendita alegria. Que as glórias inefáveis da Glória por vir já sejam desfrutadas por nós, aqui e agora, enquanto marchamos rumo à posse definitiva dessa mui linda herança.

Rev. Hernandes Dias Lopes
Copyright ©2012 Hernandes Dias Lopes. Todos os direitos reservados.

Megadeth: Músico de famosa banda de heavy metal estuda para ser pastor

David Ellefson, baixista e integrante original do Megadeth junto a Dave Mustaine, revelou que está estudando para virar pastor de uma igreja luterana, no Arizona.

De acordo com o jornal St. Louis Post-Dispatch, o roqueiro veterano está estudando online no Programa de Ministério Específico no Seminário Concórdia.

De acordo com a Revista Rolling Stone Ellefson cresceu indo à igreja, em Minnesota, mas se desconectou de sua fé quando se mudou a Los Angeles nos anos 90 no auge da banda, e passou a viver o estilo de vida “rock star” com o Megadeth. Aos 25 anos o baixista entrou em um programa de 12 passos para se religar a sua fé.

Jon Bjorgaard, pastor da igreja que Ellefson frequenta falou da decisão do roqueiro, segundo ele “a maioria das pessoas quer ser uma estrela do rock. E David é uma estrela do rock que quer ser um pastor”.

Ellefson falou das mudanças em sua carreira, segundo ele seu processo de composição irá se distanciar de temas sombrios que marcaram o Megadeth em músicas como “Killing Is My Business… And Business Is Good!”. “Algumas pessoas querem misturar as duas coisas, mas eu tenho uma mão nos dois mundos. Amo louvar e venero música, e amo o heavy metal”, refletiu o músico.

Fonte: Gospel+

* História baseada em fatos reais

Por André Sanchez

Imaginemos que certo profeta resolvesse levar sua mensagem ao púlpito de uma dessas igrejas que pregam a teologia da prosperidade. Imaginemos que ele seja bem recebido e, através de suas credenciais de profeta, lhe fosse oferecido o púlpito da igreja para que pregasse uma mensagem de prosperidade aos que ali estivessem.

profeta, teologia da prosperidade, prosperidade, Bíblia, HabacuqueEle começaria seu discurso mais ou menos assim:

- “Esta é a mensagem que Deus, por meio de uma visão, deu a mim, o profeta Habacuque.” (Hc 1. 1).

Nesse ponto todos fitariam seus olhares nele e alguns comentariam:

- Nossa! Não é todo dia que se recebe um profeta de Deus com uma mensagem poderosa de prosperidade! O que será que ele revelará? Será que nos dará uma fórmula para determinar a bênção? Estou mesmo precisando comprar um carro do ano! Será que nos ensinará como expulsar as doenças e o demônio da pobreza? Será que revelará uma profecia de riqueza em nossa vida? Fala profeta!!! Fala profeta!!! Estou ansioso pela mensagem do Senhor para nossas vidas!

Eis que o profeta continua sua mensagem vendo a grande ansiedade do povo para receber suas palavras. Ele, então, continua com veemência:

- “Ainda que as figueiras não produzam frutas, e as parreiras não dêem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem gado nos currais, mesmo assim eu darei graças ao SENHOR e louvarei a Deus, o meu Salvador.” (Habacuque 3. 17-18)

Nesse momento um silêncio toma conta da igreja. Um olha para outro e todos olham para o pastor que havia dado a palavra ao profeta de Deus. A igreja, somente com o olhar, pressiona o pastor como que perguntando: Como assim, que palavra absurda é essa desse profeta?

E eis que se levanta um obreiro ao fundo da igreja e brada em alta voz:

- Senhor Habacuque, me desculpe, mas a sua palavra está equivocada! Ela representa o espírito da derrota e não o da fé. Você deve ter se desviado do caminho da fé verdadeira que nos reserva as maiores conquistas nessa vida, pois somos cabeça e não cauda! Deixe-me te dizer o que verdadeiramente Deus deve ter te dito:

- Determinem agora que as figueiras produzam as frutas, e que as parreiras dêem uvas grandes e sem pragas; que haja tantas azeitonas nas oliveiras que todos possam esbanjar; que o trigo os deixem ricos a ponto de esbanjarem dinheiro e viverem uma vida de luxo; repreendam o espírito de ladroagem contra as ovelhas. Façam uma campanha de 7 semanas para que os currais estejam cheios de gado gordo e vocês fique ricos, pois se isso não acontecer vocês não devem dar graças ao SENHOR e nem louvar a Deus, pois nascemos para vencer, nascemos para ser cabeça e não cauda!

Após ouvir tal palavra, o profeta de Deus, balança a cabeça negativamente e diz:

- Querido obreiro, a palavra que eu disse veio de Deus e não há nada a modificar nela… eu a entreguei da forma que me foi passada!

Antes mesmo de terminar de falar, o profeta de Deus é interrompido e vaiado pela igreja; é retirado do local pelos obreiros, debaixo dos gritos da multidão que o chamava de homem do diabo, sem fé e sem o Espírito de Deus; homem do mal que estava trazendo àquele lugar de prosperidade uma palavra maligna onde não havia prosperidade alguma.

O profeta de Deus saiu daquele lugar expulso pela multidão e prosseguiu sua caminhada, buscando quem, de verdade, pudesse ouvir a Palavra que o Senhor lhe incumbiu de pronunciar.

Porventura, achará ele lugar que aceite a Palavra do Senhor?

***
André Sanchez, no Esboçando Idéias.

Vendo igreja

Já tinha ouvido de caras que vendem igrejas (de porteira fechada, com os crentes dentro).

Agora, os caras de pau perderam totalmente a noção e colocam anuncio no jornal.

Os dois mais destacados apologistas da atualidade estarão no Brasil

Por Valmir Nascimento

Neste inicio de 2012 dois importantes eventos cristãos sobre defesa da fé serão realizados no Brasil, e contarão com a participação dos dois maiores apologistas da atualidade: Norman Geisler e Willian Lane Craig.

O primeiro é o Consciência Cristã que acontecerá na cidade de Campina Grande/PB, no período de 15 a 21 de fevereiro/2012.  O evento é realizado pela VINACC (Visão Nacional para a Consciência Cristã) e consiste na difusão de princípios e valores cristãos buscando o crescimento do Individuo na sociedade e na família.

Com uma programação ampla e diversificada, a Consciência Cristã oferece ao público 19 eventos paralelos, 07 grandes concentrações no período da noite, espaço “Teen” e “Kids” voltados para jovens e crianças, centenas de seminários das mais variadas temáticas, desenvolvidos por 29 dos principais pregadores e pesquisadores da fé cristã do país, além da participação de um dos maiores apologistas da atualidade, o norte-americano Norman Geisler.

Geisler é co-fundador do Southern Evangelical Seminary localizado em Charlotte, Carolina do Norte. Ele foi professor universitário por cinqüenta anos e tem falado ou discutido em todos os estados americanos e em vinte e cinco países. Ele é Ph.D. em filosofia pela Loyola University Chicago. Geisler é conhecido pela suas contribuições para os assuntos acadêmicos de apologética cristã, filosofia e calvinismo e é autor, co-autor, ou editor de mais de sessenta livros e centenas de artigos.

Entre as suas ministrações, Geisler abordará assuntos como: Dúvidas e “contradições” da Bíblia, Sobre a Inspiração e Inerrância das Escrituras, Deus de amor e a doutrina do inferno, Não tenho fé para ser ateu!, Questões éticas na pós-modernidade – aborto, sexualidade, matrimônio, meio ambiente, drogas, pena de morte e eutanásia, Apologética para apologetas.

O segundo evento é o 8º Congresso de Teologia Vida Nova que neste ano terá como tema “Apologética contemporânea para um mundo de incertezas”, e será realizado entre os dias 13 a 16 de março/2012 em Água de Lindoia/SP.

O Congresso terá a presença especial de William Lane Craig, um dos mais destacados apologetas da atualidade. Craig é doutor em filosofia pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, e em teologia pela Universidade de Munique, na Alemanha. Atualmente leciona filosofia na Talbot School of Theology, na Califórnia, Estados Unidos. É conferencista internacional e autor de dezenas de artigos e livros no campo da filosofia e da apologética.

Nas plenárias, Willian Lane Craig vai abordar os seguintes temas: “O absurdo da vida sem Deus”, “Quem precisa de apologética?”, “As evidências a favor da ressurreição de Jesus”, e ainda ministrará o seminário “O delírio do neoateísmo”.

Junto a ele, estarão Augustus Nicodemus Lopes, Jonas Madureira, Marcos Eberlin, Carlos Osvaldo Pinto, Guilherme de Carvalho e Davi Charles Gomes, todos apresentando “a razão da esperança que há em nós” (1Pe 3.15).

E daí: Deu ou não deu vontade de participar dos eventos e aprender um poucos com estes homens?

***
Valmir Nascimento é editor do blog Como Viveremos

Depois de sua filha receber uma Bíblia na escola, bruxa protesta para que escolas distribuam livro de feitiços

Ginger Strivelli é seguidora da Wicca, um tipo de bruxaria e se intitula pagã. Strivelli está questionando as autoridades americanas de não tem o mesmo direito que o grupo missionário Gideões em distribuir seu “livro sagrado” nas escolas púbicas.

Os Gideões Internacionais entregaram várias caixas de Bíblias na secretaria da escola North Windy Ridge, onde a filha da bruxa estuda. Todos os estudantes interessados podiam levar um exemplar para casa, e quando sua filha chegou em casa com um exemplar do livro sagrado ela questionou que as escolas não deveriam distribuir materiais de uma religião e não de outras.

Segundo Strivelli a escola respondeu que disponibilizaria da mesma forma textos religiosos doados por qualquer grupo. Porém ela diz que quando apareceu na escola levando livros de feitiços da Wicca foi mandada embora, e por isso decidiu protestar.

A história ganhou notoriedade na mídia e levou o conselho escolar a emitir uma nota oficial dizendo: “No momento estamos revisando políticas sobre essa prática com os advogados do conselho escolar. Durante este período, nenhuma escola no sistema estará aceitando doações de materiais que defendam uma determinada religião ou crença”. A decisão do conselho deve sair até o dia 2 de fevereiro.

De acordo com a Fox News Michael Broyde, professor e pesquisador no Centro para o Estudo do Direito e Religião da Emory University falou sobre o tema. Ele disse que “você deve abrir as escolas públicas para todo tipo de material religioso, ou você pode proibir todo tipo de material religioso”. O processor completou afirmando: “Você não pode dizer: Vamos distribuir material religioso, mas apenas de uma fé em particular”.

Strivelli afirmou ainda que muitos pais cristãos que tem filhos na North Windy Ridge apoiam seu protesto. Ela explica a posição dos pais cristãos dizendo que é “porque, entendem que não gostariam de ver na porta da escola as Testemunhas de Jeová distribuindo suas revistas ou católicos entrando ali distribuindo Rosários”, e enfatiza “do mesmo modo eu não gostei de saber que distribuíram Bíblias”.

Essa questão da mistura entre religião e estado tem causado polêmicas por todo o mundo e a discussão envolvendo escolas já causou problemas também na Alemanha e na Irlanda.

Fonte: Gospel+

Pesquisa mostra que apenas 26% dos cristãos creem que a fé mudou sua vida

O Grupo Barna, um instituto cristão de pesquisas, divulgou o relatório de uma pesquisa que mostra que um terço das pessoas religiosas diz não ter uma “ligação pessoal” com Deus. A pesquisa foi feita com cristãos ativos em suas igrejas.

O instituto de pesquisas afirma que considera o desenvolvimento deste relacionamento com Deus “o resultado mais importante da frequência aos cultos”. Entre os entrevistados, 66% disse que desfrutavam dessa relação pessoal com Deus durante o culto. Apenas 18% dos entrevistados disse que percebe a presença clara de Deus em suas vidas ao menos uma vez por mês, enquanto 44% afirmam sentir essa presença toda semana.

Outro dado levantado pelo estudo foi o impacto causado pela igreja na vida das pessoas. Segundo o Grupo Barna apenas 26% das pessoas assíduas na igreja dizem que sua vida foi mudada pela religião que professam, quase metade dos entrevistados, 46%, disse que ir à igreja não tinha mudado nada.

O fundador da Igreja C3 em Greensboro (Carolina do Norte), Whitman Roland, criticou as instituições religiosas dizendo que se as igrejas querem ver as pessoas se relacionarem melhor com Deus, devem se preocupar menos com o templo e sua programação e mais com o que é ensinado durante o culto.

Já David Kingman, presidente do Grupo Barna, disse que “esta pesquisa tem uma boa notícia e gera muitas preocupações. O lado positivo é que muitos fiéis são beneficiados por estarem envolvido em uma igreja ou paróquia, especialmente na sua relação com Deus e com os outros”. Kingman concordou com a posição de Roland ao completar: “No entanto, os resultados de nossa pesquisa também são um lembrete de que os líderes religiosos não podem minimizar a importância do sermão. Precisam gastar tempo pensando e orando sobre como os membros podem gerar uma identificação mais profunda e mais abrangente com os demais, pois elas não poderiam ser meros observadores dos ministérios”.

Um dado positivo mostrado pelo estudo foi que 68% dos entrevistados sentiam-se ligados a outras pessoas “que estão unidas por suas crenças e que cuidam uns dos outros de maneira prática”, enquanto apenas 23% afirmaram que não sentiram isso”.

Kingman encerrou alertando que “milhões de pessoas entram e saem de nossas igrejas sem ter uma experiência significativa”.

Fonte: Gospel+

Vídeo que fala da diferença entre Jesus e a religião já é o mais assistido do ano

O vídeo feito por Jefferson Bethke, da igreja Mars Hill Church em St. Auburn, Washington, já é o vídeo mais visto no Youtube no ano, com mais de 12 milhões de visualizações. Postado no dia 10 de janeiro pelo jovem evangelista, o vídeo é intitulado “Why I Hate Religion, But Love Jesus” (Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus).

Bethke afirma que carrega no coração “o desejo de levar o Evangelho de Jesus Cristo para mudar vidas”. No vídeo ele declama uma poesia que tem como objetivo mostrar a diferença entre Jesus e a religião.

O vídeo do jovem evangelista se tornou assunto em diversos sites cristãos e ateus. Vários cristãos levantaram questionamentos sobre a motivação de Bethke ao fazer o vídeo e os críticos alegam que ele usa de falsos argumentos, pois diz não gostar de religião, mas defende o cristianismo (que é uma religião) e de tentar desacreditar a igreja, criticando-a.

Diante das críticas Bethke afirmou que seu objetivo com o vídeo foi de expor a hipocrisia e legalismo de muitas igrejas, e fez um desabafo em seu perfil no Facebook: “Se você estiver usando o meu vídeo para detonar com a ‘igreja’, tenha cuidado. Eu nunca tive a intenção de fazer isso”.

Assista ao vídeo:

Fonte: Gospel+

Gravações de sons estranhos no céu causam temor e internautas afirmam ser sinal do Apocalipse. Ouça

O ano de 2012 começou e toda a expectativa em torno do eventual fim do mundo, baseada em profecias maias, tem gerado diversas dúvidas e curiosidades. Algumas pessoas até passaram a pesquisar e publicar fatos que estariam ligados às previsões de fim dos tempos.

O site Strange Sounds In The Sky (Sons estranhos no céu) foi montado para divulgar gravações feitas em cidades de todo o mundo de sons que aparentemente, ocorrem no céu, sem motivos aparentes. Alguns sons são similares a trovões e erupções vulcânicas, porém outros são sons bastante incomuns.

Há relatos de sons em cidades de diversos em países como Brasil, Ucrância, Bielorrússia, Romênia, Estados Unidos, Malásia, Dinamarca, Canadá e Costa Rica. Como a sonoridade é indistinguível, especulações em torno de sua origem vão desde naves extraterrestres até trombetas mencionadas nas profecias do Apocalipse.

Em sites de debate na internet e nas mídias sociais são levantadas inúmeras hipóteses para os fatos, e há também quem duvide que as gravações sejam verdadeiras. Versículos bíblicos que mencionem acontecimentos ligados ao fim do mundo também são usados numa tentativa de explicar os acontecimentos.

Ouça nos vídeos abaixo, os sons gravados em diversas cidades do mundo:

Fonte: Gospel+

Augustus Nicodemus LopesA entrevista foi concedida à revista Eclesia. Nela, o reverendo Augustus aborda vários assuntos concernentes à crença e a praxis dos evangélicos brasileiros. Confira:

ECLÉSIA: Ateus são aqueles que não crêem em Deus. De que maneira pode existir um “ateísmo cristão”, justamente o título de seu último livro?
O apóstolo Paulo se refere àqueles que professam conhecer a Deus e que, entretanto, o negam por suas obras (Tito 1:16). Chamo de ateísmo cristão a negação de que Deus interfere, age e atua na realidade humana, negação esta feita por pessoas que se professam cristãs e que argumentam usando a terminologia cristã. Na verdade, isto nada mais é que o antigo deísmo, a idéia de que Deus existe mas que não interfere na realidade humana. O deísmo foi a religião dos antigos liberais e continua, ligeiramente modificada, sendo a teologia dos novos liberais. Para mim, admitir a existência de Deus mas negar sua presença na história e na experiência humana é a mesma coisa, ao final, que o ateísmo – só que com capa de cristianismo.

ECLÉSIA: Há quem acredite que o Brasil esteja experimentando um avivamento por causa do crescimento dos evangélicos. Mas o senhor diz que a Igreja sofre sérias ameaças. Isso não é uma contradição?

No meu caso não é uma contradição porque eu nunca afirmei que o Brasil está experimentando um avivamento espiritual. O que constato é o crescimento nas duas últimas décadas das seitas neopentecostais, que a mídia costuma confundir com os evangélicos. Eu sei que há pessoas que são verdadeiramente crentes no Senhor Jesus nesse meio, em que pesem os ensinamentos e práticas estranhos ao Evangelho. Todavia, isto não diminui a ameaça que o movimento representa para a igreja cristã.

ECLÉSIA: Ainda falando sobre o crescimento evangélico, o segmento mais conhecido hoje é neopentecostal. E, talvez pelo aparente sucesso, talvez pelo poder midiático, tem influenciado com práticas e estilos de culto denominações pentecostais e históricas. Esse processo não é irreversível?
Não sei se é irreversível. Este crescimento vem diminuindo nos últimos anos, pois a proposta das igrejas neopentecostais não se sustenta por muito tempo. Cedo ou tarde as promessas da teologia da prosperidade se mostram vazias, gerando uma multidão de decepcionados que vão engordar as fileiras dos desigrejados. Percebe-se, também, a crescente separação e distanciamento destes movimentos neopentecostais do pentecostalismo clássico e das igrejas históricas, o que é muito bom, pois deixa a diferença entre nós e eles mais clara. Infelizmente, a influência das práticas neopentecostais nas igrejas históricas tem feito e continuará a fazer, por algum tempo, considerável estrago. A culpa, em parte, é das lideranças que não prepararam o povo adequadamente para enfrentar estes erros. Mas, a responsabilidade é principalmente dos pastores de igrejas históricas que traindo e abandonando os compromissos que fizeram por ocasião de sua consagração e ordenação, adotaram eles mesmos estas práticas estranhas ao cristianismo histórico, no afã de crescer, ganhar adeptos e aumentar o seu ministério. E não podemos esquecer que se as seitas neopentecostais têm um grande volume de adeptos, isto se deve também ao fato de que tem muita gente interessada em Deus por motivos errados, como saúde, prosperidade e sucesso, deixando a razão maior para trás, que é a glória do próprio Deus.

ECLÉSIA: Os últimos números das pesquisas apontam para um aumento grande do número de pessoas que acreditam em Deus mas não tem uma religião específica. Ou, pelo menos, que não estão em uma denominação evangélica. Provavelmente, porque já estiveram e saíram. Quem é o maior culpado por isso: os abusos cometidos pelos líderes ou o triunfalismo pregado dos púlpitos e que, na prática, não alcança resultados?
Acho que as duas coisas. E devemos nos humilhar e nos penitenciar diante de Deus por isto. Mas eu ainda acrescentaria uma terceira razão, que é a tendência do coração humano de não se sujeitar à disciplina, liderança, governo espiritual e a seguir normas e regras. As igrejas cristãs – pelos menos as sérias – são organizadas de acordo com o padrão bíblico, têm uma liderança espiritual constituída e seguem normas encontradas na Palavra de Deus. Obviamente nem todo mundo tem disposição para fazer parte de uma comunidade onde ficará sujeito a cobranças, questionamentos e perguntas sobre sua vida individual, sobre seu comportamento, hábitos e decisões. Ou seja, muita gente que se considera evangélica não quer a responsabilidade inerente à membresia de uma igreja séria. Em resumo, o crescimento do número dos desigrejados se dá tanto pela falha da igreja organizada quanto pela rebeldia de boa parte dos próprios desigrejados.

ECLÉSIA: Em seu último livro, o senhor aborda temas como o fato do crente ficar ou não doente e a prática de expulsar o diabo. Particularmente, o senhor já viu casos escabrosos ou até esteve presente diante de práticas estranhas e que o motivaram a escrever sobre isso? Pode falar sobre elas?
Sobre crentes ficarem doentes, não creio que precisemos dar evidências e provas disto. É claro que ficam. E nem sempre é falta de fé, resultado de um pecado específico ou demonização. Já orei por gente que ficou boa e também por gente que morreu em seguida. É Deus quem cura, quando quer e se quiser. Já me deparei com diversos casos de possessão demoníaca em meu ministério. Alguns deles, verifiquei em seguida, não se tratavam realmente de possessão. Mas pelo menos dois deles só consigo explicar como sendo casos reais de possessão demoníaca. Acredito que a possessão demoníaca é uma realidade em nossos dias, mas não acredito que tudo que se considera como tal, nas igrejas neopentecostais, é de fato possessão. Há muita mistificação e engano, muita confusão de sintomas de doenças mentais e distúrbios psicológicos com demonização.

ECLÉSIA: Mas batalha espiritual é um assunto bíblico. Só que o senhor já disse que esse conceito foi contaminado pelo paganismo que se infiltrou no meio eclesiástico. Como assim?
Sem dúvida, a batalha espiritual é um assunto totalmente bíblico. Paulo nos diz em Efésios 6 que nossa luta real é contra os principados e potestades, as forças espirituais do mal nos lugares celestiais. Não tenho dúvidas quanto a isto. Satanás é real e suas tentações e seu poder são reais. Ele está presente e ativo no planeta Terra, como já disse alguém. O problema não é este, mas sim como enfrentamos Satanás e suas forças. O moderno movimento de batalha espiritual ensina conceitos e práticas que não encontram fundamentação bíblica, como quebra de maldições, espíritos territoriais, oração de guerra, mapeamento espiritual, cobertura espiritual, demônios associados com doenças específicas, associação dos nomes das divindades pagãs do umbandismo com espíritos malignos determinados, – enfim, a lista é grande. Procuramos em vão no relato bíblico da vida e obra de Jesus e dos apóstolos evidências de que eles faziam mapeamento espiritual, demarcação de território, amarração de potestades, quebra de maldições. Para mim, a igreja não deve adotar práticas que não sejam claramente apoiadas pela Escritura. A fonte de autoridade para estas práticas no movimento de batalha espiritual não é a Bíblia, mas declarações de pessoas endemoninhadas, sonhos, visões, palavras proféticas, supostas revelações e outras fontes subjetivas que acabam tomando o lugar da Palavra de Deus na vida do crente e da igreja. Isso tudo abre a porta para a entrada de crendices, misticismo e paganismo na igreja.

Ateísmo CristãoAteísmo Cristão é o título do novo livro do rev. Augustus Nicodemus, publicado pela editora Mundo Cristão

ECLÉSIA: Por outro lado, o senhor diz que não é totalmente contra o Natal. Mas essa festa não tem origens e práticas pagãs, como a própria árvore e as luzinhas? Não seria uma contradição?
As festividades natalinas modernas com árvore de natal, luzinhas, Papai Noel, ceia com peru, troca de presentes e onde nem se menciona o nome de Jesus Cristo são claramente uma prática não cristã. A origem desta prática realmente é pagã, mas não a idéia de celebramos o nascimento do nosso Salvador Jesus Cristo. Se os anjos se alegraram com o nascimento dele, formando um coral celestial para entoar louvores a Deus, se os pastores e os magos foram adorá-lo e se a encarnação de Deus Filho é considerada na Bíblia um evento crucial da história da salvação – sem o qual não haveria sua morte e a sua ressurreição – vejo como perfeitamente cristão celebrar o nascimento do Salvador. Como não sabemos a data exata de seu nascimento, seguimos a antiga convenção cristã de fazê-lo no dia 25 de dezembro. Poderia ser em outro dia qualquer. Natal não é dia santo.

ECLÉSIA: As igrejas por aqui geralmente são acusadas de copiar tudo dos Estados Unidos. De bom e de ruim. Inclusive, práticas espirituais, demonizando a cultura nacional. De que maneira podemos forjar uma espiritualidade bíblica e ao mesmo tempo brasileira?
É um equívoco demonizar a cultura brasileira – ou outra qualquer – como um todo. Como calvinista, creio na graça comum, isto é, que Deus abençoa as pessoas com habilidade e capacidade para fazerem arte, música, cultura, descobertas científicas, mesmo aquelas que não o conhecem e até o negam. Portanto, encontraremos em qualquer cultura coisas boas que refletem a bondade do Criador. Além disto, a verdadeira espiritualidade não tem nacionalidade e transcende as barreiras geográficas e étnicas. Os profetas e os apóstolos eram judeus e viveram numa cultura antiga que já nem existe mais, o Antigo Oriente. Todavia, a espiritualidade deles é a base da nossa. A verdadeira espiritualidade consiste em viver neste mundo de acordo com a vontade de Deus revelada nas Escrituras. E isto nos Estados Unidos, no Brasil ou na China. É claro que o homem espiritual haverá de adaptar-se à sua cultura, mas a base e a fonte de sua espiritualidade sempre será a pessoa de Jesus Cristo, conforme revelada nas Escrituras. Isto não significa negar que se copia muita coisa aqui, não só dos Estados Unidos, mas da Coréia, por exemplo. Todavia, se o que os crentes americanos estão fazendo é biblicamente correto e saudável, qual é o problema em aprender com eles ou com crentes da China e da África? Tem muito nacionalismo irracional no meio evangélico. Tem gente que fala de teologia brasileira, louvor brasileiro, espiritualidade brasileira como se fosse possível isolar este ente etéreo chamado “brasilianidade” da cultura global em que vivemos hoje. As próprias culturas em que a Bíblia nasceu e foi escrita eram misturadas. Copiavam-se práticas, costumes e tradições. Não vejo nenhum problema em aproveitar o que cristãos de outros países fazem certo, desde que o critério final seja a coerência e a conformidade com as Escrituras.

ECLÉSIA: Qual a maior ameaça à Igreja brasileira: as inovações neopentecostais, o liberalismo, o fundamentalismo, o teísmo aberto ou as novas tentativas de reforma?
Cada um destes movimentos representa uma ameaça em seus próprios termos. Eu diria que o liberalismo teológico e as inovações pentecostais são as mais perigosas pelo volume de adeptos e pelo radicalismo. O teísmo aberto é um movimento praticamente defunto no Brasil, pois não encontrou respaldo quer entre os calvinistas, quer entre os arminianos, em razão de negar uma doutrina preciosa para ambos, que é a onisciência de Deus.

ECLÉSIA: Ultimamente os emergentes e grupos que combatem a aridez e os modismos de grandes denominações aparecem como opção para uma nova espiritualidade. O que o senhor pensa dela?
Existem vários tipos de emergentes. Há um movimento dentro dos emergentes que se identifica com o liberalismo teológico e sobre este movimento a minha opinião é a mesma que tenho sobre os liberais. Mas há um movimento emergente que quer manter o compromisso com as doutrinas centrais da Palavra de Deus, com a pregação bíblica, com uma vida pautada pelas normas cristãs de amor ao próximo e santidade de vida. E ao mesmo tempo, querem ser relevantes para sua geração. Eles defendem um culto diferente dos cultos das igrejas tradicionais, mais informal, com música contemporânea e uma ordem litúrgica menos elaborada. Há inclusive um movimento vigoroso de reapreciação pela teologia e práxis da Reforma protestante, que vem exercendo muita influência nas igrejas históricas e nas pentecostais. Eu vejo com muita simpatia este movimento.

ECLÉSIA: Falando em debate e em polêmica, recentemente houve uma discussão pelas redes sociais entre o bispo Edir Macedo, líder da IURD, e a cantora e pastora batista Ana Paula Valadão sobre as manifestações do Espírito Santo. Um dizia que só cai no chão quem é endemoninhado. A outra, que alguém que recebe a unção de Deus pode cair. Como o senhor vê esse debate?
Não acompanhei esta discussão, mas estou familiarizado com o assunto. Estive a muitos anos na Igreja do Aeroporto, em Toronto, da Vineyard, onde começou o movimento da “bênção de Toronto,” que é onde nasceu esta prática de “cair no Espírito.” Estranhei bastante o que vi lá, pois ao comparar as quedas com os relatos de quedas na Bíblica ficava evidente o contraste. Na Bíblia, as pessoas que caíram diante da presença de Deus caíram sobre seus rostos e joelhos, não de costas. Caíram diante do descobrimento do seu próprio pecado, da santidade de Deus ou da glória de Cristo. Em nenhuma destas ocorrências as quedas aconteceram por causa de unção com óleo ou imposição de mãos dos profetas, de Jesus e dos apóstolos. E não encontramos em lugar nenhum da Bíblia qualquer orientação para os crentes sobre este assunto. No caso dos endemoninhados, também não há qualquer registro de gente endemoninhada caindo quando Jesus ou os apóstolos lhes impuseram as mãos. Sempre, o que havia, era a expulsão imediata dos demônios, sem muita conversa. Assim, se eu for tomar a Bíblia como referencial, eu diria que não temos como demonstrar biblicamente que pessoas cheias do Espírito caem no chão e nem que endemoninhados caem no chão na hora do exorcismo.

ECLÉSIA: Já se falou muito em dentes de ouro, risada santa e até em adoração extravagante. Que modismos estão afetando atualmente a Igreja e com quais crentes e lideranças devem ficar atentos?
A lista é grande demais para caber aqui numa entrevista destas… sugiro que consultem o blog do Pr. Renato Vargens, que documenta em detalhes estes modismos.

ECLÉSIA: Em partes tudo isso também não é culpa das lideranças e da formação que elas recebem nas faculdades teológicas? Ou da falta de formação para quem não estuda? Um de seus textos, no último livro, questiona por que tantos seminaristas perdem a fé…
Sem dúvida. Quando um pastor desconhece a história da igreja, a história das doutrinas, a teologia bíblica e teologia sistemática, quando ele não tem nem mesmo as noções mais básicas de grego e de hebraico, quando lhe falta o conhecimento dos grandes credos e confissões da igreja cristã, desconhece as polêmicas teológicas e a obra dos grandes vultos da Igreja Cristã, sua tendência será levar avante o seu ministério na base do improviso, da intuição e do pragmatismo. Ele vai usar como modelo aquelas instituições religiosas que aparentemente conseguiram sucesso em arrebanhar pessoas. Pior ainda, se nos seminários e institutos bíblicos ele teve professores liberais, sairá no mínimo um pastor confuso, incerto e sem convicção sobre nada – e portanto aberto a todo tipo de prática e crença que lhe garanta a posição e o sustento.

ECLÉSIA: Há pouco tempo, o país enfrentou o debate sobre o ensino do criacionismo nas escolas. Depois, a discussão foi sobre o ensino religioso. Como chanceler de uma das mais importantes universidades confessionais brasileiras, de que forma vê a questão?
Esse assunto é muito complexo. A Constituição brasileira e a Lei de Diretrizes e Bases reconhecem a educação confessional, que é aquela feita por instituições de ensino que se orientam por uma ideologia específica. Portanto, instituições de ensino confessionais têm liberdade de ensinar sua ideologia desde que cumpram satisfatoriamente os requisitos e parâmetros curriculares determinados pelo MEC. Não creio que se deva abolir o ensino do evolucionismo nas escolas confessionais. Mas creio que ao lado do evolucionismo se deveria mostrar que existe outra opinião, defendida por cientistas renomados e sérios, quanto à questão da origem das espécies, como, por exemplo, a teoria do Design Inteligente. Isto cumpriria perfeitamente o ideal de pluralidade que se espera de uma escola e de uma universidade. Como está, apenas uma posição é ensinada, como se a mesma não fosse contestada por muitos. É uma ilusão pensar que o ensino pode ser feito de maneira isenta, neutra ou cientificamente laica. Não existe isto. Toda educação parte de uma visão de mundo pré-concebida. Se não for uma cosmovisão religiosa, será uma materialista, humanista, naturalista ateísta, marxista… Portanto, o ensino confessional cristão tem legitimidade. Sobre o ensino religioso, acho que num país onde cerca de 90% da população diz crer em Deus e estar afiliada a alguma religião por si só já é argumento suficiente para não se ignorar a dimensão religiosa e o papel importante que ela desempenha na vida dos brasileiros.

ECLÉSIA: Universidades confessionais têm enfrentado várias crises nos últimos tempos. Tome-se como exemplo a PUC de São Paulo e a Ulbra do Rio Grande do Sul. Não estão administrando o ensino como tomam conta das igrejas? Como o senhor avalia a situação das escolas confessionais e o que o Mackenzie tem a ensinar sobre o assunto?
Eu diria apenas que o setor educacional privado no Brasil, como um todo, atravessa profundas dificuldades administrativas, financeiras e estruturais. As instituições confessionais de ensino, inclusive as universidades confessionais também são atingidas, algumas mais, outras menos. Os desafios são muito grandes.

ECLÉSIA: Recentemente, o Mackenzie foi alvo de protestos por parte de ativistas homossexuais por conta de um texto em seu site que criticava o PLC 122/06. Como o senhor vê esse debate sobre o casamento gay no Brasil? Os evangélicos não correm sérios riscos de serem submetidos a uma mordaça?
É preciso esclarecer os fatos. O que foi publicado no site do Mackenzie nada mais era que o posicionamento da Igreja Presbiteriana do Brasil tomado em 2007 pelo seu Supremo Concílio. Estava no site do Mackenzie desde aquele ano, pois a IPB é a Associada Vitalícia da instituição e suas decisões precisam ser conhecidas. É claro que toda violência feita a um homossexual deve ser punida. Quem agride gays deve ser preso e responder a processo. Aliás, quem agride qualquer cidadão brasileiro, independentemente de sua escolha sexual, deve ser preso. É lamentável quando jovens saem às ruas de noite para espancar gays e travestis. Não podemos concordar jamais com este tipo de atitude – da mesma forma que não podemos concordar com agressões feitas a qualquer pessoa. Acredito que as pessoas têm o direito de escolher o tipo de vida que desejam levar e que não deveriam agredir nem afrontar quem pensa diferente. A Constituição Brasileira garante o direito à liberdade de consciência, religião e expressão. Assim sendo, não posso apoiar nenhum projeto que intente dar direitos especiais a um grupo de brasileiros em detrimento da liberdade de consciência, expressão e religião de outros. Sobre o casamento gay, é claro que sou contra, pois além do conceito ser contrário às minhas convicções cristãs, considero-o um fator de risco para a família. Quanto à mordaça sobre os evangélicos, é bem possível que venha a acontecer, mas a Igreja cristã nunca deixou de cumprir o seu papel de anunciar o perdão de Deus aos pecadores arrependidos mesmo em sociedades hostis, como no primeiro século da era cristã, sob o Império Romano. Lá não tinha mordaça, mas leão, cruz e espada para os dissidentes.

ECLÉSIA: Há pouco, quem esteve no Mackenzie foi John Piper, participando de debates que tiveram sua presença e a de Russel Shedd. Nos últimos anos, a universidade tem sido palco de congressos e grandes eventos que atraíram importantes nomes da fé cristã. De que maneira isso ajuda no amadurecimento da fé evangélica no país?
A realização destes eventos só é possível por causa do apoio da alta direção do Mackenzie, que é composta de cristãos sérios e comprometidos com a qualidade da educação e a visão cristã de mundo. A visão deles, da qual sou um dos executores como Chanceler, é de que o Mackenzie deve contribuir para a sociedade não somente oferecendo ensino de alta qualidade, como vem fazendo há décadas, mas também mostrando que o Cristianismo não exige que abandonemos a intelectualidade, a erudição, a cultura e o bom senso. Por isto, trazemos nomes de peso mundial para nos falar. Para o ano que vem (2012) planejamos trazer Dra. Nancy Pearcey, renomada historiadora da ciência, Dr. W. Lane Craig, um dos apologetas cristãos mais conhecidos hoje, que atua junto às grandes universidades do mundo, Dr. Michael Behe, cientista e biólogo renomado e considerado o pai da teoria do Design Inteligente, além do Pr. Paul Washer, um dos pregadores mais conhecidos dentre aqueles cujo ministério é voltado para os jovens.

ECLÉSIA: O senhor é um entusiasta da internet. Seus textos no blog já viraram até livro. A Igreja tem aproveitado bem a tecnologia e as redes sociais? Ou o mundo virtual é mais uma ameaça à fé do real?
A igreja tem aproveitado bem a tecnologia e as redes sociais. Os evangélicos têm presença marcante nas mídias sociais. Mas, é claro, esta participação pode melhorar, com a inserção de material mais sólido, sério, e que tenha potencial para formar esta nova geração. Portanto, não vejo a tecnologia como uma ameaça – desde que corretamente usada, como tudo o mais na vida.

ECLÉSIA: O senhor é reverendo presbiteriano mas tem trânsito entre várias correntes e denominações. Durante muito tempo, a Igreja Presbiteriana foi criticada por ser fechada. Isso está mudando?
No que tange à minha denominação, não creio que a Igreja Presbiteriana do Brasil tenha sido fechada no passado. Os presbiterianos sempre foram abertos para os irmãos de denominações reconhecidamente evangélicas. Não rebatizamos quem vem destas denominações e servimos a Ceia a todos os que são membros de igrejas evangélicas. Não temos proibição de convidarmos pregadores de outras denominações para nossos púlpitos e nem de participarmos de eventos conjuntos com eles. O que realmente não concordamos é com aqueles que se dizem cristãos mas negam a inerrância da Palavra de Deus, os milagres da Bíblia, a ressurreição de Cristo e sua morte vicária. Também queremos distância das práticas neopentecostais e das seitas. Quanto à minha pessoa, se tenho algum trânsito em outros setores evangélicos isto talvez se deva à principal ênfase do meu ministério, que é pregar expositivamente a Palavra de Deus. Evangélicos de todas as denominações amam a Bíblia e gostam de ouvir explicações sobre ela feitas com simplicidade e clareza.

ECLÉSIA: Sua trajetória pessoal é pontuada por uma sólida formação acadêmica. Sempre que isso acontece, surge o questionamento: como conciliar conhecimento com uma fé viva e dinâmica. Qual é seu segredo? O que diria para jovens ministros que estão começando a carreira e não querem deixar de crer diante de uma Igreja com tantos problemas?
Conhecimento e fé viva não são opostos e nem inimigos. Essa dicotomia é resultado da visão iluminista e racionalista de mundo que prevalece na cultura ocidental desde o século dezoito, que estabeleceu a razão como o critério final da realidade. Antes disto, este conflito estava ausente na vida dos grandes cientistas que nos deram a moderna ciência e que eram, na maior parte, cristãos. Todo conhecimento pressupõe um princípio unificador que serve de orientação e sustentação. A crença na existência de um Deus criador, que é amor e justiça, santidade e misericórdia, que fez o mundo segundo princípios e leis e criou o ser humano à sua imagem, funciona perfeitamente como princípio unificador para o conhecimento. Sendo assim, meu conselho aos jovens pastores é que cultivem a sua mente com a mesma energia com que cultivam a sua vida devocional. Estudem, pesquisem, escrevam, perguntem, discutam. Procurem não somente uma sólida formação espiritual como também bíblico-teológica-geral.

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Augustus Nicodemus é pastor presbiteriano, Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, escritor e blogueiro. Divulgação: Púlpito Cristão

“Cristãos precisam de mais do que fé” diz empresário que constrói abrigos contra apocalipse

Robert Vicino é um empresário do ramo imobiliário que se especializou na construção de bunkers. A empresa de Vicino é uma das maiores do ramo no mundo, e o empresário afirma que durante o apocalipse os cristãos precisarão de algo mais do que fé.

Vicino idealizou o “Projeto Vivos” a quase 30 anos, e atualmente está construindo abrigos subterrâneos na América do Norte e na Europa. Cada abrigo é planejado para abrigar até 6.000 pessoas e suportar a uma explosão de 20 megatons num raio de até dois quilômetros. O preço que cada pessoa paga para garantir seu lugar em um desses abrigos pode chegar a 50 mil dólares.

Sobre as motivações do projeto, o empresário afirma que não é levado por razões religiosas: “Não tem nada a ver com o Arrebatamento ou o que virá depois dele, a Tribulação. Eu sou um cristão. Nasci católico e eu creio firmemente em Deus, mas não creio nessas coisas.” Vicino fala também da posição dos evangélicos sobre o assunto: “Nossos maiores opositores são os evangélicos que dizem que você não precisa de um abrigo subterrâneo, apenas da crença em Jesus. Eles acreditam que, quando esses eventos apocalípticos ocorrem, virá o arrebatamento e Ele vai salvá-los”.

Vicino completou criticando a opinião de seus críticos evangélicos sobre o apocalipse: “Acho que é muita arrogância acreditar que quando esses eventos ocorrem, ocorrerá o Arrebatamento. Não sabemos se, ou quando ele vai acontecer. Não estar preparado e ficar apenas com os braços levantados dizendo ‘Eu acredito em você Jesus, me leve!’ pode deixar muitas pessoas decepcionadas”, disse o empresário que completou dizendo que “Cristo vai encontrá-lo em um abrigo, assim como Ele o encontrará em qualquer outro lugar”.

Segundo o The Christian Post o empresário falou ainda dos eventos que podem levar ao uso dos bunkers: “Já está acontecendo: as mudanças na Terra, à agitação social, o colapso potencial econômico e possíveis pandemias. Acreditamos que as coisas tendem a piorar nos próximos anos. Estamos enfrentando tempos muito conturbados, tanto por atos da natureza quanto da humanidade”, explicou.

O site do empreendimento lista cada um dos possíveis motivos de um provável fim do mundo incluindo guerra nuclear, tsunami global, terrorismo, guerra biológica, erupção vulcânica e até anarquia. O empresário acredita que não será apenas um o motivo do fim, mas uma combinação de vários.

Veja abaixo o vídeo apresentando um dos abrigos, ainda em construção:

Fonte: Gospel+

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